965: Ucrânia pode ficar totalmente às escuras num próximo ataque

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UCRÂNIA/TERRORISMO RUSSONAZI 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 /ENERGIA

A Ucrânia pode ficar totalmente às escuras num próximo ataque. A Rússia tem concentrado os seus ataques às infra-estruturas energéticas do país.

Sergey Kozlov / EPA

Até sexta-feira, mais de 6 milhões de casas continuavam afectadas por cortes de energia na Ucrânia, dois dias após os ataques em massa da Rússia contra infra-estruturas energéticas do país.

Kiev, com cerca de 600.000 casas sem electricidade à noite, e a sua região, assim como as províncias de Odessa, Lviv, Vinnytsia e Dnipropetrovsk, eram as mais afectadas pelos cortes.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, é considerada “crime de guerra” pelos aliados ocidentais da Ucrânia e qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

O conselheiro presidencial da Ucrânia, Mykhailo Podolyak, disse, este domingo, que os ataques russos são “simplesmente de fascismo do século XXI”.

Os ataques são “sobre cirurgias interrompidas, diálises canceladas, ventiladores desligados, ambulâncias que não chegaram” e não apenas sobre a luz, considerou o conselheiro presidencial ucraniano.

A Rússia, por sua vez, afirma visar apenas infra-estruturas militares e atribui os cortes de energia aos disparos das defesas aéreas ucranianas.

As autoridades ucranianas estimam que cerca de 50% das instalações de energia da Ucrânia foram danificadas nos recentes ataques.

Apesar dos mais recentes ataques, a Ucrânia vai recuperando a energia, com 80% do território a ter novamente electricidade e água, segundo a Euronews.

Na CNN Portugal, o major-general Agostinho Costa, especialista em assuntos de segurança, disse que acredita que haverá um novo ataque à Ucrânia que “poderá levar a um apagão geral”.

Com a chegada do inverno e das temperaturas baixíssimas, a Europa poderá estar “à beira de uma nova vaga de refugiados”, sugere Agostinho Costa.

Daniel Costa, ZAP // Lusa
28 Novembro, 2022



 

954: 3% dos ataques a instalações militares; 87 mil russos mortos

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ORCS/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 /ATAQUES/TERRORISTAS/MERCENÁRIOS NAZIS/ASSASSINOS

A neve deverá voltar a cair em Kyiv a partir deste domingo, com as temperaturas a cair abaixo dos 0ºC quer de dia, quer de noite, numa altura em que milhões de pessoas permanecem sem electricidade ou aquecimento.

© Chris McGrath/Getty Images

As autoridades ucranianas denunciaram também ter havido pelo menos 13 feridos em novos ataques com mísseis russos em Dinpro, no sul do país.

Além de Dnipro, também a pequena cidade de Chasiv, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, foi atacada este fim de semana.

Naquela cidade, sob controlo ucraniano, foi atingido um edifício de apartamentos, tendo três pessoas ficado feridas, segundo o governador militar da região, Pavlo Kirilenko.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
08:16 – 27/11/22



 

785: Ucrânia: Rússia inicia fortificação da Península da Crimeia

– Façam aos putinocratas russonazis ☠️卐☠️ o mesmo que eles estão a fazer à Ucrânia desde Fevereiro: BOMBARDEIEM essas “fortificações” e dêem-lhes do mesmo veneno que estão a instilar aos ucranianos. A Crimeia ocupada pertence à Ucrânia, por isso, há que expulsar de lá os invasores russonazis ☠️卐☠️

UCRÂNIA/CRIMEIA/OCUPAÇÃO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Decisão das autoridades locais, controladas por Moscovo, ocorre na sequência da contra ofensiva das Forças Armadas de Kiev na região de Kherson, vizinha da Península da Crimeia.

© STRINGER / AFP

A Rússia anunciou esta sexta-feira que está a construir fortificações na península da Crimeia, invadida em 2014, na sequência da ofensiva ucraniana na região Kherson.

“Os trabalhos de fortificação estão a ser realizados e controlados por mim, no território da Crimeia, para garantir a segurança dos habitantes (da Península da Crimeia)”, disse Serguei Akasionov, governador instalado por Moscovo na região ucraniana invadida e anexada por Moscovo em 2014.

