1025: População de Bakhmut prepara lenha para inverno muito duro

🇷🇺 UBIYTSY! 🇷🇺

🇺🇦 UCRÂNIA / BAKHMUT / INVERNO / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A cidade tem sido o foco dos ataques russos nos últimos meses e está completamente devastada pelos bombardeamentos dos dois lados.

© Getty Images

Cercada pelos dois lados e praticamente sem energia, a cidade de Bakhmut começa a preparar-se para um inverno mais duro do que o habitual, desconhecendo se a energia para aquecer as suas casas será suficiente, independentemente de quem controlar a cidade.

Nos últimos dias, os serviços de emergência têm-se revezado, entre tratar as dezenas de soldados que chegam todos os dias ao hospital e recolher lenha, que fica repousada no quartel de bombeiros.

As fotos divulgadas mostram também que suportar o frio tem sido difícil para os soldados da linha da frente, com muitos a fazerem fogueiras junto aos tanques de combate.

No entanto, o uso de lenha para aquecimento tem causado também alguns incêndios e, na quarta-feira, o serviço nacional de emergência disse que nove pessoas morreram em fogos, após quebrarem as regras de segurança em torno do aquecimento das casas. Houve pelo menos 131 incêndios só nas últimas 24 horas.

Bakhmut está situada a norte de Donetsk, dentro da região do mesmo nome. Os dois lados têm multiplicado os seus recursos na região, os ucranianos tentando segurá-la e os russos tentando tomá-la.

Esta quinta-feira, os russos reclamaram a conquista de três aldeamentos, mas os avanços têm sido lentos e quase inconsequentes.

O cenário na cidade de 70 mil habitantes é dantesco, com o New York Times a descrever uma cena semelhante às trincheiras na Primeira Grande Guerra.

No seu relatório diário, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Instituto para o Estudo da Guerra’) contraria as teses de avanços russos na região em torno de Bakhmut, uma cidade que se tornou uma prioridade para os russos na sua tentativa de avançar na região de Donetsk.

Segundo o relatório da instituição, os russos conseguiram avançar apenas “alguns quilómetros” em seis meses, argumentando que as forças invasoras “falharam fundamentalmente em aprender com campanhas anteriores com muitas baixas, concentradas em objectivos de importância operacional e estratégica limitadas”.

“Os esforços russos em avançar sobre Bakhmut resultaram num continuado desgaste dos recursos e equipamentos russos, fixando tropas em aldeamentos relativamente insignificantes durante semanas e meses seguidos”, escreve o ISW, comparando a situação às tomadas de Lysychansk e Severodonetsk, que acabaram por ser conquistas algo inconsequentes.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
01/12/22 09:16
por Notícias ao Minuto



 

Rede em Kherson atacada; Eficácia de ataques russos “mitigada”

🇷🇺 UBIYTSY! 🇷🇺

 

UCRÂNIA / KHERSON / ATAQUES RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Milhões de ucranianos continuam a ser afectados pelos cortes e falhas no fornecimento de luz e água, devido aos ataques russos a infra-estruturas críticas. Cerca de seis milhões de pessoas não têm electricidade e as forças ucranianas temem mais ataques a estas infra-estruturas, o que poderá complicar ainda mais um inverno que será muito frio para a população.

© Metin Aktas/Anadolu Agency via Getty Images

A Comissão Europeia anunciou na quarta-feira que vai propor um tribunal a ser criado especificamente para investigar os alegados crimes de guerra russos. Ursula von der Leyen garantiu que irá procurar o maior consenso internacional possível para aprovar a ideia.

E do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos acederam aos pedidos do governo ucraniano para enviar armamento mais avançado. Na quarta-feira, o Pentágono anunciou que vai dar um contrato de 1,2 mil milhões de dólares em sistemas de mísseis, que ainda serão construídos, mas não avançou nada sobre os mísseis Patriot pedidos por Kyiv.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
01/12/22 07:55
por Notícias ao Minuto



 

1022: Mudar um detalhe na alimentação pode afastar um assassino silencioso

SAÚDE PÚBLICA / ALIMENTAÇÃO / SAL

Os cientistas há muito que sabem que uma dieta rica em sal pode causar hipertensão, que está ligada à insuficiência cardíaca.

bktrl / Flickr

Uma nova investigação revelou que, além da quantidade, a frequência com que se salpica sal nos alimentos pode ter um grande impacto na saúde do coração, como noticiou o Sun.

No novo estudo, publicado no Journal of the American College of Cardiology, os investigadores concluíram que não é necessário deixar completamente de comer sal para reduzir o risco. Na verdade, basta diminuir a frequência de adição de sal aos alimentos após estes serem cozinhados.

