994: China está a tornar-se um regime totalitário mais repressivo

– Nada de espantar. China, Rússia, Coreia do Norte & outros similares, pertencem à mesma família de mafiosos oligarcas terroristas sociais.

🇨🇳  CHINA / REPRESSÃO / TERRORISMO / FASCISMO

Relatório sobre o Estado Global das Democracias, relativo ao ano de 2021, mostra que apenas 54% das pessoas na Ásia e Pacífico vivem numa democracia e quase 85% dessas pessoas vivem numa democracia frágil ou em regressão.

© EPA/MARK R. CRISTINO

Um relatório sobre o estado das democracias a nível global revela que a China está a tornar-se um regime cada vez mais repressivo, numa região do planeta onde o totalitarismo tem vindo a consolidar-se.

O mais recente relatório sobre o Estado Global das Democracias, relativo ao ano de 2021, do Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (IDEA), que vai ser esta quarta-feira apresentado num evento público, mostra que apenas 54% das pessoas na Ásia e Pacífico vivem numa democracia e quase 85% dessas pessoas vivem numa democracia frágil ou em regressão.

O documento deste instituto com sede em Estocolmo — que analisa o desempenho democrático de 173 países desde 1975 e procura fornecer um diagnóstico sobre o estado das democracias em todo o mundo — diz ainda que os regimes totalitários, de que o chinês é exemplo destacado, se estão a tornar progressivamente mais repressivos.

“Os regimes autoritários estão a ficar cada vez mais repressivos. Estão a enterrar as garras de forma cada vez mais agressiva e mais profunda”, explicou à Lusa o secretário-geral do IDEA, Kevin Casas-Zamora.

A China ilustra bem esta tendência de os regimes autoritários se consolidarem e de aprofundarem os valores totalitários e ditatoriais, revelando uma completa falta de representatividade do seu Governo ou de participação dos cidadãos nas decisões políticas.

Na China, todos os 11 parâmetros relativos à representatividade governativa, à participação cívica ou ao escrutínio do executivo apresentam valores negativos, comparando-se muito abaixo dos níveis mesmo de outros regimes totalitários.

Liberdade de expressão na China em níveis muito próximos do zero

Com valores intermédios, aparecem parâmetros como o acesso à Justiça ou os direitos sociais e igualdade, bem como a igualdade de género ou a ausência de corrupção, mas mesmo assim em níveis abaixo das médias globais recomendadas.

O único parâmetro onde a China se compara favoravelmente com outros dos 173 países é o do sistema de segurança social, onde o desempenho está acima da média global.

A liberdade de expressão — que está agora a ser testada com as manifestações contra a estratégia do regime de Pequim para lidar com a pandemia de covid-19 — aparece em níveis muito próximos do zero, tal com a liberdade religiosa ou a liberdade de movimento, num país que tem intensificado as suas políticas de controlo sobre os cidadãos.

“Vamos assistir a muita instabilidade política. Vai haver muitos movimentos sociais reagindo ao descontentamento social e isso pode provocar uma mais severa reacção política por parte dos regimes autoritários”, avisou Casas-Zamora, em declarações à Lusa feitas ainda antes dos protestos, e da resposta repressiva do regime de Pequim, que se verificam agora na China.

Metade dos regimes democráticos em todo o mundo em declínio

Um em cada dois regimes democráticos em todo o mundo está em declínio, fragilizado por problemas de legitimidade, limitações de liberdades essenciais ou por ausência de transparência, revela ainda o relatório.

Documento indica que o número de países democráticos em regressão é o mais elevado da última década.

“O número de países a nível mundial que avançam na direcção do autoritarismo excede o dobro do número de países que avançam numa direcção democrática”, acrescenta o relatório, que mostra que mesmo democracias estabelecidas, como a norte-americana, estão hoje a braços com problemas que minam a sua credibilidade junto dos eleitores.

Nos últimos cinco anos, o progresso das democracias a nível global tem estagnando nos índices destes relatórios do IDEA, verificando-se mesmo algumas regressões e, em vários parâmetros, não estão melhores do que em 1990.

O relatório do IDEA mede o desempenho democrático de 173 países desde 1975 e procura fornecer um diagnóstico sobre o estado das democracias em todo o mundo.

“Estamos perante uma situação muito grave. Mesmo países com sistemáticos bons resultados nos índices reflectem quedas, provando que há um problema global com as democracias”, disse à Lusa o secretário-geral do IDEA, Kevin Casas-Zamora.

O declínio da democracia global reflecte-se em diferentes parâmetros, incluindo a credibilidade dos resultados eleitorais, restrições às liberdades cívicas e de expressão, a desilusão dos jovens com a actividade política.