A decisão das autoridades locais, controladas por Moscovo, ocorre na sequência da contra ofensiva das Forças Armadas de Kiev na região de Kherson, vizinha da Península da Crimeia.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2022 — 10:21



 

711: Ucrânia: Pró-russos de Lugansk receiam reforços ucranianos a partir de Kherson

– É simples! Pró-russos deixem a Ucrânia e vão viver para a Rússia, caso arrumado! Se não consideram a Ucrânia a vossa casa… ala que já se faz tarde!

E a comunicação social apelidar de “autoridades” russas ou pró-russas é uma blasfémia dado que eles podem ser “autoridades” mas na terra deles, não na terra que não lhes pertence e que invadiram e ocuparam ILEGALMENTE!

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PRÓ-RUSSOS/UCRÂNIA/LUGANSK

Todos os dias as tropas ucranianas tentam quebrar as defesas russas e pró-russas em Lugansk, que têm repelido os ataques, segundo porta-voz militar da região.

© EPA/ALESSANDRO GUERRA

As autoridades pró-russas alertaram esta segunda-feira que a Ucrânia vai enviar tropas adicionais para a região de Lugansk (leste), anexada pela Rússia, depois de terem reconquistado Kherson.

“Há informações de que cada vez mais forças estão a ser transferidas para lá, logo abaixo de Svatove, incluindo de Kherson, de acordo com as nossas agências de inteligência”, disse o porta-voz militar de Lugansk, Andrei Marochko, à televisão estatal russa Rossiya-24.

Segundo Marochko, todos os dias as tropas ucranianas tentam quebrar as defesas russas e pró-russas em Lugansk, que têm repelido os ataques.

“A situação na linha de contacto é bastante grave. De facto, o inimigo tenta diariamente quebrar as nossas defesas de diferentes direcções, mas os rapazes estão firmes, não estão a desistir de um centímetro da sua terra”, acrescentou.

A Rússia anexou as regiões de Kherson, Lugansk, Donetsk e Zaporijia em 30 de Setembro, no âmbito da ofensiva que lançou em 24 de Fevereiro deste ano.

Moscovo já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia em 2014.

A Ucrânia e a generalidade da comunidade internacional não reconhecem a soberania russa nas regiões anexadas.

O governador de Lugansk leal a Kiev, Serguei Gaidai, disse esta segunda-feira que as tropas ucranianas libertaram Makiivka, cerca de 41 quilómetros a sudoeste de Svatove.

“Incluindo Makiivka, 12 localidades na região de Lugansk já foram libertadas”, disse Gaidai na rede social Telegram, citado pela agência espanhola EFE.

O governador ucraniano disse também que os russos continuam a atacar diariamente a cidade já destruída de Bilohorivka, a oeste de Lysychansk e Severodonetsk.

Gaidai reportou ainda uma “grande concentração” em Lugansk de mercenários e presos russos recentemente mobilizados pelo grupo paramilitar Wagner, controlado por Yevgeny Prigozhin, aliado do Presidente russo, Vladimir Putin.

A Ucrânia reconquistou parte da região de Kherson na sexta-feira, incluindo a capital regional com o mesmo nome, depois de Moscovo ter ordenado a retirada de milhares dos seus soldados face à contra-ofensiva de Kiev.

As autoridades pró-russas escolheram a cidade portuária de Henichesk, na margem sul do Rio Dniepre, como capital provisória da região de Kherson, noticiou a agência oficial russa TASS no sábado.

A reconquista de Kherson é considerada como um dos êxitos mais significativos das forças ucranianas na guerra com a Rússia.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, visitou esta segunda-feira Kherson e saudou a vitória das suas tropas como o “início do fim da guerra”.

A invasão da Ucrânia pela Rússia mergulhou a Europa naquela que é considerada como a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Desconhece-se o número de baixas civis e militares, mas diversas fontes, incluindo a ONU, têm alertado que será elevado.

