1049: “Tonturas, perturbações do sono e náuseas”. Putin cai das escadas e levanta novas suspeitas sobre a sua saúde

– Se este russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 morrer, existem piores russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 para o substituir. Não vai melhorar a situação, antes piorar. Medveded, Peskov, Lavrov & companhia, são outros russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas assassinos da pior espécie.

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

🇷🇺 RUSONAZSʹKI VBYVTSI 🇷🇺

🇷🇺 RÚSSIA – ESTADO TERRORISTA 🇷🇺

RUSSONAZI PUTINOFANTOCHE 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // DESTRAMBELHOU-SE

O Presidente russo Vladimir Putin terá caído das escadas na residência oficial, em Moscovo, tendo batido com o cóccix no chão.

EPA/Mikhail Metzel / Kremlin Pool / Sputnik
Vladimir Putin

De acordo com o Jornal de Notícias, o canal russo General SVR avançou no Telegram que Putin sofreu um acidente doméstico, aparentemente sem consequências graves, na quinta-feira. Segundo o canal, o líder russo caiu sete degraus numa escadaria no Kremlin e bateu com o cóccix no chão.

O canal indicou ainda que o Putin sofre de “um cancro do trato intestinal” e na queda sujou as calças. “O acidente aconteceu em frente a três guarda-costas que ajudaram o Presidente a levantar-se. Depois de o sentarem num sofá próximo, chamaram os médicos de serviço na residência” oficial.

O canal, que diz ter fontes junto dos funcionários próximos de Putin, afirmou que os médicos levaram o líder russo para a casa de banho e limparam-no. “Os problemas oncológicos do trato intestinal provocaram uma reacção involuntária”, adiantou ainda o General SVR.

Depois de limpo, Putin foi observado e foi diagnosticado com “um hematoma no cóccix”. Sem nenhum problema grave, participou, a seguir, num encontro com jovens cientistas em Moscovo.

O canal dá ainda conta que Putin “também sofre de tonturas, perturbações do sono, dor abdominal e náuseas constantes”. Além disso, tem ataques de tosse frequentes e manifestações de Alzheimer.

ZAP //
2 Dezembro, 2022



 

1028: Ucrânia: Borrell defende criação de tribunal especial para crimes de guerra russos

– Na óptica psicopata demencial destes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, só eles é que possuem legitimidade para fazerem o que muito bem entenderem. Só tenho pena de não caírem umas bojardas valentes sobre Moscovo e S. Petersburgo…

🇷🇺 RUSONAZSʹKI VBYVTSI 🇷🇺

🇷🇺 RÚSSIA – ESTADO TERRORISTA 🇷🇺

🇺🇦 UCRÂNIA / OSCE / CRIMES DE GUERRA / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / TRIBUNAL

Rússia já disse que ideia não terá “nenhuma legitimidade”.

© EPA/STEPHANIE LECOCQ

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, defendeu esta quinta-feira, em Lodz, centro da Polónia, a criação de um tribunal especial para julgar os crimes de guerra na Ucrânia ideia que a Rússia já respondeu que não terá “nenhuma legitimidade”.

Em declarações à imprensa à margem da 29.ª cimeira ministerial da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), Borrell sublinhou que a União Europeia (UE) vai desbloquear uma contribuição adicional de 1.000 milhões de euros para apoiar Kiev.

O Alto Representante para os Assuntos Exteriores e Política de Segurança dos 27 condenou a “violação da lei e dos princípios da UE”, aludindo à invasão russa da Ucrânia, em 24 de Fevereiro, adiantando que a proposta que vai ser estudada pelos Estados membros da OSCE.

Para “criar uma nova ordem de segurança na Europa”, Borrell garantiu que colocará sobre a mesa “primeiro na UE”, e, depois, noutros países, “a proposta de apoiar o Ministério Público ucraniano” a acumular provas de crimes de guerra cometidos pela Rússia e a criação de um tribunal especial para lidar com esses crimes.

“A Rússia está a transformar o inverno numa arma, com a destruição das infra-estruturas civis na Ucrânia e, por isso, tem de pagar a reconstrução”, sublinhou.

Borrell lembrou que a UE congelou fundos do Banco Central da Rússia e de oligarcas russos, recursos que poderiam ser usados para reconstruir a Ucrânia.

