989: Autoridades ucranianas investigam locais de alegada tortura em Kherson

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / TORTURA / KHERSON / UCRÂNIA

Os ucranianos acusam os russos de torturar civis na periferia da cidade recentemente libertada, à semelhança do que já foi encontrado e confirmado em outros locais, como Bucha e Izium.

© Getty Images

As autoridades ucranianas estão a investigar alegadas denúncias de tortura por parte de civis na cidade de Kherson, que os russos ocuparam durante quase nove meses até a sua libertação este mês.

Segundo avança esta terça-feira a Associated Press (AP), a polícia ucraniana já encontrou cinco locais de alegada tortura na cidade, e outros quatro na região com o mesmo nome.

Cinco pessoas contaram à agência de notícias norte-americana que foram torturadas, agredidas, presas, interrogadas e electrocutadas em câmaras fechadas, e questionadas sobre possíveis ligações às forças armadas ucranianas.

Os relatos são, para especialistas em direitos humanos consultados pela AP, apenas a ponta do icebergue no que diz respeito a abusos de direitos humanos pelas forças russas em Kherson.

“Durante meses temos recebido informações sobre tortura e outro tipo de repressão de civis. Tenho medo das descobertas horríveis em Kherson ainda por fazer”, disse à AP a activista Oleksandra Matviichuk, directora do Centro de Liberdades Cívicas ucraniano, organização que foi uma das condecoradas com o Prémio Nobel da Paz de 2022.

A polícia ucraniana alega ter encontrado provas para mais de 460 crimes de guerra cometidos pelos russos em Kherson. Segundo Andrii Kovanyi, porta-voz da polícia de Kherson, a tortura levada a cabo pelos russos terá ocorrido e duas esquadras, numa cadeia, uma prisão e uma clínica privada, onde foram encontrados bastões de borracha, bastões de basebol e uma máquina usada para aplicar choques eléctricos.

As autoridades admitem ainda que está a ser difícil trabalhar nestas alegações, já que todos os dias surgem novos relatos sobre possível tortura contra civis, e o sistema judicial está sobrecarregado.

As histórias ouvidas em Kherson são semelhantes a outros locais de tortura, descobertos durante a contra-ofensiva ucraniana em várias partes do país, nomeadamente em Izium, na região de Donetsk.

Foram também encontradas valas comuns na periferia da cidade de Kherson, outra prática que tem sido comum pelos soldados russos em zonas ocupadas.

As primeiras valas foram encontradas em Bucha, depois da retirada das forças invasoras da região de Kyiv, e foram visitadas por vários líderes europeus que condenaram as forças russas e acusaram-nas de crimes contra a humanidade.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
29/11/22 09:35
por Notícias ao Minuto



 

979: Reveladas histórias de resistência ucraniana após a retirada de Kherson

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UCRÂNIA / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / RETIRADA DE KHERSON / HISTÓRIAS DA RESISTÊNCIA

Dois soldados russos caminhavam numa rua em Kherson numa noite de primavera no início de Março, poucos dias depois de Moscovo ter capturado a cidade. A temperatura naquela noite ainda estava abaixo de zero e não havia energia, deixando a cidade em plena escuridão enquanto os soldados regressavam ao acampamento depois de umas bebidas.

Reveladas histórias de resistência ucraniana após a retirada de Kherson © TVI24

Quando um tropeçou, o outro parou para urinar do lado da calçada. De repente, espetaram-lhe uma faca do lado direito do pescoço. Caiu na relva. Momentos depois, o segundo soldado russo, embriagado e sem ter consciência disso, teve o mesmo destino.

“Matei o primeiro imediatamente e depois apanhei o outro e matei-o ali mesmo”, diz Archie, um combatente ucraniano da resistência que descreveu a cena acima à CNN. Diz que avançou por puro instinto.

