972: Polícia cerca Pequim para impedir protestos contra restrições anti-covid

🇨🇳 As amplas liberdades “democráticas” da comunada! Onde para a ditadura do proletariado? Ah! Isso era no tempo do Marx, Engels e Lenin! Agora estamos no tempo do imperialismo capitalista, da burguesia, das oligarquias!

CHINA 🇨🇳 /REPRESSÃO/DITADURA/MANIFESTAÇÕES

Centenas de pessoas realizaram uma manifestação nas margens do canal de Liangma. Estiveram estacionados cerca de 20 veículos ou carrinhas da polícia, alguns equipados com câmaras em ambas as margens do canal, tornando qualquer concentração de pessoas quase impossível.

© EPA/MARK R. CRISTINO

Viaturas policiais e patrulhas em grande número, associadas à rede de câmaras de vigilância, foi a forma como as autoridades de Pequim conseguiram esta segunda-feira impedir qualquer nova manifestação contra as restrições de combate à pandemia de covid-19.

No domingo à noite, centenas de pessoas, sobretudo entre os 18 e os 35 anos, realizaram uma manifestação — coisa muito incomum em Pequim — nas margens do canal de Liangma, um local ladeado de árvores, onde as pessoas habitualmente passeiam.

Pacificamente, os manifestantes colocaram à sua frente folhas brancas de formato A4 para representar a censura, cantaram o hino nacional e repetiram palavras de ordem contra as restrições impostas pelas autoridades de Saúde chinesas, que os impedem de se deslocar livremente há quase três anos.

“Acompanhei isto nas redes sociais e quis vir ver. Por fim, há uma mobilização contra esta política de Saúde”, declarou em voz baixa, junto ao canal, um quadragenário que solicitou o anonimato, citado pela agência noticiosa francesa AFP.

“Actualmente, os jovens estão preocupados. O preço da habitação tornou-se quase inacessível, eles não sabem se conseguirão arranjar trabalho. Estas restrições de combate à covid-19 aumentam a sua frustração”, explicou.

“Com toda esta política de Saúde, é como se se tivesse colocado uma tampa sobre a China. Estamos a tornar-nos alvo de troça do mundo, não é?”, acrescentou.

Em ambas as margens do canal, os polícias efectuavam patrulhas, aos pares ou em grupos de três, mais ou menos de cinco em cinco minutos, de forma bem visível, envergando as suas fardas azuis escuras. Outros postaram-se à entrada das ruas adjacentes.

Nas imediações, estavam estacionados cerca de 20 veículos ou carrinhas da polícia, alguns equipados com câmaras, tornando qualquer concentração de pessoas quase impossível.

“Emocionou-me o que estes jovens fizeram ontem (domingo). Eles estão a defender os seus direitos, eu apoio-os”, afirmou uma mulher na faixa dos 30 que aproveitava esta segunda-feira a calma à beira do canal, apesar da chuva miúda e da temperatura de apenas quatro graus centígrados.

“Acho que eles se sentiram inspirados pelo acontecimento de Outubro”, observou, quando um cidadão anónimo pendurou numa ponte de Pequim duas faixas contra a política de combate à pandemia e o Presidente chinês, Xi Jinping, antes de ser detido, logo a seguir.

Também ela tem motivos para se sentir frustrada: “O meu passaporte expirou há dois anos e as autoridades recusam-se a renovar-mo devido às restrições sanitárias. Nem sequer podemos ir para o estrangeiro. Mas onde havemos de viver?”.

As autoridades chinesas já não emitem novos passaportes aos seus cidadãos, salvo em casos excepcionais, como para ir visitar familiares próximos, continuar a estudar ou se é enviado para o estrangeiro em trabalho pela entidade patronal.

Um pouco mais à frente, uma jovem que veio correr junto ao canal disse ter acompanhado os acontecimentos da véspera nas redes sociais.