“Apreendemos mais de 20.000 milhões de euros de oligarcas e pessoas do sul da Rússia, e controlamos cerca de 300.000 milhões de euros em recursos financeiros do Banco Central da Rússia. Esse dinheiro deve ser utilizado para a reconstrução da Ucrânia”, frisou Borrell.

Varsóvia, que este ano ocupa a presidência rotativa da OSCE, que conta com 57 membros, entre eles a Rússia e a Ucrânia, recusou a entrada do ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, decisão que Moscovo considerou como “uma provocação”, ficando o Kremlin representado pelo embaixador na organização.

Nas declarações aos jornalistas, e repetindo o que já afirmara na reunião da OSCE, o chefe da diplomacia europeia denunciou veementemente a agressão da Rússia à Ucrânia, considerando que constituiu uma violação do direito internacional e dos princípios da própria organização.

“A Rússia trouxe a guerra para a Europa, minou a carta da ONU e falhou em cumprir as obrigações internacionais”, frisou, acrescentando que a Europa e o mundo “precisam de uma nova ordem de segurança na Europa”.

“A Rússia destruiu completamente a [ordem internacional] que tínhamos”, sustentou, razão pela qual anunciou a proposta para “apoiar o Tribunal Penal Internacional para crimes de guerra russos” na Ucrânia,

A Rússia, por sua vez, denunciou as tentativas do Ocidente para se apropriar dos fundos soberanos russos com a desculpa do conflito ucraniano e recusou a ideia de um tribunal para julgar crimes de guerra russos na Ucrânia, considerando que não terá “nenhuma legitimidade”.

“No que diz respeito a essas tentativas de criar tribunais, elas não terão legitimidade. Não as aceitamos. Condenamo-las”, disse aos jornalistas o porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, que adiantou que a Rússia está, ela própria a realizar uma “investigação intensiva e pormenorizada de todos os crimes do regime de Kiev”.

“É um trabalho diário, que é feito praticamente hora a hora”, frisou Peskov, que destacou a importância de juntar a essas investigações os “dados sobre os crimes cometidos pelo regime desde 2014”, aos quais, “infelizmente, não houve uma reacção crítica do Ocidente”.

A ofensiva militar lançada em 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Até quarta-feira, a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
01 Dezembro 2022 — 12:26



 

1020: Empresa espanhola de armamento recebeu carta similar à que explodiu na embaixada da Ucrânia

 

– Estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, a serem eles os autores de mais um atentado contra civis, não passam de uns reles cobardolas que, não tendo êxito nem capacidade para vencerem no terreno, destroem infra-estruturas civis e assassinam pessoas de todas as idades, além de cometerem pilhagens de bens ucranianos e violações.

🇵🇫 ESPANHA / TERRORISMO / NAZIS 卐 / CARTA ARMADILHADA / SARAGOÇA

A Polícia Nacional foi chamada à empresa de armamento Instalaza, na cidade de Saragoça, região de Aragão, e fez explodir de forma controlada o artefacto que estava num envelope similar ao que foi enviado para a embaixada da Ucrânia em Madrid.

© EPA/Chema Moya

Uma empresa espanhola de armamento recebeu esta quarta-feira um envelope similar ao que foi enviado para a embaixada da Ucrânia em Madrid e que explodiu, causando ferimentos ligeiros numa pessoa, disseram fontes policiais.

A Polícia Nacional foi chamada à empresa Instalaza, na cidade de Saragoça, região de Aragão (nordeste de Espanha), e fez explodir de forma controlada o artefacto que estava no envelope, disseram fontes policiais nacionais e locais, citadas por vários meios de comunicação social espanhóis.

Segundo as mesmas fontes, serão precisas mais análises por parte de peritos em explosivos para se concluir o que continha exactamente o envelope.

A Instalaza, fundada em 1943, é uma empresa que produz equipamento militar, como sistemas de lançamento de ‘rockets’, granadas de mão ou dispositivos de visão nocturna.

Segundo o jornal ABC, a empresa Instalaza fabricou material que o Governo espanhol enviou para a Ucrânia, para apoiar as forças armadas ucranianas, logo após o início do ataque russo, em 24 de Fevereiro.

Em Março, o governo espanhol anunciou o primeiro envio de armas para a Ucrânia, que incluía 1.370 lança-granadas e 700 mil cartuchos para espingardas e metralhadoras, assim como metralhadoras leves.