A guerra e as sanções impostas à Rússia também perturbaram a economia a nível global, particularmente os sectores da energia e alimentar, quando o mundo estava a tentar recuperar da crise provocada pela pandemia de covid-19.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Novembro 2022 — 14:05



 

709: Zelensky visita Kherson após retirada das tropas russas

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UCRÂNIA/KHERSON/VISITA/ZELENSKY

Presidente ucraniano caminhou pelas ruas da cidade com um traje militar mas sem capacete nem colete à prova de bala.

© Volodymyr Zelensky/Facebook

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky visitou esta segunda-feira Kherson, cidade estratégica do sul do país recuperada após vários meses de ocupação russa, informou à AFP uma fonte do seu gabinete.

O governante, que usou um traje militar mas sem capacete nem colete à prova de bala, caminhou pelas ruas da cidade ao lado de seguranças fortemente armados, de acordo com vídeos publicados nas redes sociais.

“Glória à Ucrânia!”, gritaram moradores em um edifício. “Glória aos heróis!”, responderam o presidente e os seguranças, como determina a tradição.

As tropas russas abandonaram Kherson há alguns dias, após oito meses de ocupação, deixando o caminho livre para que os soldados ucranianos entrassem na cidade na sexta-feira.

Zelensky disse este domingo que o exército russo fez “as mesmas atrocidades” em Kherson que em outras regiões do país durante a sua ocupação, e afirmou que já foram documentados “mais de 400 crimes de guerra russos”.

Zelensky disse, na habitual intervenção diária na televisão, que o exército russo “deixou para trás as mesmas atrocidades que em outras regiões onde conseguiu entrar” e que “os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos e estão a ser encontrados corpos de civis e soldados”.

“Vamos encontrar e levar à justiça todos os assassinos. Sem dúvida”, garantiu.

Volodymyr Zelensky adiantou que as autoridades ucranianas estão a recuperar as comunicações, a Internet e a televisão, e estão a fazer “todo o possível para restabelecer as capacidades técnicas normais de fornecimento de electricidade e água, o mais rapidamente possível”, acrescentou.

“A região de Kherson ainda é muito perigosa. Em primeiro lugar, existem minas. Infelizmente, um dos nossos sapadores foi morto e outros quatro ficaram feridos enquanto limpavam as minas”, advertiu ainda o Presidente ucraniano.

Zelensky referiu igualmente que os combates na região de Donetsk são tão intensos quanto nos dias anteriores. “O nível de ataques russos não está a diminuir”, sublinhou.

Já após esta visita, o Kremlin insistiu que Kherson ainda faz parte da Rússia.

“Deixamos isto sem comentários”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, sobre a visita de Zelensky a Kherson, acrescentando, no entanto: “Este território faz parte da Federação Russa”.

– Nota do webmaster: Este gajo faz-me lembrar o 8 de Abril de 2003, quando Mohammed Saeed al-Sahhaf encarava os repórteres, determinado. No topo do Palestine Hotel, em Bagdade, o ministro da informação de Saddam negava o inegável. Por trás de si, o fumo enchia o céu e podiam escutar-se sirenes em ruído de fundo. Os soldados dos Estados Unidos invadiam a cidade. Mas Sahhaf mantinha a sua convicção: “There are no American troops in Baghdad!” [«Não há tropas americanas em Bagdade!»]. Seria a sua última comunicação pública enquanto ministro da informação de Saddam Hussein. No dia seguinte, Bagdade caía. 🙂 O Peskov foi tirado a papel químico!

Diário de Notícias
DN/AFP
14 Novembro 2022 — 10:18



 

692: Kiev restabelece poder em Kherson e o exército começa a desminar a cidade

– A prova mais que provada da propaganda russonazi ☠️卐☠️ em que se afirmava, durante o referendo ilegal, que 90% da população de Kherson pretendia a anexação à Rússia! Vêem-se os tais 90%!

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UCRÂNIA/KHERSON/LIBERTAÇÃO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Os ucranianos celebraram, no sábado, a retirada das tropas russas de Kherson. E as autoridades de Kiev adiantaram que o exército ucraniano está a registar crimes cometidos pelos russos, para restabelecer o poder em toda a região.

