425: UE e OMS alertam para chegada de nova vaga de Covid-19 e apelam à vacinação

– Não é de admirar a eventual nova vaga da pandemia (que ainda persiste) do Covid-19! Os atrasados mentais labregos continuam a desrespeitar as mais elementares regras de saúde pública e de protecção individual, colocando em perigo a comunidade com que se cruzam. Nos transportes públicos, a grande maioria deixou de usar máscara, desinfecção das mãos? Não existe! Qual a admiração? Cá em casa já foi efectuado o upgrade: 4ª. dose de reforço covid-19 + gripe

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/VACINAÇÃO/NOVA VAGA

Roungroat / Rawpixel

As organizações alertam para o crescimento dos casos de influenza sazonal e da potencial circulação conjunta deste vírus com o SARS-CoV-2, que tem tido os números muito elevados.

A União Europeia (UE) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertaram esta quarta-feira para o aumento dos casos de covid-19, que sugerem ter começado uma nova vaga de infecções, e apelam para o reforço da vacinação.

Numa declaração conjunta divulgada esta quarta-feira, a Comissão Europeia, a OMS e o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) referem que a pandemia da covid-19 ainda não acabou e os números de casos têm estado a subir, “indicando que começou uma nova vaga” com a chegada do outono.

Os signatários — a comissária europeia para a Saúde, Stella Kyriakides, o director regional da OMS para a Europa, Hans Henri Kluge, e a directora do ECDC, Andrea Ammon — salientam que “infelizmente” os números da Covid-19 têm subido, estando embora longe dos de 2021, e recomendam a necessidade de protecção “especialmente dos mais vulneráveis, através de todos os instrumentos disponíveis, incluindo a vacinação”.

O comunicado alerta ainda para o esperado crescimento dos casos de influenza sazonal e da potencial circulação conjunta deste vírus com o SARS-CoV-2, que causa a covid-19, e que aumentará a pressão sobre os hospitais e outros cuidadores de saúde.

“Juntamente com as medidas de saúde pública [como uso de máscara e o distanciamento físico], a vacinação continua a ser um dos instrumentos mais efetivos contra ambos os vírus”, sublinham os signatários.

ZAP  // Lusa
12 Outubro, 2022



 

51: Covid-19. Nova geração de vacina aprovada no Reino Unido

COVID-19/VACINAS

Esta versão da vacinada Moderna, a primeira no mundo, consiste numa dose de reforço, visando metade a variante original do vírus e metade a variante Ómicron. Os efeitos colaterais observados são tipicamente fracos e semelhantes aos observados para os soros originais.

© EPA/Bagus Indahono

Uma nova geração da vacina da farmacêutica Moderna contra a covid-19, visando a variante Ómicron, foi aprovada no Reino Unido, anunciou esta segunda-feira a entidade reguladora britânica para os medicamentos.

Esta versão da vacina, a primeira no mundo, consiste numa dose de reforço, visando metade a variante original do vírus e metade a variante Ómicron.

A nova versão “provoca uma forte resposta imunitária” contra ambas, incluindo as linhagens Ómicron BA.4 e BA.5, com “baixos efeitos colaterais” semelhantes aos observados com os soros originais, informou a Agência Reguladora de Medicamentos e Dispositivos Médicos (MHRA) em comunicado.

A MHRA aprovou a nova geração da vacina “para doses de reforço para adultos” por considerar que esta “atende aos padrões de segurança, qualidade e eficácia do regulador britânico”.

Os efeitos colaterais observados são “tipicamente fracos e semelhantes aos observados para os soros originais”, adiantou.

“O que esta vacina bivalente nos dá é uma ferramenta mais afinada para nos ajudar proteger contra esta doença à medida que o vírus continua a evoluir”, disse a directora da MHRA, June Raine, num comunicado.

O director-geral da Moderna, Stéphane Bancel, sublinhou, citado pela AFP, “o importante papel” que esta “nova geração” de vacina pode desempenhar na protecção contra a covid-19.

Na semana passada, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) disse que previa a aprovação, no outono, de uma vacina Pfizer/BioNTech contra a Covid visando as linhagens BA.4 e BA.5 da variante Ómicron, muito transmissível.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou em Julho que a pandemia está “longe de terminar”, devido à disseminação de linhagens da Ómicron, ao levantamento das restrições sanitárias e à diminuição dos exames.

Os casos de covid-19 aumentaram globalmente no final da primavera e início do verão, impulsionados por variantes mais recentes e prevês que os casos voltem a aumentar no outono e no inverno.

O Reino Unido é um dos países mais afectados na Europa pela pandemia, com quase 180.000 mortes associadas à covid-19.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Agosto 2022 — 13:12