Electricidade restaurada em Kherson; Russos “pagarão”

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UCRÂNIA/ELECTRICIDADE/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺/ASSASSINOS/ESTADO TERRORISTA

Após nove meses de guerra, a Ucrânia enfrenta agora problemas no fornecimento de electricidade, com Kyiv a ordenar a proibição de exportar lenha do país, de forma a assegurar o aquecimento face a um inverno que se prevê difícil, e a União Europeia a garantir que está a trabalhar para ajudar.

© Reuters

Já alguns consideram que estes ataques contra as infra-estruturas essenciais da Ucrânia são um sinal do “desespero” do presidente da Rússia, Vladimir Putin, tal como declarou o ministro da Defesa britânico, Ben Wallace.

Ontem, Putin reuniu-se com mães de soldados russos, momento que aproveitou para pedir que não acreditem nas “mentiras” sobre a operação militar. No mesmo dia, a diplomacia russa disse rejeitar a doutrina de declarar certos países como “estados terroristas”.

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
26/11/22 07:42

 



 

823: Ucrânia já registou 47 mil potenciais crimes de guerra

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Porta-voz da Comissão Política da Assembleia Parlamentar da NATO disse que será adoptada uma resolução que defende “o estabelecimento de um tribunal internacional para investigar e julgar o crime de agressão cometido pela Rússia nesta guerra contra a Ucrânia”.

© EPA/STR

– Moscovo devia ficar assim para sentirem “in loco“, o que é destruição e morte provocada pelos russonazis ☠️卐☠️ putinocratas.

O procurador-geral da Ucrânia, Andriy Kostin, disse este domingo que estão registados 47 mil potenciais crimes de guerra no país e reivindicou um tribunal internacional especial para investigar e julgar “o crime de agressão” da Rússia.

“Não há dúvida de que a extensão dos crimes cometidos pelo exército russo” desde 24 de Fevereiro, quando iniciou o ataque militar à Ucrânia, “é simultaneamente brutal e colossal”, afirmou Andriy Kostin, numa intervenção por videoconferência desde Kiev, na 68.ª sessão anual da Assembleia Parlamentar da NATO, que decorre em Madrid.

O procurador disse que as autoridades ucranianas, com o apoio de peritos e entidades internacionais, têm até agora “47.000 incidentes registados como crimes de guerra”, que englobam tortura, assassinatos, agressões sexuais ou deslocações e transporte forçados de populações “à escala massiva”, com destino ao que poderão vir a ser considerados “campos de concentração”.

Andriy Kostin destacou que a Rússia tem na Ucrânia uma estratégia de ataque contra civis, com 8.000 mortos não militares, incluindo 400 crianças, identificados até agora.

O procurador lembrou “a chuva de mísseis sobre cidades ucranianas” e infra-estruturas críticas das últimas semanas, que considerou “actos de terror e de intimidação contra a população civil”, com destruição de casas e outras infra-estruturas vitais para os ucranianos, como centrais energéticas.

Andriy Kostin afirmou que várias regiões da Ucrânia, como a capital, Kiev, estão já com temperaturas negativas e estão criadas “situações humanitárias severas para o inverno”, questionando como poderá a população sobreviver nestas circunstâncias, sem energia ou aquecimento, e considerou que também nesta dimensão estão em causa crimes de guerra da Rússia.

“As nossas necessidades, as nossas reivindicações e os nossos apelos são bastante simples. Precisamos de parar esta guerra o mais depressa possível para libertar o nossos território e restaurar a nossa soberania e a nossa integridade territorial.

E precisamos de garantir justiça às vítimas e sobreviventes das atrocidades cometidas pela Federação Russa, precisamos de pôr um fim à impunidade da Rússia”, disse o procurador-geral ucraniano.

Reparação aos ucranianos

Andriy Kostin, apelou à comunidade internacional “para apoiar o estabelecimento de um tribunal para o crime de agressão, para julgar os cérebros do crime” nomeadamente, o Presidente russo e chefe supremo das forças armadas da Rússia, Vladimir Putin, e “toda a elite russa” envolvida.

O crime de agressão também deve ser julgado por ser “o ponto de partida, que precede todos os outros crimes de guerra”, defendeu.

O procurador insistiu também na necessidade de garantir “a reparação” e compensação aos ucranianos pela destruição do país e das “propriedades dos civis”, através da confiscação de bens de russos.

“A Europa não testemunhou esta destruição desde a II Guerra Mundial” e devem ser adotados novos “mecanismos internacionais para confiscar os bens dos autores”, defendeu, alertando como, ao abrigo do direito internacional, tem sido difícil executar decisões nesse sentido, como algumas ditadas por instâncias como o Tribunal Penal Internacional, o Tribunal Internacional de Justiça ou o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

No final da intervenção de Andriy Kostin, um porta-voz da Comissão Política da Assembleia Parlamentar da NATO disse que será adoptada uma resolução neste encontro de Madrid que defende “o estabelecimento de um tribunal internacional para investigar e julgar o crime de agressão cometido pela Rússia nesta guerra contra a Ucrânia”.

