892: Rússia nega ataque a Kiev e atribui responsabilidades à defesa antiaérea ucraniana

– “… “Não foi feito nenhum ataque em Kiev. Todos os danos na cidade relatados pelo regime de Kiev são consequência da queda de mísseis antiaéreos estrangeiros e ucranianos, instalados em áreas residenciais da capital ucraniana”, afirmou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.

Estes ORCS 💩💩💩 terroristas putinocratas russonazis ☠️卐☠️ mentem com todos os dentes que têm na cremalheira! Vídeos, imagens, relatos, passam por cima de tudo e apenas o que eles dizem corresponde à verdade. Até quando?

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ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /TERRORISTAS/PUTINOCRATAS/ASSASSINOS

A Rússia negou hoje ter atacado Kiev na quarta-feira e remeteu para os mísseis antiaéreos “ucranianos e estrangeiros” a responsabilidade pelos danos causados na capital ucraniana.

At least four killed after Russian rocket hit residential building in Vyshhorod, Kyiv suburb © Fornecido por Lusa

“Não foi feito nenhum ataque em Kiev. Todos os danos na cidade relatados pelo regime de Kiev são consequência da queda de mísseis antiaéreos estrangeiros e ucranianos, instalados em áreas residenciais da capital ucraniana”, afirmou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.

A Ucrânia acusou na quarta-feira Moscovo de ter lançado mísseis contra Kiev, matando três pessoas, ferindo outras seis e danificando infra-estruturas que levaram a novas falhas de energia em várias cidades.

As autoridades locais de várias regiões da Ucrânia reportaram ataques múltiplos, sugerindo uma vaga concertada por parte das forças russas, que visaram sobretudo infra-estruturas críticas, nomeadamente energéticas, mas também prédios de habitação.

O presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, disse que “uma das instalações de infra-estruturas da capital foi atingida” e que houve “várias outras explosões em diferentes distritos” da cidade, que também interromperam o abastecimento de água.

Foram registadas falhas de energia em diversas partes de Kiev, em Kharkiv, em Lviv, e na região sul de Odessa.

O ataque aconteceu horas depois de as autoridades ucranianas terem reportado o lançamento de um ‘rocket’ durante a noite, que destruiu uma maternidade num hospital no sul da Ucrânia, matando um bebé de dois dias.

A situação foi ainda mais grave na cidade de Kherson (sul) – da qual a Rússia se retirou há quase duas semanas após meses de ocupação – onde houve cortes de linhas de energia e de água.

Muitos médicos da cidade tiveram de trabalhar sem luz, impossibilitados de usar elevadores para transportar pacientes para cirurgias e a operar com faróis, luzes de telemóveis e lanternas.

Segundo a operadora ucraniana Energoatom, os ataques obrigaram a desligar três centrais nucleares ucranianas da rede eléctrica – que, entretanto, já voltaram a funcionar -, provocando graves falhas de energia.

A Rússia tem vindo a atacar a rede eléctrica e outras instalações essenciais em solo ucraniano com mísseis e ‘drones’ (aparelhos aéreos não tripulados) há várias semanas, aparentemente com o objectivo de transformar o frio e a escuridão do inverno numa arma contra a Ucrânia.

A guerra na Ucrânia, desencadeada pela ofensiva militar russa iniciada em 24 de Fevereiro, mergulhou a Europa na crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Segundo a ONU, o conflito gerou mais de seis milhões de deslocados internos (pessoas que foram obrigadas a fugir do local habitual de residência, mas que permaneceram no país).

Também provocou mais de 7,8 milhões de refugiados, que se encontram maioritariamente em países europeus.

PMC (RJP) // SCA
Lusa Lusa
Patrícia Cunha
24.11.2022 • às 13:03




 

Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo

– Canalha terrorista assassino russonazi ☠️卐☠️ , pena não te cair em cima da careca um míssil teleguiado de alta precisão!

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TERRORISMO/ASSASSINO/ORC RUSSONAZI ☠️卐☠️ PUTINOCRATA

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições.

Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo © Mikhail Metzel

O Presidente russo, Vladimir Putin, ordenou esta quinta-feira o fornecimento de mais armamento “de qualidade” às tropas que combatem na Ucrânia, quando se cumprem nove meses do início da campanha militar desencadeada por Moscovo.

