NATO destaca “início horrível do inverno” na Ucrânia e promete ajuda

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NATO/UCRÂNIA/INVERNO/APOIO

Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO, disse que a Europa vive “tempos difíceis”, mas deixou um alerta: “Se deixarmos Putin ganhar, a Europa pagará um preço muito mais elevado durante muitos anos”.

Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO
© EPA/STEPHANIE LECOCQ

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Jens Stoltenberg, admitiu esta sexta-feira o “início horrível do inverno” na Ucrânia devido à escalada de ataques russos, prometendo apoio às autoridades ucranianas “o tempo que for necessário”.

“O presidente [russo, Vladimir] Putin está a falhar na Ucrânia e está a responder com mais brutalidade [com] vagas de ataques deliberados de mísseis contra cidades e infra-estruturas civis, privando os ucranianos de calor, luz e comida. Este é um início horrível do inverno para a Ucrânia”, disse Jens Stoltenberg, em conferência de imprensa em Bruxelas.

Falando à imprensa dias antes de ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO se reunirem na Roménia, na terça-feira e quarta-feira, o responsável admitiu que “estes são também tempos difíceis para o resto da Europa e em todo o mundo com o aumento dos preços da energia e dos alimentos”.

“Sim, estamos todos a pagar um preço pela guerra da Rússia contra a Ucrânia, mas o preço que pagamos não se compara ao preço que os ucranianos pagam e, se deixarmos Putin ganhar, a Europa pagará um preço muito mais elevado durante muitos anos”, avisou Jens Stoltenberg.

De acordo com o líder da Aliança Atlântica, “se Putin e outros líderes autoritários virem que a força é recompensada, usarão novamente a força para alcançar os objectivos que tornarão o mundo mais perigoso e todos mais vulneráveis”.

“Portanto, é do nosso interesse em termos de segurança apoiar a Ucrânia”, adiantou Jens Stoltenberg, prometendo que a NATO “continuará a apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário”.

“Não iremos recuar”, garantiu ainda.

Na próxima terça-feira e quarta-feira, decorre em Bucareste, capital da Roménia, uma reunião do Conselho do Atlântico Norte, principal organismo de decisão política da NATO, ao nível dos ministros dos Negócios Estrangeiros, que estará centrada na guerra da Ucrânia causada pela invasão russa.

A guerra na Ucrânia foi desencadeada pela Rússia em 24 de Fevereiro deste ano, quando invadiu o país vizinho.

O conflito mergulhou a Europa naquela que é considerada como a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 10:51



 

Apoio da NATO será necessário “durante muito tempo”, afirma Jens Stoltenberg

O que eu ainda não consegui entender é porque razão a Ucrânia está proibida de atacar território russonazi ☠️卐☠️ sendo que partem de lá os bombardeamentos a estruturas civis, prédios, etc.. Seria da mais conclusão lógica, a Ucrânia defender-se, atacando quem os ataca, bombardeia, assassina inocentes e destrói bens imóveis civis!

NATO/APOIO/UCRÂNIA

Jens Stoltenberg disse que Putin subestimou a capacidade de defesa e de resistência dos ucranianos, assim como a unidade da comunidade internacional em torno de Kiev.

© EPA/CHEMA MOYA

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, defendeu esta segunda-feira que os países da Aliança têm de estar preparados para apoiar a Ucrânia “durante muito tempo” porque não se pode subestimar a capacidade da Rússia para manter a guerra.

“Temos de estar preparados para apoiar a Ucrânia durante muito tempo”, apesar de a Rússia estar a recuar no terreno e de os ucranianos estarem a libertar territórios ocupados, afirmou Stoltenberg em Madrid, na 68.ª sessão anual da Assembleia Parlamentar da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte, a aliança de defesa entre países europeus e norte-americanos).

Stoltenberg disse que o Presidente russo, Vladimir Putin, quando atacou militarmente a Ucrânia, em Fevereiro passado, subestimou a capacidade de defesa e de resistência dos ucranianos, assim como a unidade da comunidade internacional em torno de Kiev, mas seria agora “um grande erro subestimar a Rússia”, que mantém uma “capacidade militar significativa e um elevado número de tropas” para continuar a guerra.