Ucranianos celebram retirada das tropas russas de Kherson © OLEKSANDR GIMANOV/AFP or licensors

Kherson era uma das quatro regiões da Ucrânia que o Presidente russo Vladimir Putin afirmou ter anexado em Setembro. Mas semanas depois, a retirada russa da cidade reforçou a resistência ucraniana depois de quase nove meses de combate.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse no sábado que as forças ucranianas tinham estabelecido o controlo de 60 assentamentos na região de Kherson. Agradeceu também às tropas que ajudaram a reconquistar a cidade.

A televisão pública russa mostrou imagens residentes de Nova Kakhovka, na região de Kherson, escondidos em abrigos durante os bombardeamentos. Antes de fugirem de Kherson, os ocupantes russos destruíram todas as infra-estruturas críticas: comunicações, abastecimento de água, aquecimento e electricidade.

MSN Notícias
Euronews Português Euronews Português
Patricia Tavares
13.11.2022



 

686: Rússia proíbe entrada de navios estrangeiros no mar de Azov

– O ayatollah terrorista russonazi putineiro ☠️卐☠️ como não tem capacidade para ganhar a guerra que ele próprio iniciou, pensando que a anexação da Ucrânia ao território russonazi ☠️卐☠️ eram favas contadas, vale-se destas “traquinices” de cobardolas insano e psicopata, para tentar mostrar aos seus súbditos russonazis ☠️卐☠️ que não perdeu (ainda) a guerra! Este tipo padece de demência mental bastante acentuada e é um perigo acrescido para a Paz mundial. Ele e toda a seita terrorista ☠️卐☠️ que o acompanha.

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UCRÂNIA/PORTOS UCRANIANOS/IMPEDIMENTOS

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se neste mar.

Navio com cereais ucranianos em Istambul. Estreito do Bósforo é a entrada para o mar Negro, onde o estreito de Kerch leva ao mar de Azov e aos portos de Mariupol e Berdyansk.
© EPA/ERDEM SAHIN

O Ministério dos Transportes turco informou este sábado que as autoridades russas proibiram a entrada no Mar de Azov de navios carregados no exterior.

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se no mar de Azov.

Numa mensagem na rede social Twitter e citando a administração marítima russa, a autoridade turca que tutela o tráfego marítimo afirma que “é proibida a transferência para o norte de navios carregados fora do território russo”.

O Mar de Azov, cuja entrada é o estreito de Kerch localizado na parte nordeste do Mar Negro, cuja entrada é controlada pela Turquia através do estreito do Bósforo, em Istambul.

O estreito de Kerch é atravessado por uma ponte que liga a Rússia à Crimeia e que foi substancialmente danificada há várias semanas por uma explosão de que Moscovo culpa a Ucrânia.

No Mar de Azov estão os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, controlados pela Rússia após a invasão da Ucrânia iniciada em 24 de Fevereiro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 20:45



 

667: Retirada de Kherson envolveu mais de 30 mil soldados russos

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O ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

© EPA/STRINGER

Mais de 30.000 soldados ​​​​​​​russos passaram para a margem esquerda do Rio Dniepre, que divide a região de Kherson, no sul da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Defesa em Moscovo.

“No total, mais de 30.000 militares russos e quase 5.000 unidades de armamento e veículos militares foram retirados” da margem ocidental do rio, disse o ministério russo, citado pelas agências francesa AFP e espanhola EFE.

O ministério acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

A operação deveu-se ao avanço das tropas ucranianas, que entraram esta sexta-feira na cidade de Kherson, a capital da região com o mesmo nome.

A Rússia citou a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Disse também que se deveu à necessidade de enviar parte deste contingente para outras zonas da frente, o Donbass (Donetsk e Lugansk, no leste) ou Zaporijia (sudeste).

Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk são as quatro regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 30 de Setembro, numa decisão considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

A cidade de Kherson, onde as tropas russas entraram poucos dias depois da invasão (24 de Fevereiro), era a única capital regional ucraniana conquistada pela Rússia em quase nove meses de guerra.

No início de Setembro, Kiev lançou um ataque-surpresa na região de Kharkiv (nordeste) e reivindicou, desde então, a reconquista de importantes centros logísticos, como Izium, Kupiansk e Lyman (leste).