“É importante não apenas aumentar o volume e a variedade dos fornecimentos, mas também melhorar a sua qualidade”, disse Putin durante uma reunião do Conselho Coordenador destinado a garantir as necessidades das Forças Armadas.

Putin pediu a melhoria do funcionamento do mecanismo de comunicação entre os militares, os produtores e os fabricantes, com o objectivo de introduzir correcções nos pedidos quando seja necessário.

Não há necessidade de introduzir medidas extraordinárias. Mas temos de pôr em marcha um trabalho preciso, de qualidade, bem coordenado. Isso é sempre útil, mas neste caso é simplesmente necessário garantir oportunamente tudo o que seja necessário para as nossas Forças Armadas durante a operação militar especial”, indicou, utilizando a designação dada pelo Kremlin à invasão da Ucrânia.

Neste sentido, considerou que os soldados no terreno devem receber o armamento e equipamento em datas e quantidades previamente determinadas.

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições na Ucrânia.

O secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, considerou na quarta-feira que a Rússia enfrenta uma “penúria significativa” de munições para a sua artilharia, em grande medida devido aos problemas logísticos que enfrenta e que poderão limitar no futuro as suas operações no terreno.

Austin também garantiu que as tropas russas possuem cada vez manos mísseis de precisão e que a sua indústria de Defesa enfrenta graves dificuldades para fabricar com rapidez novo armamento teleguiado.

Diversos peritos europeus citados por diversos ‘media’ têm considerado que a retirada russa do terço norte da região de Kherson foi motivada, mais que o avanço do inimigo ou problemas de abastecimento, pela escassez de munições, que apenas chegariam para mais um mês de combates.

No caso dos mísseis de cruzeiro Iskander, que provocaram elevados danos na infra-estrutura militar e civil ucraniana, a Rússia apenas disporia de mais 120 unidades.

Perante a impossibilidade de garantir avanços significativos no campo de batalha, o Exército russo optou por desencadear bombardeamentos massivos contra a infra-estrutura energética ucraniana e quando se aproxima o inverno, com Kiev a pedir ao ocidente o urgente envio de baterias antiaéreas.

MSN Notícias
SIC Notícias SIC Notícias
Lusa
24.11.2022




 

“O Irão e a Rússia podem mentir, mas não se podem esconder”: Moscovo terá acordo com Teerão para construção de drones kamikaze em solo russo

– russonazis ☠️卐☠️ e iranianos, são compadres no terrorismo e assassínio colectivo. Nada de estranhar nesta “amizade”…

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RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /IRÃO/DRONES KAMIKAZE/UCRÂNIA/GUERRA/PUTINOCRATAS

Moscovo e Teerão chegaram a acordo para a construção de drones em território russo, no que seria um novo passo na ajuda iraniana ao Kremlin durante a invasão da Ucrânia, escreve este domingo O Washington Post.

“O Irão e a Rússia podem mentir, mas não se podem esconder”: Moscovo terá acordo com Teerão para construção de drones kamikaze em solo russo © TVI24

Moscovo e Teerão chegaram a acordo para a construção de drones em território russo, no que seria um novo passo na ajuda iraniana ao Kremlin durante a invasão da Ucrânia, escreve este domingo O Washington Post.

O jornal norte-americano, detido pelo multimilionário Jeff Bezos, cita oficiais dos sistemas de informação americanos, que alegam ter tido acesso a documentos e informações que comprovam este novo desenvolvimento.

Segundo a mesma fonte, representantes de Rússia e Irão finalizaram o acordo, que prevê a construção de centenas de drones, no início de Novembro, estando já em curso o processo de deslocalização dos equipamentos necessários para o fabrico das armas.

Desde Agosto, e de acordo com os Estados Unidos, a Rússia já atacou a Ucrânia com mais de 400 drones de fabrico iraniano, com muitos destes Shahed-136 a serem dirigidos contra infra-estruturas civis, principalmente de produção e armazenamento de energia.

O Irão nega veementemente ter fornecido este equipamento militar à Rússia. “Acreditamos que armar os dois lados prolongará a guerra, por isso nunca considerámos e não consideramos que a guerra seja o caminho certo, nem na Ucrânia, nem no Afeganistão, nem na Síria, nem no Iémen”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros do país, Hossain Amir-Abdollahian, ao homólogo português João Gomes Cravinho, em meados de outubro.