Quando os investigadores do IDEA procuram encontrar causas para o declínio dos regimes democráticos detectam explicações no afastamento dos eleitos perante os problemas reais dos eleitores, o aumento da corrupção e a ascensão de partidos demagógicos e populistas que polarizam e radicalizam a actividade política.

Ao mesmo tempo, o relatório deste ano mostra que os regimes autoritários são cada vez mais numerosos e estão a aprofundar a sua actividade repressiva, tendo 2021 sido o pior ano de que há registo.

“Mais de dois terços da população mundial vivem agora em democracias em regressão ou sob regimes autoritários e híbridos”, conclui o relatório, que ainda assim deixa alguns sinais de optimismo, relativamente ao cenário político global.

“As pessoas estão a unir esforços de forma inovadora, para renegociar os termos dos contratos sociais, pressionando os seus governos a satisfazer as exigências do século XXI, desde a criação de estruturas comunitárias de cuidados infantis, na Ásia, até às liberdades reprodutivas na América Latina”, conclui o estudo do IDEA.

Em declarações à Lusa, o secretário-geral deste instituto com sede em Estocolmo reconheceu que há muitos casos interessantes de actividade cívica, como os movimentos ambientais, as manifestações a favor dos direitos das mulheres no Irão ou os protestos políticos na Tailândia, revelando que “os cidadãos mostram vontade de ultrapassar os limites do politicamente possível”.

“Os próximos anos vão ser desafiantes”, garante Casas-Zamora, lembrando que “ao contrário do que os pessimistas democráticos podem sugerir, os regimes autoritários e os sistemas alternativos de governação não superaram o desempenho dos seus pares democráticos”.

Ainda assim, o relatório sobre a saúde das democracias no planeta apresenta indicadores preocupantes para quem acredita nesta forma de regime político, como o facto de, no final de 2021, metade dos 173 países avaliados terem revelado declínio em pelo menos um dos atributos democráticos.

Na Europa, por exemplo quase metade de todas as democracias, num total de 17 países, sofreram erosão nos últimos cinco anos, e Portugal não foi excepção, depois de, em 2020, ter registado uma queda em três dos parâmetros que medem a qualidade das democracias.

Portugal, apesar de tudo, mantém-se como uma democracia saudável e partilha com outros países europeus algum défice na componente da corrupção e na falta de maior abertura à participação dos cidadãos nas decisões governativas.

Nos continentes asiático, africano e sul-americano persistem problemas sistémicos e históricos de graves défices democráticos, com países como Afeganistão, Bielorrússia, Comores ou Nicarágua a repetir desempenhos de declínio dos parâmetros democráticos.

“A democracia não parece estar a evoluir de uma forma que reflicta a rápida evolução das necessidades e das prioridades. As melhorias são pouco significativas, mesmo nas democracias em que se regista um desempenho de médio ou alto nível”, conclui o relatório.

O documento do IDEA recomenda uma série de medidas políticas para renovar e reactivar os regimes democráticos, nomeadamente com a adopção de contratos sociais mais equitativos e sustentáveis, com reformas das instituições políticas e com o fortalecimento das defesas contra o autoritarismo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Novembro 2022 — 01:00



 

977: Governo ucraniano revela que forças russas já dispararam 16 mil mísseis

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / INVASÃO / UCRÂNIA / MÍSSEIS

As Forças Armadas russas já lançaram 16 mil ataques com mísseis contra a Ucrânia desde o início do conflito, que começou há mais de nove meses, a maioria contra alvos civis, revelou hoje o ministro da Defesa ucraniano, Oleksii Reznikov.

© Reuters

Segundo o mais recente balanço fornecido pelo responsável pela pasta de Defesa na Ucrânia, a grande maioria das ofensivas russas, pelo menos 12.300 dos ataques, teve como alvo áreas urbanas e localidades em território ucraniano.

O ministro da Defesa ucraniano sublinhou, com base nestes dados, que cerca de 97% dos ataques russos atingiram alvos civis.

De todos os ataques com mísseis, cerca de 500 foram direccionados contra instalações militares, outros 250 contra infra-estruturas de transporte e mais de 220 foram direccionados contra instalações energéticas.

“A Ucrânia vencerá e levará os criminosos de guerra à justiça”, referiu ainda Oleksii Reznikov, citado pela agência de notícias ucraniana UNIAN.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao Minuto Lusa // Notícias ao Minuto
28/11/22 21:05
por Lusa



 

972: Polícia cerca Pequim para impedir protestos contra restrições anti-covid

🇨🇳 As amplas liberdades “democráticas” da comunada! Onde para a ditadura do proletariado? Ah! Isso era no tempo do Marx, Engels e Lenin! Agora estamos no tempo do imperialismo capitalista, da burguesia, das oligarquias!

