862: Ucrânia inicia investigação a vídeo de alegadas execuções de presos russos

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PROPAGANDA NAZI ZOVIÉTICA

Investigação surge após uma denúncia de Moscovo do surgimento nas redes sociais de vídeos que parecem indicá-lo.

A Procuradoria-Geral ucraniana iniciou uma investigação sobre a alegada execução de prisioneiros russos por soldados ucranianos, após uma denúncia de Moscovo do surgimento nas redes sociais de vídeos que parecem indicá-lo.

Anteriormente, o comissário para os Direitos Humanos da Ucrânia, Dimitro Lubinets, indicou que os soldados russos primeiro declararam a sua rendição e depois abriram fogo sobre as tropas ucranianas, que responderam aos disparos.

“Responder a fogo com fogo não é crime de guerra”, comentou.

A Procuradoria-Geral manifestou-se então sobre esse ponto, afirmando que investigará se efectivamente os soldados russos se renderam como parte de uma estratégia para atacar a parte ucraniana e obter vantagem – algo que é proibido pelo direito internacional humanitário.

A alegada execução de pelo menos dez soldados russos desencadeou os protestos de Moscovo, que logo exigiu às organizações internacionais que investiguem o que aconteceu, indicando que as próprias autoridades russas analisarão o caso em busca de responsáveis.

Já na semana passada, o Ministério da Justiça russo advertiu de que tanto o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, como “os seus sequazes” deveriam prestar contas e responder em tribunal por este episódio de “tortura e assassínio”.

Nota do webmaster: aos russonazis ☠️卐☠️ que invadiram um país soberano, bombardeiam e destroem diariamente desde há nove meses estruturas essenciais ao povo ucraniano, assassinam e torturam milhares de civis indefesos, desde crianças a idosos, não têm de prestar contas a ninguém? São alguns deuses? Pena a Ucrânia não poder também bombardear as vossas cidades a começar por Moscovo!

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que esta terça-feira entrou no seu 272.º dia, 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
22 Novembro 2022 — 20:57



 

783: Opositor de Putin garante que invasão não tem apoios de todos os russos

– O regime putinocrata russonazi ☠️卐☠️ segue as mesmas linhas de orientação de todos os regimes de ditadura fascista/nazi ☠️卐☠️. E este ayatollah putineiro russonazi ☠️卐☠️ não foge à regra. Ele e todos os putinocratas russonazis ☠️卐☠️ que andam à volta dele que são da mesma laia ou ainda piores. Não me esqueço do tempo do fascismo salazarista e da tenebrosa PIDE/DGS que utilizava os mesmos métodos e meios de repressão, tortura e assassínio. Pena que muita gente desse tempo já se tenha esquecido disso.

OPOSIÇÃO/RUSSOS/ACTIVISTAS

Vladimir Kara-Murzá pediu que seja rejeitada “a fachada de falsa unanimidade” anunciada pelo Kremlin.

© NATALIA KOLESNIKOVA / AFP

O opositor do regime russo, Vladimir Kara-Murzá, preso desde Abril, garantiu esta sexta-feira que a invasão da Ucrânia não tem apoio de todos os russos e pediu que seja rejeitada “a fachada de falsa unanimidade” anunciada pelo Kremlin.

Em discurso lido em Genebra pela sua mulher, que recebeu em seu nome o prémio de direitos humanos da organização não-governamental UN Watch, Kara-Murzá lembrou ainda que, antes da invasão à Ucrânia, já tinha chamado a atenção para a situação dos presos políticos na Rússia, num discurso que fez no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

“Esse problema atingiu proporções de crise. A Rússia de Vladimir Putin acaba de superar a União Soviética em número de presos políticos e o segmento que mais cresce é o dos opositores à guerra de Putin contra a Ucrânia”, acusou o activista.

Segundo o opositor de Putin, mais de 19 mil pessoas foram detidas pela polícia russa desde Fevereiro, em diferentes protestos contra a guerra, das quais 5.000 enfrentam, como ele, processos administrativos ou criminais.

“Dezenas de pessoas continuam presas: jornalistas, advogados, artistas, sacerdotes, políticos, militares”, enumerou o opositor do regime de Vladimir Putin, destacando que todos permanecem presos por “negarem ficar em silêncio perante a atrocidade”.

Por isso, dedicou-lhes o prémio recebido esta sexta-feira, na Suíça, após descrevê-los como “as vozes de uma Rússia melhor, mais livre e com mais esperança”.

“Espero que quando as pessoas do mundo livre pensarem e falarem do nosso país não se recordem apenas dos cleptocratas, dos abusadores e dos criminosos de guerra do Kremlin, mas também de nós, que os enfrentamos”, insistiu.