“Foi bom. Enviou um sinal de que as pessoas estão fartas das restrições demasiado rígidas”, declarou, enquanto fazia alongamentos.

“Acho que o Governo entendeu a mensagem e vai aligeirar a política para dar, a si próprio e a toda a gente, uma saída”, disse esperar.

Foi também o que afirmou o quadragenário: “Vemos os nossos dirigentes irem ao estrangeiro e não usarem máscara. Então, por que é que nós ainda temos que as usar aqui? É incompreensível!”.

Outros locais politicamente sensíveis em Pequim, como a praça de Tiananmen, estavam esta segunda-feira desertos. Nas imediações, numerosos polícias realizavam verificações de identidade — mesmo aos ciclistas, algo que não é habitual.

Uma manifestação marcada para esta segunda-feira à tarde na capital chinesa, perto da ponte onde foram colocadas as faixas de protesto, não se realizou também devido à forte presença policial.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Novembro 2022 — 16:40



 

960: “Xi Jinping fora!”. Partido enfrenta a maior ameaça desde o massacre de Tiananmen

– “Abençoada” comunada 🇨🇳 que é tão querida da ditadura do proletariado… 🙂 e das amplas liberdades “democráticas”… 🙂 🇨🇳

CHINA/DITADURA/REPRESSÃO

O Partido Comunista Chinês enfrenta a maior ameaça ao seu poder desde os protestos que levaram ao infame massacre de Tiananmen.

Mark R. Cristino / EPA

Cerca de mil pessoas protestaram este domingo, junto à zona das embaixadas em Pequim, contra as restritivas medidas de prevenção contra a covid-19 vigentes na China, enquanto alguns manifestantes criticaram directamente a governação do Partido Comunista Chinês.

“Não queremos mais confinamentos, queremos ser livres”, gritaram os manifestantes, condenando ainda a realização quase diária de testes PCR em massa, no âmbito da estratégia de ‘zero casos’ de covid-19 imposta pelo Governo chinês.

A maioria dos manifestantes era constituída por jovens, que exibiam folhas de papel em branco, numa crítica implícita à censura exercida pelo regime chinês, que apaga das redes sociais comentários críticos e vídeos e fotografias susceptíveis de denegrir a sua imagem.

As palavras de ordem foram sobretudo dirigidas à estratégia chinesa de ‘zero casos’ de covid-19, que inclui o confinamento de bairros e cidades inteiras, por vezes ao longo de meses, e a realização constante de testes PCR em massa.

No entanto, testemunhou-se também críticas directas ao Partido Comunista (PCC), partido único do poder na China, desde a fundação da República Popular, em 1949.

Sob a presidência do actual líder chinês, Xi Jinping, o PCC assumiu, nos últimos anos, um controlo quase absoluto sobre a sociedade, ensino ou produções artísticas da China. Xi obteve, no mês passado, um terceiro mandato, cimentando o seu estatuto como um dos líderes mais fortes na História moderna da China.

“A China é um país e não um partido”, lançou uma manifestante. “A China pertence ao seu povo, e não a eles”, atirou outro, erguido em cima de um muro, com o punho no ar, arrancando aplausos dos manifestantes.

Os manifestantes começaram pelas crítica à política, mas rapidamente os protestos alargaram ao regime comunista chinês. “Xi Jinping fora!”, gritam os manifestantes.

Nenhuma manifestação chegou perto da dimensão dos protestos anti-confinamento desde o infame massacre de Tiananmen em 1989, diz Dominic Waghorn, da Sky News.

Os protestos que levaram ao massacre foram liderados por estudantes entre os dias 15 de Abril e 4 de Junho de 1989, sendo que este último dia assistiu ao ápice da repressão violenta do Estado.

Os manifestantes acreditavam que o governo do Partido Comunista era demasiado repressivo e corrupto e que as reformas económicas na China tinham sido lentas e que a inflação e o desemprego estavam a dificultar as suas vidas.

