783: Opositor de Putin garante que invasão não tem apoios de todos os russos

– O regime putinocrata russonazi ☠️卐☠️ segue as mesmas linhas de orientação de todos os regimes de ditadura fascista/nazi ☠️卐☠️. E este ayatollah putineiro russonazi ☠️卐☠️ não foge à regra. Ele e todos os putinocratas russonazis ☠️卐☠️ que andam à volta dele que são da mesma laia ou ainda piores. Não me esqueço do tempo do fascismo salazarista e da tenebrosa PIDE/DGS que utilizava os mesmos métodos e meios de repressão, tortura e assassínio. Pena que muita gente desse tempo já se tenha esquecido disso.

OPOSIÇÃO/RUSSOS/ACTIVISTAS

Vladimir Kara-Murzá pediu que seja rejeitada “a fachada de falsa unanimidade” anunciada pelo Kremlin.

© NATALIA KOLESNIKOVA / AFP

O opositor do regime russo, Vladimir Kara-Murzá, preso desde Abril, garantiu esta sexta-feira que a invasão da Ucrânia não tem apoio de todos os russos e pediu que seja rejeitada “a fachada de falsa unanimidade” anunciada pelo Kremlin.

Em discurso lido em Genebra pela sua mulher, que recebeu em seu nome o prémio de direitos humanos da organização não-governamental UN Watch, Kara-Murzá lembrou ainda que, antes da invasão à Ucrânia, já tinha chamado a atenção para a situação dos presos políticos na Rússia, num discurso que fez no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

“Esse problema atingiu proporções de crise. A Rússia de Vladimir Putin acaba de superar a União Soviética em número de presos políticos e o segmento que mais cresce é o dos opositores à guerra de Putin contra a Ucrânia”, acusou o activista.

Segundo o opositor de Putin, mais de 19 mil pessoas foram detidas pela polícia russa desde Fevereiro, em diferentes protestos contra a guerra, das quais 5.000 enfrentam, como ele, processos administrativos ou criminais.

“Dezenas de pessoas continuam presas: jornalistas, advogados, artistas, sacerdotes, políticos, militares”, enumerou o opositor do regime de Vladimir Putin, destacando que todos permanecem presos por “negarem ficar em silêncio perante a atrocidade”.

Por isso, dedicou-lhes o prémio recebido esta sexta-feira, na Suíça, após descrevê-los como “as vozes de uma Rússia melhor, mais livre e com mais esperança”.

“Espero que quando as pessoas do mundo livre pensarem e falarem do nosso país não se recordem apenas dos cleptocratas, dos abusadores e dos criminosos de guerra do Kremlin, mas também de nós, que os enfrentamos”, insistiu.

Kara-Murzá, que escrevia colunas críticas para com o regime do presidente russo, Vladimir Putin, em meios de comunicação norte-americanos como o Washington Post, decidiu voltar à Rússia em Abril, após o início da guerra na Ucrânia.

Em 11 de Abril foi preso por, alegadamente, difundir informações falsas sobre o exército russo durante um discurso que fez na Câmara dos Representados do Arizona, no mês anterior.

Em Outubro, segundo um dos seus advogados, foi acusado de alta traição por criticar publicamente as autoridades russas no estrangeiro, um crime punível na Rússia com penas de 12 a 20 anos de prisão.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2022 — 07:30



 

752: Entre espancamentos e electrocussões, o cativeiro de um ucraniano na ocupação russa de Kherson

– Dirão os russonazis ☠️卐☠️ Lavrov, Peskov, Medvedev, Prighozin & companhia, que tudo isto é mentira, culpando o ocidente satânico de falsas informações. Os presos dos russonazis ☠️卐☠️ até são tratados com carinho, humanismo, blá, blá, blá…

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSINOS

Anatoli Stozki foi preso duas vezes pelas forças russas e na segunda foi espancado de tal forma que chegou a urinar sangue.

