793: Rússia acusa Kiev de executar mais de uma dezena de soldados russos

– Desconheço se é verdade o que estes putinocratas russonazis ☠️卐☠️ afirmam, mas parece-me que eles estão a contar a história ao contrário! Ou seja, o que eles têm vindo a fazer na Ucrânia é precisamente bombardear, destruir infra-estruturas civis, prédios, escolas, lares, hospitais, creches e assassinar civis inocentes de crianças a idosos! Não apresentam queixa disso às Nações Unidas, Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), Conselho da Europa, Amnistia Internacional (AI) e outras organizações? ‘Tadinhos dos “inocentes santinhos” que não fazem mal a uma mosca! Já se esqueceram do genocídio que fizeram em Mariupol, Azovstal, Kherson e em TODAS as localidades ucranianas por onde passaram e ocupam? Estas e muitas outras, são as “informações do regime” que estes russonazis ☠️卐☠️ passam na terra deles, mantendo na ignorância o povo russo da realidade no terreno! Adolf Hitler procedia da mesma forma!

TERRORISMO/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PUTINOCRATAS/ASSASSINOS

O Ministério da Defesa da Rússia garante que alguns dos seus soldados foram mortos com tiros na cabeça, falando numa prática “ignorada pelos benfeitores ocidentais” da Ucrânia.

© EPA/ANASTASIA VLASOVA

O Ministério da Defesa russo acusou esta sexta-feira as forças ucranianas de terem executado “com tiros na cabeça” mais de uma dezena de soldados russos que estavam imobilizados depois de detidos.

“Ninguém será capaz de justificar o assassínio deliberado e metódico de mais de dez militares russos imobilizados por degenerados das Forças Armadas ucranianas com tiros directos na cabeça como uma excepção trágica”, refere-se num comunicado oficial do ministério.

O “assassínio brutal” dos militares russos, cujas imagens foram divulgadas nas redes sociais, “não é o primeiro nem o único exemplo de crimes de guerra” de Kiev, alega.

“É uma prática difundida dentro do Exército ucraniano, activamente apoiada pelo regime de Kiev e ignorada pelos seus benfeitores ocidentais”, lê-se no documento, em que se afirma ainda que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e respectivos partidários terão de responder “por cada prisioneiro torturado e assassinado”.

O Conselho de Direitos Humanos russo, ligado ao Kremlin, disse que vai pedir uma reacção da comunidade internacional ao vídeo, alegadamente gravado na localidade de Makiivka, na região ucraniana de Lugansk.

Na passada segunda-feira, o governador de Lugansk leal a Kiev, Serhiy Gaidai, afirmou na conta que mantém na rede social Telegram que as tropas ucranianas haviam libertado Makiivka.

O Conselho divulgou no Telegram que encaminhará informações sobre a execução de soldados russos às Nações Unidas, Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), Conselho da Europa, Amnistia Internacional (AI) e outras organizações.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2022 — 16:33



 

691: Guerra na Ucrânia: como retirada russa de Kherson pode abalar imagem de Putin

– Cantaste de galo e não conseguiste galar… 🙂

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Como a mensagem mudou.

Vladimir Putin comemorou anexação declarada de regiões ucranianas em Setembro © Getty Images

Logo depois que a Rússia invadiu a Ucrânia, os apresentadores de programas de TV aqui estavam prevendo com confiança que em poucos dias as tropas russas estariam marchando por Kiev.

Isso foi há quase nove meses.

Esta semana, os mesmos apresentadores anunciaram a “difícil decisão” do Exército de retirar as forças russas de Kherson – a única capital regional ucraniana que a Rússia conseguiu capturar e ocupar desde a invasão do país em 24 de Fevereiro.

Apenas seis semanas atrás, o presidente Vladimir Putin afirmou ter anexado a região de Kherson, juntamente com outros três territórios ucranianos, insistindo que eles seriam parte da Rússia para sempre.

“Eu queria que nossa bandeira estivesse hasteada em Kiev em Março”, disse o âncora Vladimir Solovyov aos telespectadores de seu programa.

É exactamente assim que o Kremlin está tentando retratar tudo isso: culpando o Ocidente. A mensagem da média estatal russa é que, na Ucrânia, a Rússia está enfrentando o poder combinado dos Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia e NATO.

Em outras palavras, os contratempos no campo de batalha não são culpa do Kremlin, mas obra de inimigos externos.

Há outra mensagem também: não critique o Exército russo ou o presidente da Rússia pelo que deu errado na Ucrânia. Em vez disso, cumpra seu dever e junte-se à luta.