“Vi os orcs (soldados russos) fardados e pensei, porque não?”, acrescenta Archie, usando um termo depreciativo para os russos, enquanto caminha pela mesma rua. “Não havia pessoas nem luz e aproveitei a oportunidade.”

‘Archie’ matou dois soldados russos sozinho, dias depois de assumirem o controlo de Kherson (Foto: Vasco Cotovio/CNN) © Fornecido por TVI

O jovem de 20 anos é um lutador de artes marciais mistas experiente, com pés ágeis e reflexos aguçados, que já andava sempre com um uma faca para autodefesa, mas nunca tinha matado ninguém. A CNN refere-se a ele pelo seu nome de código para proteger a sua identidade.

“A adrenalina foi essencial. Não tive medo nem tempo para pensar”, conta. “Nos primeiros dias senti-me muito mal, mas depois apercebi-me que eram meus inimigos. Eles invadiram a minha terra e querem ficar com ela.”

O relato de Archie foi confirmado por fontes militares e de informações ucranianas que trocaram comunicações com ele e outros combatentes. Foi um dos muitos combatentes da resistência em Kherson, uma cidade com 290 mil pessoas antes da invasão, que a Rússia tentou vergar, mas não conseguiu quebrar.

As pessoas em Kherson deixaram as suas posições claras logo após a tomada da cidade pela Rússia a 2 de Março, iam para a praça principal para protestos diários com a bandeira azul e amarela da Ucrânia.

Mas Kherson, a primeira grande cidade e única capital regional que as tropas russas conseguiram ocupar desde o início da invasão, foi um símbolo importante para Moscovo. A dissidência não podia ser tolerada.

Os manifestantes foram recebidos com gás lacrimogéneo e balas, e os organizadores e os residentes mais aguerridos foram presos e torturados. Quando as manifestações pacíficas não funcionaram, o povo de Kherson recorreu à resistência e cidadãos comuns como Archie começaram a agir por conta própria.

“Não fui o único em Kherson”, diz Archie. “Havia muitos guerrilheiros inteligentes. Todas as noites, foram mortos pelo menos 10 russos.”

Inicialmente em operações individuais, os residentes mais decididos começaram a organizar-se em grupos, coordenando as suas acções com os militares ucranianos e o serviço de informações fora da cidade. “Tenho um amigo com quem íamos à cidade à procura de ajuntamentos de soldados russos”, diz.

“Verificávamos as rotas de patrulha deles e depois dávamos toda a informação aos operacionais da linha da frente e eles sabiam a quem passar as informações.”

Os soldados russos não foram os únicos alvos de assassínio. Vários funcionários do governo instalados em Moscovo foram visados durante os oito meses da ocupação russa.

Os seus rostos foram impressos em cartazes colocados por toda a cidade, prometendo vingança pela sua colaboração com o Kremlin, numa guerra psicológica que durou toda a ocupação.

Muitas dessas promessas foram cumpridas, tendo alguns desses funcionários sido abatidos e outros mortos nos seus carros em incidentes que as autoridades locais pró-russas descreveram como “ataques terroristas”.

Archie foi detido pelas autoridades ocupantes no dia 9 de maio, depois de assistir a um desfile do dia da vitória, celebrando a vitória da União Soviética na Segunda Guerra Mundial, usando uma faixa amarela e azul na t-shirt.

Foi levado para um centro de detenção local, que tinha sido tomado pelo Serviço Federal de Segurança (FSB) da Rússia e usado para torturar soldados ucranianos, funcionários dos serviços de informações e guerrilheiros, segundo Archie.

“Eles espancaram-me, electrocutaram-me, deram-me pontapés e bateram-me com bastões”, recorda Archie. “Não posso dizer que me mataram à fome, mas não davam muito o que comer.”

“Nada de bom aconteceu lá”, disse. Archie teve a sorte de ser libertado após nove dias e depois de ter sido obrigado a gravar um vídeo a dizer que tinha concordado trabalhar com os ocupantes russos.