A retirada foi anunciada pelo comandante russo na Ucrânia, general Serguei Surovikin, na quarta-feira, e foi considerada a maior derrota sofrida desde o início da ofensiva militar no país vizinho.

O revés é ainda mais significativo por ocorrer menos de dois meses depois de o líder russo, Vladimir Putin, ter ordenado a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as tropas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

A retirada de Kherson foi apoiada por figuras altamente críticas da estratégia do exército russo na Ucrânia, como o líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, mas mal recebida por especialistas próximos do Kremlin (Presidência).

“A rendição de Kherson é a maior derrota geopolítica da Rússia desde o desmembramento da União Soviética”, considerou Serguei Markov, antigo conselheiro de Putin, citado pelas agências espanhola EFE e norte-americana AP.

Apesar da retirada, o Kremlin afirmou esta sexta-feira que Kherson continua a ser uma região da Federação Russa.

“É um assunto da Federação Russa. Não pode haver mudança”, disse o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.

Ao anunciar a mobilização dos reservistas, Putin avisou que a Rússia usaria todos os meios para defender a sua integridade territorial, numa referência à possibilidade de utilização de armas nucleares.

Na perspectiva da Moscovo, as quatro regiões agora anexadas e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014, fazem parte do território da Federação Russa.

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Novembro 2022 — 16:39



 

Zelensky celebra após retirada russa: “Kherson é nossa, do nosso povo”

– Uma machadada no orgulho do psicopata demente mental filho da Putina e de toda a sua seita de terroristas assassinos! E uma nota de pesar para todos os ORCS pró-russonazis e indigentes intelectualóides que alimentam essa escumalha nazi, estejam onde estiverem!

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Cidade do sul do país desocupada pelas forças russas, que citaram a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira nas redes sociais que a cidade de Kherson, no sul do país, era novamente do povo ucraniano, depois de a Rússia ter anunciado que havia concluído uma retirada do centro regional.

“Kherson é nossa, do nosso povo”, escreveu no Telegram ao lado de um emoji da bandeira da Ucrânia e imagens de vídeo amador que pareciam mostrar tropas ucranianas a reunir-se com moradores da cidade.

“A população de Kherson nunca desistiu”, acrescentou. “Hoje é um dia histórico!”, proclamou Zelensky.

Mais de 30.000 soldados russos passaram para a margem esquerda do Rio Dniepre, que divide a região de Kherson, no sul da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Defesa em Moscovo.

“No total, mais de 30.000 militares russos e quase 5.000 unidades de armamento e veículos militares foram retirados” da margem ocidental do rio, disse o ministério russo, citado pelas agências francesa AFP e espanhola EFE.

O ministério acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

A operação deveu-se ao avanço das tropas ucranianas, que entraram esta sexta-feira na cidade de Kherson, a capital da região com o mesmo nome.

A Rússia citou a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Disse também que se deveu à necessidade de enviar parte deste contingente para outras zonas da frente, o Donbass (Donetsk e Lugansk, no leste) ou Zaporijia (sudeste).

Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk são as quatro regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 30 de Setembro, numa decisão considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

A cidade de Kherson, onde as tropas russas entraram poucos dias depois da invasão (24 de Fevereiro), era a única capital regional ucraniana conquistada pela Rússia em quase nove meses de guerra.

No início de Setembro, Kiev lançou um ataque-surpresa na região de Kharkiv (nordeste) e reivindicou, desde então, a reconquista de importantes centros logísticos, como Izium, Kupiansk e Lyman (leste).

A retirada foi anunciada pelo comandante russo na Ucrânia, general Serguei Surovikin, na quarta-feira, e foi considerada a maior derrota sofrida desde o início da ofensiva militar no país vizinho.

O revés é ainda mais significativo por ocorrer menos de dois meses depois de o líder russo, Vladimir Putin, ter ordenado a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as tropas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

A retirada de Kherson foi apoiada por figuras altamente críticas da estratégia do exército russo na Ucrânia, como o líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, mas mal recebida por especialistas próximos do Kremlin (Presidência).

“A rendição de Kherson é a maior derrota geopolítica da Rússia desde o desmembramento da União Soviética”, considerou Serguei Markov, antigo conselheiro de Putin, citado pelas agências espanhola EFE e norte-americana AP.