Segundo Lu Qi, professor na Universidade de Tulane, nos Estados Unidos (EUA), as pessoas que adicionam um sal aos seus alimentos com menos frequência têm um risco muito menor de ocorrência de doenças cardíacas, independentemente de outros factores relacionados com o estilo de vida e doenças pré-existentes.

“Também descobrimos que quando os pacientes combinam uma dieta DASH [Dietary Approaches to Stop Hypertension] com uma baixa frequência de adição de sal, tinham o mais baixo risco de doenças cardíacas”, indicou. A dieta DASH promove a diminuição do consumo de sal, gordura, açúcar, carnes vermelhas e álcool.

No estudo, 176.570 participantes do Biobank do Reino Unido receberam um questionário para avaliar a frequência com que adicionavam sal aos alimentos. O inquérito não incidiu sobre o sal que adicionavam durante a confecção dos pratos. Foram também recolhidos os seus dados relativamente a eventos cardiovasculares.

Os investigadores descobriram que as mulheres que tinham um índice de massa corporal mais baixo, um consumo moderado de álcool, que não fumavam e que se exercitavam, adicionavam sal aos seus alimentos com menos frequência.

Também detectaram uma associação entre a adição de sal e o risco de doenças cardíacas entre os fumadores e a população que pertencia a um contexto socioeconómico mais baixo.

ZAP //
30 Novembro, 2022



 

1021: Russos não querem mais guerra. Kremlin não quer mais sondagens

– Decisão própria de um estado terrorista, selvagem, assassino, ditatorial, russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 sem escrúpulos para destruir e assassinar inocentes civis de todas as idades, onde quer que seja.

ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / REPRESSÃO / DITADURA

Estudo realizado pelos próprios serviços do Governo russo mostram que 55% dos russos estão a favor de conversações de paz.

Atef Safadi / EPA

É caso para recuperar a expressão famosa “Escolham a paz, não a guerra”.

O próprio portal Meduza inicia o seu artigo com essa expressão – em inglês, make peace not war – para descrever o que os russos pensam sobre a guerra na Ucrânia.

E há uma diferença clara nesta sondagem: há quatro meses, 57% da população russa queria que o conflito continuasse; agora “só” 25% deseja a continuidade.

Outro dado destaca-se, talvez ainda mais: em Julho, 32% dos russos preferiam iniciar de imediato conversações com a Ucrânia rumo à paz; mas essa percentagem sobe agora para 55%.

O que significa que, pela primeira vez, mais de metade da população na Rússia (a julgar por esta amostra) quer o fim imediato da guerra.

São resultados semelhantes aos do estudo do Centro Levada, o instituto independente sociológico da Rússia, que no mês passado mostrou que 57% dos russos eram a favor de negociações de paz com a Ucrânia.

Estes números foram recolhidos pelos Serviço de Protecção Federal da Rússia, um órgão ligado ao Governo de Moscovo.

E são dados que, supostamente, seriam apenas para consulta interna no Kremlin. Os resultados do inquérito, supostamente, não apareceriam na praça pública.

No entanto, o portal Meduza conseguiu ter acesso a estes números – que, obviamente, não agradaram a Vladimir Putin e seus aliados.

Por isso, e de acordo com duas fontes próximas do Governo russo, a ideia do Kremlin é agora limitar as sondagens públicas.

“Qualquer resultado pode surgir, hoje em dia – por isso, é melhor nem realizar nenhuma sondagem”, comentou uma das fontes governamentais.

Um consultor político próximo do Kremlin reforçou esta perspectiva, ao dizer que “é melhor não publicar” esta diferença na atitude da população russa sobre a guerra na Ucrânia.

Grigory Yudin, sociólogo, vê russos com uma sensação cada vez maior de “desmoronamento” do seu dia-a-dia, além de uma sensação de maior perigo. Perderam fé na vitória no conflito e continuam sem perceber exactamente como a Rússia pode ganhar a guerra.

Para tentar desviar atenções, os meios de comunicação social estatais e os meios de comunicação russos começaram a falar menos sobre a guerra e mais sobre assuntos positivos.

Nuno Teixeira da Silva, ZAP //
30 Novembro, 2022



 

1020: Empresa espanhola de armamento recebeu carta similar à que explodiu na embaixada da Ucrânia

 

– Estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, a serem eles os autores de mais um atentado contra civis, não passam de uns reles cobardolas que, não tendo êxito nem capacidade para vencerem no terreno, destroem infra-estruturas civis e assassinam pessoas de todas as idades, além de cometerem pilhagens de bens ucranianos e violações.

🇵🇫 ESPANHA / TERRORISMO / NAZIS 卐 / CARTA ARMADILHADA / SARAGOÇA

A Polícia Nacional foi chamada à empresa de armamento Instalaza, na cidade de Saragoça, região de Aragão, e fez explodir de forma controlada o artefacto que estava num envelope similar ao que foi enviado para a embaixada da Ucrânia em Madrid.