Um homem ficou hoje ferido sem gravidade na embaixada da Ucrânia em Madrid devido à explosão de um artefacto que estava dentro de um envelope, segundo a Polícia Nacional de Espanha.

Fontes da polícia revelaram que o homem ferido é um funcionário da embaixada que manuseava o envelope nos jardins da representação diplomática quando se deu a explosão.

Fontes citadas pela agência de notícias EFE explicaram que o envelope chegou no correio enviado para a embaixada, estava dirigido ao embaixador Serhii Pohoreltsev e não tinha ainda passado por um sistema de ‘scanner’ a que é sujeita a correspondência.

Outras fontes policiais citadas pela agência Europa Press acrescentaram que o envelope, sem remetente, continha “elementos de pirotecnia”.

O embaixador Serhii Pohoreltsev disse, em declarações aos ‘media’ ucranianos, que um funcionário da embaixada suspeitou do conteúdo do envelope pelo que o chefe de segurança se afastou para o jardim para o inspeccionar antes de o passar pelo ‘scanner’ habitual.

Ao ouvir um “estalido”, o chefe de segurança soltou o envelope, que explodiu a seguir, afirmou ainda o embaixador.

As autoridades judiciais espanholas estão a avaliar como um possível crime de terrorismo este caso ocorrido na embaixada da Ucrânia em Madrid e decidiram reforçar a segurança da representação diplomática, disseram fontes oficiais.

Numa publicação nas redes sociais citada pelas agências internacionais, um porta-voz da diplomacia ucraniana revelou que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, “fez um apelo ao seu homólogo espanhol para que sejam adotadas medidas urgentes para investigar o ataque à missão diplomática ucraniana” em Madrid.

A diplomacia de Kiev acrescentou que foram dadas instruções para ser reforçada com urgência a segurança em todas as embaixadas ucranianas no estrangeiro.

A Ucrânia foi atacada militarmente pela Rússia em 24 de Fevereiro deste ano, uma ofensiva que ainda prossegue e que foi condenada pela generalidade da comunidade internacional.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Novembro 2022 — 21:37



 

953: Kherson bombardeada 54 vezes; Russos preparam linha defensiva

– Os filhos da Putina, os putinofantoches terroristas, assassinos, mercenários, não descansam enquanto não destruírem totalmente a Ucrânia. Para quando umas valentes bojardas de “alta precisão” sobre Moscovo e S. Petersburgo?

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UCRÂNIA/KHERSON/BOMBARDEAMENTOS/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

As dificuldades energéticas dos ucranianos começam a ser debeladas, depois de um período em que o fornecimento eléctrico esteve suspenso para milhões de pessoas devido aos ataques a infra-estruturas críticas, especialmente em Kyiv. Segundo as autoridades na capital da Ucrânia, a maioria dos residentes voltou a ter água e luz, mas em muitas zonas do país os habitantes estão a sentir o impacto de um doloroso inverno, sem as condições de anos anteriores.

© Getty Images

Segundo o ministério da Defesa do Reino Unido, o foco da guerra continua a ser em Kherson.

Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, depois de terem ocupado Kherson durante toda a guerra mas, dizem os britânicos, a cidade continua a ser muito atacada – só no domingo foram registados 54 bombardeamentos.

Outro local ocupado pelas forças russas é Zaporíjia, mas a Ucrânia acredita que não será por muito tempo. No domingo, a empresa estatal de energia nuclear, a Energoatom, anunciou que “há sinais” de uma retirada russa.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:58



 

Electricidade restaurada em Kherson; Russos “pagarão”

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UCRÂNIA/ELECTRICIDADE/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺/ASSASSINOS/ESTADO TERRORISTA

Após nove meses de guerra, a Ucrânia enfrenta agora problemas no fornecimento de electricidade, com Kyiv a ordenar a proibição de exportar lenha do país, de forma a assegurar o aquecimento face a um inverno que se prevê difícil, e a União Europeia a garantir que está a trabalhar para ajudar.

© Reuters

Já alguns consideram que estes ataques contra as infra-estruturas essenciais da Ucrânia são um sinal do “desespero” do presidente da Rússia, Vladimir Putin, tal como declarou o ministro da Defesa britânico, Ben Wallace.

Ontem, Putin reuniu-se com mães de soldados russos, momento que aproveitou para pedir que não acreditem nas “mentiras” sobre a operação militar. No mesmo dia, a diplomacia russa disse rejeitar a doutrina de declarar certos países como “estados terroristas”.