Após nove meses de guerra e sem conseguir derrotar a Ucrânia em “alguns dias”, como era o objectivo inicial, Moscovo está neste momento a provocar um número significativo de vítimas no terreno e a infligir “um sofrimento aterrador ao povo ucraniano”, com disparos de mísseis sobre cidades, casas e infra-estruturas energéticas vitais, sublinhou Stoltenberg, para pedir aos membros da Aliança Atlântica que se mantenham unidos em torno da Ucrânia e no reforço do apoio a Kiev.

“Sei que este apoio tem um preço e nos nossos países muitas pessoas enfrentam uma crise de custo de vida e são tempos difíceis para muita gente. Mas os preços que nós pagamos, os aliados na NATO, medem-se em dinheiro, enquanto os ucranianos pagam um preço que se mede em sangue”, afirmou.

Soltenberg acrescentou que o preço a pagar em caso de vitória da Rússia seria “mais elevado”, com “regimes autoritários de todo o mundo” a saberem “que poderiam conseguir o que querem com força brutal” e a tornar o planeta “mais perigoso” e os países da NATO “mais vulneráveis”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
21 Novembro 2022 — 11:41



 

764: Kiev queria arrastar NATO para conflito com incidente na Polónia, afirmam analistas russos

– Existe muita coisa neste episódio do míssil caído na Polónia que não bate certo. E esta acusação a Zelensky é gravíssima a ser verdade.
01.- Seria o Zelensky tão estúpido para disparar um míssil para a Polónia para envolver a NATO no conflito provocado pelos russonazis, sabendo ele que hoje é fácil saber-se as origens das munições?
02.- Vladimir Skatchko, jornalista e historiador ucraniano, convidado do programa televisivo do Primeiro Canal “Grande Jogo”, consagrado à análise dos acontecimentos do dia, aventou que o míssil que atingiu solo polaco seria de um modelo ultrapassado dos tempos da União Soviética. Este diz que o míssil é um modelo ultrapassado dos tempos da união soviética;
03.- Vladimir Soloviv, comentador, disse ironicamente que: “Até que enfim a Ucrânia entrou na NATO, ainda que só com um míssil e em território polaco”, acrescentando ter “pena dos dois polacos que perderam a vida”, e, invocando a 2ª Guerra Mundial, lembrou que “muitos outros polacos morreram às mãos do regime nazi”. A mesma acusação que os russonazis fazem aos ucranianos;
04.- “Olga Skabeeva, popular apresentadora do programa “60 Minutos”, que passa quotidianamente no canal “Rússia 1”, sublinhou que, “enquanto vozes da razão de alguns países dizem que nada se deve afirmar antes de uma investigação pormenorizada, Zelensky investigou tudo numa noite e concluiu que o míssil foi disparado por forças russas”.
Segundo a apresentadora russa, os “fragmentos deixados pela explosão no local indicam tratar-se de um míssil ucraniano C-300″.”
Esta apresentadora diz que o míssil é um ucraniano c-300 enquanto o outro diz que é um míssil ultrapassado dos tempos da união soviética.
O melhor é ficar aguardando, se é que vai ser identificado o míssil, pelas conclusões do assunto.

POLÓNIA/UCRÂNIA/MÍSSIL/SUPOSIÇÕES/CULPAS

Vladimir Skatchko, jornalista e historiador ucraniano, convidado do programa televisivo do Primeiro Canal “Grande Jogo”, consagrado à análise dos acontecimentos do dia, aventou que o míssil que atingiu solo polaco seria de um modelo ultrapassado dos tempos da União Soviética

Kiev queria arrastar NATO para conflito com incidente na Polónia, afirmam analistas russos © Ukrinform

A Ucrânia terá premeditado o disparo do míssil que atingiu a Polónia na terça-feira, para arrastar a NATO para o conflito, disseram esta quarta-feira vários analistas e comentadores russos.