© EPA/Chema Moya

Uma empresa espanhola de armamento recebeu esta quarta-feira um envelope similar ao que foi enviado para a embaixada da Ucrânia em Madrid e que explodiu, causando ferimentos ligeiros numa pessoa, disseram fontes policiais.

A Polícia Nacional foi chamada à empresa Instalaza, na cidade de Saragoça, região de Aragão (nordeste de Espanha), e fez explodir de forma controlada o artefacto que estava no envelope, disseram fontes policiais nacionais e locais, citadas por vários meios de comunicação social espanhóis.

Segundo as mesmas fontes, serão precisas mais análises por parte de peritos em explosivos para se concluir o que continha exactamente o envelope.

A Instalaza, fundada em 1943, é uma empresa que produz equipamento militar, como sistemas de lançamento de ‘rockets’, granadas de mão ou dispositivos de visão nocturna.

Segundo o jornal ABC, a empresa Instalaza fabricou material que o Governo espanhol enviou para a Ucrânia, para apoiar as forças armadas ucranianas, logo após o início do ataque russo, em 24 de Fevereiro.

Em Março, o governo espanhol anunciou o primeiro envio de armas para a Ucrânia, que incluía 1.370 lança-granadas e 700 mil cartuchos para espingardas e metralhadoras, assim como metralhadoras leves.

Um homem ficou hoje ferido sem gravidade na embaixada da Ucrânia em Madrid devido à explosão de um artefacto que estava dentro de um envelope, segundo a Polícia Nacional de Espanha.

Fontes da polícia revelaram que o homem ferido é um funcionário da embaixada que manuseava o envelope nos jardins da representação diplomática quando se deu a explosão.

Fontes citadas pela agência de notícias EFE explicaram que o envelope chegou no correio enviado para a embaixada, estava dirigido ao embaixador Serhii Pohoreltsev e não tinha ainda passado por um sistema de ‘scanner’ a que é sujeita a correspondência.

Outras fontes policiais citadas pela agência Europa Press acrescentaram que o envelope, sem remetente, continha “elementos de pirotecnia”.

O embaixador Serhii Pohoreltsev disse, em declarações aos ‘media’ ucranianos, que um funcionário da embaixada suspeitou do conteúdo do envelope pelo que o chefe de segurança se afastou para o jardim para o inspeccionar antes de o passar pelo ‘scanner’ habitual.

Ao ouvir um “estalido”, o chefe de segurança soltou o envelope, que explodiu a seguir, afirmou ainda o embaixador.

As autoridades judiciais espanholas estão a avaliar como um possível crime de terrorismo este caso ocorrido na embaixada da Ucrânia em Madrid e decidiram reforçar a segurança da representação diplomática, disseram fontes oficiais.

Numa publicação nas redes sociais citada pelas agências internacionais, um porta-voz da diplomacia ucraniana revelou que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, “fez um apelo ao seu homólogo espanhol para que sejam adotadas medidas urgentes para investigar o ataque à missão diplomática ucraniana” em Madrid.

A diplomacia de Kiev acrescentou que foram dadas instruções para ser reforçada com urgência a segurança em todas as embaixadas ucranianas no estrangeiro.

A Ucrânia foi atacada militarmente pela Rússia em 24 de Fevereiro deste ano, uma ofensiva que ainda prossegue e que foi condenada pela generalidade da comunidade internacional.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Novembro 2022 — 21:37



 

NATO responde ao “fogo e cólera” de Putin com apoio a leste 

– “… “Se, como Stoltenberg sugeriu, a NATO fornecer aos fanáticos de Kiev sistemas Patriot juntamente com o pessoal da NATO, eles tornar-se-ão imediatamente um alvo legítimo das nossas forças armadas”, ameaçou o ex-presidente russo Dmitri Medvedev.

Ó estúpido, os ucranianos estão a defender o seu país, o seu território, invadido por vocês russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 de merda! Vocês, ainda não passaram da Idade Média, das Cruzadas e das conquistas! Não passam de psicopatas dementes em vias de extinção! Choldra de selvagens assassinos, terroristas e violadores!

🇷🇺 UBIYTSY! 🇷🇺

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
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🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

🇺🇦 UCRÂNIA  /  NATO  /  APOIO / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Para Stoltenberg há que redobrar esforços para contrariar a “pressão russa” na Moldávia, Geórgia e Bósnia, enquanto os aliados comprometem-se com novas ajudas a Kiev.

Uma ponte destruída em Bakhmut, cidade na região de Donetsk que as forças russas estão a tentar capturar há meses. © YEVHEN TITOV/AFP

A reunião de dois dias dos ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO terminou com o secretário-geral da organização a prometer apoio aos países convidados, e o secretário de Estado norte-americano a condenar a estratégia de “fogo e cólera” de Vladimir Putin, de ataque a civis.