CHINA 🇨🇳 /REPRESSÃO/DITADURA/MANIFESTAÇÕES

Centenas de pessoas realizaram uma manifestação nas margens do canal de Liangma. Estiveram estacionados cerca de 20 veículos ou carrinhas da polícia, alguns equipados com câmaras em ambas as margens do canal, tornando qualquer concentração de pessoas quase impossível.

© EPA/MARK R. CRISTINO

Viaturas policiais e patrulhas em grande número, associadas à rede de câmaras de vigilância, foi a forma como as autoridades de Pequim conseguiram esta segunda-feira impedir qualquer nova manifestação contra as restrições de combate à pandemia de covid-19.

No domingo à noite, centenas de pessoas, sobretudo entre os 18 e os 35 anos, realizaram uma manifestação — coisa muito incomum em Pequim — nas margens do canal de Liangma, um local ladeado de árvores, onde as pessoas habitualmente passeiam.

Pacificamente, os manifestantes colocaram à sua frente folhas brancas de formato A4 para representar a censura, cantaram o hino nacional e repetiram palavras de ordem contra as restrições impostas pelas autoridades de Saúde chinesas, que os impedem de se deslocar livremente há quase três anos.

“Acompanhei isto nas redes sociais e quis vir ver. Por fim, há uma mobilização contra esta política de Saúde”, declarou em voz baixa, junto ao canal, um quadragenário que solicitou o anonimato, citado pela agência noticiosa francesa AFP.

“Actualmente, os jovens estão preocupados. O preço da habitação tornou-se quase inacessível, eles não sabem se conseguirão arranjar trabalho. Estas restrições de combate à covid-19 aumentam a sua frustração”, explicou.

“Com toda esta política de Saúde, é como se se tivesse colocado uma tampa sobre a China. Estamos a tornar-nos alvo de troça do mundo, não é?”, acrescentou.

Em ambas as margens do canal, os polícias efectuavam patrulhas, aos pares ou em grupos de três, mais ou menos de cinco em cinco minutos, de forma bem visível, envergando as suas fardas azuis escuras. Outros postaram-se à entrada das ruas adjacentes.

Nas imediações, estavam estacionados cerca de 20 veículos ou carrinhas da polícia, alguns equipados com câmaras, tornando qualquer concentração de pessoas quase impossível.

“Emocionou-me o que estes jovens fizeram ontem (domingo). Eles estão a defender os seus direitos, eu apoio-os”, afirmou uma mulher na faixa dos 30 que aproveitava esta segunda-feira a calma à beira do canal, apesar da chuva miúda e da temperatura de apenas quatro graus centígrados.

“Acho que eles se sentiram inspirados pelo acontecimento de Outubro”, observou, quando um cidadão anónimo pendurou numa ponte de Pequim duas faixas contra a política de combate à pandemia e o Presidente chinês, Xi Jinping, antes de ser detido, logo a seguir.

Também ela tem motivos para se sentir frustrada: “O meu passaporte expirou há dois anos e as autoridades recusam-se a renovar-mo devido às restrições sanitárias. Nem sequer podemos ir para o estrangeiro. Mas onde havemos de viver?”.

As autoridades chinesas já não emitem novos passaportes aos seus cidadãos, salvo em casos excepcionais, como para ir visitar familiares próximos, continuar a estudar ou se é enviado para o estrangeiro em trabalho pela entidade patronal.

Um pouco mais à frente, uma jovem que veio correr junto ao canal disse ter acompanhado os acontecimentos da véspera nas redes sociais.

“Foi bom. Enviou um sinal de que as pessoas estão fartas das restrições demasiado rígidas”, declarou, enquanto fazia alongamentos.

“Acho que o Governo entendeu a mensagem e vai aligeirar a política para dar, a si próprio e a toda a gente, uma saída”, disse esperar.

Foi também o que afirmou o quadragenário: “Vemos os nossos dirigentes irem ao estrangeiro e não usarem máscara. Então, por que é que nós ainda temos que as usar aqui? É incompreensível!”.

Outros locais politicamente sensíveis em Pequim, como a praça de Tiananmen, estavam esta segunda-feira desertos. Nas imediações, numerosos polícias realizavam verificações de identidade — mesmo aos ciclistas, algo que não é habitual.