Vladimir Skatchko, jornalista e historiador ucraniano, convidado do programa televisivo do Primeiro Canal “Grande Jogo”, consagrado à análise dos acontecimentos do dia, aventou que o míssil que atingiu solo polaco seria de um modelo ultrapassado dos tempos da União Soviética.

“As forças ucranianas continuam a utilizar armamento soviético tecnicamente ultrapassado. Os mísseis mais modernos destroem-se no ar quando vão falhar o alvo, o que não aconteceu com este, que se abateu numa zona agrícola e explodiu”, disse Skatchko.

Ainda segundo Skatchko, “tratou-se de uma provocação da Ucrânia, com o fim de intensificar ainda mais o conflito e assim continuar a receber do Ocidente ajuda em armas e dinheiro, sem os quais o regime [do Presidente ucraniano, Volodymyr] Zelensky não sobreviverá”.

No mesmo programa, Vitali Kisseliov, perito militar, coronel da auto-proclamada República Popular de Lugansk, afirmou “tratar-se claramente de uma provocação previamente organizada”, sugerindo que as duas vítimas mortais resultaram de um erro de planeamento.

O míssil que se abateu sobre solo polaco fez recear um envolvimento da NATO no conflito, pelo facto de a Polónia estar abrangida pelo compromisso de defesa colectivo da Aliança atlântica.

A Rússia negou ter disparado o míssil sobre uma povoação polaca perto da fronteira com a Ucrânia, que na terça-feira provocou dois mortos numa localidade perto da fronteira com a Ucrânia, enquanto Varsóvia admitiu ser “altamente provável” que se tratasse de um projéctil antiaéreo ucraniano.

Ainda esta tarde, a Casa Banca considerou que “nada contradiz” a tese pela qual o míssil que caiu na Polónia era proveniente da defesa ucraniana, apesar de atribuir as “últimas responsabilidades” à Rússia devido à invasão da Ucrânia.

Contudo, o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reafirmou hoje que o míssil era russo.

Também hoje, e numa alusão à intenção ucraniana de aderir à Aliança Atlântica, o conhecido comentador Vladimir Soloviov, ironizou ao abrir o seu programa diário: “Até que enfim a Ucrânia entrou na NATO, ainda que só com um míssil e em território polaco”.

Mais adiante, Soloviov disse ter “pena dos dois polacos que perderam a vida”, e, invocando a 2ª Guerra Mundial, lembrou que “muitos outros polacos morreram às mãos do regime nazi”.

Olga Skabeeva, popular apresentadora do programa “60 Minutos”, que passa quotidianamente no canal “Rússia 1”, sublinhou que, “enquanto vozes da razão de alguns países dizem que nada se deve afirmar antes de uma investigação pormenorizada, Zelensky investigou tudo numa noite e concluiu que o míssil foi disparado por forças russas”.

Segundo a apresentadora, os “fragmentos deixados pela explosão no local indicam tratar-se de um míssil ucraniano C-300”.

O objectivo do presidente ucraniano, referiu, seria “arrastar a Rússia para um confronto militar directo com a NATO”, mas nem “Washington, nem Bruxelas quiseram desencadear uma guerra mundial por causa de um tractor, duas vítimas e um depósito de cereais de uma aldeia polaca”.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.557 civis mortos e 10.074 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

MSN Notícias
Expresso Expresso
Lusa
16.11.2022 às 21:13



 

763: Como um míssil na Polónia está a afastar Zelensky da NATO

– Antes de estar confirmado se o míssil é ou não da defesa anti-aérea ucraniana ou directamente dos russonazis ☠️卐☠️, há que investigar com a participação de técnicos ucranianos que são os mais directamente interessados neste esclarecimento. E se for verdade que o míssil é proveniente dos russonazis ☠️卐☠️, estão com medo de activar o artigo 5º. da NATO? É importante não esquecer que os russonazis ☠️卐☠️ estão a utilizar mísseis fora da competência para que foram fabricados devido ao esgotamento dos seus stocks. E estes mísseis não têm a precisão dos tais “especiais” com que eles destroem estruturas e assassinam civis inocentes.