A sessão deste ano da Assembleia Parlamentar da NATO (Organização do Tratado o Atlântico Norte, a aliança militar entre países europeus e norte-americanos) termina na segunda-feira, com um plenário em haverá uma intervenção do Presidente da Ucrânia, por videoconferência.

A Assembleia Parlamentar da NATO integra 269 deputados dos 30 países da Aliança e outros 100 membros de estados parceiros.

Diário de Notícias
DN/Lusa
20 Novembro 2022 — 11:21



 

807: Ucrânia rejeita qualquer tentativa de negociações com a Rússia

– Estamos no século XXI e não na Idade Média onde países faziam a guerra a outros países para conquistarem terrenos e aumentarem os seus territórios. Mas a actual rússianazi ☠️卐☠️ é isso que faz, invadindo a Ucrânia, um país soberano e pretendendo apossar-se ilegalmente das terras, ocupando-as contra o disposto na Carta das Nações Unidas de que é signatária e da qual já deveria ter sido expulsa há muito por acções de terrorismo, genocídio e assassínio do povo ucraniano. NÃO SE NEGOCEIA A PAZ COM TERRORISTAS ASSASSINOS!

UCRÂNIA/NEGOCIAÇÕES/REJEIÇÃO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Volodymyr Zelensky nega tentativa de negociações e admite que “uma paz genuína e duradoura só pode resultar do completo desmantelamento de todos os elementos da agressão russa”.

© Genya SAVILOV / AFP

A Ucrânia rejeitou este sábado qualquer tentativa de negociações com a Rússia apesar de os bombardeamentos inimigos das últimas semanas terem danificado metade da rede energética do país e de se aproximar o inverno.

“Os compromissos amorais conduzirão a mais derramamento de sangue. Uma paz genuína e duradoura só pode resultar do completo desmantelamento de todos os elementos da agressão russa”, disse o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que falava para um fórum de segurança no Canadá.

Zelensky procurou pôr fim aos rumores, que se intensificaram durante a cimeira do G20, nas últimas semanas, sobre a alegada pressão dos EUA sobre Kiev no sentido de negociar um acordo.

Kiev não quer sequer ouvir falar de tréguas durante o Campeonato do Mundo de futebol do Qatar, no qual nem a Ucrânia nem a Rússia participam. “Alguns chamar-lhe-iam o fim da guerra. Mas uma tal pausa só agravaria a situação”, argumentou o chefe de Estado ucraniano.

Na mesma linha, os seus conselheiros deixaram claro que a única opção é regressar às fronteiras internacionalmente reconhecidas após a queda da União Soviética.

“Haverá paz quando derrotarmos o exército russo na Ucrânia e regressarmos às fronteiras de 1991”, escreveu Andriy Yermak na sua conta na rede social Telegram.

Por seu lado, o braço direito de Zelensky, Mykhailo Podolyak, rejeitou a existência de negociações secretas entre o ocidente e a Rússia.

Entretanto, o chefe adjunto do Conselho de Segurança russo, Dmitry Medvedev, disse acreditar que os EUA, a NATO e a União Europeia “não querem romper definitivamente com a Rússia, porque isso significaria a Terceira Guerra Mundial”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
19 Novembro 2022 — 17:36



 

752: Entre espancamentos e electrocussões, o cativeiro de um ucraniano na ocupação russa de Kherson

– Dirão os russonazis ☠️卐☠️ Lavrov, Peskov, Medvedev, Prighozin & companhia, que tudo isto é mentira, culpando o ocidente satânico de falsas informações. Os presos dos russonazis ☠️卐☠️ até são tratados com carinho, humanismo, blá, blá, blá…

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TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSINOS

Anatoli Stozki foi preso duas vezes pelas forças russas e na segunda foi espancado de tal forma que chegou a urinar sangue.

Foto International Observers Ukraine

Foto International Observers Ukraine

Detido duas vezes em Kherson, cidade no sul da Ucrânia que esteve sob ocupação russa durante oito meses, Anatoli Stozki relatou à AFP os interrogatórios a que foi submetido pelos serviços russos e pró-russos, pontuados por espancamentos e choques eléctricos.

Anatoli que, armado com uma metralhadora, entrou numa unidade da força de defesa territorial ucraniana a 24 de Fevereiro, no início da invasão russa, estava em Kherson a 2 de Março quando as forças de Moscovo entraram na cidade. Ele foi ordenado a ficar em casa com a sua arma e aguardar instruções.

“Depois de duas ou três semanas, os russos encontraram a lista daqueles que havíamos recrutados para a defesa territorial e começaram a prender-nos”, contou a repórteres da AFP na sua casa no centro da cidade, alguns dias depois da libertação de Kherson, a 11 de Novembro.

A 25 de Abril, “eles chegaram”. “Eu estava com a minha esposa e a minha filha de 3 anos. Dei-lhes a minha arma porque ameaçaram matar a minha família”, explicou.

Anatoli Stozki foi então levado, encapuçado, para o que acredita ser uma esquadra de polícia próxima. Foi colocado numa cela e “amarrado a uma cadeira”.