O seu relato do que se passou nas instalações foi confirmado por fontes militares ucranianas e outros detidos. Mas muitos outros nunca partiram, de acordo com Archie e outros combatentes da resistência, bem como fontes militares e dos serviços de informações ucranianos.

Ihor, que pediu à CNN para não revelar o seu apelido para a sua protecção, também foi detido nessas instalações. “Retiveram-me aqui durante 11 dias e durante esse tempo ouvia gritos da cave”, conta o jovem de 29 anos.

“As pessoas eram torturadas, espancadas com paus nos braços e nas pernas, aguilhões, e até ligadas a baterias e electrocutadas ou afogadas parcialmente.”

Ihor foi apanhado a transportar armas e diz que “felizmente” só foi espancado. “Cheguei depois da época em que as pessoas eram espancadas até à morte aqui”, recorda.

“Fui atacado nas pernas com um taser, eles usam-nos como boas-vindas. Um deles perguntou-me porque que me tinham trazido e outros dois começaram a bater-me nas costelas.”

Durante a sua detenção, Ihor conseguiu esconder que era membro da resistência de Kherson e que transportar armas não foi a única coisa que fez. Ihor diz que também forneceu informações aos militares ucranianos – uma actividade que lhe teria valido punições muito mais brutais.

“Se encontrássemos algo, víamos, (nós) tirávamos uma fotografia ou fazíamos um vídeo (e) enviávamo-los para as forças ucranianas, que depois decidiriam se a atacariam ou não”, explica.

Entre as coordenadas que comunicou aos militares ucranianos está um armazém na cidade de Kherson. “Os militares russos mantinham entre 20 a 30 veículos aqui, havia camiões blindados, veículos blindados de transporte de pessoal, e viviam aqui alguns russos”, diz Ihor.

Ihor e outros guerrilheiros ajudaram as forças ucranianas a localizar este armazém, onde as forças russas tinham equipamento militar (Foto: Vasco Cotovio/CNN) © Fornecido por TVI

As forças russas foram rápidas a esvaziar o que restava do valioso interior, mas o edifício destruído tem as marcas do ataque violento. A maior parte do telhado desmoronou, as paredes estavam destruídas e os vidros partidos ainda cobrem a maior parte do chão. A estrutura permanece de pé, mas o metal foi parcialmente destruído pela explosão.

Ihor usou a aplicação de mensagens Telegram para comunicar as coordenadas do edifício à sua ligação militar, a quem ele se referiu como “o fumo”.

Com a informação, enviou um vídeo que gravou secretamente. “Liguei a câmara, apontei-a para o edifício e depois andei e falei ao telefone enquanto a câmara estava a filmar”, explica.

“Depois apaguei o vídeo, claro, porque se me mandassem parar nalgum sítio e verificassem os meus vídeos e fotografias, haveria perguntas…” Ele enviou a informação em meados de Setembro e, apenas um dia depois, as instalações foram alvo da artilharia ucraniana.

Os Estados Unidos e a NATO avaliaram que, quando a Rússia iniciou a sua invasão da Ucrânia, o Kremlin esperava que as suas forças fossem recebidas como salvadoras, acolhidas de braços abertos.

A realidade não correspondeu às expectativas, não só nos territórios onde os exércitos de Moscovo foram obrigados a recuar, mas também nas áreas que conseguiu capturar.

O ataque ao armazém que Ihor denunciou é um dos muitos envolvidos por resistentes ucranianos dentro de Kherson que trabalhavam incansavelmente e com grande risco para perturbar as actividades russas dentro da cidade.

Oito meses depois de ter sido ocupada pela Rússia, a cidade de Kherson está agora de volta ao controlo ucraniano e os exércitos de Moscovo estão de pé atrás, obrigados a retirar-se da margem ocidental do rio Dnipro.

Mas, apesar de alcançar a vitória aqui, a Ucrânia continua a enfrentar ataques de mísseis quase diários em quase todo o lado, enquanto as forças russas continuam a pressionar no Leste.