ZAP // Lusa
28 Novembro, 2022



 

683: Activistas pelo clima invadiram a Ordem dos Contabilistas

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS/ACTIVISTAS/MANIF

Alguns dos manifestantes invadiram a Ordem dos Contabilistas, onde estava o ministro da Economia em reunião, durante a tarde deste sábado.

© Diana Quintela/ Global Imagens

Dezenas de manifestantes invadiram este sábado um edifício em Lisboa, onde decorria um evento privado com o ministro da Economia, António Costa Silva, durante uma marcha contra o Fracasso Climático.

No exterior do edifício, na Avenida Defensores de Chaves, centenas de manifestantes da marcha pelo clima, iniciativa organizada pela coligação “Unir Contra o Fracasso Climático”, cantavam “Fora, fora Costa Silva”.

Alguns manifestantes entraram dentro do edifício onde se encontrava o ministro da Economia, tendo sido chamadas as forças de segurança.

Duas unidades das forças de segurança entraram dentro do prédio, estando os manifestantes a ser retirados, alguns deles arrastados pelas forças de segurança.

“Não vamos sair daqui enquanto ele [ministro da Economia] não sair”, sublinhavam.

Posteriormente, foi criado um cordão formado por entre 15 a 20 forças de segurança à entrada do edifício.

Entretanto, os manifestantes abandonaram o local, passando pelo Arco do Cego, onde fizeram uma paragem de cerca de 15 minutos, seguindo para o Liceu Camões, onde chegaram por volta das 16:30.

Várias organizações ambientalistas juntam-se este sábado numa marcha pelo clima em Lisboa para exigirem “políticas climáticas compatíveis com a realidade climática”. Alguns dos manifestantes invadiram a Ordem dos Contabilistas na deste sábado para fazer frente ao ministro da economia.

Sob o lema “Unir contra o fracasso climático”, a marcha, que começa às 14:00 no Campo Pequeno e termina junto ao Instituto Superior Técnico, é convocada quando decorre, no Egipto, a 27.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.

A marcha é organizada por associações como a Climáximo, a DiEM25, a Scientist Rebellion Portugal e a Zero, bem como a Greve Climática Estudantil, que ao longo da última semana promoveu um protesto que passou pela ocupação de seis escolas secundárias e faculdades em Lisboa para apelar ao fim dos combustíveis fósseis.

Desde segunda-feira, o movimento Greve Climática Estudantil Lisboa iniciou um protesto que incluiu a ocupação de seis escolas e universidades de Lisboa, iniciativa que visa exigir o fim aos combustíveis fósseis até 2030 e a demissão do ministro da Economia e do Mar.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 15:21



 

53: Portugal inacessível. Pessoas com mobilidade reduzida não entram em lojas e restaurantes

… ““É impossível sair à rua sem encontrar um obstáculo. Por muito que uma pessoa com deficiência planeie o seu percurso, haverá sempre dificuldades… quer seja uma passadeira mal rebaixada ou a falta de acesso ao interior dos estabelecimentos”“… E ainda o mais visível, o estacionamento selvagem em cima dos passeios, das passadeiras, nas paragens dos transportes públicos, bloqueios de portas de prédios, etc.. E que faz a Polícia e as entidades competentes sobre estas infracções, apesar de estarem notificadas? ABSOLUTAMENTE NADA porque os infractores ao Código da Estrada, continuam diária e ininterruptamente a praticar as mesmas infracções, 24 horas por dia, obrigando as pessoas a circularem pela estrada com risco da própria vida! Portugal é uma república de e das Bananas, onde os labregos são reis e senhores dos passeios! O lema desta escumalha é: eu estou bem, os outros que se fodam!

SEGURANÇA PESSOAL/MOBILIDADE REDUZIDA

Falta de acesso a estabelecimentos e discriminação nos transportes públicos são algumas das dificuldades das pessoas com mobilidade reduzida em Portugal.

