Falta de energia em Kyiv pode continuar “até à primavera”

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

UCRÂNIA/KIEV/FALTA DE ENERGIA/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A afirmação foi feita pelo autarca de Kyiv, que também falou sobre a possível deslocação dos moradores para os subúrbios, pedindo aos habitação que acumulem comida e água.

© John Moore/Getty Images

O autarca de Kyiv, Vitali Klitschko pôs a hipótese de a falta de energia em Kyiv poder continuar até à primavera.

“Estamos a tentar restaurar tudo o mais rápido possível, mudar para horários claros [os cortes de energia] para que não haja surpresas e, em seguida, mudar para um fornecimento ininterrupto de electricidade.

Mas devemos estar preparados para o facto de que pode haver interrupções até à primavera”, disse Klitschko, numa entrevista à RBC-Ucrânia, esta segunda-feira.

Vitali também falou sobre a possível deslocação dos moradores de Kyiv para os subúrbios, pedindo aos habitantes que acumulem comida e água.

“Temos que estar preparados para diversos cenários. Não haverá uma evacuação total – talvez parcial, mas não pode ser chamada de evacuação. É uma realocação temporária de pessoas de determinadas categorias para os subúrbios […]”, referiu.

“Por favor, tenham em casa água potável e para outros usos, mantimentos de alimentos que possam ser cozidos ou consumidos sem electricidade, roupas quentes, computadores carregados e bancos de energia, façam download dos mapas para os vossos telemóveis”, acrescentou.

A Rússia tem lançado regularmente ataques em larga escala contra a infra-estrutura de energia da Ucrânia. Como resultado, as cidades ucranianas muitas vezes ficam sem luz, calor ou água.

Lançada a 24 de Fevereiro, a ofensiva russa na Ucrânia já causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, de acordo com os mais recentes dados da Organização das Nações Unidas, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A entidade confirmou ainda que já morreram 6.595 civis desde o início da guerra e 10.189 ficaram feridos, sublinhando, contudo, que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 16:39
por Marta Amorim



 

954: 3% dos ataques a instalações militares; 87 mil russos mortos

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

ORCS/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 /ATAQUES/TERRORISTAS/MERCENÁRIOS NAZIS/ASSASSINOS

A neve deverá voltar a cair em Kyiv a partir deste domingo, com as temperaturas a cair abaixo dos 0ºC quer de dia, quer de noite, numa altura em que milhões de pessoas permanecem sem electricidade ou aquecimento.

© Chris McGrath/Getty Images

As autoridades ucranianas denunciaram também ter havido pelo menos 13 feridos em novos ataques com mísseis russos em Dinpro, no sul do país.

Além de Dnipro, também a pequena cidade de Chasiv, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, foi atacada este fim de semana.

Naquela cidade, sob controlo ucraniano, foi atingido um edifício de apartamentos, tendo três pessoas ficado feridas, segundo o governador militar da região, Pavlo Kirilenko.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
08:16 – 27/11/22



 

939: Ucrânia: Maioria dos residentes de Kiev volta a ter água e luz

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

UCRÂNIA/KIEV/RESTABELECIMENTO DE ÁGUA E ELECTRICIDADE

O restabelecimento da energia na capital ucraniana é feito num dia em que é esperada a queda de neve e que as temperaturas baixem até aos dois graus Celsius negativos durante o dia e cinco graus Celsius negativos à noite.

Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e o primeiro-ministro britânico Rishi Sunak há dias em Kiev e já com neve na capital
© UKRAINIAN PRESIDENTIAL PRESS SERVICE

A maioria dos residentes de Kiev voltou a ter acesso ao fornecimento de energia eléctrica e a outros serviços básicos, assegurou este sábado a administração militar da capital ucraniana.

“Na capital, a electricidade, a água, o aquecimento e as comunicações foram quase totalmente restabelecidos”, informou a instituição através da respectiva conta na rede social Telegram.

“Tudo funciona normalmente. Só há poucas situações de emergência, que estão localizadas”, informou a administração militar, referindo que as obras de reparação da rede estão na sua “fase final”.