Enquanto Moscovo reivindica a tomada de povoados junto de Bakhmut, no Donbass, a Comissão Europeia quer avançar com um tribunal especial para os crimes russos.

O secretário-geral da NATO Jens Stoltenberg defendeu um fortalecimento do apoio, o quanto antes, aos “países sob pressão russa” Geórgia, Bósnia-Herzegovina e Moldávia.

“Se há uma lição a tirar da Ucrânia é que precisamos de os apoiar agora”, disse o norueguês no final dos trabalhos dos chefes da diplomacia dos 30 membros, acrescidos dos países referidos, e ainda dos representantes da Finlândia e da Suécia, que aguardam a ratificação da Turquia e da Hungria para se juntarem como membros de pleno direito à aliança militar.

À Reuters, o ministro estónio Urmas Reinsalu disse que “o monstro também quer assumir o controlo dos Balcãs Ocidentais”, designação recente que engloba a Albânia, Bósnia, Macedónia do Norte, Montenegro, Sérvia e Kosovo e referindo-se à influência que Moscovo exerce na região.

Sobre a Ucrânia, que recebeu uma declaração de apoio e o anúncio de renovadas ofertas da Alemanha e Estados Unidos no primeiro dia de trabalhos, Stoltenberg voltou a falar da filiação na NATO, mas depois de na véspera ter dito que os aliados estavam a “ajudar a Ucrânia a avançar para a adesão”, modulou os termos.

Jens Stoltenberg disse que “há muito entre o nada e a adesão plena”, defendendo uma relação mais estreita entre a NATO e a Ucrânia.

“A tarefa mais imediata e urgente é assegurar que a Ucrânia triunfe como uma nação democrática soberana e independente na Europa”, começou por afirmar. “Os aliados deixaram claro que estão prontos a sustentar o apoio com equipamento militar avançado, munições, combustível, todas as outras coisas de que precisa para se defender.

Esta é a tarefa urgente, imediata e a mais importante para os aliados”, prosseguiu. “Depois, temos também de compreender que há muito entre o nada e a adesão plena, o que significa que precisamos de desenvolver uma parceria cada vez mais estreita, tanto a parceria política como a parceria operacional com a Ucrânia”, concluiu.

Com o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano Dmytro Kuleba a pedir urgência, em especial na defesa dos céus e em equipamento para o sistema energético, muito se falou sobre a hipótese de Kiev receber o sistema Patriot. À saída de um encontro com o secretário de Estado dos EUA Antony Blinken,

Kuleba disse em termos vagos ter recebido “uma série de novos compromissos” relativo a armas, transformadores e geradores, recusando dizer se os Patriot estarão nesse rol. Acabou, no entanto, por mostrar interesse no sistema anti-missil da Alemanha.

O chanceler alemão Olaf Scholz terá oferecido Patriots à Polónia, mas Varsóvia rejeitou e sugeriu que deveriam ir para a Ucrânia. “Estamos prontos a operá-los da forma mais segura e eficiente”, disse Kuleba.

A reacção russa foi rápida. “Se, como Stoltenberg sugeriu, a NATO fornecer aos fanáticos de Kiev sistemas Patriot juntamente com o pessoal da NATO, eles tornar-se-ão imediatamente um alvo legítimo das nossas forças armadas”, ameaçou o ex-presidente russo Dmitri Medvedev.

No terreno, as forças russas, que estão numa guerra de trincheiras em Bakhmut, afirmam ter tomado três povoações à sua volta. Kiev não reconheceu, para já, este avanço russo numa zona que está a provocar pesadas baixas em ambos os beligerantes.

Em paralelo, a presidente da Comissão Europeia propôs usar os bens russos que congelou para ajudar a compensar a Ucrânia pelos danos infligidos por Moscovo, e propôs a criação de um tribunal para julgar “o crime de agressão da Rússia”, a funcionar em paralelo ao TPI.

Ursula von der Leyen estimou os danos em 600 mil milhões e lembrou que a UE bloqueou 300 mil milhões das reservas do Banco Central russo e 19 mil milhões de oligarcas.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
30 Novembro 2022 — 22:16



 

1018: Medvedev: NATO é uma organização criminosa. “Arrependam-se e dissolvam” a aliança

– Este putinofantoche de vez em quando gosta de contar umas anedotas, sendo ele a maior anedota. Mais um frete ao dono… O problema é que o gajo não tem piada nenhuma e da cremalheira só sai merda! O que faz a vodka quando ingerida em quantidades incontroladas…

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / TERRORISTAS / ASSASSINOS / VIOLADORES

O antigo chefe de Estado russo e actual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, disse que o mundo civilizado não precisa mais da NATO, aconselhando a Aliança Atlântica a dissolver-se.