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UCRÂNIA/POLÓNIA/MÍSSIL/INVESTIGAÇÃO

A queda de um míssil na Polónia está, pela primeira vez, a isolar Zelensky do Ocidente. O líder ucraniano defende que a Rússia está por trás do ataque.

Oleg Petrasyuk / EPAO Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky

Duas pessoas morreram esta terça-feira após um míssil russo ter atingido uma zona agrícola polaca na vila de Przewodów, que fica perto da fronteira com a Ucrânia.

Inicialmente, o Presidente da Polónia, Andrzej Duda, sublinhou que não havia “provas conclusivas” da autoria do disparo do míssil. Contudo, adiantou que era “altamente provável” que Varsóvia pedisse a activação do Artigo 4.º da NATO — o passo anterior ao Artigo 5.º.

O Artigo 5.º da NATO dita que um ataque armado contra um ou vários países signatários do Tratado do Atlântico Norte é considerado um ataque contra todos.

Mais tarde, Andrzej Duda informou que o míssil que atingiu o seu território era ucraniano. Foi “provavelmente um incidente infeliz”, disse o líder polaco. O país optou, assim, por não accionar o Artigo 4º.

A NATO corroborou a posição da Polónia, considerando que o caso terá sido acidental e provavelmente era um míssil pertencente ao sistema ucraniano de defesa antiaérea.

“As averiguações ainda não foram concluídas”, salientou o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, embora realce que tudo indique que se tenha tratado de um acidente.

“Não há qualquer indicação de que se trate de um ataque deliberado, nem temos indicação de que a Rússia tenha planeado qualquer acção militar ofensiva contra o território da NATO”, disse Stoltenberg, citado pelo Público.

Stoltenberg afastou o cenário de uma escalada da guerra e reiterou que a NATO não faz parte do conflito. O secretário-geral da NATO fez questão de reforçar que a Ucrânia não é culpada, visto que “tem o direito de abater os mísseis que são lançados contra as suas cidades e as suas infra-estruturas”.

É a “Rússia que tem a responsabilidade” pelas duas mortes na Polónia, “por ter causado a guerra que cria estas situações perigosas”, defende Stoltenberg.

Entretanto, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reafirmou que o míssil era russo. “O míssil não era nosso, sem qualquer dúvida”, declarou Zelensky na televisão. “Julgo que era um míssil russo”.

Ainda no mesmo dia, noutro discurso, o líder ucraniano garantiu que a posição da Ucrânia no caso da queda do míssil é “transparente”.

Zelensky apelou para que seja permitido à Ucrânia fazer parte da investigação internacional e que os seus especialistas tenham acesso aos dados e ao local onde caiu o míssil.

Enquanto isso, a Rússia negou ter disparado um míssil sobre uma povoação polaca perto da fronteira com a Ucrânia, enquanto Varsóvia admitiu ser “altamente provável” que se tratasse de um projéctil antiaéreo ucraniano.

Ainda esta tarde, a Casa Banca considerou que “nada contradiz” a tese pela qual o míssil que caiu na Polónia era proveniente da defesa ucraniana, apesar de atribuir as “últimas responsabilidades” à Rússia devido à invasão da Ucrânia.

Como escreve o Diário de Notícias, Zelensky está isolado pela primeira vez ao insistir na autoria russa do disparo.

“Aquilo de que há muito tempo avisámos aconteceu. O terror não se limita às nossas fronteiras nacionais. Já se espalhou para o território da Moldávia. E hoje [anteontem], os mísseis russos atingiram a Polónia, o território do nosso país amigo. Polónia, os estados bálticos…

É apenas uma questão de tempo até que o terror russo vá mais longe. Temos de colocar o terrorista no seu lugar!”, disse o Presidente ucraniano na sua mensagem vídeo diária.

Do seu lado estão dirigentes da Estónia e da Lituânia, que lembraram à Polónia que iriam defender cada centímetro do território da NATO.