É um conselho que, por enquanto, vozes russas proeminentes e poderosas parecem estar seguindo.

O líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, e Yevgeny Prigozhin, fundador do grupo mercenário Wagner, têm criticado abertamente a liderança militar russa. Mas sobre a retirada de Kherson, ambos postaram mensagens de apoio ao comandante russo na Ucrânia, o general Surovikin, que havia recomendado a retirada.

O mesmo não pode ser dito dos blogueiros militares russos pró-guerra. Eles estão escrevendo mensagens raivosas, como:

“Nunca esquecerei esse assassinato das esperanças da Rússia. Essa traição ficará gravada em meu coração por séculos.” – Zastavny.

“Esta é uma enorme derrota geopolítica para Putin e a Rússia… o Ministério da Defesa perdeu a confiança da sociedade há muito tempo… agora, a confiança no presidente vai desaparecer.” – Zloi Zhurnalist.

Não se o Kremlin puder evitar, porque tem se esforçado para distanciar o presidente Putin da retirada, sabendo que muitos na Rússia a verão como um revés militar e um golpe duro contra o prestígio russo.

No início desta semana, foram os generais que anunciaram que as forças russas seriam retiradas de parte da região de Kherson.

A TV russa mostrou o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, emitindo a ordem, após consultas com o general Surovikin. Putin não estava à vista em lugar algum.

O general Surovikin (esq.) disse que a retirada, ordenada pelo ministro da Defesa (dir,) foi uma decisão difícil © Ministério da Defesa da Rússia

“O ministro da Defesa tomou a decisão, não tenho nada a dizer sobre isso”, disse o porta-voz de Putin, Dmitry Peskov, a jornalistas na sexta-feira (11/11). O Kremlin está deixando os militares assumirem a responsabilidade pela retirada. Ou pelo menos tentando.

Mas foi Putin que ordenou a invasão da Ucrânia. O que ele chama de “operação militar especial” foi ideia dele. Distanciar-se de qualquer aspecto ligado à invasão não será fácil.

Há um perigo aqui para Vladimir Putin, mas que antecede a retirada de Kherson. Os acontecimentos dos últimos nove meses correm o risco de mudar a forma como o presidente é visto em casa: não tanto pelo público russo, mas – crucialmente – pela elite russa, pelas pessoas ao seu redor, pelas pessoas no poder.

Durante anos, eles viram Putin como um mestre estrategista, como alguém que sempre consegue sair por cima… como um vencedor. Eles o viram como o eixo central do sistema do qual fazem parte e que foi construído em torno dele.

Vitórias, no entanto, estão em falta desde 24 de Fevereiro. A invasão de Vladimir Putin não saiu conforme o planeado.

Não só resultou em morte e destruição na Ucrânia, mas perdas militares significativas para seu próprio exército. Ele havia prometido que apenas “soldados profissionais” lutariam, mas depois convocou centenas de milhares de cidadãos para as Forças Armadas para participar da guerra.

Os custos económicos para a Rússia também foram consideráveis.

O Kremlin costumava retratar Vladimir Putin como o “sr. Estabilidade” na Rússia. Isso se tornou muito mais difícil de concretizar.

– Texto originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63611690

MSN Notícias

BBC News BBC News
12.11.2022 às 23:13



 

678: Pró-russos escolhem capital regional provisória após perderem Kherson

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

UCRÂNIA/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /NOVA CAPITAL REGIONAL

As autoridades pró russas estão concentradas em Henichesk, que foi escolhida como capital administrativa provisória da região.

© EPA/HANNIBAL HANSCHKE

As autoridades pró russas de ocupação na Ucrânia escolheram a cidade portuária de Henichesk, na margem sul do Rio Dniepre, como capital provisória da região ucraniana de Kherson, noticiou este sábado a agência oficial russa TASS.

A cidade de Kherson é a capital da região com o mesmo nome, mas foi reocupada pelas forcas de Kiev na sexta-feira, após a retirada das tropas russas para a margem esquerda do Rio Dniepre.

“Hoje, a capital administrativa provisória da região de Kherson é Henichesk. Todas as principais autoridades estão aí concentradas”, disse Alexander Fomin, da administração pró-russa à TASS, que usa a transliteração do nome russo da cidade ucraniana.

As tropas russas ocuparam Henichesk em 27 de Fevereiro deste ano, quatro dias depois de terem invadido a Ucrânia.

A cidade tem o mesmo nome de um estreito que liga o sistema de lagoas que separa a Crimeia do resto da Ucrânia com o Mar de Azov.

