1046: Kremlin rejeita termos de Biden para negociações na Ucrânia

– Este putinofantoche russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 está incluído na lista de terroristas criminosos de guerra. Mais tarde ou mais cedo, vais deixar de cantar de galo!

🇷🇺 RUSONAZSʹKI VBYVTSI 🇷🇺

🇷🇺 RÚSSIA – ESTADO TERRORISTA 🇷🇺

ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / UCRÂNIA / INVASÃO/ TERRORISTAS

Porta-voz do governo russo disse que “a operação militar especial vai continuar” e que Kremlin não aceita deixar a Ucrânia para possibilitar negociações.

© EPA/MAXIM SHIPENKOV

O Kremlin rejeitou esta sexta-feira os termos do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para negociações na Ucrânia com o líder russo, Vladimir Putin, dizendo que a ofensiva de Moscovo vai continuar.

“O que o presidente Biden disse realmente? Ele disse que as negociações só são possíveis depois de Putin deixar a Ucrânia”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos jornalistas, acrescentando que a Rússia “certamente” não está pronta para aceitar essas condições.

“A operação militar especial vai continuar”, disse Peskov, usando o termo utilizado pelo Kremlin para descrever o invasão russa da Ucrânia.

Durante uma visita de estado do presidente francês, Emmanuel Macron, Biden referiu esta quinta-feira que estaria disposto a falar com Putin se o líder russo realmente quiser encerrar os combates.

“Estou preparado para falar com o senhor Putin se de facto houver interesse em que ele decida que quer encontrar uma forma de acabar com a guerra”, revelou o presidente dos Estados Unidos.

Peskov disse esta sexta-feira que Putin está pronto para negociações de forma que os interesses da Rússia sejam respeitados, mas acrescentou que a posição de Washington “complica” qualquer conversa possível.

“Os Estados Unidos não reconhecem os novos territórios como parte da Federação Russa”, disse o porta-voz do governo russo, referindo-se às regiões ucranianas que o Kremlin afirma ter anexado.

Em Setembro, Moscovo realizou supostos referendos em quatro regiões da Ucrânia – Donetsk, Kherson, Lugansk e Zaporizhzhia – e disse que os moradores votaram a favor de se tornarem parte da Rússia.

As Nações Unidas condenaram a “tentativa de anexação ilegal” de territórios ucranianas.

Peskov disse que antes de enviar tropas para a Ucrânia a 24 de Fevereiro, Putin propôs repetidamente manter conversações com a NATO, a OSCE e os Estados Unidos, mas essas tentativas mostraram-se “infrutíferas”.

Diário de Notícias
DN/AFP
02 Dezembro 2022 — 10:30



 

1025: População de Bakhmut prepara lenha para inverno muito duro

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🇺🇦 UCRÂNIA / BAKHMUT / INVERNO / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A cidade tem sido o foco dos ataques russos nos últimos meses e está completamente devastada pelos bombardeamentos dos dois lados.

© Getty Images

Cercada pelos dois lados e praticamente sem energia, a cidade de Bakhmut começa a preparar-se para um inverno mais duro do que o habitual, desconhecendo se a energia para aquecer as suas casas será suficiente, independentemente de quem controlar a cidade.

Nos últimos dias, os serviços de emergência têm-se revezado, entre tratar as dezenas de soldados que chegam todos os dias ao hospital e recolher lenha, que fica repousada no quartel de bombeiros.

As fotos divulgadas mostram também que suportar o frio tem sido difícil para os soldados da linha da frente, com muitos a fazerem fogueiras junto aos tanques de combate.

No entanto, o uso de lenha para aquecimento tem causado também alguns incêndios e, na quarta-feira, o serviço nacional de emergência disse que nove pessoas morreram em fogos, após quebrarem as regras de segurança em torno do aquecimento das casas. Houve pelo menos 131 incêndios só nas últimas 24 horas.