No entanto, o apoio dos estónios e dos lituanos é insuficiente para Zelensky. Todos os líderes ocidentais parecem receosos em acusar a Rússia da autoria do disparo do míssil, numa altura em que as provas indicam o contrário.

Daniel Costa, ZAP //
17 Novembro, 2022



 

747: NATO diz que míssil ucraniano atingiu Polónia mas não é culpa da Ucrânia

“… O Kremlin (Presidência russa) saudou a contenção dos Estados Unidos e reiterou que a Rússia “não tem nada a ver com o incidente na Polónia”.”

A ser verdade que foi um míssil ucraniano em defesa aérea dos mísseis russonazis ☠️卐☠️ não venham agora os russonazis ☠️卐☠️ com cinismo e hipocrisia dizerem que não têm nada a ver com o incidente quando são eles que invadiram a Ucrânia, iniciaram uma guerra ilegal ao arrepio da Carta das Nações Unidas e do Direito Internacional, organização a que os russonazis ☠️卐☠️ pertencem – e que já deveriam ter sido expulsos pelos actos terroristas e assassinos praticados contra um país soberano – e são eles os responsáveis máximos pelo incidente! ORCS merdosos sem princípios, sem nada de nada!

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /CINISMO/HIPOCRISIA/FANATISMO

Jens Stoltenberg admitiu que a NATO vai “vai continuar focada na defesa antiaérea da Ucrânia”.

© EPA/FABIO FRUSTACI

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Jens Stoltenberg, disse esta quarta-feira que a explosão que matou duas pessoas na Polónia “foi provavelmente causada” por um míssil ucraniano, mas ressalvou que “não é culpa da Ucrânia”.

“A nossa análise preliminar sugere que o incidente foi provavelmente causado por um míssil de defesa aérea ucraniano disparado para defender o território ucraniano contra ataques de mísseis de cruzeiro russos, mas deixem-me ser claro, isto não é culpa da Ucrânia”, afirmou Jens Stoltenberg.

Falando em conferência de imprensa em Bruxelas após ter presidido a uma reunião do Conselho do Atlântico Norte para discutir a explosão de terça-feira na Polónia, perto da fronteira com a Ucrânia, o líder da Aliança Atlântica vincou: “A Rússia tem a responsabilidade última, uma vez que continua a sua guerra ilegal contra a Ucrânia”.

De acordo com Jens Stoltenberg, “está em curso uma investigação sobre este incidente”, mas até ao momento não há “qualquer indicação de que este tenha sido o resultado de um ataque deliberado”.

“E não temos qualquer indicação de que a Rússia esteja a preparar acções militares ofensivas contra a NATO”, concluiu o secretário-geral da organização.

“Manifestamos total solidariedade para com a Polónia”, vincou, assegurando que o foco da NATO “vai continuar focada na defesa antiaérea da Ucrânia”.

Nestas declarações à imprensa no final de uma reunião do Conselho do Atlântico Norte, o principal organismo de decisão política da NATO, Jens Stoltenberg assegurou que desde a invasão russa da Ucrânia a Aliança Atlântica “aumentou a vigilância” na região da Polónia e “acompanha a situação numa base contínua”.

“Ontem [terça-feira] à noite, falei com o Presidente polaco, Andrzej Duda, e com o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e concordámos que precisamos de permanecer vigilantes e estreitamente coordenados”, assinalou.

“A NATO mantém-se unida e faremos sempre o necessário para proteger e defender os Aliados”, garantiu, apelando à Rússia para “pôr fim a esta guerra sem sentido”.

O Presidente polaco, Andrzej Duda, admitiu esta quarta-feira que o míssil que matou duas pessoas na Polónia, na terça-feira, “tenha sido lançado pela Ucrânia”, mas disse que nada indica que tenha sido um “ataque intencional”.

Duda declarou que a Polónia não vai invocar o artigo da NATO que prevê consultas entre aliados sempre que esteja ameaçada a “integridade territorial, a independência política ou a segurança” de qualquer dos Estados-membros da Aliança Atlântica.

