686: Rússia proíbe entrada de navios estrangeiros no mar de Azov

– O ayatollah terrorista russonazi putineiro ☠️卐☠️ como não tem capacidade para ganhar a guerra que ele próprio iniciou, pensando que a anexação da Ucrânia ao território russonazi ☠️卐☠️ eram favas contadas, vale-se destas “traquinices” de cobardolas insano e psicopata, para tentar mostrar aos seus súbditos russonazis ☠️卐☠️ que não perdeu (ainda) a guerra! Este tipo padece de demência mental bastante acentuada e é um perigo acrescido para a Paz mundial. Ele e toda a seita terrorista ☠️卐☠️ que o acompanha.

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

UCRÂNIA/PORTOS UCRANIANOS/IMPEDIMENTOS

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se neste mar.

Navio com cereais ucranianos em Istambul. Estreito do Bósforo é a entrada para o mar Negro, onde o estreito de Kerch leva ao mar de Azov e aos portos de Mariupol e Berdyansk.
© EPA/ERDEM SAHIN

O Ministério dos Transportes turco informou este sábado que as autoridades russas proibiram a entrada no Mar de Azov de navios carregados no exterior.

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se no mar de Azov.

Numa mensagem na rede social Twitter e citando a administração marítima russa, a autoridade turca que tutela o tráfego marítimo afirma que “é proibida a transferência para o norte de navios carregados fora do território russo”.

O Mar de Azov, cuja entrada é o estreito de Kerch localizado na parte nordeste do Mar Negro, cuja entrada é controlada pela Turquia através do estreito do Bósforo, em Istambul.

O estreito de Kerch é atravessado por uma ponte que liga a Rússia à Crimeia e que foi substancialmente danificada há várias semanas por uma explosão de que Moscovo culpa a Ucrânia.

No Mar de Azov estão os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, controlados pela Rússia após a invasão da Ucrânia iniciada em 24 de Fevereiro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 20:45



 

Yulia Paievska: “vi russos a apagar meio milhão de uma cidade”

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🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

TERRORISMO/UCRÂNIA/GUERRA/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /MARIUPOL

Yulia Paievska, também conhecida como “Taira”, é uma médica ucraniana voluntária que testemunhou, ao vivo e a cores, a batalha pela cidade de Mariupol, no sul da Ucrânia.

Yulia Paievska contou a experiência pessoal durante uma visita a Bruxelas © Sandor Zsiros, Euronews

Quando a invasão russa começou foi para a linha da frente, ajudar soldados e civis feridos.

De visita a Bruxelas, descreveu à Euronews os horrores da guerra.

“Vi russos a apagar meio milhão de uma cidade, passo a passo, com ataques aéreos. Era impensável e era um bombardeio contínuo de infra-estruturas, bairros residenciais, casas.

Vi uma grande quantidade de feridos, civis, entre eles crianças. Muitos deles tiveram de ser amputados. Foi muito difícil, extremamente pesado. E eu vi pessoas a morrer, foi muito difícil”, lamentou Yulia.

Com a ajuda de jornalistas, conseguiu deixar em segurança vídeos que filmou antes de ser capturada pelas forças pró-russas.

Esteve três meses em cativeiro na Rússia, que deixaram traumas profundos, marcas para a vida.

“Foi realmente desumano. O cativeiro tinha tortura e celas especiais equipadas com instrumentos para carrascos torturarem pessoas. É muito importante e eu gostaria de alertar sobre o problema que o mundo pode enfrentar se não pararmos com isto juntos. Nós e vocês.

Os russos não têm piedade. É tudo impiedoso. E eles querem impor a vontade da Rússia a toda a Europa. Era o que me diziam enquanto eu estava no cativeiro”, acrescentou.

Em Bruxelas, enalteceu a fé das mulheres ucranianas que resistem nos territórios ocupados: “muitas mulheres estão sob pressão. Os invasores ameaçam-nas, inclusive sequestrando os seus filhos, e ameaçam-nas de os enviar para a Rússia para novos pais adoptivos, apesar de os pais verdadeiros estarem vivos. Por vezes, as mulheres são forçadas a colaborar com o poder ocupante.”

Yulia pediu à União Europeia para continuar a ajudar a Ucrânia. Um apoio, disse, que pode ser vital para atravessar o inverno difícil pela frente.

MSN Notícias