Kara-Murzá, que escrevia colunas críticas para com o regime do presidente russo, Vladimir Putin, em meios de comunicação norte-americanos como o Washington Post, decidiu voltar à Rússia em Abril, após o início da guerra na Ucrânia.

Em 11 de Abril foi preso por, alegadamente, difundir informações falsas sobre o exército russo durante um discurso que fez na Câmara dos Representados do Arizona, no mês anterior.

Em Outubro, segundo um dos seus advogados, foi acusado de alta traição por criticar publicamente as autoridades russas no estrangeiro, um crime punível na Rússia com penas de 12 a 20 anos de prisão.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2022 — 07:30



 

752: Entre espancamentos e electrocussões, o cativeiro de um ucraniano na ocupação russa de Kherson

– Dirão os russonazis ☠️卐☠️ Lavrov, Peskov, Medvedev, Prighozin & companhia, que tudo isto é mentira, culpando o ocidente satânico de falsas informações. Os presos dos russonazis ☠️卐☠️ até são tratados com carinho, humanismo, blá, blá, blá…

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TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSINOS

Anatoli Stozki foi preso duas vezes pelas forças russas e na segunda foi espancado de tal forma que chegou a urinar sangue.

Foto International Observers Ukraine

Foto International Observers Ukraine

Detido duas vezes em Kherson, cidade no sul da Ucrânia que esteve sob ocupação russa durante oito meses, Anatoli Stozki relatou à AFP os interrogatórios a que foi submetido pelos serviços russos e pró-russos, pontuados por espancamentos e choques eléctricos.

Anatoli que, armado com uma metralhadora, entrou numa unidade da força de defesa territorial ucraniana a 24 de Fevereiro, no início da invasão russa, estava em Kherson a 2 de Março quando as forças de Moscovo entraram na cidade. Ele foi ordenado a ficar em casa com a sua arma e aguardar instruções.

“Depois de duas ou três semanas, os russos encontraram a lista daqueles que havíamos recrutados para a defesa territorial e começaram a prender-nos”, contou a repórteres da AFP na sua casa no centro da cidade, alguns dias depois da libertação de Kherson, a 11 de Novembro.

A 25 de Abril, “eles chegaram”. “Eu estava com a minha esposa e a minha filha de 3 anos. Dei-lhes a minha arma porque ameaçaram matar a minha família”, explicou.

Anatoli Stozki foi então levado, encapuçado, para o que acredita ser uma esquadra de polícia próxima. Foi colocado numa cela e “amarrado a uma cadeira”.

“Três ou quatro pessoas interrogaram-me. Bateram-me com um bastão e colocaram uma pistola, ou uma espingarda na minha cabeça. Bateram dos dois lados da cabeça, em cima e nas orelhas, mas não deixaram marcas”, disse.

Segundo ele, homens encapuçados – dos serviços de segurança russos – questionaram-no sobre a sua arma. “Eles perguntaram-me onde é que eu a consegui, quem me a deu e por que não a entreguei” depois de os russos terem entrado na cidade.

Ficaram com o seu passaporte, tiraram as suas impressões digitais e amostras de ADN e disseram que agora estava numa base de dados, que deveria ficar na cidade e colaborar com os russos.

Foi libertado a 4 de Maio, na rua, com a cabeça tapada.

Coberto de hematomas

“Quando cheguei a casa, estava coberto de hematomas”, contou Anatoli. “Pensei em sair da cidade, mas tive medo”, acrescentou.

Em vez disso, enviou a sua esposa e filha para um posto de controlo em Zaporizhzhia, 300 quilómetros a nordeste de Kherson.

Foi então preso pela segunda vez a 6 de Julho. Desta vez, por homens do Ministério da Segurança do Estado da República Popular de Donetsk, região anexada por Moscovo no final de Setembro.

“Vieram à minha casa e disseram-me: ‘sabemos que já foi preso, mas o interrogatório foi incompleto. Agora vai dizer-nos quem conhece e onde estão os depósitos de armas'”, relatou.

“Nos primeiros cinco ou seis dias espancaram-me. À noite, não me deixavam dormir. A cada duas horas, entravam na minha cela e obrigavam-me a levantar e a dizer o meu nome.

Ficava algemado a um cano”, afirmou. Cada vez que os seus captores entravam na cela, devia colocar um saco na cabeça para não os ver. Um dia, foi levado para outra cela para interrogatório.