No entanto, no dia 9 de Novembro, Nikolai Patrushev, secretário do Conselho de Segurança da Rússia, viajou para Teerão para discutir as relações bilaterais, bem como as sanções económicas e a “interferência” do Ocidente nos assuntos governamentais iranianos.

“O Irão e a Rússia podem mentir ao mundo, mas não podem esconder os factos: Teerão está a ajudar a matar civis ucranianos através do fornecimento de armas e a ajudar a Rússia nas suas operações. É mais um sinal de quão isolados estão”, afirmou Adrienne Watson, porta-voz do Conselho de Segurança dos Estados Unidos, citada pelo Washington Post.

MSN Notícias

TVI TVI
CNN Portugal
20.11.2022 às 19:04



 

831: Kiev prepara-se para retomar a Crimeia

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UCRÂNIA/INVASÃO/GUERRA/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /CRIMEIA/OCUPAÇÃO

A Rússia não pediu directamente à Ucrânia uma trégua instantânea na guerra, esclareceu este sábado um assessor de topo do presidente ucraniano, após Volodymyr Zelensky ter dito a uma audiência no Fórum Internacional de Segurança de Halifax que Kiev rejeitou a preferência da Rússia por uma “curta trégua”.

Kiev prepara-se para retomar a Crimeia © TVI24

O comentário de Zelensky deixou em aberto a questão sobre se Moscovo fez, de facto, o pedido à administração ucraniana. Algo que Andriy Yermak, que dirige o gabinete presidencial ucraniano, declarou não ter acontecido.

Durante uma conferência de imprensa, Yermak afirmou que o Kremlin não propôs a referida trégua ao governo ucraniano. “Não [tivemos] qualquer pedido oficial do lado russo sobre algumas conversas, algumas negociações”, disse.

A afirmação surge durante um período sensível na brutal guerra que já decorre há nove meses. De acordo com o jornal Politico, altos funcionários dos EUA e da Europa estão a tentar convencer a Ucrânia a chegar a uma solução pacífica para o conflito que a Rússia iniciou. Até agora, a Ucrânia rejeitou esses apelos, dizendo que qualquer tentativa de negociações agora beneficiaria mais Moscovo do que Kiev.

De facto, Yermak sinalizou uma próxima campanha militar na Crimeia, a península que a Rússia afirmou anexar em 2014, embora não confirmasse uma linha temporal exacta para o seu início. “Esta guerra, ela continua”, disse , acrescentando que “tem a certeza” que uma campanha para retomar a Crimeia irá acontecer.

No início de sábado, o vice-ministro ucraniano da Defesa Volodymyr Havrylov disse à Sky News que as tropas ucranianas estariam na Crimeia em Dezembro e que a guerra terminaria na próxima primavera.

MSN Notícias
TVI TVI
CNN Portugal
20.11.2022 às 18:34

746: Dois mísseis russos atingem território polaco e matam duas pessoas, dizem EUA

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TERRORISMO/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/BOMBARDEAMENTOS

O primeiro-ministro da Polónia, Mateusz Morawiecki, convocou uma reunião urgente do Comité para Assuntos de Segurança e Defesa Nacional, afirmou o porta-voz do governo, Piotr Müller, no Twitter.

Um membro dos serviços de inteligência norte-americanos avançou esta terça-feira que dois mísseis russos atravessaram a fronteira da Ucrânia com a Polónia, matando pelo menos duas pessoas nesse país, membro da NATO. © Reuters

Müller não referiu o que será discutido pelo comité, mas os órgãos de comunicação polacos estão a avançar que a reunião está relacionada com a explosão na fronteira da Polónia com a Ucrânia.

Está igualmente a decorrer uma reunião do Conselho de Segurança Nacional polaco.

Enquanto isso, estão a ser divulgadas na Internet imagens de destroços e de um veículo capotado no local, perto da cidade polaca de Przewodow.

O Pentágono declarou entretanto que ainda não pode confirmar as informações sobre os dois mísseis.

O Pentágono disse ainda que os EUA farão todos os esforços para proteger a Polónia caso se tenha realmente tratado de um ataque por parte da Rússia. “Estamos muito confiantes em quaisquer medidas de protecção que tenhamos de tomar”, frisou Patrick Ryder, porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, em conferência de imprensa esta tarde.