Olhando para trás, Ihor, pai de uma filha de três meses, diz que teve sorte de não ter sido apanhado. “Não foi difícil, mas foi perigoso”, explica. “Se me apanhassem a filmar tal coisa, deter-me-iam e provavelmente não me deixariam sair vivo.”

TVI TVI  // MSN Notícias
CNN
28.11.2022 às 09:00



 

Kherson continua “vulnerável” a bombardeamentos russos

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Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, mas continuam a atacá-la diariamente. Só no domingo foram 54 bombardeamentos.

© Getty Images

Os ataques a Kherson continuam a acumular-se, mesmo após a retirada russa da cidade que ocupou durante nove meses. Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido, no relatório publicado esta segunda-feira, a cidade foi bombardeada 54 vezes no domingo, um novo máximo para a região.

No relatório matinal publicado diariamente pelos serviços secretos britânicos, através do Twitter, é referido que, só na passada quinta-feira, foram mortas dez pessoas devido aos ataques russos.

Para o Reino Unido. Kherson está “vulnerável porque continua ao alcance da maioria dos sistemas de artilharia russos, agora a disparar a partir da margem este do Rio Dnipro, atrás de linhas defensivas recentemente consolidadas”.

“Muitos dos danos estão provavelmente a ser infligidos em Kherson pelo uso de muitos lançadores de ‘rockets’, principalmente por sistemas BM-21 Grad”, acrescenta o relatório.

Também esta manhã, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Institute for the Study of War’) apontou para as posições defensivas russas em Kherson, considerando que os russos “claramente percepcionam que as forças ucranianas podem atravessar o Rio Dnipro e conduzir operações contra-ofensivas a leste de Kherson, possivelmente ameaçando todas as linhas críticas de comunicação desde a Crimeia ao território russo”.

Segundo apurou o ISW, e que também tem sido alertado por outras organizações internacionais, as forças invasoras estão a “cavar trincheiras e áreas de concentração”, acreditando que a contra-ofensiva em direcção à Crimeia surgirá eventualmente.

A cidade de Kherson esteve sob controlo russo durante praticamente nove meses de guerra, após ser tomada nos primeiros dias da invasão. Os ucranianos conseguiram finalmente libertar a cidade a 11 de Novembro, após a retirada russa e, desde então, têm sido descobertas mais valas comuns e câmaras de tortura, sinais da presença da opressão russa na região.

As condições de vida na cidade continuam muito difíceis, com o acesso a luz e água potável a ser muito escasso, apesar dos esforços das forças ucranianas em restaurar as infra-estruturas críticas na área.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:57
por Hélio Carvalho



 

953: Kherson bombardeada 54 vezes; Russos preparam linha defensiva

– Os filhos da Putina, os putinofantoches terroristas, assassinos, mercenários, não descansam enquanto não destruírem totalmente a Ucrânia. Para quando umas valentes bojardas de “alta precisão” sobre Moscovo e S. Petersburgo?

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As dificuldades energéticas dos ucranianos começam a ser debeladas, depois de um período em que o fornecimento eléctrico esteve suspenso para milhões de pessoas devido aos ataques a infra-estruturas críticas, especialmente em Kyiv. Segundo as autoridades na capital da Ucrânia, a maioria dos residentes voltou a ter água e luz, mas em muitas zonas do país os habitantes estão a sentir o impacto de um doloroso inverno, sem as condições de anos anteriores.

© Getty Images

Segundo o ministério da Defesa do Reino Unido, o foco da guerra continua a ser em Kherson.

Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, depois de terem ocupado Kherson durante toda a guerra mas, dizem os britânicos, a cidade continua a ser muito atacada – só no domingo foram registados 54 bombardeamentos.