“Três ou quatro pessoas interrogaram-me. Bateram-me com um bastão e colocaram uma pistola, ou uma espingarda na minha cabeça. Bateram dos dois lados da cabeça, em cima e nas orelhas, mas não deixaram marcas”, disse.

Segundo ele, homens encapuçados – dos serviços de segurança russos – questionaram-no sobre a sua arma. “Eles perguntaram-me onde é que eu a consegui, quem me a deu e por que não a entreguei” depois de os russos terem entrado na cidade.

Ficaram com o seu passaporte, tiraram as suas impressões digitais e amostras de ADN e disseram que agora estava numa base de dados, que deveria ficar na cidade e colaborar com os russos.

Foi libertado a 4 de Maio, na rua, com a cabeça tapada.

Coberto de hematomas

“Quando cheguei a casa, estava coberto de hematomas”, contou Anatoli. “Pensei em sair da cidade, mas tive medo”, acrescentou.

Em vez disso, enviou a sua esposa e filha para um posto de controlo em Zaporizhzhia, 300 quilómetros a nordeste de Kherson.

Foi então preso pela segunda vez a 6 de Julho. Desta vez, por homens do Ministério da Segurança do Estado da República Popular de Donetsk, região anexada por Moscovo no final de Setembro.

“Vieram à minha casa e disseram-me: ‘sabemos que já foi preso, mas o interrogatório foi incompleto. Agora vai dizer-nos quem conhece e onde estão os depósitos de armas'”, relatou.

“Nos primeiros cinco ou seis dias espancaram-me. À noite, não me deixavam dormir. A cada duas horas, entravam na minha cela e obrigavam-me a levantar e a dizer o meu nome.

Ficava algemado a um cano”, afirmou. Cada vez que os seus captores entravam na cela, devia colocar um saco na cabeça para não os ver. Um dia, foi levado para outra cela para interrogatório.

Descargas eléctricas

“Amarraram as minhas mãos e pés, atiraram-me ao chão e electrocutar-me”, relatou Anatoli, acreditando que foi electrocutado com “um dispositivo especial, porque a energia vinha de uma caixa”.

Segundo ele, raramente era permitido ir à casa de banho. Urinava em garrafas vazias entregues na cela.

“Durante as duas primeiras semanas eu urinava sangue. Os meus rins estavam em mau estado. Nas celas havia buracos na parede, e eu conseguia comunicar-me com outros presos. Isso permitiu-me não perder a minha sanidade”, acrescentou, especificando que era alimentado uma vez a cada três dias.

No final, foi libertado a 20 de agosto, após um mês e meio de detenção. Não voltou para casa e escondeu-se com parentes, temendo ser preso novamente. Perdeu 25 quilos durante o cativeiro.

Segundo ele, o segundo local de detenção foi um antigo prédio comercial no centro da cidade. De lá, podia ver as bandeiras do Japão, dos Estados Unidos e da Ucrânia caídas no chão na entrada. O prédio de quatro andares está localizado na rua Pylypa Orlyk.

Os jornalistas da AFP tentaram entrar, sem sucesso, porque “está a decorrer uma investigação”, disseram no acesso ao local.

“Pensei em suicídio”, comentou Anatoli, que completou 50 anos na prisão. “Mas pensar na minha família me deu forças para suportar tudo isso”, desabafou.

Diário de Notícias
DN/AFP
16 Novembro 2022 — 17:33



 

749: Rússia diz que imagens mostram que míssil que atingiu Polónia é da defesa ucraniana

“… A Rússia negou ainda ter atacado Kiev na terça-feira e afirmou que os danos na capital ucraniana foram provocados pela defesa antiaérea ucraniana. “Toda a destruição nas áreas residenciais da capital ucraniana (…) é resultado directo da queda e autodestruição de mísseis antiaéreos lançados pelas forças ucranianas”, afirmou o ministério russo em comunicado.”

A desculpa mais porca e badalhoca que estes russonazis ☠️卐☠️ poderiam inventar nesta invasão e guerra que eles iniciaram contra a Ucrânia! Então a destruição causada em Kiev foi obra dos mísseis anti-aéreos ucranianos? O nazi que disse isto devia estar encharcado em vodka da mais reles! Um “ataque de precisão” precisavam os russonazis ☠️卐☠️ sobre Moscovo!

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /FANTOCHES

Ministério da Defesa russo diz que imagens mostram “fragmentos de um míssil antiaéreo guiado de um sistema de defesa aérea S-300 ucraniano”. E garante que também não é responsável pela destruição causada em Kiev por ataques na terça-feira.

A Rússia disse esta quarta-feira que as imagens captadas a partir do local da explosão na Polónia mostram fragmentos de um míssil ucraniano e que o ataque russo na Ucrânia mais próximo da Polónia foi a 35 quilómetros da fronteira polaca.

“Fotografias dos destroços foram inequivocamente identificadas por especialistas militares russos como fragmentos de um míssil antiaéreo guiado de um sistema de defesa aérea S-300 ucraniano”, disse o Ministério da Defesa russo num comunicado citado pela AFP.