Wikimedia
Dmitry Medvedev (E) e Vladimir Putin (D).

No Telegram, Medvedev escreveu que a organização “esqueceu-se facilmente” do que fez em todo o mundo, incluindo “orquestrar golpes de Estado e derrubar” chefes de Estado legítimos.

Numa das suas publicações recentes, citada pelo Observador, já tinha reagido às declarações do secretário-geral da NATO, deixando-lhe um conselho sobre o envio de sistemas de defesa antiaéreos Patriot para a Ucrânia.

“Se, como [Jens] Stoltenberg insinuou, a NATO fornecesse aos fanáticos ucranianos sistemas Patriot, tornar-se-ia imediatamente um alvo legítimo das nossas forças armadas”, indicou o responsável.

Medvedev considera que o mundo civilizado não precisa da Aliança Atlântica. “Os países da NATO não representam mais de 12% da população do planeta.

O mundo civilizado não precisa dessa organização. Devem arrepender-se perante a humanidade e dissolver-se sob o pretexto de ser uma organização criminosa”.

ZAP //
30 Novembro, 2022



 

1017: A detecção mais distante de um buraco negro a engolir uma estrela

CIÊNCIA / ASTRONOMIA / ESO

No início deste ano, o Very Large Telescope (VLT) do ESO recebeu um alerta após uma fonte de luz visível invulgar ter sido detectada por um telescópio de rastreio.

O VLT, juntamente com outros telescópios, foi rapidamente apontado na direcção desta fonte: um buraco negro super-massivo numa galáxia distante que tinha “devorado” uma estrela, expelindo os restos da “refeição” sob a forma de um jacto.

O VLT determinou que este era o exemplo mais distante de um tal evento observado até à data. Uma vez que o jacto aponta praticamente na nossa direcção, esta é também a primeira vez que foi descoberto no visível, demonstrando-se assim uma nova maneira de detectar estes eventos extremos.

As estrelas que se aproximam demasiado de um buraco negro são destruídas pelas enormes forças de maré deste objecto, num fenómeno a que se chama evento de disrupção de maré. Cerca de 1% destes eventos dão origem a jactos de plasma e radiação que são ejectados a partir dos pólos do buraco negro em rotação.

Em 1971, o pioneiro dos buracos negros, John Wheeler [1] definiu o conceito de disrupções de maré com jactos como “um tubo de pasta de dentes apertado no meio com toda a força,” fazendo com que o sistema “esguiche matéria pelas duas pontas”.

Até agora observámos apenas uma mão cheia deste tipo de eventos que permanecem, por isso, mal compreendidos e são bastante exóticos,” disse Nial Tanvir, da Universidade de Leicester no Reino Unido, que liderou as observações com o VLT para determinar a distância ao objecto.

Os astrónomos procuram constantemente estes eventos extremos para compreenderem melhor como é que os jactos realmente se formam e por que é que apenas uma percentagem tão pequena de disrupções de maré lhes dão origem.

É por esta razão que muitos telescópios, incluindo o ZTF (Zwicky Transient Facility) nos EUA, mapeiam constantemente o céu à procura de sinais de eventos de curta duração, frequentemente extremos, que possam seguidamente ser estudados com mais detalhe por grandes telescópios, como o VLT do ESO, no Chile.

Desenvolvemos um procedimento automático de código aberto que armazena e extrai informação importante do rastreio ZTF e nos alerta em tempo real para eventos invulgares,” explica Igor Andreoni, astrónomo na Universidade de Maryland, EUA, que co-liderou, juntamente com Michael Coughlin da Universidade de Minnesota, o artigo científico sobre este trabalho, publicado hoje na revista Nature.

Em Fevereiro deste ano, o ZTF detectou uma nova fonte de radiação visível. O evento, chamado AT2022cmc, fazia lembrar uma explosão de raios gama, a fonte de radiação mais potente do Universo.

Com o intuito de investigar este fenómeno raro, a equipa utilizou vários telescópios em todo o mundo para observar a misteriosa fonte com mais detalhe. Isto incluiu o VLT do ESO, que rapidamente observou este novo evento com o instrumento X-shooter.

Os dados do VLT colocaram a fonte a uma distância sem precedentes no que diz respeito a estes eventos: a luz produzida pelo AT2022cmc começou a sua viagem quando o Universo tinha apenas cerca de um terço da sua idade actual.

Uma grande variedade de radiação, desde raios gama de alta energia a ondas rádio de baixa energia, foi colectada por 21 telescópios em todo o mundo. A equipa comparou estes dados com diferentes tipos de eventos conhecidos, desde estrelas em colapso a quilonovas.