A notícia chega num dia em que é esperada a queda de neve em Kiev e que as temperaturas baixem até aos dois graus Celsius negativos durante o dia e cinco graus Celsius negativos à noite.

Em 23 deste mês, a onda de ataques russos à infra-estrutura de energia ucraniana causou apagões generalizados em todo o país, já que a rede eléctrica sofreu grandes danos e a maioria das centrais teve de ser desligada.

O abastecimento foi gradualmente restabelecido nos últimos dias, mas o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reiterou na noite de sábado o apelo para que os cidadãos economizem energia.

Em 14 regiões do país ainda existem restrições, que atingem pelo menos 100 mil consumidores em cada uma delas, acrescentou Zelensky.

O abastecimento de energia eléctrica também foi restabelecido na cidade de Kherson, no sul do país, que ficou sem serviços básicos após a retirada russa em 09 de Novembro.

O chefe da administração militar regional, Yaroslav Yanushevich, anunciou no sábado que a principal estação de tratamento de esgotos e outras instalações já possuem electricidade.

“A seguir, a electricidade será gradualmente fornecida às áreas residenciais da cidade. Isso acontecerá nos próximos dias”, assegurou.

Diário de Notícias
Lusa
27 Novembro 2022 — 09:59


No Facebook não se pode falar mal da Besta de Leste, um russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terrorista, assassino e psicopata demente!



 

Zelensky denuncia “muitas queixas” nos pontos de invencibilidade de Kyiv

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

UCRÂNIA/QUEIXAS/PONTOS DE INVENCIBILIDADE

O presidente ucraniano apelou ainda a que os cidadãos se comprometam a “poupar energia”.

© Getty Images

Face aos ataques por parte do exército de Moscovo, que têm atingido a rede eléctrica da Ucrânia e provocado apagões no país, o presidente Volodymyr Zelensky voltou, esta sexta-feira, a apelar para que os cidadãos usem electricidade de forma moderada, de modo a “poupar energia”.

O chefe de Estado apontou também o dedo à administração local de Kyiv, devido às “várias queixas” recebidas pela gestão dos pontos de invencibilidade na região, pedindo mais seriedade.

No seu habitual discurso nocturno, o responsável começou por dizer que já foi possível reestabelecer a electricidade para cerca de metade dos afectados após o ataque de quarta-feira, no qual 12 mil pessoas ficaram serem energia, na capital ucraniana.

Na verdade, Zelensky apontou que Kyiv continua a ser o local mais afectado, assim como os seus arredores, e ainda a região de Odessa, Lviv, Vinnytsia e Dnipropetrovsk.

Por favor, é necessário continuar a consumir electricidade de forma moderada em todas as regiões, como antes. Se não houver quedas de energia, não significa que o problema acabou.

Por favor, se tiver electricidade, não significa que pode ligar vários aparelhos eléctricos ao mesmo tempo”, apelou, reiterando que é “necessário poupar energia”.

O presidente ucraniano recordou que foram criados mais de quatro mil “pontos de invencibilidade” no país para que os cidadãos possam ter serviços básicos em caso de apagões mas, “infelizmente, o governo local não fez um bom trabalho em todas as cidades”, revelou. Há, particularmente, “muitas queixas” em Kyiv, pelo que o responsável apelou a uma “maior atenção”.

Os residentes de Kyiv precisam de mais protecção”, disse, indicando que, até esta sexta-feira, mais de 600 mil subscritores estavam desconectados da rede eléctrica, e muitos não tinham electricidade há mais de 20 ou 30 horas.

Espero um trabalho de qualidade por parte do gabinete do presidente da Câmara. Ninguém perdoará ninguém por profanar os pontos de invencibilidade de Kyiv. Por favor, sejam mais sérios”, reforçou.

O chefe de Estado mencionou também a sua conversa com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que assegurou ao presidente ucraniano que o bloco europeu estava a “intensificar” esforços e a trabalhar para “proporcionar a ajuda de emergência que a Ucrânia precisa”, para “restabelecer e manter a electricidade e o aquecimento para a população civil“.

