883: Ucrânia: Eurodeputados portugueses divididos no reconhecimento da Rússia como Estado terrorista

– A cartilha do PZP é igual à cartilha soviética russonazi ☠️卐☠️. EUA, NATO e UE são entidades satânicas do Ocidente! Uma VERGONHA!

Os eurodeputados do PCP, que votaram contra a resolução, reafirmaram, segundo uma nota informativa enviada à Lusa, que é urgente que os Estados Unidos, a NATO e a União Europeia (UE) “cessem de instigar e alimentar a guerra na Ucrânia e que se abram vias de negociação com os demais intervenientes, nomeadamente a Federação Russa, visando alcançar uma solução política (…), sendo necessário defender o diálogo com vista à paz”.

UCRÂNIA/EURODEPUTADOS/RÚSSIA/ESTADO TERRORISTA

Alguns socialistas e bloquistas a abstiveram-se, por considerar contraproducente reconhecimento da Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo.

A resolução esta quarta-feira aprovada no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, dividiu os eurodeputados portugueses, com alguns socialistas e bloquistas a absterem-se por a considerarem contraproducente.

Com 494 votos a favor, 58 contra e 44 abstenções, os eurodeputados aprovaram esta quarta-feira, na sessão plenária em Estrasburgo (França), uma resolução que denuncia os ataques russos à Ucrânia como “actos de terror e crimes de guerra”.

No Partido Socialista, as opiniões estiveram divididas, com cinco deputados a favor e quatro abstenções.

Para a eurodeputada socialista Isabel Santos, segundo uma nota informativa enviada à Lusa, “a adopção desta classificação arrisca condicionar negativamente o futuro”, e é “um caminho perigoso que pode colocar em causa o devido julgamento dos crimes de guerra cometidos no território e contra a população da Ucrânia”.

Maria Manuel Leitão Marques, igualmente do PS, defendeu, por sua vez, que “seria preferível continuar a condenar a Rússia no quadro do Direito Internacional, para que, no futuro, se possa julgar pelos crimes de guerra que tenha cometido contra a população da Ucrânia”.

Os eurodeputados do Bloco de Esquerda abstiveram-se, considerando a resolução inútil do ponto de vista do apoio à Ucrânia e contraproducente do ponto de vista da luta por uma paz justa.

O partido considerou, também numa nota enviada à Lusa, que a resolução “visa inviabilizar quaisquer caminhos para a paz, bem como quaisquer diálogos com quem na Rússia se opõe [ao Presidente russo, Vladimir] Putin, transformando a caracterização do regime de Putin numa caracterização de toda a Rússia e do seu povo, incluindo daqueles que, na Rússia, se têm oposto a esta invasão”.

Já o chefe da delegação do PSD, José Manuel Fernandes, cujo partido votou favoravelmente a resolução, disse à Lusa que “o primeiro-ministro e secretário-geral do Partido Socialista, António Costa, tem de explicar porque é que metade dos deputados socialistas no Parlamento Europeu se abstiveram numa resolução onde se apoia a Ucrânia e se condena o patrocínio do regime russo a grupos terroristas”.

“O PS e o seu secretário-geral têm de garantir que não subsistem quaisquer dúvidas no apoio à Ucrânia e na condenação do regime russo de Vladimir Putin”, afirmou.

O CDS-PP referiu, por seu lado, que esteve em concordância ao votar a favor na resolução do Parlamento Europeu por considerar que “os ataques deliberados e as atrocidades cometidas pelas forças russas na Ucrânia e a destruição de infra-estruturas civis e outras violações graves do Direito Internacional e humanitário equivalem a actos de terror e constituem crimes de guerra”.

Os eurodeputados do PCP, que votaram contra a resolução, reafirmaram, segundo uma nota informativa enviada à Lusa, que é urgente que os Estados Unidos, a NATO e a União Europeia (UE) “cessem de instigar e alimentar a guerra na Ucrânia e que se abram vias de negociação com os demais intervenientes, nomeadamente a Federação Russa, visando alcançar uma solução política (…), sendo necessário defender o diálogo com vista à paz”.

O texto da resolução defende ainda um maior isolamento da Rússia e o fecho e proibição de instituições com ligações ao Estado russo que funcionam como promotoras de propaganda.

A resolução pede também ao Conselho da UE que inclua na lista de organizações terroristas a organização paramilitar russa “Grupo Wagner”, o 141.º Regimento Especial Motorizado, também conhecido como ‘Kadyrovites’ e outros grupos armados, milícias e forças financiadas pelo Kremlin (Presidência russa).

A resolução, votada no dia em que se completam nove meses da invasão russa na Ucrânia, não tem carácter vinculativo.

Os eurodeputados têm oito dias para apresentarem as declarações de voto para justificar a sua posição.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 21:14



 

874: Site do Parlamento Europeu alvo de ciber-ataque

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

🇷🇺SMERTʹ RUSONAZAM🇷🇺

 

TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /CIBER-ATAQUE/PARLAMENTO EUROPEU

Ciber-ataque acontece no dia em que a instituição aprovou uma resolução em que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo.

A página de Internet do Parlamento Europeu foi esta quarta-feira alvo de um ciber-ataque, no dia em que a instituição aprovou uma resolução em que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, confirmou fonte oficial.