O Pentágono declarou ainda que aguarda que os parceiros ucranianos forneçam actualizações sobre o que está a acontecer no terreno. Nessa altura haverá uma “discussão robusta sobre as necessidades de segurança da Ucrânia”, adiantou Ryder.

Mísseis atingiram Polónia na mesma altura em que Ucrânia foi atingida.

Esta terça-feira, a Rússia bombardeou cidades e instalações de energia por toda a Ucrânia, incluindo em Lviv, cidade no oeste do país que fica perto da Polónia.

Os mísseis atingiram a cidade polaca na mesma altura em que o oeste da Ucrânia foi também atingido.

As autoridades húngaras também convocaram o seu Conselho de Defesa, anunciou o porta-voz do Governo, Zoltan Kovacs. “Em resposta à interrupção do fornecimento de petróleo através do oleoduto Druzhba e ao ataque com mísseis no território da Polónia, o primeiro-ministro Viktor Orban convocou o Conselho de Defesa da Hungria”, escreveu no Twitter.

Já o ministro da Defesa da Letónia, Artis Pabriks, escreveu no Twitter que “o criminoso regime russo disparou mísseis que atingiram não apenas os civis ucranianos, mas também o território da NATO na Polónia”.

“A Letónia apoia totalmente os amigos polacos e condena este crime”, acrescentou, dando as condolências as “irmãos de armas polacos”.

Moldávia com cortes de energia em todo o país

De acordo com a Força Aérea ucraniana, a Rússia disparou esta terça-feira sobre as infra-estruturas de produção de energia eléctrica de várias regiões ucranianas “cerca de” 100 mísseis, causando cortes de electricidade, além de ter atingido igualmente zonas residenciais e feito pelo menos um morto na capital ucraniana, Kiev.

Mais de sete milhões de habitações da Ucrânia estão sem electricidade após os novos bombardeamentos russos.

A Moldávia registou hoje “enormes cortes de electricidade em todo o país”, depois de os ataques militares russos às infra-estruturas energéticas da Ucrânia terem deitado abaixo um importante cabo de energia que alimenta a nação, indicou um responsável.

“Na sequência do bombardeamento russo ao sistema de produção de energia eléctrica ucraniano, na última hora, um dos cabos eléctricos que assegura o fornecimento de electricidade ao nosso país foi desligado”, declarou o ministro moldavo das Infra-estruturas, Andrei Spinu, num comunicado.

MSN Notícias
RTP RTP
15.11.2022 às 18:58



 

733: Guerra na Ucrânia: chefe de grupo mercenário russo ironiza vídeo que mostra assassinato brutal de desertor

Tu e outros ORCS russonazis ☠️卐☠️ como tu é que precisavam desse “tratamento”.

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RUSSONAZI ☠️卐☠️ /Yevgeny Prigozhin/GRUPO ASSASSINOS WAGNER

“Uma morte de cão para um cachorro.”

É com essas palavras que o chefe do grupo militar privado russo Wagner defende um vídeo brutal que supostamente mostra a morte de um de seus mercenários enviados para lutar na Ucrânia – que tinha desertado e mudado de lado em Setembro.

A filmagem do assassinato foi postada no fim de semana em um canal do Telegram afiliado ao grupo Wagner, o Gray Zone. A BBC não conseguiu verificar de forma independente a autenticidade do vídeo.

Aviso: este artigo contém detalhes que podem ser sensíveis para alguns leitores

As imagens mostram o que parece ser a execução sumária de Yevgeny Nuzhin, um homem de 55 anos condenado por assassinato na Rússia e recrutado na prisão em Agosto para lutar pelos russos na Ucrânia.

Esse grupo de ex-prisioneiros havia sido enviado no mesmo mês de Agosto para a região ocupada de Luhansk, no leste ucraniano, onde foram distribuídos em esquadrões de combate.

Nuzhin foi capturado pelos ucranianos em Setembro, e deu detalhes de sua rendição em uma entrevista a um jornalista ucraniano.

Ele disse que tinha sido recrutado pessoalmente pelo chefe do grupo mercenário, mas que sua intenção era se entregar assim que chegasse ao palco dos combates.