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
26/11/22 07:42

 



 

Ucrânia recebe promessas de apoio no 90.º aniversário do ‘Holodomor’

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🇷🇺 HOLODOMOR (GENOCÍDIO PELA FOME) 🇷🇺

🇷🇺 URSS – ESTALINE 1930 🇷🇺

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UCRÂNIA/HOLODOMOR/90º. ANIVERSÁRIO/APOIO

A Ucrânia recebeu este sábado promessas de apoio contra Moscovo, no 90.º aniversário do ‘Holodomor’, a fome causada pelo regime de Estaline na década de 1930, que adquiriu novo impacto desde a invasão russa.

© Reuters

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, garantiu que o seu povo se manterá firme perante os ataques russos, que regularmente provoca grandes cortes de energia e água à medida que as temperaturas do inverno se aproximam.

“Os ucranianos passaram por coisas realmente terríveis. E apesar de tudo mantiveram a capacidade de não obedecer e o seu amor pela liberdade. No passado, quiseram destruir-nos com fome, hoje com escuridão e com frio”, afirmou Zelensky, num vídeo publicado no Telegram, citado pela Agência France-Presse.

“Não nos podem quebrar”, sublinhou.

Vários líderes europeus viajaram hoje até Kyiv para participarem nas comemorações do ‘Holodomor’, que a Ucrânia considera um “genocídio”.

Segundo a comunicação social da Polónia e da Lituânia, os primeiros-ministros desses países, Mateusz Morawiecki e Ingrida Simonyte, que apoiam fortemente Kyiv, estão de passagem para negociações sobre uma possível nova onda de imigração da Ucrânia para a Europa neste inverno.

O Serviço da guarda fronteiriça da Ucrânia confirmou que Morawiecki “visitou Kyiv e honrou a memória das vítimas do ‘Holodomor'”.

O primeiro-ministro belga, Alexander De Croo, também está de visita a Kyiv, a primeira desde o início da invasão russa.

Segundo a agência belga, o governante prevê disponibilizar um apoio financeiro adicional de 37,4 milhões de euros para a Ucrânia.

“Cheguei a Kyiv. Após os violentos bombardeamentos dos últimos dias, estamos com o povo ucraniano. Mais do que nunca”, afirmou De Croo no Twitter.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, anunciou num vídeo uma ajuda adicional de 10 milhões de euros para apoiar as exportações de cereais da Ucrânia, impactadas pela guerra.

O Parlamento alemão decidiu, esta sexta-feira, definir como “genocídio” o ‘Holodomor’, que causou a morte de cerca de 3,5 milhões de ucranianos através da colectivização de terras.

A Rússia rejeita essa classificação, argumentando que a grande fome que assolou a URSS (União Soviética) no início dos anos 1930 não fez apenas vítimas ucranianas, mas também russas, cazaques e outros povos.

O flagelo histórico cometido pelo regime estalinista na Ucrânia soviética, também designado como “A Grande Fome” ou “A Fome-Terror”, fez, entre 1932 e 1933, cerca de 3,5 milhões de vítimas ucranianas — aliás ‘Holodomor’ significa em ucraniano isso mesmo: exterminação pela fome.

A Roménia, a Irlanda, a Alemanha e o Vaticano foram, até agora, alguns dos países que atribuíram ao crime da era soviética a classificação que a Ucrânia vinha pedindo há anos e que adquiriu uma nova actualidade desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, a 24 de Fevereiro deste ano, e durante alguns meses bloqueou a saída de cargueiros com cereais dos portos ucranianos, fazendo temer uma crise alimentar mundial.

Na quarta-feira, o parlamento romeno aprovou um texto classificando o ‘Holodomor’ como um “crime contra a Humanidade” e, na quinta-feira, foi a vez de o Senado irlandês aprovar uma resolução considerando-o um “genocídio do povo ucraniano”.

No mesmo dia, também o papa Francisco falou sobre o assunto no Vaticano, utilizando o termo “genocídio”: “Rezamos pelas vítimas desse genocídio e por tantos ucranianos — crianças, mulheres, pessoas idosas e bebés — que agora sofrem o martírio da agressão”.