O único cenário que explicava os dados obtidos era um raro evento de disrupção de maré com um jacto a apontar na nossa direção. Giorgos Leloudas, astrónomo no DTU Space na Dinamarca e co-autor deste estudo, explica que “uma vez que o jacto relativista aponta na nossa direcção, o fenómeno torna-se muito mais brilhante e visível ao longo de um maior domínio de comprimentos de onda do espectro electromagnético.

As medições de distância executadas com o VLT mostraram que o AT2022cmc é o mais distante fenómeno de disrupção de maré alguma vez observado, mas este não é o único recorde que este objecto bate.

Até agora, o pequeno número destes eventos que se conheciam, tinham sido inicialmente detectados por telescópios de raios gama ou de raios X. Esta foi a primeira descoberta feita durante um rastreio no visível!” disse Daniel Perley, astrónomo na Universidade John Moores de Liverpool, Reino Unido, e co-autor do estudo.

Isto mostra-nos uma nova maneira de detectar disrupções de maré com jactos, permitindo-nos estudar melhor estes eventos raros e investigar os meios extremos que circundam os buracos negros.

Notas

[1] É também a John Archibald Wheeler que se atribui a cunhagem do termo “buraco negro” durante um discurso proferido para a NASA em 1967.

Informações adicionais

Este trabalho foi descrito num artigo científico intitulado “A very luminous jet from the disruption of a star by a massive black hole”, publicado na revista Nature (doi: 10.1038/s41586-022-05465-8).

A equipa é composta por Igor Andreoni (Joint Space-Science Institute, University of Maryland, EUA [JSI/UMD]; Department of Astronomy, University of Maryland, EUA [UMD]; Astrophysics Science Division, NASA Goddard Space Flight Center [NASA/GSFC], EUA), Michael W. Coughlin (School of Physics and Astronomy, University of Minnesota, EUA), Daniel A. Perley (Astrophysics Research Institute, Liverpool John Moores University, RU), Yuhan Yao (Division of Physics, Mathematics and Astronomy, California Institute of Technology, EUA [Caltech]), Wenbin Lu (Department of Astrophysical Sciences, Princeton University, EUA), S. Bradley Cenko (JSI/UMD; NASA/GSFC), Harsh Kumar (Instituto Indiano de Tecnologia de Bombaim, Índia [IIT/Bombaim]), Shreya Anand (Caltech), Anna Y. Q. Ho (Department of Astronomy, University of California, Berkeley, EUA [UCB]; Lawrence Berkeley National Laboratory, EUA [LBNL]; Miller Institute for Basic Research in Science, EUA), Mansi M. Kasliwal (Caltech), Antonio de Ugarte Postigo (Université Côte d’Azur, Observatoire de la Côte d’Azur, França), Ana Sagués-Carracedo (Centro Oskar Klein, Universidade de Estocolmo, Suécia [OKC]), Steve Schulze (OKC), D. Alexander Kann (Instituto de Astrofisica de Andalucia, Glorieta de la Astronomia, Espanha [IAA-CSIC]), S. R. Kulkarni (Caltech), Jesper Sollerman (OKC), Nial Tanvir (Department of Physics and Astronomy, University of Leicester, RU), Armin Rest (Space Telescope Science Institute, Baltimore, EUA [STScI]; Department of Physics and Astronomy, The Johns Hopkins University, EUA), Luca Izzo (DARK, Instituto Niels Bohr, Universidade de Copenhaga, Dinamarca), Jean J. Somalwar (Caltech), David L. Kaplan (Center for Gravitation, Cosmology and Astrophysics, Department of Physics, University of Wisconsin–Milwaukee, EUA), Tomás Ahumada (UMD), G. C. Anupama (Instituto Indiano de Astrofísica, Bangalore, Índia [IIA]), Katie Auchettl (School of Physics, University of Melbourne, Austrália; ARC Centre of Excellence for All Sky Astrophysics in 3 Dimensions; Department of Astronomy and Astrophysics, University of California, Santa Cruz, EUA), Sudhanshu Barway (IIA), Eric C. Bellm (DIRAC Institute, University of Washington, EUA), Varun Bhalerao (IIT/Bombaim), Joshua S. Bloom (LBNL; UCB), Michael Bremer (Institut de Radioastronomie Millimetrique, França [IRAM]), Mattia Bulla (OKC), Eric Burns (Department of Physics & Astronomy, Louisiana State University, EUA), Sergio Campana (INAF-Osservatorio Astronomico di Brera, Itália), Poonam Chandra (Centro Nacional de Astrofísica Rádio, Instituto Tata de Investigação Fundamental, Universidade de Pune, Índia), Panos Charalampopoulos (DTU Space, Instituto Nacional do Espaço, Universidade Técnica da Dinamarca, Dinamarca [DTU]), Jeff Cooke (Australian Research Council Centre of Excellence for Gravitational Wave Discovery, Swinburne University of Technology, Hawthorn, Austrália [OzGrav]; Centre for Astrophysics and Supercomputing, Swinburne University of Technology, Austrália [CAS]), Valerio D’Elia (Space Science Data Center – Agenzia Spaziale Italiana, Itália), Kaustav Kashyap Das (Caltech), Dougal Dobie (OzGrav; CAS), Jose Feliciano Agüí Fernández (IAA-CSIC), James Freeburn (OzGrav; CAS), Cristoffer Fremling (Caltech), Suvi Gezari (STScI), Matthew Graham (Caltech), Erica Hammerstein (UMD), Viraj R. Karambelkar (Caltech), Charles D. Kilpatrick (Center for Interdisciplinary Exploration and Research in Astrophysics, Northwestern University, EUA), Erik C. Kool (OKC), Melanie Krips (IRAM), Russ R. Laher (IPAC, California Institute of Technology, EUA [IPAC]), Giorgos Leloudas (DTU), Andrew Levan (Departamento de Astrofísica, Universidade Radboud, Países Baixos), Michael J. Lundquist (W. M. Keck Observatory, EUA), Ashish A. Mahabal (Caltech; Center for Data Driven Discovery, California Institute of Technology, EUA), Michael S. Medford (UCB; LBNL), M. Coleman Miller (JSI/UMD; UMD), Anais Möller (OzGrav; CAS), Kunal Mooley (Caltech), A. J. Nayana (Instituto Indiano de Astrofísica, Índia), Guy Nir (UCB), Peter T. H. Pang (Nikhef, Países Baixos; Institute de Física Gravitacional e Subatómica, Universidade de Utrecht, Países Baixos), Emmy Paraskeva (IAASARS, Observatório Nacional de Atenas, Grécia; Departamento de Astrofísica, Astronomia & Mecânica, Universidade de Atenas, Grécia; Nordic Optical Telescope, Espanha; Departamento de Física e Astronomia, Universidade de Aarhus, Dinamarca), Richard A. Perley (National Radio Astronomy Observatory, EUA), Glen Petitpas (Center for Astrophysics | Harvard & Smithsonian, Cambridge, EUA), Miika Pursiainen (DTU), Vikram Ravi (Caltech), Ryan Ridden-Harper (School of Physical and Chemical Sciences — Te Kura Matu, University of Canterbury, Nova Zelândia), Reed Riddle (Caltech Optical Observatories, California Institute of Technology, EUA), Mickael Rigault (Université de Lyon, França), Antonio C. Rodriguez (Caltech), Ben Rusholme (IPAC), Yashvi Sharma (Caltech), I. A. Smith (Institute for Astronomy, University of Hawaii, EUA), Robert D. Stein (Caltech), Christina Thöne (Instituto Astronómico da Academia de Ciências Checa, República Checa), Aaron Tohuvavohu (Department of Astronomy and Astrophysics, University of Toronto, Canadá), Frank Valdes (National Optical Astronomy Observatory, EUA), Jan van Roestel (Caltech), Susanna D. Vergani (GEPI, Observatoire de Paris, PSL Research University, França; Institut d’Astrophysique de Paris, França), Qinan Wang (STScI), Jielai Zhang (OzGrav; CAS).