“Ataques de precisão foram realizados em alvos apenas no território da Ucrânia e a uma distância não inferior a 35 quilómetros da fronteira ucraniana-polaca”, acrescentou.

A Rússia negou ainda ter atacado Kiev na terça-feira e afirmou que os danos na capital ucraniana foram provocados pela defesa antiaérea ucraniana.

“Toda a destruição nas áreas residenciais da capital ucraniana (…) é resultado directo da queda e autodestruição de mísseis antiaéreos lançados pelas forças ucranianas”, afirmou o ministério russo em comunicado.

A Associated Press avançou esta quarta-feira que os responsáveis norte-americanos acreditam que o incidente poderá ter sido causada pelo sistema de defesa antiaérea da Ucrânia, através de disparos feitos pelas forças ucranianas contra os mísseis russos.

Esta quarta-feira, Joe Biden terá dito isso mesmo aos membros do G7 e da NATO, segundo avança a Reuters, que cita uma fonte da NATO.

O presidente norte-americano já havia afirmado publicamente que é “improvável” que o ataque com recurso a míssil que atingiu esta terça-feira a Polónia tenha sido lançado a partir da Rússia.

Questionado sobre se o míssil foi disparado a partir da Rússia, o líder norte-americano disse que havia “informações preliminares que contestam” essa possibilidade. “É improvável que tenha sido disparado da Rússia, mas veremos”, acrescentou.

“Concordamos em apoiar a investigação da Polónia sobre a explosão. Vamo-nos certificar de que vamos descobrir exactamente o que aconteceu e vamos determinar colectivamente o nosso próximo passo”, afirmou, à margem da cúpula dos G20.

Uma declaração que o Kremlin elogiou. “Deve prestar-se atenção à resposta comedida e mais profissional do lado americano”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, acrescentando que: “Quanto ao incidente na Polónia, a Rússia não tem nada a ver com isso”.

Também a ministra da Defesa da Bélgica, Ludivine Dedonder, já admitiu que a explosão poderá ter sido provocada pela acção da defesa antiaérea da Ucrânia com a intenção de interceptar mísseis russos.

“De acordo com as informações disponíveis, os ataques foram da responsabilidade dos sistemas de defesa antiaérea ucranianos, utilizados para contra-atacar os mísseis russos”, afirmou em comunicado, antes de sugerir que o incidente está a ser objecto de uma “profunda investigação”.

A explosão na Polónia, um membro da NATO, despertou imediatamente a preocupação de que a aliança fosse atraída directamente para a guerra, uma vez que um ataque a um dos aliados é considerado um ataque à NATO.

No entanto, o próprio presidente polaco, Andrzej Duda, pediu calma, referindo que não havia “evidência inequívoca” de onde veio o míssil e que o via como um incidente “isolado”. “Nada nos indica que haverá mais”, prosseguiu.

Já o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que é “absolutamente essencial evitar a escalada da guerra na Ucrânia”.

Também a presidência francesa pediu “extrema cautela” sobre a origem do ataque, sublinhando que muitos países tinham os mesmos mísseis e alertando sobre os “riscos significativos de escalada”.

Já esta quarta-feira, a China pediu “calma” a todas as partes. “Na situação actual, todas as partes envolvidas devem manter a calma e a contenção para que seja evitada uma escalada”, disse Mao Ning, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, em Pequim.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, rapidamente culpou a Rússia pelo que chamou de “terror de mísseis russos”.

O incidente ocorreu depois de a Rússia ter lançado uma onda de ataques com mísseis na Ucrânia durante o dia de terça-feira, o que deixou milhões de residências ucranianas sem energia. Esses ataques foram apelidados de “bárbaros” por Biden e de “chapada na cara” do G20 por Zelensky.

Diário de Notícias
DN/AFP
16 Novembro 2022 — 10:16



 

738: Chuva de mísseis russos atinge várias cidades ucranianas e mata civis

– Se estes terroristas russonazis ☠️卐☠️ estão a atacar a Ucrânia a partir de território russo, porque razão os russonazis ☠️卐☠️ não são atacados no seu território? Porque não dar-lhes a beber do mesmo veneno e destruição com uns “foguetes” a caírem em Moscovo e S. Petersburgo? Já está a ser insustentável esta situação de destruição ou estão à espera que os russonazis ☠️卐☠️ terroristas assassinem mais uns milhares de ucranianos e destruam todas as suas cidades? Porra, pá!

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TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/BOMBARDEAMENTOS

O presidente da câmara de Kiev, Vitaly Klitschko, indicou que pelo menos três mísseis russos atingiram edifícios residenciais.

Alkis Konstantinidis / Reuters

“No bairro de Petchersk, num dos prédios atingidos, as equipas de salvamento encontraram o cadáver de uma pessoa”, lamentou, na plataforma digital Telegram. “As operações de busca e resgate prosseguem”, acrescentou Klitschko.

Entretanto, após os bombardeamentos russos, a situação da rede eléctrica no país “é crítica”, lamentou a Presidência ucraniana, na sequência dos ataques a infra-estruturas de produção de energia eléctrica em diversas regiões. O fornecimento de Internet também está a sofrer interrupções.