Em Outubro, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinou um decreto que criou 20 administrações militares na região de Kherson, incluindo em Henichesk, de acordo com a agência Ukrinform.

Kherson é uma das quatro regiões anexadas pela Rússia desde que invadiu a Ucrânia, juntamente com Zaporijia (sudeste), Donetsk e Lugansk (leste).

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia (sul) em 2014. A Ucrânia e a generalidade da comunidade internacional consideram as anexações ilegais.

A TASS lembrou que a ordem de retirada foi dada pelo ministro da Defesa, Serguei Shoigu, em 09 de Novembro, por sugestão do comandante das tropas russas na Ucrânia, general Serguei Surovikin.

Segundo Surovikin, “a decisão de retirar as forças está ligada, entre outras coisas, à ameaça de isolamento do grupo devido à inundação dos territórios abaixo da central hidroeléctrica de Kakhovskaya”, noticiou a agência oficial.

Mais de 115.000 civis foram também transferidos da margem direita do Dniepre, onde se situa a cidade de Kherson, para a margem esquerda, disse também o general russo.

A cidade de Kherson era a única capital regional ucraniana controlada pelas tropas de Moscovo.

A sua reconquista é considerada como uma das vitórias mais significativas de Kiev e uma humilhação para Moscovo.

A reconquista foi possível com o armamento que as forças armadas da Ucrânia receberam dos seus aliados ocidentais, que lhes permitiu lançar uma contra-ofensiva no sul e no leste há cerca de dois meses.

A guerra na Ucrânia, em curso há quase nove meses, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Desconhece-se o número de baixas civis e militares, mas diversas fontes, incluindo a ONU, têm alertado que será elevado.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 11:17



 

120: Propaganda pró-guerra do Kremlin está a perder eficácia: um quarto dos telespectadores russos desligou a televisão

– Parece que os russos estão finalmente a perceberem a finalidade que levou o filho da Putina a invadir a Ucrânia, um país soberano, causando um genocídio terrorista à mais larga escala. Por cá, as injecções atrás da orelha ainda estão em prazo de validade…

GUERRA/INVASÃO ZOVIÉTICA

Um novo estudo conclui que as audiências da televisão estatal estão a cair a pique. Moscovo continua a divulgar propaganda pró-guerra através das emissões televisivas

O Kremlin depende dos ‘media’ estatais para moldar a opinião pública © DIMITAR DILKOFF

A propaganda pró-guerra do Kremlin parece estar a entediar os telespectadores russos e um quarto da audiência já desliga a televisão, mostra um estudo citado pelo jornal britânico “The Telegraph”.

O “Moscow Times” revela uma investigação do centro independente Rosmir. O estudo apurou que apenas 65% dos entrevistados afirmaram que neste momento assistiam à programação das televisões estatais russas, um número bastante abaixo dos 86% registados no início da guerra.

O Kremlin depende dos ‘media’ estatais para moldar a opinião pública na Rússia. Os programas de notícias e análises produzidos pelo Estado nos canais de TV Channel-1, Rossiya-1 e NT, ligados ao governo, transmitem propaganda e os principais apresentadores, como o favorito do Kremlin, Vladimir Solovyov, tornaram-se nomes conhecidos.

Todos os analistas e comentadores que aparecem na televisão estatal russa são pró-Kremlin e a favor da guerra. A emissão não abre espaço a debate e as críticas, quando surgem, são no sentido de que o Kremlin está a ser demasiado brando com a Ucrânia.

Alguns “peritos” ouvidos – professores, jornalistas ou militares aposentados – também são a favor de que se bombardeiem outros países pelo seu apoio à Ucrânia.

Moscovo nunca teve de manter o seu controlo sobre a programação televisiva durante um período tão prolongado e a “receita” parece estar esgotada.

Sondagens mostram decréscimo do apoio à guerra

Com menos pessoas a assistirem aos canais que difundem propaganda, o apoio à guerra poderá diminuir e há já sinais desse fenómeno. A simpatia para com a “causa” do Kremlin pode ter diminuído à medida que a vida na Rússia se tornou mais difícil, como resultado das sanções ocidentais.

De acordo com o “Telegraph”, um estudo também nota que o número de pessoas que jantam em restaurantes de Moscovo caiu para os mínimos de cinco meses, já que os produtos encareceram.

Os cinemas também alertaram que, sem maiores apoios estatais, podem fechar, porque Hollywood já não distribui os seus sucessos de bilheteira.

MSN Notícias
Expresso
24.08.2022