Em 2018 a associação Savador entregou na Assembleia da República um dossier com reclamações por dificuldade de acessibilidade.
© Orlando Almeida / Global Imagens

Posso não mudar todas as mentalidades, mas se conseguir mudar uma ou duas já causa efeito”. Nuno de Carvalho Mata é utilizador de cadeira de rodas e “dá visibilidade à causa” da falta de acessibilidade que se faz sentir pelos caminhos de Portugal, através das redes sociais.

Recentemente, enquanto passeava pela Baixa de Lisboa, Nuno viu-se numa situação de impotência: não conseguia entrar em praticamente nenhuma loja. Assim, partilhou a história com os seus seguidores, tendo em vista alertar as autarquias e levá-las a tomar uma decisão face às dificuldades de muitos cidadãos com mobilidade reduzida.

Em conversa com o DN, Nuno Mata explica que “Lisboa não é uma cidade muito acessível. Dá para andar de cadeira de rodas na rua apenas nas partes mais planas”. Porém, “o maior problema é o acesso aos estabelecimentos, tais como lojas, restaurantes e cafés… a maior parte não cumpre as leis de acessibilidade”, revela.

No entanto, esta não é uma adversidade específica da cidade de Lisboa, mas sim “um problema transversal no nosso país”, aponta.

Nuno alerta que “todos somos potenciais deficientes e podemos ter um acidente que nos muda a vida”. Assim, é necessário que a sociedade tenha mais consciência e empatia pelas pessoas com dificuldades motoras. “Além disso, somos um país com uma população bastante envelhecida, onde muitos têm dificuldade em aceder a certos sítios”, diz.

Resolver estes problemas é urgente e, segundo Nuno Mata, para se criarem soluções “tem que se começar na base”. “As escolas de arquitectura e engenharia têm de acordar para este problema”, admite. “Semanalmente abrem estabelecimentos novos em Lisboa… muitos fizeram obras e continuam sem as condições de acessibilidade. Tanto no Terreiro do Paço como na Baixa-Chiado, fazem-se constantemente obras e as lojas continuam na mesma”, frisa.

Assim, considera que “as Câmaras Municipais deviam dar incentivos fiscais para os estabelecimentos se adaptarem”. Contudo, isto não chega: “Os responsáveis deviam receber realmente as pessoas com necessidades e perceber o que está a correr mal.

Deviam vir ao terreno e entender quais são as necessidades das pessoas com mobilidade reduzida. Por mais pequenas que sejam as atitudes, os pormenores fazem uma grande diferença”.

As dificuldades das pessoas com mobilidade reduzida são diárias e um ato tão simples como visitar uma loja ou restaurante pode tornar-se um pesadelo. “Em 70% dos casos uma simples rampa resolvia o problema. Para a maior parte das pessoas, cinco centímetros não é nada, mas para alguém como eu isso pode ser um obstáculo ou um muro”, sublinha.

Através da Associação Nuno Mata, pretende alertar para situações do quotidiano em que se evidenciem os (muitos) problemas das pessoas com dificuldades motoras. E mais recentemente, nas redes sociais, tem sido motivo de conversa, com os seus testemunhos que surpreendem os mais distraídos.

Outra associação, a Salvador, tem como missão auxiliar pessoas com mobilidade reduzida. Entre os vários pedidos de ajuda diários, Joana Gorgueira, gestora de projecto na área das acessibilidades da associação, conta que “hoje em dia ainda não existe uma rua completamente acessível em Portugal”.

“É impossível sair à rua sem encontrar um obstáculo. Por muito que uma pessoa com deficiência planeie o seu percurso, haverá sempre dificuldades… quer seja uma passadeira mal rebaixada ou a falta de acesso ao interior dos estabelecimentos”, informa.

Tendo em conta as dificuldades que se sentem na cidade de Lisboa, Joana acredita que “sendo a capital, deveria dar o exemplo neste tipo de situações”. Logo, “tem que existir um bom plano de acessibilidades com áreas específicas de execução.