“Os terroristas russos levaram a cabo um novo ataque planeado contra as infra-estruturas energéticas. A situação é crítica”, escreveu no Telegram o chefe-adjunto do gabinete da Presidência ucraniana, Kyrylo Tymochenko.

Segundo o responsável, a situação em Kiev, atingida por vários mísseis, está “extremamente difícil”. “Foram impostos horários específicos para cortes de [energia eléctrica] de emergência”, acrescentou.

De acordo com um porta-voz da Força Aérea ucraniana, a Rússia lançou hoje “cerca de” 100 mísseis sobre a Ucrânia, destruindo várias infra-estruturas energéticas essenciais em diversas regiões. Metade da capital estará sem energia devido ao ataque russo.

“Cerca de 100 mísseis foram disparados (…) a partir do mar Cáspio, a região [russa] de Rostov”, e também “a partir do mar Negro”, indicou Iuri Ignat em directo na televisão ucraniana, precisando que “até agora, não se registou a utilização de ‘drones’ (aeronaves não-tripuladas) de ataque”.

As cidades ucranianas de Lviv (oeste) e Kharkiv (nordeste) também foram alvo de bombardeamentos russos, indicaram os respectivos presidentes da câmara, sem fornecer ainda dados sobre vítimas.

“Estão a ouvir-se explosões em Lviv. Mantenham-se abrigados!”, exortou na plataforma digital Telegram o autarca de Lviv, Andriï Sadovy, precisando que “uma parte da cidade está sem electricidade”. “Ataque com mísseis à zona de Industrialniï, em Kharkiv”, indicou, por sua vez, o seu homólogo da segunda cidade da Ucrânia, Igor Terekhov.

Os responsáveis das administrações regionais de Kryvyi Rih, Oleksandr Vilkul, e de Mykolaiv, Vitaly Kim, assim como o governador de Chernihiv, Vyacheslav Chaus, também pediram aos civis para se protegerem.

“Vamos sobreviver”

Este é o primeiro ataque deste género desde a retirada das tropas russas de Kherson, há mais de uma semana, e ocorre na altura em que os líderes mundiais estão reunidos em Bali, para a reunião do G20, para onde a Ucrânia foi convidada a participar.

O ataque acontece horas depois de Zelenskyy ter defendido que “é tempo” de acabar com a guerra “destrutiva” da Rússia. Para o representante permanente da Ucrânia na ONU, Sergiy Kyslytsya, a Rússia “cuspiu na cara” dos participantes do G20 com estes ataques às cidades.

“Está claro o que o inimigo quer. Não atingirá o seu objectivo. Eu sei que os ataques desligaram a energia em muitos lugares… Estamos a trabalhar, vamos restaurar tudo, vamos sobreviver“, assegurou Volodymyr Zelensky, num vídeo no Telegram onde reage à situação.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.557 civis mortos e 10.074 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

ZAP // Lusa
15 Novembro, 2022



 

737: Ataque com dezenas de mísseis à Ucrânia terá atingido território polaco

– Estes terroristas russonazis ☠️卐☠️ continuam a matar, destruir, invadir, sem qualquer resposta no território deles. É urgente que comecem a cair uns “foguetes” nos jardins do Kremlin, Moscovo, S. Petersburgo para eles provarem do mesmo veneno com que assassinam civis inocentes e destroem residências e infra-estruturas. Os russonazis ☠️卐☠️ não apreciam chá, gostam mais de vodka.

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TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ATAQUES/UCRÂNIA

No dia em que a Rússia fez o maior ataque com mísseis de cruzeiro, direccionado às infra-estruturas ucranianas, um míssil terá atingido a Polónia, alegação que Moscovo rejeita. Varsóvia confirma míssil de “fabrico russo” e vai invocar o artigo 4.º do tratado da NATO, o que implica consultas entre os aliados.

Imagem partilhada nas redes sociais dos danos causados pela explosão em Przewodów, na Polónia.

À intervenção de Volodymyr Zelensky na cimeira do G20, na qual explanou o caminho para a paz, seguiu-se uma cortina de mísseis russos enviados ao longo de horas que atingiram várias cidades e infra-estruturas de energia ucranianas. Além dos prejuízos económicos e das vítimas dos ataques aéreos, ao que aparenta a guerra salpicou para lá da Ucrânia.

Duas pessoas morreram na localidade polaca de Przewodów, aumentando o risco de a guerra passar para um novo patamar, com a Polónia a invocar o artigo 4.º do tratado da NATO, cujos embaixadores da NATO se reúnem esta quarta-feira, segundo a Reuters.

Para Moscovo, a notícia não passa de uma “provocação”. Varsóvia confirma que míssil de “fabrico russo” é responsável pela explosão na localidade junto à fronteira com a Ucrânia.

Os especialistas ocidentais têm vindo a afirmar que as forças armadas russas estão a ficar sem mísseis de longo alcance, mas isso não impediu várias ondas de bombardeamentos que atingiram desde Lviv, no oeste, a Kharkiv, no nordeste, passando pela capital e várias outras cidades.