Bakhmut está situada a norte de Donetsk, dentro da região do mesmo nome. Os dois lados têm multiplicado os seus recursos na região, os ucranianos tentando segurá-la e os russos tentando tomá-la.

Esta quinta-feira, os russos reclamaram a conquista de três aldeamentos, mas os avanços têm sido lentos e quase inconsequentes.

O cenário na cidade de 70 mil habitantes é dantesco, com o New York Times a descrever uma cena semelhante às trincheiras na Primeira Grande Guerra.

No seu relatório diário, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Instituto para o Estudo da Guerra’) contraria as teses de avanços russos na região em torno de Bakhmut, uma cidade que se tornou uma prioridade para os russos na sua tentativa de avançar na região de Donetsk.

Segundo o relatório da instituição, os russos conseguiram avançar apenas “alguns quilómetros” em seis meses, argumentando que as forças invasoras “falharam fundamentalmente em aprender com campanhas anteriores com muitas baixas, concentradas em objectivos de importância operacional e estratégica limitadas”.

“Os esforços russos em avançar sobre Bakhmut resultaram num continuado desgaste dos recursos e equipamentos russos, fixando tropas em aldeamentos relativamente insignificantes durante semanas e meses seguidos”, escreve o ISW, comparando a situação às tomadas de Lysychansk e Severodonetsk, que acabaram por ser conquistas algo inconsequentes.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
01/12/22 09:16
por Notícias ao Minuto



 

“Crime de agressão”. Von der Leyen propõe “tribunal especializado” para julgar a Rússia

🇺🇦 UCRÂNIA / UNIÃO EUROPEIA / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / JULGAMENTO

Ursula von der Leyen afirma que a União Europeia dispõe dos meios para fazer a Rússia pagar financeiramente.

© EPA/DUMITRU DORU

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs esta quarta-feira a criação de um tribunal especializado para julgar a Rússia pelo “crime de agressão” à Ucrânia.

O tribunal deve funcionar em paralelo com o TPI. E, deve também ajudar a definir as compensações financeiras pela destruição causada na Ucrânia, que Bruxelas calcula em 600 mil milhões de euros.

Von der Leyen considera que “a agressão a um Estado Soberano” e os “crimes horríveis praticados pela Rússia na Ucrânia” não devem ficar impunes.

“Estamos a propor a criação de um tribunal especializado, apoiado pelas nações unidas, para investigar e acusar a Rússia do crime de agressão”, anunciou a presidente da Comissão Europeia, prometendo bater-se pelo “mais amplo apoio possível” na comunidade internacional.

A presidente da Comissão Europeia entende que a Rússia deve também pagar financeiramente pela devastação provocada na Ucrânia.

“Os estragos sofridos pela Ucrânia estão calculados em 600 mil milhões de euros”, afirmou. “A Rússia e os seus oligarcas tem de compensar a Ucrânia pelos estragos e cobrir os custos da reconstrução do país”, defendeu Von der Leyen, assegurando que a União Europeia dispõe dos meios para actuar a nível financeiro.

“Bloqueámos 300 mil milhões de euros das reservas do Banco Central da Rússia. E, congelámos 19 mil milhões de euros de oligarcas russos. No curto prazo, podemos criar com os nossos parceiros uma estrutura para gerir estes fundos e para os investir e usaremos os rendimentos para a Ucrânia”, afirmou a presidente do executivo comunitário, perspectivando que “quando forem levantadas as sanções, este dinheiro deva ser usado e assim a Rússia pagará a total compensação”.

Diário de Notícias
João Francisco Guerreiro, em Bruxelas
30 Novembro 2022 — 08:57



 

990: Zelenska acusa mulheres russas de encorajar maridos a violar ucranianas

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A primeira-dama ucraniana apelou a uma “resposta global” para combater este problema, que classificou como um crime de guerra.