O mercenário afirmou que fora contratado com a promessa de perdão total de sua pena, um salário e compensação para sua família em caso de morte em combate. A razão dada para o recrutamento foi que “a pátria está em perigo”.

Segundo Nuzhin, os esquadrões eram “bucha de canhão” e qualquer ato de desobediência significaria execução sumária.

Em determinado momento, ele foi designado para retirar cadáveres de soldados mortos. Foi durante uma dessas operações que Nuzhin conseguiu escapar e se render.

Yevgeny Prigozhin, chefe do grupo mercenário Wagner © Getty Images

Mas ele aparece no vídeo postado no Telegram contando que, em 11 de Novembro, foi atacado em Kiev (não está claro como ele andava pela capital ucraniana se era prisioneiro), perdeu a consciência e acordou no porão onde estava sendo realizada a filmagem.

Logo depois disso, um homem não identificado aparece no vídeo atacando Nuzhin com uma marreta. Este cai no chão e é espancado até a morte.

‘Excelente trabalho’

O chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, um aliado do presidente russo Vladimir Putin, disse em um comunicado que Nuzhin “traiu seu povo, traiu seus companheiros”.

Ele sarcasticamente descreve o vídeo como “excelente trabalho bem dirigido que pode ser assistido de uma só vez”.

“Acho que o nome do filme é ‘Uma morte de cão para um cachorro'”, disse Prigozhin.

Já o Kremlin tentou se distanciar do vídeo. O porta-voz Dmitry Peskov afirmou que o assunto “não é da nossa conta”.

Prigozhin é um ex-dono de restaurante e um colaborador próximo de Putin.

Ele montou o grupo Wagner, uma empresa de recrutamento de mercenários, em 2014 — mas só reconheceu publicamente o fato em Setembro passado.

O grupo apareceu pela primeira vez em 2014 no leste da Ucrânia, no início do conflito entre forças ucranianas e grupos pró-Rússia russos no Donbas. Desde então, o Wagner esteve envolvido em combates na Síria e em vários países africanos.

Desde a invasão da Ucrânia em Fevereiro, vários de seus membros foram acusados ​​de cometer crimes de guerra.

Em Setembro, Prigozhin foi visto recrutando condenados para o grupo de mercenários em uma prisão russa.

MSN Notícias
BBC News BBC News
15.11.2022



 

Divulgação de vídeo de soldado russo executado quer passar mensagem aos russos – e pode ser um crime de guerra

– Tratamento adequado a todos os russonazis ☠️卐☠️ ordenantes que invadiram a Ucrânia, assassinaram milhares de civis de todas as idades e destruíram infra-estruturas essenciais ao Povo ucraniano.

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RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /EXECUÇÃO/TRAIDORES/WAGNER ☠️卐☠️/ ASSASSINOS

A execução de um russo divulgada numa conta de Telegram associada ao Grupo Wagner circulou por todo o mundo nas últimas horas e esse pode mesmo ter sido o objectivo deste grupo de mercenários: enviar uma mensagem a todos os que tencionam deixar de lutar pela Rússia para passar a defender a Ucrânia.

À CNN Portugal, tanto Helena Ferro Gouveia, especialista em Assuntos Internacionais, como o major-general Isidro de Morais Pereira, consideram que este tipo de práticas não são novidade no grupo de mercenários – e noutras milícias de guerra -, mas que a divulgação do vídeo tem o propósito de “dissuadir outros de ter comportamentos semelhantes, para que todos vejam o que pode acontecer àqueles que fraquejarem”.

Isidro de Morais Pereira explica que este “é um caso que deve ser observado dentro do universo do Grupo Wagner” e daqueles que se querem juntar ou já se juntaram aos mercenários liderados por Yevgeny Prigozhin, homem próximo de Vladimir Putin, embora seja um dos maiores críticos da actuação dos militares russos, a quem chamou de “montes de lixo”.

“Quem assina o contrato e depois se recusa a cumpri-lo já sabe o que acontece, nem sequer se deram ao luxo de gastar uma munição, podiam ter dado um tiro, era muito mais humano”, diz o major-general, que continua: “Este homem terá fraquejado, o grupo tratou-o de forma desumana, algo inconcebível nos dias de hoje.”