Outro local ocupado pelas forças russas é Zaporíjia, mas a Ucrânia acredita que não será por muito tempo. No domingo, a empresa estatal de energia nuclear, a Energoatom, anunciou que “há sinais” de uma retirada russa.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:58



 

910: Ucrânia: Quinze civis mortos em bombardeamento russo contra Kherson

– E os ataques, destruição, assassínios, continuam, continuam e continuam sem parar e a falta de 🍅🍅 é notória… Não lhes toca…

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Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança, referiu a chefe da administração militar da cidade.

© EPA/ROMAN PILIPEY

Os bombardeamentos russos na cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, provocaram esta sexta-feira quinze mortos entre civis, adiantou uma autoridade militar daquela cidade, da qual as forças de Moscovo se retiraram há duas semanas.

“Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança”, como resultado dos ataques russos, referiu Galyna Lugova, chefe da administração militar da cidade, numa publicação nas redes sociais.

A mesma fonte, citada pela agência France-Presse (AFP) acrescentou que várias “habitações particulares e prédios” ficaram danificados nos ataques.

Galyna Lugova tinha referido mais cedo que os hospitais em Kherson foram evacuados devido aos constantes ataques russos nesta cidade.

Uma chuva de mísseis atingiu pelo segundo dia consecutivo a cidade recentemente libertada pelos ucranianos após uma ocupação russa de oito meses.

Estes ataques fazem parte de um esforço de Moscovo para intensificar os ataques com mísseis, que têm atingido a rede eléctrica da Ucrânia e outras infra-estruturas civis críticas.

As autoridades ucranianas estimam que cerca de 50% das instalações de energia da Ucrânia foram danificadas nos recentes ataques.

O governador ucraniano de Kherson, Yaroslav Yanushevych, tinha realçado esta de manhã que dois bairros da cidade estiveram “sob fogo maciço de artilharia”.

Os soldados daquela região tinham alertado que Kherson enfrentaria uma intensificação de ataques à medida que as tropas russas avançassem pelo rio Dnieper, na sua retirada da região.

Os ataques causaram destruição em alguns bairros residenciais que não tinham sido atingidos anteriormente na guerra.

Natalia Kristenko, de 62 anos, e o seu marido, foram duas das vítimas dos ataques e o corpo da ucraniana ficou durante horas à porta do prédio, noticiou a agência Associated Press (AP). O marido morreu horas depois no hospital, devido a hemorragias internas.

A filha deste casal tentou chamar uma ambulância para o pai, mas sem rede eléctrica não conseguiu que a ajuda chegasse imediatamente.

A população de Kherson diminuiu para cerca de 80.000, quando antes da guerra era de perto de 300.000. O Governo já manifestou intenção de ajudar quem pretende sair da região, mas muitos referem que não têm para onde ir.

“Não há trabalho [noutro lugar], não há trabalho aqui”, realçou Ihor Novak enquanto examinava na rua as consequências dos bombardeamentos.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 20:02



 

907: Governo ucraniano acusa russos de deixarem explosivos em brinquedos

– Minar brinquedos? Estes russonazis ☠️卐☠️ não são humanos, são a pior raça animal existente ao cimo da Terra, dementes psicopatas assassinos!

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

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Nos territórios libertados da região de Kherson e na sua capital as equipas já retiraram mais de 5.000 objectos explosivos.

© EPA/ROMAN PILIPEY

O Governo ucraniano acusou esta sexta-feira as tropas russas de deixarem explosivos escondidos em brinquedos durante a sua retirada da cidade de Kherson, no sul do país, o que aumenta o perigo para a população civil.

O assessor do Ministério de Assuntos Internos da Ucrânia, Rostyslav Smirnov, fez esta declaração durante a transmissão de um programa de arrecadação de fundos para que é transmitido simultaneamente por todos os canais de televisão ucranianos, segundo a agência de notícias local Ukrinform.

Smirnov indicou que após a saída dos soldados russos da importante cidade que Moscovo chegou a ocupar totalmente, a principal tarefa do Exército ucraniano é desminar a área para a tornar segura.