De notar que quase metade dos habitantes de Kyiv continuavam, esta sexta-feira, sem electricidade, e dois terços sem aquecimento, dois dias depois dos ataques russos terem voltado a visar infra-estruturas críticas, numa altura em que as temperaturas negativas chegam à região.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, é considerada “crime de guerra” pelos aliados ocidentais da Ucrânia e qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

A Rússia, por seu lado, afirma visar apenas infra-estruturas militares e atribui os cortes de energia aos disparos das defesas aéreas ucranianas.

Lançada a 24 de Fevereiro, a ofensiva militar russa na Ucrânia já causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, segundo os mais recentes dados da Organização das Nações Unidas (ONU), que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

De acordo com a entidade, já morreram 6.595 civis desde o brotar do conflito, que feriu 10.189 pessoas, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
25/11/22 22:10
por Daniela Filipe



 

912: Ucrânia proíbe exportação de lenha devido a cortes na electricidade

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

UCRÂNIA/LENHA/EXPORTAÇÃO/CANCELAMENTO

Kiev já havia vetado a exportação de carvão em Setembro e agora fez o mesmo com a lenha.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O Governo ucraniano ordenou esta sexta-feira a proibição da exportação de lenha, assumindo que pode ser um material fundamental para garantir o aquecimento face a um inverno que, em princípio, será marcado por problemas no abastecimento de electricidade.

Kiev já havia vetado a exportação de carvão em Setembro e agora fez o mesmo com a lenha.

O primeiro-ministro ucraniano, Denis Shmigal, explicou que em algumas zonas, sobretudo as próximas da frente de combate, a lenha já é a principal fonte de aquecimento, segundo a agência de notícias UNIAN.

Os ataques russos à infra-estrutura de energia da Ucrânia provocaram cortes de electricidade, inclusive em Kiev, onde apenas um terço das casas tiveram o aquecimento restaurado na manhã desta sexta-feira.

O presidente da câmara da capital ucraniana, Vitali Klitschko, adiantou no serviço de mensagens Telegram que foram instalados 400 pontos de aquecimento na cidade para garantir o bem-estar da população.

Esses postos também permitem o carregamento de dispositivos electrónicos, como telemóveis.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 23:20



 

909: Alemanha e França prometem ajudar Kiev até ao fim do conflito

– Eu só leio que todo o mundo ajuda Kiev e os ucranianos, mas o putinocrata assassino terrorista russonazi ☠️卐☠️ continua impávido, sereno e impunemente a bombardear, destruir, assassinar civis inocentes, sem qualquer peso de consciência – que não a tem. Para quando uma resposta de força bruta contra este terrorista e os seus terroristas da seita?

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

FRANÇA/ALEMANHA/APOIO/UCRÂNIA

Olaf Scholz indicou que a Alemanha e a França estão a trabalhar para ajudar a Ucrânia a “reconstruir as suas infra-estruturas energéticas”, parcialmente destruídas.

Primeira-ministra francesa, Elisabeth Borne, e o chanceler alemão, Olaf Scholz
© EPA/FILIP SINGER

A Alemanha e a França comprometeram-se esta sexta-feira a apoiar a Ucrânia até ao fim do conflito desencadeado pela invasão russa, numa declaração feita pelos respectivos chefes de Governo após uma reunião em Berlim.

“Desde o primeiro dia desta brutal guerra, os nossos dois países têm dado um apoio inabalável à Ucrânia… estamos, chanceler, totalmente alinhados: continuaremos a fazê-lo, apoiaremos a Ucrânia até ao fim deste conflito”, disse a primeira-ministra francesa, Elisabeth Borne.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, acrescentou que “a Rússia deve pôr fim a esta guerra e retirar as suas tropas imediatamente”.

“A política russa de terror através de bombas contra infra-estruturas civis na Ucrânia tem de acabar”, sublinhou o chefe do Governo alemão.