“Conhecemos o que o Grupo Wagner tem vindo a fazer desde 2014”, observa Helena Ferro Gouveia, sublinhando que o uso de violência “é bastante comum”. “O Grupo Wagner opera em vários conflitos africanos, tem sido relacionado e acusado de crimes de guerra nos países onde opera e opera de uma forma geral com muita violência”, continua, destacando que “esta morte e a divulgação [da mesma] não surpreende quem acompanha este grupo”.

Também o major-general Isidro de Morais Pereira não se mostra surpreendido com a violência usada, uma vez que tem sido prática comum de outros grupos privados de guerra e até de milícias.

“O que sabemos de antecedentes de violência, como aconteceu com as forças do Kadyrov na batalha de Mariupol, é que há notícias de que estavam por trás desses actos e sempre que combatentes russos fraquejavam as ordens eram para liquidar, para que não houvesse actos de covardia”, lembra.

Para Helena Ferro Gouveia, tal como defende o major-general, a divulgação deste vídeo por parte do grupo de mercenários poderá servir de travão para todos os que pretendam juntar-se ao país invadido, o que poderá evitar perdas por parte dos russos nestes grupos privados de guerra.

Também Daniela Nascimento, doutorada em Política Internacional e Resolução de Conflitos, diz que “não seria surpreendente” que a divulgação do vídeo seja uma estratégia da Rússia de reter soldados e militares na linha da frente do combate, uma vez que “está a sofrer baixas significativas e recuos importantes, e torna-se fundamental garantir o mais possível a força de guerra activa”.

“Este vídeo parece ser uma mensagem muito forte, as pessoas que passem para o lado ucraniano não enfrentam apenas prisão, mas sim a violência e guerra”, considera a especialista, lembrando que o próprio Vladimir Putin já tinha ordenado uma alteração do Código Penal russo para mudar as penas a desertores, estipulando o mínimo de dez anos.

“Não é a primeira vez que este tipo de situação ocorre, do ponto de vista do quão radical é o emprego de força, violência e tortura dos que estão associados ao grupo Wagner.

Não havendo limites, e a meu ver não há, esta é claramente uma mensagem forte, no sentido de assegurar o controlo por via da força e da violência de todos os que integram o grupo”, assegura Daniela Nascimento, que considera ainda que “por muito que se diga que o grupo Wagner tem autonomia do ponto de vista de actuação, não me parece que este acto bárbaro não tenha sido, de alguma maneira, comunicado ou tido o aval das forças russas ou dos serviços militares russos.”

Uma outra mensagem que, na análise de Helena Ferro Gouveia, pode ser passada com a divulgação desta execução é a de que o Grupo Wagner saiu da “sombra” e que Yevgeny Prigozhin pode ser o próximo presidente da Rússia, nome já apontado por analistas, diz.

“Durante muito tempo foram um grupo que se manteve numa zona de sombra, agora assumiram-se, inauguraram uma sede em São Petersburgo recentemente, uma base para desenvolver o que dizem ser tecnologias militares, é uma afirmação do grupo, deixando o secretismo que o rodeava. Isto reforça o papel e peso do líder que é aliado de Putin e que alguns analistas têm como possível sucessor de Putin”, reforça.

Visitantes vestidos com farda militar durante a abertura oficial do escritório do Grupo Wagner durante o Dia da Unidade Nacional, em São Petersburgo, a 4 de Novembro de 2022 (AP Photo/Dmitri Lovetsky) © Fornecido por TVI

E pode a Ucrânia ‘tirar proveito’ deste episódio? Sim. Embora os três especialistas entrevistados pela CNN Portugal defendam que, no imediato, a divulgação do vídeo não terá impacto a nível directo na Ucrânia, Daniela Nascimento defende que Volodymyr Zelensky pode, de algum modo, tirar proveito do sucedido.

E bastaria, para tal, passar a mensagem de que a Rússia não olha a meios para matar e que comete crimes de guerra contra os próprios cidadãos.

Daniela Nascimento considera que este “ato bárbaro” do grupo Wagner “pode ser considerado crime de guerra”, pois “as leis da guerra e o direito internacional humanitário não fazem distinção da nacionalidade das vítimas”.