© Getty Images

Marcando presença na Conferência sobre a Prevenção da Violência Sexual em Conflitos, em Londres, a primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, considerou que a violência sexual é “outra arma no arsenal” do exército de Moscovo, acusando as mulheres russas de encorajar os soldados a violar as mulheres ucranianas.

A violência sexual é a forma mais cruel e animalesca de provar o domínio sobre alguém. E para as vítimas desse tipo de violência é difícil testemunhar em tempos de guerra, porque ninguém se sente seguro”, disse a esposa de Volodymyr Zelensky, durante a sua intervenção, na segunda-feira.

Zelenska foi mais longe, apontando que a violência sexual é “outro instrumento que [as forças russas] estão a usar como arma”.

“É outra arma do seu arsenal nesta guerra e conflito. É por isso que estão a usar isso de forma sistemática e aberta”, disse, citada pela Sky News.

Nessa linha, a responsável apontou ser “extremamente importante reconhecer isto como um crime de guerra e responsabilizar os culpados”.

Segundo Zelenska, os soldados russos abordam as violações que cometem com seus familiares, de acordo com conversas telefónicas interceptadas pela Ucrânia.

Na verdade, as esposas de soldados russos encorajam isto. Dizem ‘vai, viola essas mulheres ucranianas, mas não me contes’”, lançou.

É por isso que temos de implementar uma resposta global”, rematou.

A primeira-dama revelou ainda que “mais de 40 processos criminais sobre violência sexual cometida durante a guerra em larga escala iniciada pelos russos” já foram iniciados, admitindo, contudo, que este número “é apenas a ponta do icebergue”.

De notar que, na abertura da conferência, o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, James Cleverly, anunciou um novo pacote de financiamento de até 12,5 milhões de libras (14,5 milhões de euros) para ajudar vítimas de violência sexual a processar os responsáveis.

Além disso, o Reino Unido comprometeu-se a dar 3,45 milhões de libras (quatro milhões de euros) para o Fundo de População da Organização das Nações Unidas (ONU), destinado a combater a Violência Baseada no Género na Ucrânia.

Lançada em 24 de Fevereiro, a ofensiva russa na Ucrânia já causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A entidade confirmou ainda que já morreram 6.595 civis desde o início da guerra e 10.189 ficaram feridos, sublinhando, contudo, que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
29/11/22 09:29
por Notícias ao Minuto

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988: Polícia checa investiga 49 pessoas por apoio público à Rússia

🇨🇿 REP. CHECA / INVESTIGAÇÃO / APOIOS

A polícia da República Checa está a investigar 49 pessoas por apoiarem publicamente a Rússia na guerra contra a Ucrânia, uma ofensa prevista no código penal, informou hoje a estação de rádio pública IRozhlas.

© Reuters

Só este mês, foram denunciados à polícia 86 casos de notório apoio à invasão russa à Ucrânia ou celebração da morte de ucranianos, que levaram a polícia a abrir investigação em 57 por cento dos casos, disse o porta-voz da polícia checa, Ondrej Moravcík, à estação de rádio.

O artigo 365.º do código penal checo estabelece que quem aprovar publicamente um crime cometido ou elogiar abertamente os autores do crime será punido com um ano de prisão.

Outro artigo pune com pena de entre um e cinco anos o apoio ou a propagação de movimentos e correntes que visem manifestamente a opressão de direitos e liberdades ou proclamem o ódio nacional, racial, religioso ou de classe.

Mostrar simpatia por esses movimentos e correntes é punível no sistema penal checo com penas de prisão de entre seis meses e três anos.

O procurador-geral do Estado alertou, em 26 de Fevereiro, dois dias após a invasão russa da Ucrânia, para as penas previstas no código penal para estes actos.

Desde então, o número total de casos relacionados com a Ucrânia investigados pela polícia aumentou para 1.000, estando actualmente pendentes 300.