Descargas eléctricas

“Amarraram as minhas mãos e pés, atiraram-me ao chão e electrocutar-me”, relatou Anatoli, acreditando que foi electrocutado com “um dispositivo especial, porque a energia vinha de uma caixa”.

Segundo ele, raramente era permitido ir à casa de banho. Urinava em garrafas vazias entregues na cela.

“Durante as duas primeiras semanas eu urinava sangue. Os meus rins estavam em mau estado. Nas celas havia buracos na parede, e eu conseguia comunicar-me com outros presos. Isso permitiu-me não perder a minha sanidade”, acrescentou, especificando que era alimentado uma vez a cada três dias.

No final, foi libertado a 20 de agosto, após um mês e meio de detenção. Não voltou para casa e escondeu-se com parentes, temendo ser preso novamente. Perdeu 25 quilos durante o cativeiro.

Segundo ele, o segundo local de detenção foi um antigo prédio comercial no centro da cidade. De lá, podia ver as bandeiras do Japão, dos Estados Unidos e da Ucrânia caídas no chão na entrada. O prédio de quatro andares está localizado na rua Pylypa Orlyk.

Os jornalistas da AFP tentaram entrar, sem sucesso, porque “está a decorrer uma investigação”, disseram no acesso ao local.

“Pensei em suicídio”, comentou Anatoli, que completou 50 anos na prisão. “Mas pensar na minha família me deu forças para suportar tudo isso”, desabafou.

Diário de Notícias
DN/AFP
16 Novembro 2022 — 17:33



 

Zelensky celebra após retirada russa: “Kherson é nossa, do nosso povo”

– Uma machadada no orgulho do psicopata demente mental filho da Putina e de toda a sua seita de terroristas assassinos! E uma nota de pesar para todos os ORCS pró-russonazis e indigentes intelectualóides que alimentam essa escumalha nazi, estejam onde estiverem!

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UCRÂNIA/RETIRADA ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /KHERSON/LIBERTAÇÃO

Cidade do sul do país desocupada pelas forças russas, que citaram a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira nas redes sociais que a cidade de Kherson, no sul do país, era novamente do povo ucraniano, depois de a Rússia ter anunciado que havia concluído uma retirada do centro regional.

“Kherson é nossa, do nosso povo”, escreveu no Telegram ao lado de um emoji da bandeira da Ucrânia e imagens de vídeo amador que pareciam mostrar tropas ucranianas a reunir-se com moradores da cidade.

“A população de Kherson nunca desistiu”, acrescentou. “Hoje é um dia histórico!”, proclamou Zelensky.

Mais de 30.000 soldados russos passaram para a margem esquerda do Rio Dniepre, que divide a região de Kherson, no sul da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Defesa em Moscovo.

“No total, mais de 30.000 militares russos e quase 5.000 unidades de armamento e veículos militares foram retirados” da margem ocidental do rio, disse o ministério russo, citado pelas agências francesa AFP e espanhola EFE.

O ministério acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

A operação deveu-se ao avanço das tropas ucranianas, que entraram esta sexta-feira na cidade de Kherson, a capital da região com o mesmo nome.

A Rússia citou a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Disse também que se deveu à necessidade de enviar parte deste contingente para outras zonas da frente, o Donbass (Donetsk e Lugansk, no leste) ou Zaporijia (sudeste).

Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk são as quatro regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 30 de Setembro, numa decisão considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

A cidade de Kherson, onde as tropas russas entraram poucos dias depois da invasão (24 de Fevereiro), era a única capital regional ucraniana conquistada pela Rússia em quase nove meses de guerra.

No início de Setembro, Kiev lançou um ataque-surpresa na região de Kharkiv (nordeste) e reivindicou, desde então, a reconquista de importantes centros logísticos, como Izium, Kupiansk e Lyman (leste).

A retirada foi anunciada pelo comandante russo na Ucrânia, general Serguei Surovikin, na quarta-feira, e foi considerada a maior derrota sofrida desde o início da ofensiva militar no país vizinho.

O revés é ainda mais significativo por ocorrer menos de dois meses depois de o líder russo, Vladimir Putin, ter ordenado a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as tropas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

A retirada de Kherson foi apoiada por figuras altamente críticas da estratégia do exército russo na Ucrânia, como o líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, mas mal recebida por especialistas próximos do Kremlin (Presidência).

“A rendição de Kherson é a maior derrota geopolítica da Rússia desde o desmembramento da União Soviética”, considerou Serguei Markov, antigo conselheiro de Putin, citado pelas agências espanhola EFE e norte-americana AP.

Apesar da retirada, o Kremlin afirmou esta sexta-feira que Kherson continua a ser uma região da Federação Russa.