Olaf Scholz indicou que a Alemanha e a França estão a trabalhar para ajudar a Ucrânia a “reconstruir as suas infra-estruturas energéticas”, parcialmente destruídas.

Enfrentando já temperaturas próximas de zero, quase metade dos residentes de Kiev continuavam sem electricidade esta sexta-feira, dois dias depois dos ataques russos terem voltado a visar infra-estruturas críticas.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, constitui “crime de guerra” para os aliados ocidentais da Ucrânia e foi qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 17:26



 

873: Rússia lança mais de 70 mísseis. Três mortos em Kiev, cortes de água e luz

– Ó senhora embaixadora, não basta os EUA estarem com a Ucrânia! É preciso de IMEDIATO, começarem a bombardear Moscovo e S. Petersburgo! Os ucranianos estão a servir de carne para canhão sem que exista qualquer tipo de represália contra os nazis! Esta merda já está a cheirar mais que mal! Quando é que começam a mandar umas bojardas de “alta precisão” para aterrarem em Moscovo e S. Petersburgo (para começar…) ??? Estes FDP enquanto elas não começarem a cair-lhes em cima da cornadura, não param! Isto é a retaliação russonazi ☠️卐☠️ sobre a decisão do Parlamento Europeu ter considerado – e bem – os russonazis ☠️卐☠️ como estado terrorista!

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

TERRORISMO/NAZISMO/ASSASSINOS/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Há relatos que indicam cortes de energia no norte e no centro de Kiev na sequência do mais recente ataque russo. Foram ainda reportadas explosões em Lviv e Kremenchuk.

© SERGEI SUPINSKY/AFP

As forças russas lançaram esta quarta-feira mais de 70 mísseis e atingiram várias cidades, incluindo a capital da Ucrânia, Kiev, disseram as autoridades ucranianas.

Foram danificadas infra-estruturas críticas, nomeadamente na capital, naquele que é o mais recente ataque de uma série que provocou apagões em todo o país, isto numa altura em que descem as temperaturas. Pelo menos três pessoas morreram em Kiev.

“O inimigo está a lançar ataques com mísseis contra a infra-estrutura crítica na cidade de Kiev. Fiquem em abrigos até ao fim do alerta aéreo”, disse o município nas redes sociais, com o presidente da Câmara, Vitali Klitschko, a revelar que infra-estrutura crítica foi atingida.

“Como resultado do ataque, um prédio residencial de dois andares foi danificado. Três pessoas morreram e seis ficaram feridas”, disse a administração militar da cidade numa mensagem divulgada na rede social Telegram.

Há cortes de energia no norte e no centro de Kiev. Também há falhas no abastecimento de água na cidade.

Devido a esta nova série de ataques russos, “o abastecimento de água foi suspenso em Kiev”, disse Vitali Klitschko nas redes sociais. “Toda” a região circundante de Kiev ficou sem energia, avançou também o governador regional, Oleksiy Kuleba.

Estão a ser reportados outros ataques das forças de Moscovo nas regiões de Mykolaiv e Dnipropetrovsk, mas também em Lviv e Kremenchuk, na região de Poltava, segundo o jornal britânico The Guardian. Cortes de energia estão a ser relatados um pouco por todo o país.

A cidade de Lviv, no oeste, ficou completamente sem energia, disse o presidente da autarquia.

“Toda a cidade está sem energia. Estamos a aguardar informações adicionais de especialistas em energia”, disse o autarca Andriy Sadovyi nas redes sociais, alertando que também pode haver interrupções no abastecimento de água da cidade.

Perante esta nova série de ataques das forças russas, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia voltou a reforçar a necessidade do país em ter “todos os sistemas de defesa aérea o mais rápido possível”.

Dmytro Kuleba escreveu na rede social Twitter que a Rússia está a “celebrar” o reconhecimento, por parte do Parlamento Europeu, de que é “um Estado terrorista”, com o lançamento de “novos mísseis contra a capital da Ucrânia e outras cidades”.