As frases de apoio à Rússia foram ouvidas em três protestos registados em Setembro contra o actual Governo de coligação checo (centro-direita), o que levou o primeiro-ministro, o conservador Petr Fiala, a denunciar os organizadores como “pró-russos”.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
29/11/22 10:36
por Lusa



 

965: Ucrânia pode ficar totalmente às escuras num próximo ataque

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UCRÂNIA/TERRORISMO RUSSONAZI 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 /ENERGIA

A Ucrânia pode ficar totalmente às escuras num próximo ataque. A Rússia tem concentrado os seus ataques às infra-estruturas energéticas do país.

Sergey Kozlov / EPA

Até sexta-feira, mais de 6 milhões de casas continuavam afectadas por cortes de energia na Ucrânia, dois dias após os ataques em massa da Rússia contra infra-estruturas energéticas do país.

Kiev, com cerca de 600.000 casas sem electricidade à noite, e a sua região, assim como as províncias de Odessa, Lviv, Vinnytsia e Dnipropetrovsk, eram as mais afectadas pelos cortes.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, é considerada “crime de guerra” pelos aliados ocidentais da Ucrânia e qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

O conselheiro presidencial da Ucrânia, Mykhailo Podolyak, disse, este domingo, que os ataques russos são “simplesmente de fascismo do século XXI”.

Os ataques são “sobre cirurgias interrompidas, diálises canceladas, ventiladores desligados, ambulâncias que não chegaram” e não apenas sobre a luz, considerou o conselheiro presidencial ucraniano.

A Rússia, por sua vez, afirma visar apenas infra-estruturas militares e atribui os cortes de energia aos disparos das defesas aéreas ucranianas.

As autoridades ucranianas estimam que cerca de 50% das instalações de energia da Ucrânia foram danificadas nos recentes ataques.

Apesar dos mais recentes ataques, a Ucrânia vai recuperando a energia, com 80% do território a ter novamente electricidade e água, segundo a Euronews.

Na CNN Portugal, o major-general Agostinho Costa, especialista em assuntos de segurança, disse que acredita que haverá um novo ataque à Ucrânia que “poderá levar a um apagão geral”.

Com a chegada do inverno e das temperaturas baixíssimas, a Europa poderá estar “à beira de uma nova vaga de refugiados”, sugere Agostinho Costa.

Daniel Costa, ZAP // Lusa
28 Novembro, 2022



 

Kherson continua “vulnerável” a bombardeamentos russos

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺/TERRORISTAS/ASSASSINOS/MERCENÁRIOS NAZIS/KHERSON

Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, mas continuam a atacá-la diariamente. Só no domingo foram 54 bombardeamentos.

© Getty Images

Os ataques a Kherson continuam a acumular-se, mesmo após a retirada russa da cidade que ocupou durante nove meses. Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido, no relatório publicado esta segunda-feira, a cidade foi bombardeada 54 vezes no domingo, um novo máximo para a região.

No relatório matinal publicado diariamente pelos serviços secretos britânicos, através do Twitter, é referido que, só na passada quinta-feira, foram mortas dez pessoas devido aos ataques russos.

Para o Reino Unido. Kherson está “vulnerável porque continua ao alcance da maioria dos sistemas de artilharia russos, agora a disparar a partir da margem este do Rio Dnipro, atrás de linhas defensivas recentemente consolidadas”.

“Muitos dos danos estão provavelmente a ser infligidos em Kherson pelo uso de muitos lançadores de ‘rockets’, principalmente por sistemas BM-21 Grad”, acrescenta o relatório.

Também esta manhã, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Institute for the Study of War’) apontou para as posições defensivas russas em Kherson, considerando que os russos “claramente percepcionam que as forças ucranianas podem atravessar o Rio Dnipro e conduzir operações contra-ofensivas a leste de Kherson, possivelmente ameaçando todas as linhas críticas de comunicação desde a Crimeia ao território russo”.

Segundo apurou o ISW, e que também tem sido alertado por outras organizações internacionais, as forças invasoras estão a “cavar trincheiras e áreas de concentração”, acreditando que a contra-ofensiva em direcção à Crimeia surgirá eventualmente.