© Reuters
Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
26/11/22 12:13
por Lusa

910: Ucrânia: Quinze civis mortos em bombardeamento russo contra Kherson

– E os ataques, destruição, assassínios, continuam, continuam e continuam sem parar e a falta de 🍅🍅 é notória… Não lhes toca…

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PUTINOCRATAS/ASSASSINOS

Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança, referiu a chefe da administração militar da cidade.

© EPA/ROMAN PILIPEY

Os bombardeamentos russos na cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, provocaram esta sexta-feira quinze mortos entre civis, adiantou uma autoridade militar daquela cidade, da qual as forças de Moscovo se retiraram há duas semanas.

“Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança”, como resultado dos ataques russos, referiu Galyna Lugova, chefe da administração militar da cidade, numa publicação nas redes sociais.

A mesma fonte, citada pela agência France-Presse (AFP) acrescentou que várias “habitações particulares e prédios” ficaram danificados nos ataques.

Galyna Lugova tinha referido mais cedo que os hospitais em Kherson foram evacuados devido aos constantes ataques russos nesta cidade.

Uma chuva de mísseis atingiu pelo segundo dia consecutivo a cidade recentemente libertada pelos ucranianos após uma ocupação russa de oito meses.

Estes ataques fazem parte de um esforço de Moscovo para intensificar os ataques com mísseis, que têm atingido a rede eléctrica da Ucrânia e outras infra-estruturas civis críticas.

As autoridades ucranianas estimam que cerca de 50% das instalações de energia da Ucrânia foram danificadas nos recentes ataques.

O governador ucraniano de Kherson, Yaroslav Yanushevych, tinha realçado esta de manhã que dois bairros da cidade estiveram “sob fogo maciço de artilharia”.

Os soldados daquela região tinham alertado que Kherson enfrentaria uma intensificação de ataques à medida que as tropas russas avançassem pelo rio Dnieper, na sua retirada da região.

Os ataques causaram destruição em alguns bairros residenciais que não tinham sido atingidos anteriormente na guerra.

Natalia Kristenko, de 62 anos, e o seu marido, foram duas das vítimas dos ataques e o corpo da ucraniana ficou durante horas à porta do prédio, noticiou a agência Associated Press (AP). O marido morreu horas depois no hospital, devido a hemorragias internas.

A filha deste casal tentou chamar uma ambulância para o pai, mas sem rede eléctrica não conseguiu que a ajuda chegasse imediatamente.

A população de Kherson diminuiu para cerca de 80.000, quando antes da guerra era de perto de 300.000. O Governo já manifestou intenção de ajudar quem pretende sair da região, mas muitos referem que não têm para onde ir.

“Não há trabalho [noutro lugar], não há trabalho aqui”, realçou Ihor Novak enquanto examinava na rua as consequências dos bombardeamentos.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 20:02



 

862: Ucrânia inicia investigação a vídeo de alegadas execuções de presos russos

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PROPAGANDA NAZI ZOVIÉTICA

Investigação surge após uma denúncia de Moscovo do surgimento nas redes sociais de vídeos que parecem indicá-lo.

A Procuradoria-Geral ucraniana iniciou uma investigação sobre a alegada execução de prisioneiros russos por soldados ucranianos, após uma denúncia de Moscovo do surgimento nas redes sociais de vídeos que parecem indicá-lo.

Anteriormente, o comissário para os Direitos Humanos da Ucrânia, Dimitro Lubinets, indicou que os soldados russos primeiro declararam a sua rendição e depois abriram fogo sobre as tropas ucranianas, que responderam aos disparos.

“Responder a fogo com fogo não é crime de guerra”, comentou.

A Procuradoria-Geral manifestou-se então sobre esse ponto, afirmando que investigará se efectivamente os soldados russos se renderam como parte de uma estratégia para atacar a parte ucraniana e obter vantagem – algo que é proibido pelo direito internacional humanitário.

A alegada execução de pelo menos dez soldados russos desencadeou os protestos de Moscovo, que logo exigiu às organizações internacionais que investiguem o que aconteceu, indicando que as próprias autoridades russas analisarão o caso em busca de responsáveis.

Já na semana passada, o Ministério da Justiça russo advertiu de que tanto o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, como “os seus sequazes” deveriam prestar contas e responder em tribunal por este episódio de “tortura e assassínio”.

Nota do webmaster: aos russonazis ☠️卐☠️ que invadiram um país soberano, bombardeiam e destroem diariamente desde há nove meses estruturas essenciais ao povo ucraniano, assassinam e torturam milhares de civis indefesos, desde crianças a idosos, não têm de prestar contas a ninguém? São alguns deuses? Pena a Ucrânia não poder também bombardear as vossas cidades a começar por Moscovo!