“É é um ato de tortura e violência condenável e, por isso, pode ser considerado um crime de guerra, em condições normais deveria ser punido, como todos os que são cometidos nesta guerra de parte a parte. A tortura está proibida nas convenções de Genebra”, explica.

Pedro Neto, director executivo da Amnistia Internacional Portugal, é mais cauteloso neste ponto, defendendo que é preciso saber em que moldes o cidadão russo foi parar às mãos do grupo Wagner e qual a veracidade do vídeo.

“É uma execução sumária, a barbárie deste ato não está em causa, é uma actuação bárbara, cruel e desumana”, diz, destacando que “mesmo sendo um soldado russo, mesmo sendo desertor, um ato desses é injustificável numa guerra e em qualquer outra circunstância”.

Pedro Neto também afirma que o facto de ser um russo a morrer às mãos dos russos não invalida a possibilidade de se tratar de um crime de guerra, até porque, “tendo em conta que os actores são partes do conflito” e, por isso, poderá ser considerado “um crime de guerra”.

O major-general Isidro de Morais Pereira é da mesma opinião e considera que “no momento em que lhe é conferido o estatuto de combatente pode estar ao abrigo das Convenções de Genebra, mesmo que seja por um grupo de mercenários”: “Ele está a combater pela Rússia.”

MSN Notícias
CNN Portugal CNN Portugal
Daniela Costa Teixeira
14.11.2022 às 21:06

“Mãe heroína”: Putin recupera tradição soviética

– Existe falta de carne para canhão! Há que dar mais quecas para nascerem mais futuros soldados para servirem o ayatollah terrorista russonazi ☠️卐☠️ putineiro! Este psicopata já não tem cura!

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RUSSONAZI ☠️卐☠️ /MÃE HEROÍNA/URSS

Distinção foi concedida pela primeira vez na URSS em Outubro de 1944, com o objectivo de estimular as taxas de natalidade.

“Mãe heroína”: Putin recupera tradição soviética © SERGEY GUNEEV / KREMLIN POOL / SPUTNIK / POOL

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, concedeu os primeiros títulos de “mãe heroína”, retomando uma tradição soviética que homenageia mulheres com dez ou mais filhos, de acordo com um decreto presidencial hoje divulgado.

Medni Kadyrova, mulher do líder tchetcheno Ramzan Kadyrov, que tem 14 filhos segundo o ‘site’ oficial da presidência tchetchena, tornou-se uma das duas primeiras mulheres russas a receber este título.

A segunda mulher distinguida é Olga Dekhtiarenko, da península de Yamal, localizada ao norte do Círculo Polar Árctico.

A sua família, com dez filhos, venceu a competição nacional “Família do Ano” em 2020, segundo os órgãos de comunicação social locais.

O título “mãe heroína”, por vezes traduzido como “mãe heróica”, foi implementando na era soviética e Putin decidiu restaura-lo em Agosto.

A distinção foi concedida pela primeira vez na URSS em Outubro de 1944, com o objectivo de estimular as taxas de natalidade depois da Segunda Guerra Mundial, onde morreram milhões de soviéticos.

Depois, deixou de existir após a queda da União Soviética em 1991.

A Rússia enfrenta há anos uma nova crise demográfica, que se agravou com a pandemia de covid-19 e o início da ofensiva russa na Ucrânia.

Vladimir Putin decidiu restaurar este título, determinando também o pagamento de um milhão de rublos [cerca de 16.200 euros] às mulheres homenageadas.

De acordo com os resultados preliminares dos últimos censos, publicados pela agência russa de estatística (Rosstat), cerca de 147 milhões de pessoas viviam na Rússia em Outubro/Novembro de 2021, um milhão a menos do que em 1992, após a queda da URSS.

MSN Notícias
SIC Notícias SIC Notícias
Lusa
14.11.2022 às 23:30



 

676: Ucrânia está criando a primeira frota de drones marítimos do mundo

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UCRÂNIA/FROTA/DRONES MARÍTIMOS

Em 29 de Julho, drones marítimos atacaram navios russos perto de Sebastopol. Este foi o primeiro ataque marítimo da história.

A operação Zukhvala mudou o equilíbrio de forças no Mar Negro. Os drones atingiram navios russos equipados com mísseis de cruzeiro que estavam destruindo a infra-estrutura ucraniana.