Foto International Observers Ukraine

Foto International Observers Ukraine

Detido duas vezes em Kherson, cidade no sul da Ucrânia que esteve sob ocupação russa durante oito meses, Anatoli Stozki relatou à AFP os interrogatórios a que foi submetido pelos serviços russos e pró-russos, pontuados por espancamentos e choques eléctricos.

Anatoli que, armado com uma metralhadora, entrou numa unidade da força de defesa territorial ucraniana a 24 de Fevereiro, no início da invasão russa, estava em Kherson a 2 de Março quando as forças de Moscovo entraram na cidade. Ele foi ordenado a ficar em casa com a sua arma e aguardar instruções.

“Depois de duas ou três semanas, os russos encontraram a lista daqueles que havíamos recrutados para a defesa territorial e começaram a prender-nos”, contou a repórteres da AFP na sua casa no centro da cidade, alguns dias depois da libertação de Kherson, a 11 de Novembro.

A 25 de Abril, “eles chegaram”. “Eu estava com a minha esposa e a minha filha de 3 anos. Dei-lhes a minha arma porque ameaçaram matar a minha família”, explicou.

Anatoli Stozki foi então levado, encapuçado, para o que acredita ser uma esquadra de polícia próxima. Foi colocado numa cela e “amarrado a uma cadeira”.

“Três ou quatro pessoas interrogaram-me. Bateram-me com um bastão e colocaram uma pistola, ou uma espingarda na minha cabeça. Bateram dos dois lados da cabeça, em cima e nas orelhas, mas não deixaram marcas”, disse.

Segundo ele, homens encapuçados – dos serviços de segurança russos – questionaram-no sobre a sua arma. “Eles perguntaram-me onde é que eu a consegui, quem me a deu e por que não a entreguei” depois de os russos terem entrado na cidade.

Ficaram com o seu passaporte, tiraram as suas impressões digitais e amostras de ADN e disseram que agora estava numa base de dados, que deveria ficar na cidade e colaborar com os russos.

Foi libertado a 4 de Maio, na rua, com a cabeça tapada.

Coberto de hematomas

“Quando cheguei a casa, estava coberto de hematomas”, contou Anatoli. “Pensei em sair da cidade, mas tive medo”, acrescentou.

Em vez disso, enviou a sua esposa e filha para um posto de controlo em Zaporizhzhia, 300 quilómetros a nordeste de Kherson.

Foi então preso pela segunda vez a 6 de Julho. Desta vez, por homens do Ministério da Segurança do Estado da República Popular de Donetsk, região anexada por Moscovo no final de Setembro.

“Vieram à minha casa e disseram-me: ‘sabemos que já foi preso, mas o interrogatório foi incompleto. Agora vai dizer-nos quem conhece e onde estão os depósitos de armas'”, relatou.

“Nos primeiros cinco ou seis dias espancaram-me. À noite, não me deixavam dormir. A cada duas horas, entravam na minha cela e obrigavam-me a levantar e a dizer o meu nome.

Ficava algemado a um cano”, afirmou. Cada vez que os seus captores entravam na cela, devia colocar um saco na cabeça para não os ver. Um dia, foi levado para outra cela para interrogatório.

Descargas eléctricas

“Amarraram as minhas mãos e pés, atiraram-me ao chão e electrocutar-me”, relatou Anatoli, acreditando que foi electrocutado com “um dispositivo especial, porque a energia vinha de uma caixa”.

Segundo ele, raramente era permitido ir à casa de banho. Urinava em garrafas vazias entregues na cela.

“Durante as duas primeiras semanas eu urinava sangue. Os meus rins estavam em mau estado. Nas celas havia buracos na parede, e eu conseguia comunicar-me com outros presos. Isso permitiu-me não perder a minha sanidade”, acrescentou, especificando que era alimentado uma vez a cada três dias.