Isto é, temos que pensar as cidades para toda a gente e planeá-las bem. Além disso, uma fiscalização activa, e não só por consequência de uma reclamação, tem de existir. Tanto em espaços públicos como também em estabelecimentos privados, é essencial acontecer uma mudança”.

Mais importante do que isto, “tem que haver uma mudança de mentalidades da sociedade em geral. As pessoas têm que começar a pensar: se tiver a possibilidade de tornar um espaço acessível, mesmo que a lei não o obrigue, porque não pensar nesse cenário?”.

Joana e Nuno destacam ainda as dificuldades sentidas pelas pessoas de acessibilidade reduzida na calçada portuguesa e alertam para testemunhos de discriminação em transportes públicos – nomeadamente em autocarros e comboios e nos TVDE. “Parece estranho uma pessoa ser discriminada desta maneira, mas ainda acontece”, reconhece Joana.

Apesar de terem sido feitos esforços nos últimos anos para melhorar a acessibilidade, todos concordam que duas coisas são certas: “ainda existe um longo percurso a ser feito” e “Portugal não é um país inclusivo para as pessoas com mobilidade reduzida”.

ines.dias@dn.pt

Diário de Notícias
Inês Dias
16 Agosto 2022 — 00:09

50: Reformados, Pensionistas e Idosos exigem aumento extraordinário das pensões

SOCIEDADE/IDOSOS/PENSIONISTAS

A Confederação Nacional Reformados, Pensionistas e Idosos – MURPI exigiu hoje ao Governo o aumento extraordinário das pensões e a reposição do poder de compra, lembrando que “com as pensões a minguar a pobreza é cada vez maior”.

© Fornecido por Lusa Reformados e pensionistas em acção nacional de luta descentralizada

Em comunicado hoje divulgado, o MURPI lembra que o agravamento do custo de vida, impulsionado pela subida constante da inflação, provoca a subida de preços de bens essenciais como produtos energéticos, alimentação, rendas e custos com a saúde.

O MURPI considera que a recusa do Governo em aumentar extraordinariamente as pensões a pretexto de não criar a chamada espiral inflacionista “condena milhares de reformados, pensionistas e idosos a viverem com dificuldades acrescidas para se alimentar, contribuindo para a elevação da pobreza entre as pessoas idosas, ao mesmo tempo que se agravam as desigualdades sociais”.

“Não é o aumento de salários e de pensões que faz aumentar a inflação, mas sim o forte aumento dos preços dos combustíveis, da energia e dos bens alimentares, aumentos feitos por via especulativa, aproveitando o pretexto da guerra”, considera o MURPI.

O MURPI continua a defender e a exigir do Governo que “proceda de imediato ao aumento extraordinário de todas as pensões”, lembrando que reformados, pensionistas e idosos “não podem esperar mais tempo e é urgente e necessário a tomada de medidas, no imediato, que travem este brutal aumento de custo de vida que vai tornar o inverno mais penoso e desolador”.

A título exemplificativo o MURPI recorda que a taxa de pobreza aumentou com a pandemia, “passando de 15,7% (2019) para 18% em 2020 o que atesta a vulnerabilidade, a pobreza, de milhares de reformados que recebem pensões mínimas”.

“Ao invés deste quadro de penúrias e dificuldades para assegurar condições de vida dignas, vemos engrossar, escandalosamente, os lucros dos cinco maiores bancos com lucros de 1,3 milhões neste semestre e os lucros das sete multinacionais do petróleo a somarem o valor de 117,8 milhões de euros”, acusa o MURPI.

O MURPI tem a decorrer uma petição pública pela reposição do poder de compra das pensões que pode ser assinada no endereço https://participacao.parlamento.pt/initiatives/2749.
RCP // JMR

MSN Notícias
Lusa
Rosa Cotter Paiva
15.08.2022