As consequências deste ataque – que se segue à retirada russa da cidade de Kherson – podem vir a ter outras proporções, uma vez que se suspeitava de que um míssil tinha atingido território polaco, ou seja da NATO, e matado duas pessoas.

A Rússia disparou mais de 90 mísseis de cruzeiro e lançou 10 drones Shahed, de fabrico iraniano, para território ucraniano.

O governo polaco convocou reuniões de emergência, quer do gabinete, quer do conselho de segurança nacional, para analisar a situação. O porta-voz do governo polaco Piotr Müller disse que o governo está a investigar a explosão e que, “devido à sensibilidade da situação”, esta vai ser “acompanhada de muito perto”.

Varsóvia confirmou que o míssil que atingiu Przewodów é de “fabrico russo” e anunciou que está a aumentar o nível de alerta e a prontidão de combate das suas forças armadas e de outros serviços de segurança.

Segundo o comando da Força Aérea ucraniana, a defesa antiaérea conseguiu abater 73 dos mais de 90 mísseis e a totalidade dos drones kamikaze.

O director do Gabinete de Segurança Nacional, Jacek Siewiera, disse que o presidente polaco Andrzej Duda falou com o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, e que o próprio estava em contacto “permanente” com o conselheiro de segurança nacional dos EUA, Jake Sullivan.

“Estamos a investigar se existem motivos para activar o artigo 4.º do tratado da NATO”, afirmou.

Segundo o referido artigo os países aliados iniciarão consultas quando, “na opinião de qualquer deles, a integridade territorial, a independência política ou a segurança de qualquer das partes estiver ameaçada”.

Para já não parece haver fundamento para considerar o incidente um “ataque armado”, o que desencadearia o artigo 5.º do tratado e a respectiva resposta militar colectiva.

A Polónia recebeu quase de imediato a solidariedade dos países bálticos e da República Checa. “Se a Polónia confirmar que os mísseis também atingiram o seu território, isso será uma nova escalada da Rússia. Apoiamos firmemente o nosso aliado da UE e da NATO”, escreveu o primeiro-ministro checo Petr Fiala.

Já o presidente da Lituânia Gitanas Nauseda e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia Urmas Reinsalu disseram que os seus países estão dispostos a “defender cada centímetro do território da NATO”, uma fórmula que Stoltenberg e o presidente dos EUA Joe Biden têm usado.

Quer a Aliança Atlântica quer o Pentágono mostraram prudência. “Estamos a analisar esta informação e estamos a coordenar-nos de perto com a Polónia, nosso aliado”, disse um funcionário da NATO.

Do lado ucraniano, o chefe da diplomacia Dmytro Kuleba fez um apelo para os membros da aliança militar convocarem uma cimeira “de imediato”, enquanto Zelensky, na sua mensagem diária aos cidadãos, descreveu o alegado ataque como uma “escalada muito significativa”.

Do lado da Rússia, a negação: “Os meios de comunicação e funcionários polacos cometem uma provocação deliberada à escalada da situação com a sua declaração sobre o alegado impacto de foguetes “russos” em Przewodów”, disse o Ministério da Defesa russo.

“O poder de fogo russo não lançou nenhum ataque na área entre a fronteira ucraniano-polaca”, acrescentou.

No que foi o maior ataque de mísseis de cruzeiro da Rússia à Ucrânia, as autoridades de Kiev contam a morte de pelo menos uma pessoa e ferimentos em seis, além de cerca de 30 instalações atingidas, entre áreas residenciais e infra-estruturas eléctricas.

Além de grande parte do país ter ficado às escuras, também a vizinha Moldávia teve cortes de energia generalizados, dado que as duas redes estão ligadas.

Também a Hungria deixou de receber petróleo através do oleoduto Amizade, que corre da Rússia através da Ucrânia, na sequência de um bombardeamento que atingiu um transformador e retirou pressão ao oleoduto. Este incidente levou o governo húngaro a reunir o conselho de defesa.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
16 Novembro 2022 — 00:02



 

734: Autoridade de ocupação russa deixa Nova Kakhovka, na região de Kherson

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RUSSONZIS ☠️卐☠️ /NOVA KAKHOVKA/RETIRADA

Funcionários da administração pública de Nova Kakhovka, instituições estaduais e municipais deixaram a cidade e foram realojados para lugares seguros.

© Olga MALTSEVA / AFP

As autoridades de ocupação russas anunciaram esta terça-feira que estão a retirar-se da cidade de Nova Kakhovka, acusando as forças de Kiev de bombardear esta cidade localizada no sul da Ucrânia, perto de uma barragem hidroeléctrica estratégica.

“Funcionários da administração pública de Nova Kakhovka, instituições estaduais e municipais deixaram a cidade e foram realojados para lugares seguros”, disse a autoridade instalada em Moscovo no Telegram.

A reconquista de Kherson (sul), a única capital regional que as tropas de Moscovo conseguiram controlar, desferiu um golpe significativo na ofensiva de Vladimir Putin.