A cidade de Kherson esteve sob controlo russo durante praticamente nove meses de guerra, após ser tomada nos primeiros dias da invasão. Os ucranianos conseguiram finalmente libertar a cidade a 11 de Novembro, após a retirada russa e, desde então, têm sido descobertas mais valas comuns e câmaras de tortura, sinais da presença da opressão russa na região.

As condições de vida na cidade continuam muito difíceis, com o acesso a luz e água potável a ser muito escasso, apesar dos esforços das forças ucranianas em restaurar as infra-estruturas críticas na área.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:57
por Hélio Carvalho



 

910: Ucrânia: Quinze civis mortos em bombardeamento russo contra Kherson

– E os ataques, destruição, assassínios, continuam, continuam e continuam sem parar e a falta de 🍅🍅 é notória… Não lhes toca…

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PUTINOCRATAS/ASSASSINOS

Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança, referiu a chefe da administração militar da cidade.

© EPA/ROMAN PILIPEY

Os bombardeamentos russos na cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, provocaram esta sexta-feira quinze mortos entre civis, adiantou uma autoridade militar daquela cidade, da qual as forças de Moscovo se retiraram há duas semanas.

“Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança”, como resultado dos ataques russos, referiu Galyna Lugova, chefe da administração militar da cidade, numa publicação nas redes sociais.

A mesma fonte, citada pela agência France-Presse (AFP) acrescentou que várias “habitações particulares e prédios” ficaram danificados nos ataques.

Galyna Lugova tinha referido mais cedo que os hospitais em Kherson foram evacuados devido aos constantes ataques russos nesta cidade.

Uma chuva de mísseis atingiu pelo segundo dia consecutivo a cidade recentemente libertada pelos ucranianos após uma ocupação russa de oito meses.

Estes ataques fazem parte de um esforço de Moscovo para intensificar os ataques com mísseis, que têm atingido a rede eléctrica da Ucrânia e outras infra-estruturas civis críticas.

As autoridades ucranianas estimam que cerca de 50% das instalações de energia da Ucrânia foram danificadas nos recentes ataques.

O governador ucraniano de Kherson, Yaroslav Yanushevych, tinha realçado esta de manhã que dois bairros da cidade estiveram “sob fogo maciço de artilharia”.

Os soldados daquela região tinham alertado que Kherson enfrentaria uma intensificação de ataques à medida que as tropas russas avançassem pelo rio Dnieper, na sua retirada da região.

Os ataques causaram destruição em alguns bairros residenciais que não tinham sido atingidos anteriormente na guerra.

Natalia Kristenko, de 62 anos, e o seu marido, foram duas das vítimas dos ataques e o corpo da ucraniana ficou durante horas à porta do prédio, noticiou a agência Associated Press (AP). O marido morreu horas depois no hospital, devido a hemorragias internas.

A filha deste casal tentou chamar uma ambulância para o pai, mas sem rede eléctrica não conseguiu que a ajuda chegasse imediatamente.

A população de Kherson diminuiu para cerca de 80.000, quando antes da guerra era de perto de 300.000. O Governo já manifestou intenção de ajudar quem pretende sair da região, mas muitos referem que não têm para onde ir.

“Não há trabalho [noutro lugar], não há trabalho aqui”, realçou Ihor Novak enquanto examinava na rua as consequências dos bombardeamentos.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 20:02



 

862: Ucrânia inicia investigação a vídeo de alegadas execuções de presos russos

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PROPAGANDA NAZI ZOVIÉTICA

Investigação surge após uma denúncia de Moscovo do surgimento nas redes sociais de vídeos que parecem indicá-lo.

A Procuradoria-Geral ucraniana iniciou uma investigação sobre a alegada execução de prisioneiros russos por soldados ucranianos, após uma denúncia de Moscovo do surgimento nas redes sociais de vídeos que parecem indicá-lo.