“Actualmente, o foco principal é a desminagem. O número de minas é extremamente grande (em Kherson). Eu recebo constantemente documentos fotográficos (sobre munição descoberta) em brinquedos infantis, havia uma mina entre duas bolas de futebol (…)”, declarou o funcionário do Governo ucraniano.

Smirnov acrescentou que nos territórios libertados da região de Kherson e na sua capital, as equipas já retiraram mais de 5.000 objectos explosivos.

Os soldados russos abandonaram parte da região de Kherson e a sua capital homónima há apenas algumas semanas e retiraram-se para a margem direita do rio Dnieper, que divide a cidade.

Kherson, no sul da Ucrânia, é uma das quatro regiões ucranianas que a Rússia anexou unilateralmente, juntamente com a vizinha Zaporijia, bem como Lungansk e Donetsk, no leste do país.

Apesar da declaração de anexação, o Exército russo nunca controlou totalmente nenhuma dessas regiões e teve que se retirar de grande parte de Kherson após o avanço das tropas ucranianas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 11:49




 

Ucrânia detém ‘traidor’ que libertou prisioneiros de Kherson

UCRÂNIA/KHERSON/PRISIONEIROS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O guarda prisional terá deixado os presos russos fugir antes da retirada do exército russo e fingido que não sabia o que se estava a passar. O homem enfrenta agora uma pena de prisão perpétua.

Os vestígios de um míssil russo numa vila na região de Kherson.
© EPA/OLEG PETRASYUK

Investigadores ucranianos disseram esta terça-feira que um guarda da prisão na cidade recentemente libertada de Kherson é suspeito de cometer traição por libertar prisioneiros antes da retirada do exército russo.

No dia 11 de Novembro, o exército russo retirou as suas forças da cidade de Kherson, no sul, num grande revés numa das regiões que o presidente Vladimir Putin afirmou ter anexado.

Na terça-feira, o State Bureau of Investigation (SBI) da Ucrânia disse que um oficial encarregado da segurança numa prisão local colaborou com as forças russas e permitiu que os presos fugissem antes da retirada da Rússia.

“O SBI deteve um traidor da prisão de Kherson, que libertou prisioneiros antes da libertação da cidade”, afirmou em comunicado. “No dia em que Kherson foi libertada dos ocupantes, o funcionário da prisão fingiu não perceber a fuga dos presos e não tomou nenhuma providência para impedi-la.” Ele próprio não teve tempo de escapar e foi detido, acrescentou o SBI.

O ex-funcionário é suspeito de cometer o crime de traição ao Estado e pode receber uma pena de prisão perpétua.

Na semana passada, a Ucrânia disse ter detido um militar russo a vestir roupas civis na cidade de Kherson recapturada, que fingia ser um local, mas depois admitiu ser um soldado profissional.

Autoridades ucranianas e testemunhas dizem que as tropas russas deixaram um rasto de miséria e destruição após a retirada de Kherson.

Na segunda-feira, as autoridades de Kiev disseram que quatro locais de tortura russos foram descobertos na cidade.

Diário de Notícias
DN/AFP
22 Novembro 2022 — 13:17



 

Ucrânia diz que descobriu quatro “locais de tortura” usados pelos russos em Kherson

– Os putinocratas Peskov, Medvedev, Lavrov, Kadyrov, Lukaschenko e demais pandilha, não têm nada a dizer sobre isto? Ah pois, são fake news ucranianas, eles é que dizem a verdade na sua propaganda podre e imunda.

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TERRORISMO/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/TORTURA

As autoridades de Kiev encontraram “locais de tortura em quatro prédios”.

© EPA/OLEG PETRASYUK

O Ministério Público ucraniano fez saber, esta segunda-feira, que foram descobertos quatro “locais de tortura” usados pelos russos enquanto ocupavam Kherson, uma cidade no sul da Ucrânia que as forças de Kiev recuperaram em 11 de Novembro.