Durante uma visita a Kherson, Zelensky disse que a libertação da cidade é “o começo do fim da guerra”.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.557 civis mortos e 10.074 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/AFP
15 Novembro 2022 — 13:24




 

Divulgação de vídeo de soldado russo executado quer passar mensagem aos russos – e pode ser um crime de guerra

– Tratamento adequado a todos os russonazis ☠️卐☠️ ordenantes que invadiram a Ucrânia, assassinaram milhares de civis de todas as idades e destruíram infra-estruturas essenciais ao Povo ucraniano.

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RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /EXECUÇÃO/TRAIDORES/WAGNER ☠️卐☠️/ ASSASSINOS

A execução de um russo divulgada numa conta de Telegram associada ao Grupo Wagner circulou por todo o mundo nas últimas horas e esse pode mesmo ter sido o objectivo deste grupo de mercenários: enviar uma mensagem a todos os que tencionam deixar de lutar pela Rússia para passar a defender a Ucrânia.

À CNN Portugal, tanto Helena Ferro Gouveia, especialista em Assuntos Internacionais, como o major-general Isidro de Morais Pereira, consideram que este tipo de práticas não são novidade no grupo de mercenários – e noutras milícias de guerra -, mas que a divulgação do vídeo tem o propósito de “dissuadir outros de ter comportamentos semelhantes, para que todos vejam o que pode acontecer àqueles que fraquejarem”.

Isidro de Morais Pereira explica que este “é um caso que deve ser observado dentro do universo do Grupo Wagner” e daqueles que se querem juntar ou já se juntaram aos mercenários liderados por Yevgeny Prigozhin, homem próximo de Vladimir Putin, embora seja um dos maiores críticos da actuação dos militares russos, a quem chamou de “montes de lixo”.

“Quem assina o contrato e depois se recusa a cumpri-lo já sabe o que acontece, nem sequer se deram ao luxo de gastar uma munição, podiam ter dado um tiro, era muito mais humano”, diz o major-general, que continua: “Este homem terá fraquejado, o grupo tratou-o de forma desumana, algo inconcebível nos dias de hoje.”

“Conhecemos o que o Grupo Wagner tem vindo a fazer desde 2014”, observa Helena Ferro Gouveia, sublinhando que o uso de violência “é bastante comum”. “O Grupo Wagner opera em vários conflitos africanos, tem sido relacionado e acusado de crimes de guerra nos países onde opera e opera de uma forma geral com muita violência”, continua, destacando que “esta morte e a divulgação [da mesma] não surpreende quem acompanha este grupo”.

Também o major-general Isidro de Morais Pereira não se mostra surpreendido com a violência usada, uma vez que tem sido prática comum de outros grupos privados de guerra e até de milícias.

“O que sabemos de antecedentes de violência, como aconteceu com as forças do Kadyrov na batalha de Mariupol, é que há notícias de que estavam por trás desses actos e sempre que combatentes russos fraquejavam as ordens eram para liquidar, para que não houvesse actos de covardia”, lembra.

Para Helena Ferro Gouveia, tal como defende o major-general, a divulgação deste vídeo por parte do grupo de mercenários poderá servir de travão para todos os que pretendam juntar-se ao país invadido, o que poderá evitar perdas por parte dos russos nestes grupos privados de guerra.

Também Daniela Nascimento, doutorada em Política Internacional e Resolução de Conflitos, diz que “não seria surpreendente” que a divulgação do vídeo seja uma estratégia da Rússia de reter soldados e militares na linha da frente do combate, uma vez que “está a sofrer baixas significativas e recuos importantes, e torna-se fundamental garantir o mais possível a força de guerra activa”.

“Este vídeo parece ser uma mensagem muito forte, as pessoas que passem para o lado ucraniano não enfrentam apenas prisão, mas sim a violência e guerra”, considera a especialista, lembrando que o próprio Vladimir Putin já tinha ordenado uma alteração do Código Penal russo para mudar as penas a desertores, estipulando o mínimo de dez anos.

“Não é a primeira vez que este tipo de situação ocorre, do ponto de vista do quão radical é o emprego de força, violência e tortura dos que estão associados ao grupo Wagner.

Não havendo limites, e a meu ver não há, esta é claramente uma mensagem forte, no sentido de assegurar o controlo por via da força e da violência de todos os que integram o grupo”, assegura Daniela Nascimento, que considera ainda que “por muito que se diga que o grupo Wagner tem autonomia do ponto de vista de actuação, não me parece que este acto bárbaro não tenha sido, de alguma maneira, comunicado ou tido o aval das forças russas ou dos serviços militares russos.”

Uma outra mensagem que, na análise de Helena Ferro Gouveia, pode ser passada com a divulgação desta execução é a de que o Grupo Wagner saiu da “sombra” e que Yevgeny Prigozhin pode ser o próximo presidente da Rússia, nome já apontado por analistas, diz.