O Observatório Europeu do Sul (ESO) ajuda cientistas de todo o mundo a descobrir os segredos do Universo, o que, consequentemente, beneficia toda a sociedade. No ESO concebemos, construimos e operamos observatórios terrestres de vanguarda — os quais são usados pelos astrónomos para investigar as maiores questões astronómicas da nossa época e levar ao público o fascínio da astronomia — e promovemos colaborações internacionais em astronomia.

Estabelecido como uma organização intergovernamental em 1962, o ESO é hoje apoiado por 16 Estados Membros (Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça), para além do Chile, o país de acolhimento, e da Austrália como Parceiro Estratégico.

A Sede do ESO e o seu centro de visitantes e planetário, o Supernova do ESO, situam-se perto de Munique, na Alemanha, enquanto o deserto chileno do Atacama, um lugar extraordinário com condições únicas para a observação dos céus, acolhe os nossos telescópios.

O ESO mantém em funcionamento três observatórios: La Silla, Paranal e Chajnantor. No Paranal, o ESO opera o Very Large Telescope e o Interferómetro do Very Large Telescope, assim como telescópios de rastreio, tal como o VISTA.

Ainda no Paranal, o ESO acolherá e operará o Cherenkov Telescope Array South, o maior e mais sensível observatório de raios gama do mundo. Juntamente com parceiros internacionais, o ESO opera o APEX e o ALMA no Chajnantor, duas infraestruturas que observam o céu no domínio do milímetro e do submilímetro.