Fonte da assembleia europeia disse à agência Lusa que “o site do Parlamento Europeu foi alvo de um ciber-ataque”, levando a que a página da Internet da instituição esteja inacessível.

O porta-voz do Parlamento Europeu, Jaume Duch, escreveu na rede social Twitter que “a disponibilidade do site do Parlamento Europeu está actualmente afectada por elevados níveis de tráfego de rede externa”, garantindo tratar-se de um “ataque” cibernético.

A presidente da instituição, Roberta Metsola, acusou através do Twitter um grupo ligado à Presidência russa (Kremlin), de ter cometido “um ciber-ataque sofisticado” e respondeu escrevendo “Glória à Ucrânia”.

“O Parlamento está a ser alvo de um ciber-ataque sofisticado. Um grupo pró-Kremlin reivindicou a responsabilidade, [mas] os nossos peritos em tecnologias de informação estão a combatê-lo e a proteger os nossos sistemas”, referiu Roberta Metsola.

“Isto, depois de termos proclamado a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo”, lembrou a responsável.

E adiantou: “A minha resposta é ‘Slava Ukraini [Glória à Ucrânia]'”.

Outra fonte do Parlamento Europeu, sob a condição de anonimato, disse que o ataque informático foi o “mais sofisticado da história recente” contra a instituição.

O eurodeputado do Partido Pirata Europeu, Mikulas Peksa, disse que “há relatos de que o grupo de hackers pró-Rússia Killnet reivindicou a responsabilidade pelo ataque”. “Se isso for verdade, este é um ataque maciço à democracia europeia e que exigirá mais acções”, afirmou.

Nos últimos meses, a Killnet reivindicou ataques a sites do governo dos EUA e disse que tomou medidas contra outros países que se opõem à invasão da Ucrânia pela Rússia.

O eurodeputado alemão Rasmus Andresen disse ainda não saber se o ataque está relacionado com a resolução sobre a Rússia, mas insistiu que os sistemas do parlamento “não estão suficientemente preparados”.

“Espero que os acontecimentos de hoje nos levem a proteger melhor nossos dados e as nossas democracias, porque certamente não será a última vez que seremos vítimas de tais ataques”, afirmou.

O anúncio surge no dia em que o Parlamento Europeu aprovou uma resolução em que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, apresentada pelo grupo político dos Conservadores e Reformistas Europeus (centro-direita).

Os eurodeputados aprovaram, na sessão plenária em Estrasburgo (França), uma resolução que denuncia como “actos de terror e crimes de guerra” os ataques de Moscovo à Ucrânia, nomeadamente a alvos e infra-estruturas civis, informou a instituição em comunicado.

Assim, o Parlamento Europeu classifica a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo que “utiliza métodos de terrorismo”, apelando ainda à adopção de um nono pacote de sanções a Moscovo.

A resolução foi aprovada por 494 votos a favor, 58 contra e 44 abstenções.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 17:11



 

Parlamento Europeu reconhece Rússia como “estado patrocinador do terrorismo”

– A rússia não é um estado patrocinador de terrorismo! A rússia é um estado terrorista porque é de lá que avançam todos os ataques, bombardeamentos e assassínios sobre a Ucrânia e o Povo ucraniano!

PARLAMENTO EUROPEU/TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /RECONHECIMENTO

Parlamento Europeu pede agora aos 27 Estados-membros da UE para também reconhecerem a Rússia como um “estado patrocinador do terrorismo” devido à guerra contra a Ucrânia.

© EPA/JULIEN WARNAND

O Parlamento Europeu reconheceu, esta quarta-feira, a Rússia como um “estado patrocinador do terrorismo” devido à guerra contra a Ucrânia, em curso desde 24 de Fevereiro, e instou os 27 países da União Europeia a declararem o mesmo.

“Os ataques deliberados e as atrocidades perpetradas pela Federação Russa contra a população civil da Ucrânia, a destruição de infra-estrutura civil e outras graves violações dos direitos humanos e do direito humanitário internacional constituem actos de terror”, refere a resolução aprovada esta quarta-feira.

O presidente da Ucrânia aproveitou as redes sociais para reagir à decisão do Parlamento Europeu em reconhecer a Rússia como um “estado patrocinador do terrorismo e como Estado que utiliza meios de terrorismo”.

Para Volodymyr Zelensky, “a Rússia deve ser isolada a todos os níveis e responsabilizada”, de modo a “acabar com sua política de terrorismo de longa data na Ucrânia e em todo o mundo”.

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 12:05



 

827: Parlamento Europeu declara Rússia um Estado patrocinador do terrorismo

ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ESTADO TERRORISTA/PUTINOCRATAS/PE

O Parlamento Europeu (PE) vai aprovar na quarta-feira, em Estrasburgo (França), uma resolução que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo para que Moscovo venha a responder por crimes alegadamente cometidos na Ucrânia.

A resolução, que foi debatida na sessão plenária de Outubro, tem aprovação garantida pelos dois maiores grupos do PE, o Partido Popular Europeu (PPE) e a Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas (S&D).

Parlamento Europeu declara Rússia um Estado patrocinador do terrorismo

O Parlamento Europeu (PE) vai aprovar na quarta-feira, em Estrasburgo (França), uma resolução que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo para que Moscovo venha a responder por crimes alegadamente cometidos na Ucrânia.

Notícias ao Minuto
Lusa | 18:16 – 20/11/2022