A Polónia convocou uma reunião de emergência com os seus aliados da NATO depois de ter anunciado que um “projéctil de fabrico russo” tinha caído na localidade de Przewodów, que faz fronteira com a Ucrânia, na terça-feira, matando duas pessoas.

Pouco depois do incidente se ter tornado conhecido, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que a explosão na Polónia tinha sido causada por um míssil russo.

O Ministério da Defesa russo negou que o míssil tenha sido disparado pelas suas forças, que bombardearam infra-estruturas de energia por toda a Ucrânia na terça-feira.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse hoje que havia informações preliminares que punham em causa que o míssil tivesse sido disparado a partir da Rússia.

O Kremlin (Presidência russa) saudou a contenção dos Estados Unidos e reiterou que a Rússia “não tem nada a ver com o incidente na Polónia”.

Fotos publicadas nos meios de comunicação social mostraram um veículo agrícola danificado junto a uma grande cratera e, de acordo com a imprensa polaca, as duas vítimas mortais eram trabalhadores agrícolas.

A guerra na Ucrânia foi desencadeada pela Rússia em 24 de Fevereiro deste ano, quando invadiu o país vizinho.

O conflito mergulhou a Europa naquela que é considerada como a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Diário de Notícias
DN
16 Novembro 2022 — 13:19



 

740: NATO rastreia míssil que caiu na Polónia e matou duas pessoas

– O único culpado por toda esta situação, pela invasão da Ucrânia, um país soberano, é apenas um: Vladimir Vladimirovitch Putin! Este ayatollah terrorista nazi ☠️卐☠️, com a sua sede imperialista, baseado na história da antiga URSS, de Pedro o grande e com formação e actuação no KGB, não passa de um assassino psicopata demente. Mas pelos vistos, todo o Mundo parece ter medo de enfrentá-lo com uma reacção igual à que ele tem utilizado contra a Ucrânia. Quando a Ucrânia ficar completamente DESTRUÍDA, com milhares de mortos, talvez acordem para a dura realidade. Quem será a seguir? O resto… é conversa da treta!

POLÓNIA/ATAQUE/MÍSSIL/TERRORISMO

A informação com pistas de radar [do míssil] foi fornecida à NATO e à Polónia, disse fonte militar.

© EPA/WOJTEK JARGILO

Um avião da NATO, que sobrevoava o espaço aéreo da Polónia, rastreou o míssil que explodiu no país na terça-feira e matou duas pessoas, disse fonte militar da Aliança à televisão norte-americana CNN.

“A informação com pistas de radar [do míssil] foi fornecida à NATO e à Polónia”, acrescentou a mesma fonte, que não foi identificada.

Os aviões da NATO têm realizado vigilância regular em torno da Ucrânia desde o início da invasão russa, em 24 de Fevereiro.

No entanto, a fonte da CNN não avançou quem lançou o míssil, nem de onde foi disparado.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Polónia confirmou na noite de terça-feira que um “projéctil de fabrico russo” atingiu o território deste país da NATO junto à fronteira com a Ucrânia, causando dois mortos.

“Na vila de Przewodów (…), um projéctil de fabrico russo caiu, matando dois cidadãos da República da Polónia”, de acordo com um comunicado do porta-voz do Ministério, Lukasz Jasina.

A NATO concordou hoje apoiar a investigação lançada pela Polónia sobre o suposto míssil de fabrico russo que atingiu o território.

Entretanto, o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse ser improvável que o míssil tenha sido disparado a partir da Rússia.

“Há informações preliminares que contestam isso”, disse Biden aos jornalistas quando questionado se o míssil foi disparado da Rússia. “É improvável nas linhas da trajectória que tenha sido disparado da Rússia, mas veremos”, acrescentou.

Diário de Notícias
Lusa/DN
16 Novembro 2022 — 07:44



 

228: Documentos portugueses da NATO apanhados à venda na darkweb

CIBER-SEGURANÇA/NATO/PORTUGAL/ATAQUES

A dimensão dos estragos ainda está a ser averiguada pelo Gabinete Nacional de Segurança, mas as suspeitas da quebra de segurança que facilitou a exfiltração de documentos secretos da NATO recaem em computadores do EMGFA, das secretas militares e do MDN.