No final, foi libertado a 20 de agosto, após um mês e meio de detenção. Não voltou para casa e escondeu-se com parentes, temendo ser preso novamente. Perdeu 25 quilos durante o cativeiro.

Segundo ele, o segundo local de detenção foi um antigo prédio comercial no centro da cidade. De lá, podia ver as bandeiras do Japão, dos Estados Unidos e da Ucrânia caídas no chão na entrada. O prédio de quatro andares está localizado na rua Pylypa Orlyk.

Os jornalistas da AFP tentaram entrar, sem sucesso, porque “está a decorrer uma investigação”, disseram no acesso ao local.

“Pensei em suicídio”, comentou Anatoli, que completou 50 anos na prisão. “Mas pensar na minha família me deu forças para suportar tudo isso”, desabafou.

Diário de Notícias
DN/AFP
16 Novembro 2022 — 17:33



 

125: Governo aprova decreto sobre instalação de telefones fixos em celas prisionais

… “Este decreto-lei, que altera o Regulamento Geral dos Estabelecimentos Prisionais, visa reforçar os contactos dos reclusos “com a família e com pessoas com quem mantenham relação pessoal significativa, em condições mais dignas, com mais privacidade e nos horários após o trabalho e a escola dos filhos”. Esqueceram-se foi de mencionar que também vai permitir aos criminosos, a continuação dos contactos com os seus gangues e organizar melhor os seus crimes…

PRISÕES/BENEFÍCIOS/COMUNICAÇÕES

Trata-se de um sistema já experimentado em Portugal, no âmbito dos projectos-piloto implementados em 2020 e 2021 nos Estabelecimentos Prisionais do Linhó, Odemira, Leiria, Santa Cruz do Bispo/Feminino e Caldas da Rainha.

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira o decreto-lei que vai permitir a instalação de telefones fixos nos espaços de alojamento das prisões e estabelecer o respectivo regime de utilização.

Este decreto-lei, que altera o Regulamento Geral dos Estabelecimentos Prisionais, visa reforçar os contactos dos reclusos “com a família e com pessoas com quem mantenham relação pessoal significativa, em condições mais dignas, com mais privacidade e nos horários após o trabalho e a escola dos filhos”.

Conforme refere o comunicado do Conselho de Ministros, trata-se de um sistema já experimentado em Portugal, no âmbito dos projectos-piloto implementados em 2020 e 2021 nos Estabelecimentos Prisionais do Linhó, de Odemira, de Leiria, de Santa Cruz do Bispo/Feminino e de Caldas da Rainha, que abrangeram a instalação de 846 telefones fixos.

“A avaliação muito positiva destes projectos-piloto aponta para o seu alargamento a todos os estabelecimentos prisionais”, conclui a nota da reunião do Governo.

Na mesma reunião, foi aprovada a resolução que nomeia o jurista e mestre em Direito Olívio Mota Amador para o cargo de vice-Presidente do Mecanismo Nacional Anti-corrupção (MENAC), entidade dedicada à prevenção da corrupção na administração pública e que é presidido pelo magistrado jubilado António Pires Henriques da Graça.

O MENAC tem por missão a promoção da transparência e da integridade na acção pública e a garantia da efectividade de políticas de prevenção da corrupção e tem poderes sancionatórios (multas) em relação a entidades, públicas e privadas, que não cumpram o que está previsto na lei para prevenir este crime.

A organização da informação relacionada com a criminalidade económico-financeira é também uma missão desta agência, incluindo “criar bancos de informação e operar uma plataforma comunicacional que facilite a troca de informações sobre estratégias e boas práticas de prevenção, detecção e repressão da corrupção”.

Destina-se ainda a “instituir, em articulação com a Procuradoria-Geral da República, um procedimento de análise retrospectiva de processos penais findos referentes a corrupção e infracções conexas, com o objectivo de reforçar o conhecimento sobre estas infracções e de melhorar práticas de prevenção, detecção e repressão”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Agosto 2022 — 16:32