Mykhailo Podolyak, assessor do gabinete do presidente da Ucrânia, declarou esta quarta-feira, nas redes sociais, que está em curso um novo “ataque maciço” às infra-estruturas críticas do país.

Três centrais nucleares desligadas da rede

Todas as três centrais nucleares ainda sob controlo ucraniano foram desligadas da rede eléctrica, disse a operadora nuclear da Ucrânia, devido aos novos ataques aéreos russos que atingiram o país.

A Energoatom disse em comunicado que os ataques activaram protocolos de emergência nas centrais nucleares de Rivnenska, Pivdennoukrainska e Khmelnytska e que “como resultado… todos os reactores foram automaticamente desligados” da rede eléctrica, informou a empresa nas redes sociais.

Apagões na vizinha Moldávia devido aos ataques russos contra a Ucrânia

A Moldávia anunciou que o país estava a enfrentar apagões generalizados como resultado de uma nova onda de ataques russos às infra-estruturas de energia na vizinha Ucrânia.

“Como resultado dos bombardeamentos da Rússia no sistema de energia ucraniano, na última hora tivemos apagões de electricidade em todo o país. A [empresa] Moldelectrica está a trabalhar para restabelecer o fornecimento de electricidade”, escreveu o vice-primeiro-ministro da Moldávia, Andrei Spinu, no Facebook.

A embaixadora dos EUA em Kiev afirmou que Moscovo está a “punir a Ucrânia por ousar ser livre” ao lançar novos ataques “cruéis” em todo o país.

Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Bridget A. Brink destaca a “força do povo ucraniano” e diz que irá falhar “a tentativa da Rússia de dominar a Ucrânia, mergulhando-a no frio e na escuridão”. A diplomata norte-americana reforça que os EUA estão com a Ucrânia.

Em actualização

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 15:06



 

856: Autoridades ucranianas fazem buscas em mosteiro da Igreja Ortodoxa em Kiev

UCRÂNIA/KIEV/IGREJA ORTODOXA

Buscas tiveram como objectivo evitar que o mosteiro fosse utilizado como um “centro do mundo russo” ou um abrigo para “grupos de sabotagem”. Kremlin fala no capítulo mais recente da “guerra” de Kiev contra a igreja ortodoxa russa.

Histórico mosteiro ortodoxo em Kiev foi alvo de buscas
Foto EPA/UKRAINIAN SECURITY SERVICE

Os serviços secretos da Ucrânia (SBU) anunciaram esta terça-feira que foram realizadas buscas num histórico mosteiro ortodoxo em Kiev devido à suspeita de ligações com agentes russos. O Kremlin já reagiu ao considerar as buscas como sendo parte do capítulo mais recente da “guerra” de Kiev contra a igreja ortodoxa russa.

Localizado ao sul do centro da cidade, o Pechersk Lavra de Kiev, do século XI, é um Património Mundial da UNESCO e é a sede de um ramo da Igreja Ortodoxa da Ucrânia que estava anteriormente sob a jurisdição de Moscovo.

Foto EPA/UKRAINIAN SECURITY SERVICE

Cortou relações com a Rússia logo após a invasão da Ucrânia pela Rússia. Os serviços secretos ucranianos afirmaram, em comunicado, que foram realizadas “medidas de contra-espionagem” que fazem parte do trabalho para “combater as actividades subversivas dos serviços de segurança russos na Ucrânia”.

Foto EPA/UKRAINIAN SECURITY SERVICE

As buscas tiveram como objectivo evitar que o mosteiro fosse utilizado como um “centro do ‘mundo russo'”, um abrigo para “grupos de sabotagem”, de inteligência e para cidadãos estrangeiros e um armazém de armas, acrescentou o comunicado.

No início da terça-feira, um carro da polícia estava estacionado em frente ao mosteiro, com as cúpulas douradas brilhantes cobertas de neve, relatou um jornalista da AFP.

Policiais armados foram vistos a realizar verificações de identidade e revistar as malas dos fiéis antes de os deixar entrar no Pechersk Lavra de Kiev.