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que esta terça-feira entrou no seu 272.º dia, 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
22 Novembro 2022 — 20:57



 

“Incitamento ao genocídio”. Kuleba quer “propaganda russa” banida da UE

UCRÂNIA/PROPAGANDA RUSSONAZI ☠️卐☠️ /GENOCÍDIO

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dymtro Kuleba, recorreu à rede social Twitter para acusar a televisão estatal russa de  “incitamento ao genocídio” contra os ucranianos.

A posição apresentada pelo governante ucraniano surge depois de um excerto de um programa da televisão estatal russa, partilhado online, mostrar o apresentador, Roman Babayan, a explicar que os militares do país “começaram agora a atacar as infra-estruturas de gás” de toda a Ucrânia.

Em causa está uma afirmação que levou o político russo Boris Chernyshov a argumentar que os ataques eram simplesmente “retaliatórios” e uma “expressão do santo ódio” dos russos face a Kyiv.

Referindo-se aos ucranianos, o legislador disse ainda que eles “ficarão sentados sem gás, sem luz e sem mais nada” ao longo deste inverno, e rematou: “Eles têm de congelar e apodrecer ali”.

Estas afirmações levaram Dymtro Kuleba a defender que a “propaganda estatal russa na UE e noutros locais deve ser totalmente banida”.

Notícias ao Minuto
Ema Gil Pires
20.11.2022



 

796: Ataque russo em Zaporijia faz um morto e deixa 123 edifícios sem aquecimento

“… “Quaisquer que sejam os argumentos que os invasores russos usam para se esconderem as suas acções terroristas visam, de facto, criar um desastre humanitário”.” Todos os dias, sem parar, bombardeamentos, mortes de civis,  os russonazis ☠️卐☠️ representam a destruição e o assassínio de um povo e ainda pretendem falar em tréguas para a paz? Líricos…!

TERRORISMO/UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Mais de 17 mil pessoas terão sido afectadas por este ataque, que causou ainda uma vítima mortal.

© EPA/STRINGER

O ataque russo de mísseis na sexta-feira à noite contra a cidade de Zaporijia fez pelo menos um morto, danificou uma infra-estrutura industrial e deixou mais de 120 casas sem aquecimento.

Segundo informações preliminares, os bombardeamentos de sexta-feira em Zaporija tiraram a vida a um civil”, escreveu no Telegram Anatoly Kurtev, secretário da câmara municipal da cidade e presidente interino da autarquia, citado por agências ucranianas.

Entretanto, o chefe da administração militar regional de Zaporijia, Oleksandr Staruj, indicou que o bombardeamento nocturno deixou sem aquecimento mais de uma centena de edifícios residenciais num dos distritos da cidade.

“As explosões de mísseis causaram danos nas ligações de aquecimento central e a cessação do fornecimento de aquecimento em 123 edifícios de vários andares com mais de 17.000 pessoas”, acrescentou numa mensagem no Telegram.

Acrescentou que os serviços de emergência e o pessoal técnico estão a realizar os trabalhos necessários e que 60 edifícios já estão de novo aquecidos.

Espera-se que o fornecimento de aquecimento seja totalmente restabelecido até às 23:00 horas.

“Quaisquer que sejam os argumentos que os invasores russos usam para se esconderem as suas acções terroristas visam, de facto, criar um desastre humanitário”, disse Staruj.

A administração militar afirmou, numa declaração, que as forças russas bombardearam as infra-estruturas civis de um total de 16 povoações na região de Zaporijia nas últimas 24 horas, com 33 relatos de danos em casas e infra-estruturas.

Trata-se das povoações de Zaporijia, Zarichne, Chervone, Malynivka, Zaliznychne, Huliaipole, Kamianske, Pavlivka, Mali Shcherbaky, Dorozhnianka, Olhivske, Novoandriivka, Novodanylivka, Poltavka, Mala Tokmachka e Stepnohirsk, acrescenta a declaração publicada no Telegrama citado pela Ukrinform.

O relatório acrescenta que 85 pessoas, incluindo 23 crianças, foram retiradas do território ocupado na sexta-feira.

Diário de Notícias
DN/Lusa
19 Novembro 2022 — 11:43