No Cerro Armazones, próximo do Paranal, estamos a construir “o maior olho do mundo voltado para o céu” — o Extremely Large Telescope do ESO. Dos nossos gabinetes em Santiago do Chile, apoiamos as nossas operações no país e trabalhamos com parceiros chilenos e com a sociedade chilena.

eso2216pt — Nota de Imprensa Científica
30 de Novembro de 2022



 

1016: Kyiv apela a aumento de segurança em embaixadas ucranianas após explosão

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

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🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

 

🇵🇫 MADRID / EMBAIXADA UCRÂNIA / TERRORISMO

O ministro dos Negócios Estrangeiros sublinhou que quem quer que esteja por detrás do ataque “não será bem sucedido”.

© Getty Images

Depois de um engenho explosivo escondido dentro de um envelope ter detonado na Embaixada da Ucrânia em Madrid, Espanha, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Oleg Nikolenko, avançou que o responsável pela pasta apelou ao aumento de segurança nos edifícios diplomáticos ucranianos.

Nikolenko apontou ainda que Dmytro Kuleba urgiu as autoridades espanholas a investigar o caso com urgência, segundo uma publicação na rede social Twitter.

“Um engenho explosivo escondido num envelope detonou dentro da Embaixada da Ucrânia em Madrid. Um funcionário ficou ferido. Dmytro Kuleba pediu o reforço da segurança de todas as embaixadas ucranianas. Também pediu às autoridades espanholas para que investiguem urgentemente este ataque”, escreveu.

De notar que, segundo um documento a que a agência Reuters teve acesso, Kuleba assegurou que quem quer que esteja por detrás do ataque “não será bem sucedido em intimidar os diplomatas ucranianos ou a parar as suas tarefas diárias para robustecer a Ucrânia face à agressão russa”.

A carta, que não passou pelo raio X, foi aberta por um funcionário da embaixada, que sofreu ferimentos ligeiros no dedo anelar da mão direita.

Segundo a agência EFE, o envelope era destinado ao embaixador ucraniano, Serhiy Pohorelzew.

Lançada a 24 de Fevereiro, a ofensiva russa na Ucrânia já causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A entidade confirmou ainda que já morreram 6.655 civis desde o início da guerra e 10.368 ficaram feridos, sublinhando, contudo, que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
30/11/22 15:09
por Notícias ao Minuto



 

1015: Estudante zambiano morto na Ucrânia era mercenário do Grupo Wagner

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RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / MERCENÁRIOS / GRUPO WAGNER / TERRORISTAS

O estudante zambiano que tinha estado a cumprir uma pena de prisão na Rússia e morreu a lutar ao lado das tropas russas na Ucrânia, trabalhava com o grupo mercenário russo Wagner, afirmou o seu líder.

© REUTERS/Leah Millis

O chefe do Grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, publicou, na terça-feira, uma mensagem numa rede social russa chamada VKontake que o estudante Lemekhane Nyireda, de 23 anos de idade, “morreu como herói”.

Prigozhin disse ter perguntado ao estudante preso por que queria juntar-se à luta, dada a grande probabilidade de este ser morto, e que o cidadão zambiano respondeu: “Vocês, russos, ajudaram-nos a nós, africanos, a conquistar a independência durante muitos anos.

Quando foi difícil para nós, estenderam-nos a mão e continuam a fazê-lo agora. O mínimo que eu podia fazer, provavelmente, para pagar as nossas dívidas era ir para a guerra convosco”.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Zâmbia, Stanley Kakubo, disse no início deste mês que funcionários russos tinham comunicado ao Governo zambiano a morte de Nyireda, que era um estudante financiado pelo Governo, antes de ser condenado na Rússia por crimes não especificados, em Abril de 2020.

O ministro afirmou que a Embaixada da Zâmbia em Moscovo afirmou que Nyirenda morreu em 22 de Setembro e que os seus restos mortais tinham sido transportados para a cidade fronteiriça russa de Rostov antes do repatriamento para a Zâmbia.

Antes da sua sentença de prisão, Nyirenda estava a estudar engenharia nuclear no Instituto de Física de Engenharia de Moscovo. O estudante encontrava-se a cumprir uma pena de aproximadamente nove anos numa prisão nos arredores de Moscovo, de acordo com o Governo zambiano.

Segundo várias fontes, a Rússia – desesperada por mais mão-de-obra para apoiar aquilo a que o Kremlin chama uma “operação militar especial” na Ucrânia – ofereceu liberdade aos condenados se estes se juntassem à luta.

A Rússia recorreu ao Grupo Wagner – cujo chefe é apontado como um aliado próximo do Presidente, Vladimir Putin – em vários conflitos armados em todo o mundo.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
30/11/22 16:13
por Lusa