Anteriormente, o comissário para os Direitos Humanos da Ucrânia, Dimitro Lubinets, indicou que os soldados russos primeiro declararam a sua rendição e depois abriram fogo sobre as tropas ucranianas, que responderam aos disparos.

“Responder a fogo com fogo não é crime de guerra”, comentou.

A Procuradoria-Geral manifestou-se então sobre esse ponto, afirmando que investigará se efectivamente os soldados russos se renderam como parte de uma estratégia para atacar a parte ucraniana e obter vantagem – algo que é proibido pelo direito internacional humanitário.

A alegada execução de pelo menos dez soldados russos desencadeou os protestos de Moscovo, que logo exigiu às organizações internacionais que investiguem o que aconteceu, indicando que as próprias autoridades russas analisarão o caso em busca de responsáveis.

Já na semana passada, o Ministério da Justiça russo advertiu de que tanto o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, como “os seus sequazes” deveriam prestar contas e responder em tribunal por este episódio de “tortura e assassínio”.

Nota do webmaster: aos russonazis ☠️卐☠️ que invadiram um país soberano, bombardeiam e destroem diariamente desde há nove meses estruturas essenciais ao povo ucraniano, assassinam e torturam milhares de civis indefesos, desde crianças a idosos, não têm de prestar contas a ninguém? São alguns deuses? Pena a Ucrânia não poder também bombardear as vossas cidades a começar por Moscovo!

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que esta terça-feira entrou no seu 272.º dia, 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
22 Novembro 2022 — 20:57



 

860: Crimeia, que Ucrânia sonha recuperar até ao fim do ano, alvo de ataques de drones

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– Façam o mesmo a esses russonazis ☠️卐☠️ o mesmo que eles fazem aos ucranianos. Metralha em cima deles! A Crimeia é ucraniana não é russa, foi ocupada pelos russonazis ☠️卐☠️ putinocratas ilegalmente.

CRIMEIA/UCRÂNIA/ATAQUES/DRONES

Autoridades pró-russas da península dizem que ataques foram travados e não houve danos nas infra-estruturas. Na sexta-feira, admitiram estar a fortificar a região, após a retirada das forças de Moscovo da cidade de Kherson.

Voluntários distribuem comida em Kherson. Recuperação do controlo desta cidade faz ucranianos acreditar na reconquista da Crimeia.
© EPA

A península da Crimeia, sob controlo russo desde 2014, foi esta terça-feira alvo de ataques com drones, obrigando à intervenção da defesa antiaérea, revelou o governador da região administrativa de Sebastopol escolhido pelo Kremlin, Mikhail Razvozhayev.

Pelo menos dois dos drones foram destruídos, indicou no Telegram, explicando que não tinham sido atingidas infra-estruturas civis e apelando à população para que “fique calma”.

No sábado, em entrevista à Sky News, o vice-ministro da Defesa ucraniano, Volodymyr Havrylov, mostrou-se confiante de que a Ucrânia recuperará o controlo da Crimeia até ao final do ano – e que a guerra terminará até ao final da primavera.

Razvozhayev, que apontou o dedo aos “nazis ucranianos” e disse que as forças russas estão em “alerta máximo”, indicou que o alvo dos ataques com drones era a central termoeléctrica de Balaklava – próxima de Sebastopol, porto que acolhe a frota russa do Mar Negro. Segundo o governador, também foi travado um ataque com três drones ao largo desta cidade.

Moscovo acusou Kiev de atacar Sebastopol no final de Outubro, usando estes veículos aéreos e marítimos controlados à distância. Na altura, a Rússia suspendeu temporariamente a participação no acordo que permite a exportação dos cereais ucranianos.

No passado, o ex-presidente russo, Dmitri Medvedev, actual número dois do Conselho de Segurança da Rússia, defendeu que um ataque ucraniano à Crimeia desencadearia o “Dia do Juízo Final”.