“A Ucrânia está em guerra há muito tempo com a Igreja Ortodoxa Russa”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos jornalistas. “Podemos ver isto como mais um elo na cadeia destas acções militares contra a ortodoxia russa.”

Um porta-voz da Igreja Ortodoxa Russa classificou as buscas como sendo um “ato de intimidação” contra os fiéis ucranianos. “Oramos pelos nossos companheiros crentes… que estão a tornar-se vítimas da ilegalidade e pedimos a todas as pessoas solidárias que façam o possível para impedir esta perseguição”, disse Vladimir Legoyda nas redes sociais.

A SBU avançou ainda que “as medidas de segurança” foram realizadas na terça-feira em dois outros mosteiros e na diocese na região de Rivne, no noroeste da Ucrânia.

Diário de Notícias
DN/AFP
22 Novembro 2022 — 13:38



 

800: Energia: ucranianos aconselhados a deixar o país. Festa por causa de um comboio

UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ENERGIA

Guerra destruiu quase metade do sistema energético da Ucrânia. Rússia fez a maior emissão de dívida de sempre num só dia.

Oleg Petrasyuk/EPA
Reencontro familiar em Kiev, após chegada de comboio de Kherson

A guerra está a destruir muito da Ucrânia. Não só nas mortes que causa, ou nos refugiados que cria, mas também nas condições que deixa para quem continua a viver em território ucraniano.

Denys Shmyhal, primeiro-ministro, já tinha avisado que quase metade do sistema energético da Ucrânia está “fora de serviço”.

As temperaturas já começaram a descer muito nesta semana, o Inverno está a chegar e é preciso aquecer casas, pessoas, comida.

Mas falta energia. Há milhões de pessoas que não têm electricidade em casa, nesta altura.

Nesse contexto, o director-executivo da maior empresa energética privada da Ucrânia, a DTEK, foi directo: deixem o país, se conseguirem.

“Se os ucranianos conseguirem encontrar outro sítio para viver durante três ou quatro meses, iria ajudar muito o sistema”, apelou Maxim Timchenko, na BBC.

E explicou: “Se consumirem menos energia, os hospitais com soldados feridos terão fornecimento de energia garantido. Assim se explica que, ao consumirem menos ou mesmo ao saírem do país, estão também a ajudar outras pessoas“.

O sistema energético na Ucrânia fica mais frágil, menos fiável, após cada ataque russo, explicou Timchenko: “Estamos sem equipamentos e sem peças de substituição“, avisou o director.

Maxim Timchenko lamentou o facto de que Rússia e Ucrânia serem agora “inimigos“, depois de anos a serem “colegas” no desenvolvimento de sistemas de energia.

A capital Kiev está mesmo numa “situação crítica”, em relação ao fornecimento de energia, avisou Volodymyr Kudrytskyi, director-executivo da empresa de energia Ukrenergo.

Maior emissão de dívida de sempre

A Rússia fez a sua maior emissão de dívida de sempre, na quarta-feira passada: 13 mil milhões de euros. A informação foi partilhada pelo Ministério de Defesa do Reino Unido.
https://twitter.com/DefenceHQ/status/1593852613103177730

“Isto é importante para a Rússia, pois a emissão de dívida é um mecanismo fundamental para sustentar os gastos com Defesa, que aumentaram significativamente desde a invasão da Ucrânia”, continua o comunicado.

De acordo com os britânicos, o orçamento para a Defesa na Rússia em 2023 vai aumentar 40% em relação ao que tinha sido planeado no ano passado.

Comboio chega de Kherson

Apesar da situação e do contexto energético, este sábado foi dia de festa na capital Kiev, quando chegou o primeiro comboio proveniente de Kherson, desde o início da guerra.

Kherson foi ocupada pelas forças russas na fase inicial do conflito mas a cidade foi recuperada recentemente pelos ucranianos.

Várias dezenas de habitantes de Kiev ficaram à espera do comboio:

Nuno Teixeira da Silva, ZAP //
19 Novembro, 2022