Apesar da retirada, o Kremlin afirmou esta sexta-feira que Kherson continua a ser uma região da Federação Russa.

“É um assunto da Federação Russa. Não pode haver mudança”, disse o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.

Ao anunciar a mobilização dos reservistas, Putin avisou que a Rússia usaria todos os meios para defender a sua integridade territorial, numa referência à possibilidade de utilização de armas nucleares.

Na perspectiva da Moscovo, as quatro regiões agora anexadas e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014, fazem parte do território da Federação Russa.

Diário de Notícias
DN/AFP
11 Novembro 2022 — 18:45



 

664: Kremlin considera Kherson como região russa, apesar da retirada militar

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RETIRADA DOS ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/KHERSON

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov recusou-se a comentar a decisão dos comandantes militares sobre Kherson, depois da sua retirada e acrescentou que a presidência russa “não lamenta” a grande cerimónia organizada para a anexação das quatro cidades.

© EPA/STANISLAV KOZLIUK

A região ucraniana de Kherson, incluindo a capital com o mesmo nome, continua a fazer parte da Rússia, apesar da retirada das tropas russas devido à contra-ofensiva das forças de Kiev, declarou esta sexta-feira o Kremlin (Presidência).

A região de Kherson “é um assunto da Federação Russa”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, citado pela agência francesa AFP.

“Não pode haver mudança”, acrescentou Peskov, no primeiro comentário da Presidência russa sobre a retirada das suas forças de Kherson, que foi concluída hoje.

“Às 5:00, hora de Moscovo [2:00 em Lisboa], foi concluída a redistribuição das tropas russas para a margem esquerda do rio Dniepre”, disse o Ministério da Defesa russo, assegurando que a operação decorreu sem registo de vítimas.

A agência Ukrinform noticiou esta quarta-feira, com a publicação de uma fotografia, que “patriotas ucranianos” içaram a bandeira da Ucrânia na Praça da Liberdade, no centro de Kherson, segundo a agência espanhola EFE.

As autoridades ucranianas têm apelado para a prudência por receio de que o anúncio da retirada possa ser uma estratégia para atrair as suas tropas para uma armadilha.

Sete meses depois de ter invadido a Ucrânia, a Rússia anexou Kherson (sul) em 30 de Setembro, juntamente com as regiões de Zaporijia (sudeste) e as de Donetsk e Lugansk, que constituem o Donbass (leste).

A anexação das quatro regiões, que correspondem a 18 por cento do território da Ucrânia, foi considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

Peskov acrescentou que a presidência russa “não lamenta” a grande cerimónia organizada para a anexação realizada em Setembro.

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia em 2014.

Kherson foi ocupada pelo exército russo pouco depois de ter invadido a Ucrânia, em 24 de Fevereiro.

A cidade de Kherson era mesmo a única capital regional ucraniana conquistada pelas tropas russas em quase nove meses de guerra.

Nos últimos meses, as forças ucranianas lançaram uma contra-ofensiva em várias zonas do país, que forçaram à retirada das tropas russas de Kherson.

A contra-ofensiva foi possível com o fornecimento de armamento a Kiev pelos seus aliados ocidentais, incluindo o sistema de lançamento de foguetes de alta precisão Himars.

Com as novas armas, as forças ucranianas destruíram linhas de abastecimento russas, o que terá forçado o exército de Moscovo a retirar-se de Kherson.

Peskov recusou-se a comentar a decisão dos comandantes militares sobre Kherson, um novo revés na campanha militar ordenada pelo Presidente Vladimir Putin.

O anúncio da retirada de Kherson vem juntar-se à da região de Kharkiv (nordeste), em Setembro, e ao falhanço da conquista de outras regiões mais a norte, incluindo a da capital, Kiev.

A retirada é ainda mais significativa depois de Putin ter ordenado, em 21 de Setembro, a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as linhas russas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

Putin também tinha avisado que Moscovo iria defender o que agora considera o seu território “por todos os meios”, incluindo a possibilidade de utilização de armas nucleares, por estar em causa uma ameaça à integridade territorial da Rússia, do ponto de vista russo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Novembro 2022 — 11:29