Em Kherson, as autoridades ucranianas “continuam a determinar os crimes da Rússia”, afirmou o Ministério Público da Ucrânia na rede social Telegram. A mensagem indica que as autoridades de Kiev encontraram “locais de tortura em quatro prédios”.

Entre os quatro prédios visitados pelos investigadores estão “centros de detenção provisória” de antes da guerra, “onde, durante a tomada da cidade, os ocupantes detiveram pessoas ilegalmente e as torturaram brutalmente”.

Os investigadores apreenderam partes de “bastões de borracha, um bastão de madeira, um dispositivo usado pelos ocupantes para electrocutar civis, uma lâmpada incandescente e balas”, explicou a fonte, dez dias depois do regresso do exército ucraniano a Kherson.

“O trabalho para estabelecer os locais de tortura e detenção ilegal de pessoas continua”, disse o Ministério Público, que observou que também que deseja “identificar todas as vítimas” da ocupação russa.

Desde a reconquista de Kherson, em 11 de Novembro, Kiev tem denunciado vários “crimes de guerra” e “atrocidades” russas na região, mas, até ao momento, Moscovo não reagiu às acusações.

Na sexta-feira, um relatório divulgado pelo Observatório de Conflitos dos Estados Unidos referiu que, entre Março e Outubro, mais de 220 pessoas foram detidas ou desapareceram às mãos das tropas russas em Kherson.

O relatório indicou também que 55 dos detidos ou desaparecidos foram torturados, enquanto cinco morreram durante o cativeiro ou pouco depois da sua libertação. Seis dessas pessoas terão sofrido violência sexual ou de género.

Também o comissário dos direitos humanos do parlamento ucraniano, Dmytro Lubinets, denunciou, na semana passada, terem sido descobertas várias valas comuns, tendo as investigações demonstrado que as forças russas torturaram prisioneiros ucranianos com recurso, por exemplo, a choques eléctricos. Também existem relatos de execuções e de espancamentos com barras de ferro.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.557 civis mortos e 10.074 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Com Lusa

Diário de Notícias
DN/AFP
21 Novembro 2022 — 13:19



 

800: Energia: ucranianos aconselhados a deixar o país. Festa por causa de um comboio

UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ENERGIA

Guerra destruiu quase metade do sistema energético da Ucrânia. Rússia fez a maior emissão de dívida de sempre num só dia.

Oleg Petrasyuk/EPA
Reencontro familiar em Kiev, após chegada de comboio de Kherson

A guerra está a destruir muito da Ucrânia. Não só nas mortes que causa, ou nos refugiados que cria, mas também nas condições que deixa para quem continua a viver em território ucraniano.

Denys Shmyhal, primeiro-ministro, já tinha avisado que quase metade do sistema energético da Ucrânia está “fora de serviço”.

As temperaturas já começaram a descer muito nesta semana, o Inverno está a chegar e é preciso aquecer casas, pessoas, comida.

Mas falta energia. Há milhões de pessoas que não têm electricidade em casa, nesta altura.

Nesse contexto, o director-executivo da maior empresa energética privada da Ucrânia, a DTEK, foi directo: deixem o país, se conseguirem.

“Se os ucranianos conseguirem encontrar outro sítio para viver durante três ou quatro meses, iria ajudar muito o sistema”, apelou Maxim Timchenko, na BBC.

E explicou: “Se consumirem menos energia, os hospitais com soldados feridos terão fornecimento de energia garantido. Assim se explica que, ao consumirem menos ou mesmo ao saírem do país, estão também a ajudar outras pessoas“.

O sistema energético na Ucrânia fica mais frágil, menos fiável, após cada ataque russo, explicou Timchenko: “Estamos sem equipamentos e sem peças de substituição“, avisou o director.

Maxim Timchenko lamentou o facto de que Rússia e Ucrânia serem agora “inimigos“, depois de anos a serem “colegas” no desenvolvimento de sistemas de energia.

