191: Agência Europeia de Medicamentos alerta para possíveis novas variantes da covid-19 no inverno

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/NOVAS VARIANTES

A União Europeia vai lançar uma campanha de doses de reforço da vacina contra a covid-19 adaptadas à variante Ómicron. A Agência Europeia de Medicamentos garante que as vacinas protegem a população das formas graves da doença.

© Carlos Alberto / Global Imagens

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) alertou esta sexta-feira que novas variantes do coronavírus podem aparecer durante o inverno, mas garantiu que as vacinas protegerão a população contra as formas graves da doença.

Diante da perspectiva de uma nova onda de contágios antes do final do ano, a União Europeia prepara-se para lançar uma campanha de doses de reforço da vacina contra a covid-19.

Esta campanha será realizada com vacinas adaptadas – que a EMA aprovou na quinta-feira – para a variante Ómicron e com aquelas desenvolvidas contra a primeira variante do vírus, que apareceu pela primeira vez na China em 2019, detalhou a EMA.

Mas “as pessoas não devem esperar por uma vacina específica”, assumiu o chefe da estratégia de vacinação da EMA, Marco Cavaleri. “Pode haver uma nova variante emergente que hoje não podemos prever”, acrescentou.

A EMA aprovou na quinta-feira as vacinas da Pfizer/BioNTech e da Moderna contra a sub-variante Ómicron BA.1.

Em meados de Setembro, espera-se também a aprovação de uma nova vacina da Pfizer contra as sub-variantes BA.4 e BA.5 da Ómicron.

Essas vacinas adaptadas à Ómicron seriam reservadas principalmente para as pessoas mais vulneráveis, como idosos, grávidas e trabalhadores do sector de saúde, sublinhou Cavaleri.

Por outro lado, não está “excluído” que novas variantes mais próximas Ómicron surjam neste inverno, disse a instituição.

Diário de Notícias
DN/AFP
02 Setembro 2022 — 18:02


 

187: Governo vai dar extra aos pensionistas

– Vêm aí mais uns 5/10 euricos para matar a fome à miséria? Esta governança desconhece a pura e dura realidade da sobrevivência em que se encontram milhares de pensionistas! Quando a esmola é “grande”, o pobre desconfia! Mas venha lá esse “reforço” para ver se posso marcar umas férias num resort das Maldivas… 🙂

PENSIONISTAS/EXTRAS

O Executivo vai anunciar um complemento que deve ser pago até ao final do ano. Medida não deverá impedir aumento extraordinário em 2023.

Medida de apoio vão ser apresentadas segunda-feira
© Leonardo Negrão/Global Imagens

O Governo só apresenta na segunda as medidas de apoio às famílias, para que estas consigam fazer face à inflação. Mas, de acordo com o jornal Negócios, o Executivo está mesmo a preparar-se para anunciar um complemento para os pensionistas, que deverá ser pago até ao final do ano.

Sem adiantar pormenores – que ainda estarão a ser ultimados pelo Governo – aquele diário explica que esta medida não vai impedir o aumento extraordinário das pensões em 2023. O que está ainda por esclarecer é que este extra impactará nessas contas.

Para além desta ajuda, António Costa, irá ainda anunciar um apoio de dois mil milhões de euros (cerca de 1% do PIB) para apoiar as famílias. O valor foi avançado pelo jornal Inevitável e confirmado pelo Negócios.

Este pacote prevê mexidas no IRS e também no IVA de alguns produtos, de forma a descer a receita fiscal. Por outro lado existirão apoios para famílias com menos rendimentos e que não beneficiam dessas mexidas no IRS.

Estes apoios irão acontecer de forma a não afectar a meta do défice estabelecida pelo Governo. Ou seja, o primeiro-ministro pode escudar-se no excedente orçamental e nos dois mil milhões de euros em receita fiscal extra que entraram nos cofres do Governo.

Medidas para as empresas

Por seu turno, o jornal Público, adianta que apesar das medidas para as empresas só serem apresentadas mais tarde, que António Costa não vai avançar com a tributação dos lucros extraordinários.

Apesar de outros países europeus terem adoptado a medida – apoiada em algumas esferas do PS – o primeiro-ministro rejeita-a. Em alternativa, o Governo quer falar com as empresas para negociar reinvestimentos ou outras obrigações sociais, sem aumentar a carga fiscal.

Dinheiro Vivo
02 Setembro, 2022 • 08:49