“Durante muito tempo foram um grupo que se manteve numa zona de sombra, agora assumiram-se, inauguraram uma sede em São Petersburgo recentemente, uma base para desenvolver o que dizem ser tecnologias militares, é uma afirmação do grupo, deixando o secretismo que o rodeava. Isto reforça o papel e peso do líder que é aliado de Putin e que alguns analistas têm como possível sucessor de Putin”, reforça.

Visitantes vestidos com farda militar durante a abertura oficial do escritório do Grupo Wagner durante o Dia da Unidade Nacional, em São Petersburgo, a 4 de Novembro de 2022 (AP Photo/Dmitri Lovetsky) © Fornecido por TVI

E pode a Ucrânia ‘tirar proveito’ deste episódio? Sim. Embora os três especialistas entrevistados pela CNN Portugal defendam que, no imediato, a divulgação do vídeo não terá impacto a nível directo na Ucrânia, Daniela Nascimento defende que Volodymyr Zelensky pode, de algum modo, tirar proveito do sucedido.

E bastaria, para tal, passar a mensagem de que a Rússia não olha a meios para matar e que comete crimes de guerra contra os próprios cidadãos.

Daniela Nascimento considera que este “ato bárbaro” do grupo Wagner “pode ser considerado crime de guerra”, pois “as leis da guerra e o direito internacional humanitário não fazem distinção da nacionalidade das vítimas”.

“É é um ato de tortura e violência condenável e, por isso, pode ser considerado um crime de guerra, em condições normais deveria ser punido, como todos os que são cometidos nesta guerra de parte a parte. A tortura está proibida nas convenções de Genebra”, explica.

Pedro Neto, director executivo da Amnistia Internacional Portugal, é mais cauteloso neste ponto, defendendo que é preciso saber em que moldes o cidadão russo foi parar às mãos do grupo Wagner e qual a veracidade do vídeo.

“É uma execução sumária, a barbárie deste ato não está em causa, é uma actuação bárbara, cruel e desumana”, diz, destacando que “mesmo sendo um soldado russo, mesmo sendo desertor, um ato desses é injustificável numa guerra e em qualquer outra circunstância”.

Pedro Neto também afirma que o facto de ser um russo a morrer às mãos dos russos não invalida a possibilidade de se tratar de um crime de guerra, até porque, “tendo em conta que os actores são partes do conflito” e, por isso, poderá ser considerado “um crime de guerra”.

O major-general Isidro de Morais Pereira é da mesma opinião e considera que “no momento em que lhe é conferido o estatuto de combatente pode estar ao abrigo das Convenções de Genebra, mesmo que seja por um grupo de mercenários”: “Ele está a combater pela Rússia.”

MSN Notícias
CNN Portugal CNN Portugal
Daniela Costa Teixeira
14.11.2022 às 21:06

“Mãe heroína”: Putin recupera tradição soviética

– Existe falta de carne para canhão! Há que dar mais quecas para nascerem mais futuros soldados para servirem o ayatollah terrorista russonazi ☠️卐☠️ putineiro! Este psicopata já não tem cura!

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RUSSONAZI ☠️卐☠️ /MÃE HEROÍNA/URSS

Distinção foi concedida pela primeira vez na URSS em Outubro de 1944, com o objectivo de estimular as taxas de natalidade.

“Mãe heroína”: Putin recupera tradição soviética © SERGEY GUNEEV / KREMLIN POOL / SPUTNIK / POOL

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, concedeu os primeiros títulos de “mãe heroína”, retomando uma tradição soviética que homenageia mulheres com dez ou mais filhos, de acordo com um decreto presidencial hoje divulgado.

Medni Kadyrova, mulher do líder tchetcheno Ramzan Kadyrov, que tem 14 filhos segundo o ‘site’ oficial da presidência tchetchena, tornou-se uma das duas primeiras mulheres russas a receber este título.

A segunda mulher distinguida é Olga Dekhtiarenko, da península de Yamal, localizada ao norte do Círculo Polar Árctico.

A sua família, com dez filhos, venceu a competição nacional “Família do Ano” em 2020, segundo os órgãos de comunicação social locais.

O título “mãe heroína”, por vezes traduzido como “mãe heróica”, foi implementando na era soviética e Putin decidiu restaura-lo em Agosto.

A distinção foi concedida pela primeira vez na URSS em Outubro de 1944, com o objectivo de estimular as taxas de natalidade depois da Segunda Guerra Mundial, onde morreram milhões de soviéticos.

Depois, deixou de existir após a queda da União Soviética em 1991.

A Rússia enfrenta há anos uma nova crise demográfica, que se agravou com a pandemia de covid-19 e o início da ofensiva russa na Ucrânia.

Vladimir Putin decidiu restaurar este título, determinando também o pagamento de um milhão de rublos [cerca de 16.200 euros] às mulheres homenageadas.

De acordo com os resultados preliminares dos últimos censos, publicados pela agência russa de estatística (Rosstat), cerca de 147 milhões de pessoas viviam na Rússia em Outubro/Novembro de 2021, um milhão a menos do que em 1992, após a queda da URSS.

MSN Notícias
SIC Notícias SIC Notícias
Lusa
14.11.2022 às 23:30