930: Terceira troca de prisioneiros com a Rússia numa semana

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🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

UCRÂNIA/GUERRA/TROCA DE PRISIONEIROS

Esta troca sobe para 98 o número de prisioneiros de guerra ucranianos trocados com a Rússia numa semana.

Andriy Yermak, chefe de gabinete da Presidência ucraniana
© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O Governo ucraniano comunicou este sábado a libertação de nove militares e três civis que se encontravam em cativeiro russo, naquela que é a terceira troca de prisioneiros com Moscovo numa semana.

“Conseguimos libertar doze dos nossos. Entre eles quatro militares da Marinha, dois guardas nacionais, dois guardas de fronteira, um membro das forças de defesa territorial e três civis: marido e mulher e um homem que foi dado como desaparecido”, escreveu o chefe de gabinete da Presidência, Andriy Yermak, na sua conta da rede Telegram.

Segundo Yermak, os militares teriam sido capturados durante o cerco à cidade costeira de Mariupol, no sul da Ucrânia, à central nuclear de Chernobyl, que as forças russas ocuparam durante um mês na última primavera, e à Ilha das Cobras, no mar Negro.

Segundo o chefe do gabinete presidencial, com esta troca, sobe para 98 o número de prisioneiros de guerra ucranianos trocados com a Rússia numa semana.

“Estamos a trabalhar para libertar todo o nosso povo. Não vamos parar”, concluiu Yermak.

Por seu turno, o Ministério da Defesa russo anunciou que nove soldados russos foram devolvidos este sábado “dos territórios controlados pelo regime de Kiev”.

Na última quinta-feira, 50 soldados prisioneiros de guerra da Ucrânia e da Rússia foram trocados, enquanto na véspera tinham sido libertados 35 soldados russos por outros tantos soldados ucranianos e um civil.

Diário de Notícias
DN/Lusa
26 Novembro 2022 — 19:16



 

862: Ucrânia inicia investigação a vídeo de alegadas execuções de presos russos

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PROPAGANDA NAZI ZOVIÉTICA

Investigação surge após uma denúncia de Moscovo do surgimento nas redes sociais de vídeos que parecem indicá-lo.

A Procuradoria-Geral ucraniana iniciou uma investigação sobre a alegada execução de prisioneiros russos por soldados ucranianos, após uma denúncia de Moscovo do surgimento nas redes sociais de vídeos que parecem indicá-lo.

Anteriormente, o comissário para os Direitos Humanos da Ucrânia, Dimitro Lubinets, indicou que os soldados russos primeiro declararam a sua rendição e depois abriram fogo sobre as tropas ucranianas, que responderam aos disparos.

“Responder a fogo com fogo não é crime de guerra”, comentou.

A Procuradoria-Geral manifestou-se então sobre esse ponto, afirmando que investigará se efectivamente os soldados russos se renderam como parte de uma estratégia para atacar a parte ucraniana e obter vantagem – algo que é proibido pelo direito internacional humanitário.

A alegada execução de pelo menos dez soldados russos desencadeou os protestos de Moscovo, que logo exigiu às organizações internacionais que investiguem o que aconteceu, indicando que as próprias autoridades russas analisarão o caso em busca de responsáveis.

Já na semana passada, o Ministério da Justiça russo advertiu de que tanto o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, como “os seus sequazes” deveriam prestar contas e responder em tribunal por este episódio de “tortura e assassínio”.

Nota do webmaster: aos russonazis ☠️卐☠️ que invadiram um país soberano, bombardeiam e destroem diariamente desde há nove meses estruturas essenciais ao povo ucraniano, assassinam e torturam milhares de civis indefesos, desde crianças a idosos, não têm de prestar contas a ninguém? São alguns deuses? Pena a Ucrânia não poder também bombardear as vossas cidades a começar por Moscovo!

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que esta terça-feira entrou no seu 272.º dia, 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
22 Novembro 2022 — 20:57



 

Ucrânia detém ‘traidor’ que libertou prisioneiros de Kherson

UCRÂNIA/KHERSON/PRISIONEIROS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O guarda prisional terá deixado os presos russos fugir antes da retirada do exército russo e fingido que não sabia o que se estava a passar. O homem enfrenta agora uma pena de prisão perpétua.

Os vestígios de um míssil russo numa vila na região de Kherson.
© EPA/OLEG PETRASYUK

Investigadores ucranianos disseram esta terça-feira que um guarda da prisão na cidade recentemente libertada de Kherson é suspeito de cometer traição por libertar prisioneiros antes da retirada do exército russo.

No dia 11 de Novembro, o exército russo retirou as suas forças da cidade de Kherson, no sul, num grande revés numa das regiões que o presidente Vladimir Putin afirmou ter anexado.

Na terça-feira, o State Bureau of Investigation (SBI) da Ucrânia disse que um oficial encarregado da segurança numa prisão local colaborou com as forças russas e permitiu que os presos fugissem antes da retirada da Rússia.

“O SBI deteve um traidor da prisão de Kherson, que libertou prisioneiros antes da libertação da cidade”, afirmou em comunicado. “No dia em que Kherson foi libertada dos ocupantes, o funcionário da prisão fingiu não perceber a fuga dos presos e não tomou nenhuma providência para impedi-la.” Ele próprio não teve tempo de escapar e foi detido, acrescentou o SBI.

O ex-funcionário é suspeito de cometer o crime de traição ao Estado e pode receber uma pena de prisão perpétua.

Na semana passada, a Ucrânia disse ter detido um militar russo a vestir roupas civis na cidade de Kherson recapturada, que fingia ser um local, mas depois admitiu ser um soldado profissional.

Autoridades ucranianas e testemunhas dizem que as tropas russas deixaram um rasto de miséria e destruição após a retirada de Kherson.

Na segunda-feira, as autoridades de Kiev disseram que quatro locais de tortura russos foram descobertos na cidade.

Diário de Notícias
DN/AFP
22 Novembro 2022 — 13:17