A península, anexada ilegalmente em 2014, já foi alvo de ataques espectaculares – incluindo à ponte do estreito de Kerch que faz a ligação com a Rússia. Kiev tem negado sempre a responsabilidade.

Após a retirada das forças de Moscovo de Kherson, a única capital regional que tinham conseguido conquistar logo após a invasão há quase nove meses, as autoridades pró-russas da Crimeia admitiram estar a fortificar a península.

“Trabalhos de fortificação estão a ser empreendidos no território da Crimeia sob o meu controlo com o objectivo de garantir a segurança de todos os habitantes”, disse na sexta-feira o governador nomeado pelo Kremlin, Sergei Aksyonov.

Durante uma visita do vice-ministro da Defesa ucraniano ao Reino Unido, a Sky News perguntou-lhe se o sucesso em Kherson fazia com que outros objectivos parecessem mais prováveis, como a reconquista da Crimeia: “É apenas uma questão de tempo e, claro, gostaríamos que fosse o mais rapidamente possível”, indicou Havrylov, mostrando-se convencido de que as forças ucranianas podem estar na Crimeia “no final de Dezembro”.

O vice-ministro acredita que a guerra pode acabar no final da primavera, deixando claro que a sociedade ucraniana está unida em levar o conflito até ao fim. “Todos sabem que qualquer atraso ou conflito congelado é apenas a continuação desta guerra contra a existência da Ucrânia enquanto nação”, afirmou ao canal britânico.

Buscas em mosteiros

Um mosteiro do século XI em Kiev, sede de um ramo da igreja ortodoxa ucraniana que esteva sob a jurisdição de Moscovo mas que cortou relações com a Rússia após a invasão, foi esta terça-feira alvo de buscas por parte dos serviços de segurança da Ucrânia (SBU).

As autoridades de Kiev suspeitam que possa ter ligações a agentes russos, com o Kremlin a denunciar nestas buscas o último capítulo da “guerra” dos ucranianos contra a igreja russa.

Em comunicado, o SBU indicou que o Mosteiro de Kiev-Petchersk (património da Humanidade da UNESCO) foi alvo de “medidas de contra inteligência” que visam “combater as actividades subversivas dos serviços de segurança russos na Ucrânia”.

O objectivo é impedir que o local se torne no “centro do mundo russos” ou que seja usado por “grupos de inteligência e sabotagem” e para armazenar armas. Outros mosteiros foram também alvo das mesmas buscas, não tendo sido divulgados os resultados das operações.

A Igreja Ortodoxa Russa criticou estas buscas, falando de um “ato de intimidação” e dizendo que “como muitos outros casos de perseguição de fiéis na Ucrânia desde 2014” irá “quase de certeza passar despercebido pelos que se apelidam de comunidade internacional de Direitos Humanos”.

O líder da Igreja Ortodoxa Russa, o patriarca Kirill, tem sido uma das vozes de apoio às acções militares de Moscovo na Ucrânia.

A Rússia perdeu várias paróquias ucranianas em 2019, num cisma desencadeado pela anexação da Crimeia e o apoio aos separatistas na região do Donbass, mas algumas igrejas tinham ficado ainda sob a jurisdição e Moscovo. Isso mudou após a invasão.

Frio como “arma de destruição maciça”

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse esta terça-feira que a Rússia está a tentar usar o frio como “arma de destruição maciça” ao atingir infra-estruturas de energia.

“Para sobreviver este inverno e impedir que a Rússia transforme o frio num instrumento de terror e submissão, precisamos de muitas coisas”, referiu numa mensagem enviada a um encontro de autarcas franceses, citada pela AFP.

Zelensky apelou ao envio de geradores, além de material de apoio às operações de desminagem e equipamento para os serviços de emergência ucranianos.

A Organização Mundial de Saúde disse que este é o “inverno da sobrevivência” na Ucrânia, após os ataques russos continuados às infra-estruturas.

susana.f.salvador@dn.pt

Diário de Notícias
Susana Salvador
22 Novembro 2022 — 23:09