O Estado-Maior-General das Forças Armadas tem ligações seguras – o Sistema Integrado de Comunicações Militares (SICOM) – para receber e reencaminhar os documentos classificados, mas terão sido utilizadas linhas não-seguras.

O Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), comandado pelo chefe de Estado-Maior, Almirante Silva Ribeiro, foi alvo de um “ciber-ataque prolongado e sem precedentes” que teve como resultado a exfiltração de documentos classificados da NATO.

O governo português só soube porque foi informado pelos Serviços de Informações norte-americanos, através da embaixada em Lisboa, com uma comunicação que terá sido feita directamente ao primeiro-ministro António Costa, no passado mês de Agosto.

De acordo com fontes que estão a acompanhar o caso, considerado de “extrema gravidade”, terão sido os ciberespiões da Inteligência norte-americana a detectar “à venda na darkweb centenas de documentos enviados pela NATO a Portugal, classificados como Secretos e Confidenciais”.

Confrontada com esta informação, a porta-voz oficial da embaixada dos EUA em Lisboa, não desmente, limitando-se a afirmar: “Não comentamos assuntos da Inteligência”.

Esta ciber-crise tem estado a ser gerida pelo gabinete de Costa, mas várias estruturas ligadas à segurança estão também activamente empenhadas, como o Gabinete Nacional de Segurança (GNS) e as Secretas Externas (Serviço de Informações Estratégicas de Defesa) e Internas (Serviço de Informações de Segurança).

No entanto, apesar de ter competências reservadas na investigação da cibercriminalidade, a Polícia Judiciária (PJ), pelo menos até à tarde de ontem, não tinha sido envolvida – questionada pelo DN, declinou comentar.

A NATO terá exigido explicações e garantias ao governo português e, na próxima semana, em representação de António Costa, deverão deslocar-se ao quartel-general da NATO, em Bruxelas, para uma reunião de alto nível no NATO Office of Security, o secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, Mário Campolargo, que tutela o GNS, e o próprio director-geral deste Gabinete, vice-almirante Gameiro Marques, que é responsável pela segurança das informações classificadas enviadas para o nosso país.

EMGFA sob suspeita

De acordo com várias fontes da Defesa ouvidas pelo DN, depois de terem sido alertados, os peritos do GNS e do Centro Nacional de Cibersegurança juntaram-se aos militares do Centro Nacional de Ciberdefesa, situado no EMGFA, e fizeram um rastreio completo a todo o sistema de comunicações interno da Defesa.

O CEMGFA, Almirante Silva Ribeiro
© Orlando Almeida / Global Imagens

Dessa primeira averiguação terão identificado computadores principalmente no EMGFA, nas secretas militares (CISMIL) e da Direcção Geral de Recursos de Defesa Nacional, de onde foram exfiltrados os documentos, e foi constatado que tinham sido quebradas regras de segurança para a transmissão de documentos classificados.

Isto porque, sublinham as mesmas fontes, estas entidades têm ligações seguras – o Sistema Integrado de Comunicações Militares (SICOM) – para receber e reencaminhar os documentos classificados, mas terão utilizado as linhas não seguras.

Foi um ciber-ataque prolongado no tempo e indetectável, através de bots programados para detectar este tipo de documentos, que depois ia sendo retirado em várias fases”, explicou uma dessas fontes.

Costa garante “credibilidade de Portugal”

Questionado sobre esta crise e que medidas estavam a ser tomadas para garantir a confiança da NATO, fonte oficial de S. Bento assegura que “o governo pode garantir que o MDN e as Forças Armadas trabalham diariamente para que a credibilidade de Portugal, como membro fundador da Aliança Atlântica, permaneça intacta”.

O primeiro-ministro, António Costa assegura que “a credibilidade de Portugal, como membro fundador da Aliança Atlântica, permaneça intacta”
© MIGUEL A. LOPES/LUSA

A mesma porta-voz de António Costa sublinha que “a troca de informação entre aliados em matéria de Segurança da Informação é permanente nos planos bilateral e multilateral.