Agora a Ucrânia está pedindo doações para montar uma frota com 100 desses drones marítimos.

Veículos de superfície não tripulados polivalentes são um desenvolvimento único na Ucrânia. Eles defenderão as águas do país, impedirão que navios russos com mísseis deixem a baía, protegerão navios mercantes e realizarão missões secretas.

Os drones podem participar de reconhecimento marítimo de longo alcance e vigilância costeira, escoltando e apoiando a frota tradicional, conduzindo navios mercantes, zoneando em fogo de artilharia, defendendo as bases e combatendo operações anfíbias.

Ucrânia está criando a primeira frota de drones marítimos do mundo © Fornecido por IstoÉ

AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÁCTICAS E TÉCNICAS

Comprimento 5,5 metros
Peso total até 1000kg
Raio operacional 400km
Autonomia 60 horas
Carga de combate até 200kg
velocidade máxima 80 km/h
Métodos de navegação GNSS automático, inercial, visual
Transmissão de vídeo até 3 sinais de vídeo HD
Protecção de criptografia criptografia de 256 bits

QUANTO CUSTA UM DRONE NAVAL?

UM DRONE NAVAL CUSTA 250.000 USD

Além do próprio drone, que é equipado com recursos de piloto automático, subsistemas de vídeo (incluindo visão nocturna), módulos de comunicação de backup e funcionalidade de combate, isso também inclui o custo de uma estação de controle autónoma terrestre, sistema de transporte e armazenamento, como bem como um centro de processamento de dados.

MSN Notícias

IstoÉ IstoÉ
admin3
11.11.2022 às 18:34



 

663: Tropas russas já saíram, há uma ponte destruída e uma bandeira ucraniana. O que se sabe sobre a retirada total de Kherson

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

UCRÂNIA/KHERSON/RETIRADA ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

A ponte Antonovsky, única travessia rodoviária da cidade ucraniana de Kherson para a margem leste do rio Dnipro, colapsou, avança a estação pública da Ucrânia, citada pela Reuters.

Tropas russas já saíram, há uma ponte destruída e uma bandeira ucraniana. O que se sabe sobre a retirada total de Kherson © TVI24

A Suspilne, que cita relatos dos moradores de Kherson, divulgou mesmo uma fotografia que mostra várias secções da ponte destruídas. Até ao momento, não são conhecidos outros detalhes sobre o colapso da ponte, nomeadamente se os ataques que resultaram no colapso da travessia foram do lado russo ou ucraniano.

Para José Azeredo Lopes, comentador da CNN Portugal, a destruição de infra-estruturas-chave quando de uma retirada de tropas é uma “acção comum”. “Quando se dá uma retirada que pode ser planeada, procura-se destruir um conjunto de infra-estruturas que possam servir ao novo ocupante do espaço”.

Por seu turno, o major-general Carlos Branco afirma que a retirada russa “é uma operação de extrema complexidade”, e garante que, ao contrário dos receios ucranianos, “não havia nenhuma armadilha ou operação camuflada”.

“A situação tinha-se tornado insustentável. Não se pode apoiar logisticamente a margem direita [do Dniepre] apenas com pontes improvisadas. Foi uma decisão correta.”

O alegado colapso da ponte deu-se horas antes de a Rússia anunciar que as suas tropas já se retiraram totalmente de Kherson. De acordo com o Ministério da Defesa do país, citado pela RIA Novosti, a operação foi concluída às cinco da manhã de Moscovo (duas da manhã em Portugal Continental), “sem que se registasse qualquer perda de vidas ou ou de equipamentos”.

Entretanto, também nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, a bandeira ucraniana voltou a ser hasteada na cidade, a única capital de um oblast que a Rússia conquistou durante a invasão. Segundo os canais locais de Telegram, escreve Pjotr Sauer, jornalista do The Guardian, terão sido os residentes a colocar as bandeiras, assinalando a saída dos russos.

Mas a cidade de Kherson encontrar-se-á, por agora, deserta, com a maioria dos locais a preferir resguardar-se em casa. Há relatos, na imprensa russa, de que as forças especiais ucranianas já entraram na cidade.

Há também relatos de que os russos deixaram soldados feridos para trás na retirada e que a algumas unidades foi dito para escaparem da forma que conseguissem.

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CNN Portugal
11.11.2022