“É um assunto da Federação Russa. Não pode haver mudança”, disse o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.

Ao anunciar a mobilização dos reservistas, Putin avisou que a Rússia usaria todos os meios para defender a sua integridade territorial, numa referência à possibilidade de utilização de armas nucleares.

Na perspectiva da Moscovo, as quatro regiões agora anexadas e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014, fazem parte do território da Federação Russa.

Diário de Notícias
DN/AFP
11 Novembro 2022 — 18:45



 

664: Kremlin considera Kherson como região russa, apesar da retirada militar

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RETIRADA DOS ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/KHERSON

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov recusou-se a comentar a decisão dos comandantes militares sobre Kherson, depois da sua retirada e acrescentou que a presidência russa “não lamenta” a grande cerimónia organizada para a anexação das quatro cidades.

© EPA/STANISLAV KOZLIUK

A região ucraniana de Kherson, incluindo a capital com o mesmo nome, continua a fazer parte da Rússia, apesar da retirada das tropas russas devido à contra-ofensiva das forças de Kiev, declarou esta sexta-feira o Kremlin (Presidência).

A região de Kherson “é um assunto da Federação Russa”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, citado pela agência francesa AFP.

“Não pode haver mudança”, acrescentou Peskov, no primeiro comentário da Presidência russa sobre a retirada das suas forças de Kherson, que foi concluída hoje.

“Às 5:00, hora de Moscovo [2:00 em Lisboa], foi concluída a redistribuição das tropas russas para a margem esquerda do rio Dniepre”, disse o Ministério da Defesa russo, assegurando que a operação decorreu sem registo de vítimas.

A agência Ukrinform noticiou esta quarta-feira, com a publicação de uma fotografia, que “patriotas ucranianos” içaram a bandeira da Ucrânia na Praça da Liberdade, no centro de Kherson, segundo a agência espanhola EFE.

As autoridades ucranianas têm apelado para a prudência por receio de que o anúncio da retirada possa ser uma estratégia para atrair as suas tropas para uma armadilha.

Sete meses depois de ter invadido a Ucrânia, a Rússia anexou Kherson (sul) em 30 de Setembro, juntamente com as regiões de Zaporijia (sudeste) e as de Donetsk e Lugansk, que constituem o Donbass (leste).

A anexação das quatro regiões, que correspondem a 18 por cento do território da Ucrânia, foi considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

Peskov acrescentou que a presidência russa “não lamenta” a grande cerimónia organizada para a anexação realizada em Setembro.

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia em 2014.

Kherson foi ocupada pelo exército russo pouco depois de ter invadido a Ucrânia, em 24 de Fevereiro.

A cidade de Kherson era mesmo a única capital regional ucraniana conquistada pelas tropas russas em quase nove meses de guerra.

Nos últimos meses, as forças ucranianas lançaram uma contra-ofensiva em várias zonas do país, que forçaram à retirada das tropas russas de Kherson.

A contra-ofensiva foi possível com o fornecimento de armamento a Kiev pelos seus aliados ocidentais, incluindo o sistema de lançamento de foguetes de alta precisão Himars.

Com as novas armas, as forças ucranianas destruíram linhas de abastecimento russas, o que terá forçado o exército de Moscovo a retirar-se de Kherson.

Peskov recusou-se a comentar a decisão dos comandantes militares sobre Kherson, um novo revés na campanha militar ordenada pelo Presidente Vladimir Putin.

O anúncio da retirada de Kherson vem juntar-se à da região de Kharkiv (nordeste), em Setembro, e ao falhanço da conquista de outras regiões mais a norte, incluindo a da capital, Kiev.

A retirada é ainda mais significativa depois de Putin ter ordenado, em 21 de Setembro, a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as linhas russas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

Putin também tinha avisado que Moscovo iria defender o que agora considera o seu território “por todos os meios”, incluindo a possibilidade de utilização de armas nucleares, por estar em causa uma ameaça à integridade territorial da Rússia, do ponto de vista russo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Novembro 2022 — 11:29



 

Cidadania & Civismo

Normalmente, são os animais de quatro patas (no chão), que costumam esgravatar sacos de lixo que encontram pelos passeios.

Neste caso, são animais (também) de quatro patas mas apenas com duas no chão, que andaram a esgravatar o lixo e deixaram este triste cenário de falta de civismo e de espírito de cidadania.

É lógico que logo, aquando da recolha do lixo, os funcionários não vão apanhar este entulho à mão e depositá-lo no camião. E assim deverá ficar a merda que colocaram inapropriadamente no contentor do lixo.