Sempre que existe uma suspeita de comprometimento de cibersegurança de redes de Sistema de Informação, a situação é extensamente analisada e são implementados todos os procedimentos que visem o reforço da sensibilização em cibersegurança e do correto manuseamento de informação para fazer face a novas tipologias de ameaça.

Se, e quando, se confirma um comprometimento de segurança, a subsequente averiguação sobre se existiu responsabilidade disciplinar e/ou criminal automaticamente determina a adopção dos procedimentos adequados”.

A Ministra da Defesa, Helena Carreiras, diz que “todos os indícios de tentativa de intrusão ou de potenciais quebras de segurança são averiguados”
© Miguel A. Lopes / Lusa

O Ministério da Defesa Nacional, por seu lado, salienta que “todos os ciber-ataques a qualquer entidade pública são objecto de coordenação estreita entre as entidades que, em Portugal, são responsáveis pela cibersegurança.

Todos os indícios de tentativa de intrusão ou de potenciais quebras de segurança são averiguados e, se se verificar um incidente, as autoridades competentes são notificadas e os procedimentos adequados são desencadeados“.

Por seu lado, o GNS remeteu a resposta sobre a sua acção para o gabinete do primeiro-ministro.

Uma vez que a PJ não terá sido chamada para instaurar o natural inquérito-crime, fica por saber se foi instaurado algum inquérito interno para apurar responsabilidades nas entidades onde se presume que houve a quebra de segurança.

Vigilância e contra-informação

Esse é, aliás, um dos poderes do GNS, que deve assegurar “a protecção e a salvaguarda da informação classificada emanada das organizações internacionais de que Portugal faça parte”.

Segundo a sua lei orgânica , compete-lhe, sempre que haja suspeita ou efectivo comprometimento, quebra ou violação de segurança, determinar a abertura de inquéritos de segurança e proceder à respectiva instrução, indiciar os seus responsáveis e participar, nos termos da lei, às entidades competentes.

Não é a primeira vez que Portugal se vê envolvido numa quebra de segurança de documentos da NATO. Aconteceu também no âmbito do processo do ex-espião do SIS, Carvalhão Gil – condenado por espionagem a favor da Rússia, em 2018 – quando foram detectadas falhas de segurança nas secretas na tramitação destes documentos. Portugal foi alvo de uma inspecção do já referido NATO Office for Security.

Victor Madeira, especialista em Segurança Nacional e investigador associado do Centre for Information Resilience, no Reino Unido, destaca que “este caso, mais uma vez, demonstra três pilares essenciais na luta contra actividades hostis no domínio ciber.

O primeiro é haver uma vigilância e percepção situacional constantes, ambas actualizadas regularmente através de treino e equipamento de ponta para especialistas de talento neste ramo.

Segundo, a importância fundamental de qualquer Estado, verdadeiramente soberano, possuir funções eficazes de contra-informações – tanto no domínio mais tradicional da espionagem humana, como também no domínio ciber. Sem este alicerce crítico, todas as outras funções de Estado e, eventualmente, a própria soberania, desmoronam-se.

Finalmente, um terceiro pilar é a importância contínua de alianças e parcerias de Segurança e Defesa Nacional. Sem a colaboração constante entre serviços aliados de segurança e informações, o cenário de ameaças por actores hostis seria muito pior. Especialmente no domínio ciber, onde cada segundo é precioso.”

Um despacho assinado pela ministra da Defesa , Helena Carreiras, no passado dia 5 de Agosto, vem reforçar o cumprimento da Lei de Programação Militar, em matéria de Ciberdefesa – cuja execução orçamental ficou na casa dos 30% em 2021.

Neste despacho, Helena Carreiras determina que, de 2022 a 2030, sejam investidos 11,5 milhões de euros em “serviços de formação e consultoria especializados em ciberdefesa e na condução de operações militares no, e através do, ciberespaço”.

Diário de Notícias
Valentina Marcelino
08 Setembro 2022 — 00:18