A capital Kiev está mesmo numa “situação crítica”, em relação ao fornecimento de energia, avisou Volodymyr Kudrytskyi, director-executivo da empresa de energia Ukrenergo.

Maior emissão de dívida de sempre

A Rússia fez a sua maior emissão de dívida de sempre, na quarta-feira passada: 13 mil milhões de euros. A informação foi partilhada pelo Ministério de Defesa do Reino Unido.
https://twitter.com/DefenceHQ/status/1593852613103177730

“Isto é importante para a Rússia, pois a emissão de dívida é um mecanismo fundamental para sustentar os gastos com Defesa, que aumentaram significativamente desde a invasão da Ucrânia”, continua o comunicado.

De acordo com os britânicos, o orçamento para a Defesa na Rússia em 2023 vai aumentar 40% em relação ao que tinha sido planeado no ano passado.

Comboio chega de Kherson

Apesar da situação e do contexto energético, este sábado foi dia de festa na capital Kiev, quando chegou o primeiro comboio proveniente de Kherson, desde o início da guerra.

Kherson foi ocupada pelas forças russas na fase inicial do conflito mas a cidade foi recuperada recentemente pelos ucranianos.

Várias dezenas de habitantes de Kiev ficaram à espera do comboio:

Nuno Teixeira da Silva, ZAP //
19 Novembro, 2022



 

Ucrânia: “Dimensão da tortura” em Kherson é pior do que em outras regiões

– Próprio de um regime nazi. Esses russonazis ☠️卐☠️ só param quando começarem a cair uns mísseis de “alta precisão” sobre Moscovo… Numa guerra deste tipo, em que o invasor russonazi ☠️卐☠️ e os seus mercenários invadem um país soberano, bombardeia estruturas críticas, assassina milhares de civis inocentes de todas as idades, não há que ter contemplações de qualquer género. Ferro neles!

TERRORISMO/UCRÂNIA/KHERSON/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

“Nunca vi uma tal escala e visitei pessoalmente todos os centros de tortura nas diferentes regiões da Ucrânia. A dimensão é simplesmente terrível”, afirmou Dmytro Lubinets, comissário dos direitos humanos do parlamento ucraniano.

Ponte destruída em Kherson.
© EPA/OLEG PETRASYUK

O comissário dos direitos humanos do parlamento ucraniano, Dmytro Lubinets, manifestou-se hoje chocado com a “dimensão da tortura” durante a ocupação russa na região de Kherson, que agora se revela.

Numa declaração emitida na televisão, Lubinets disse que as descobertas feitas pelas forças ucranianas após terem retomado parte da região são diferentes das encontradas nas regiões de Kiev ou Kharkov, onde foram descobertas numerosas valas comuns.

“Nunca vi uma tal escala e visitei pessoalmente todos os centros de tortura nas diferentes regiões da Ucrânia. A dimensão é simplesmente terrível”, sublinhou.

Segundo Lubinets, as investigações demonstraram que as forças russas torturaram prisioneiros ucranianos com choques eléctricos, espancaram-nos com barras de ferro, partiram ossos e, por vezes, executaram-nos.

O Ministro do Interior ucraniano, Denys Monastyrskyi, anunciou que já foram exumados nas áreas recuperadas de Kherson os corpos de 63 pessoas com sinais de tortura.

“É necessário ter em conta que a procura só agora começou”, acrescentou o ministro, citado pela agência noticiosa Interfax, sublinhando ser provável que muitos mais locais de tortura e valas sejam encontrados.

Monastyrskyi acentuou que 11 centros de detenção operados pelos russos durante o período em que controlavam a parte de Kherson agora recuperada foram descobertos e que quatro deles mostram vestígios de tortura de prisioneiros, incluindo civis.

A parte ocidental da província de ​​​​​​​Kherson, a oeste do rio Dnipro, ocupada em Março pelas tropas russas, foi recuperada pelas forças ucranianas em 11 de Novembro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2022 — 00:07