Uma manifestação marcada para esta segunda-feira à tarde na capital chinesa, perto da ponte onde foram colocadas as faixas de protesto, não se realizou também devido à forte presença policial.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Novembro 2022 — 16:40



 

965: Ucrânia pode ficar totalmente às escuras num próximo ataque

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UCRÂNIA/TERRORISMO RUSSONAZI 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 /ENERGIA

A Ucrânia pode ficar totalmente às escuras num próximo ataque. A Rússia tem concentrado os seus ataques às infra-estruturas energéticas do país.

Sergey Kozlov / EPA

Até sexta-feira, mais de 6 milhões de casas continuavam afectadas por cortes de energia na Ucrânia, dois dias após os ataques em massa da Rússia contra infra-estruturas energéticas do país.

Kiev, com cerca de 600.000 casas sem electricidade à noite, e a sua região, assim como as províncias de Odessa, Lviv, Vinnytsia e Dnipropetrovsk, eram as mais afectadas pelos cortes.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, é considerada “crime de guerra” pelos aliados ocidentais da Ucrânia e qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

O conselheiro presidencial da Ucrânia, Mykhailo Podolyak, disse, este domingo, que os ataques russos são “simplesmente de fascismo do século XXI”.

Os ataques são “sobre cirurgias interrompidas, diálises canceladas, ventiladores desligados, ambulâncias que não chegaram” e não apenas sobre a luz, considerou o conselheiro presidencial ucraniano.

A Rússia, por sua vez, afirma visar apenas infra-estruturas militares e atribui os cortes de energia aos disparos das defesas aéreas ucranianas.

As autoridades ucranianas estimam que cerca de 50% das instalações de energia da Ucrânia foram danificadas nos recentes ataques.

Apesar dos mais recentes ataques, a Ucrânia vai recuperando a energia, com 80% do território a ter novamente electricidade e água, segundo a Euronews.

Na CNN Portugal, o major-general Agostinho Costa, especialista em assuntos de segurança, disse que acredita que haverá um novo ataque à Ucrânia que “poderá levar a um apagão geral”.

Com a chegada do inverno e das temperaturas baixíssimas, a Europa poderá estar “à beira de uma nova vaga de refugiados”, sugere Agostinho Costa.

Daniel Costa, ZAP // Lusa
28 Novembro, 2022



 

960: “Xi Jinping fora!”. Partido enfrenta a maior ameaça desde o massacre de Tiananmen

– “Abençoada” comunada 🇨🇳 que é tão querida da ditadura do proletariado… 🙂 e das amplas liberdades “democráticas”… 🙂 🇨🇳

CHINA/DITADURA/REPRESSÃO

O Partido Comunista Chinês enfrenta a maior ameaça ao seu poder desde os protestos que levaram ao infame massacre de Tiananmen.

Mark R. Cristino / EPA

Cerca de mil pessoas protestaram este domingo, junto à zona das embaixadas em Pequim, contra as restritivas medidas de prevenção contra a covid-19 vigentes na China, enquanto alguns manifestantes criticaram directamente a governação do Partido Comunista Chinês.

“Não queremos mais confinamentos, queremos ser livres”, gritaram os manifestantes, condenando ainda a realização quase diária de testes PCR em massa, no âmbito da estratégia de ‘zero casos’ de covid-19 imposta pelo Governo chinês.

A maioria dos manifestantes era constituída por jovens, que exibiam folhas de papel em branco, numa crítica implícita à censura exercida pelo regime chinês, que apaga das redes sociais comentários críticos e vídeos e fotografias susceptíveis de denegrir a sua imagem.

As palavras de ordem foram sobretudo dirigidas à estratégia chinesa de ‘zero casos’ de covid-19, que inclui o confinamento de bairros e cidades inteiras, por vezes ao longo de meses, e a realização constante de testes PCR em massa.

No entanto, testemunhou-se também críticas directas ao Partido Comunista (PCC), partido único do poder na China, desde a fundação da República Popular, em 1949.

Sob a presidência do actual líder chinês, Xi Jinping, o PCC assumiu, nos últimos anos, um controlo quase absoluto sobre a sociedade, ensino ou produções artísticas da China. Xi obteve, no mês passado, um terceiro mandato, cimentando o seu estatuto como um dos líderes mais fortes na História moderna da China.

“A China é um país e não um partido”, lançou uma manifestante. “A China pertence ao seu povo, e não a eles”, atirou outro, erguido em cima de um muro, com o punho no ar, arrancando aplausos dos manifestantes.

Os manifestantes começaram pelas crítica à política, mas rapidamente os protestos alargaram ao regime comunista chinês. “Xi Jinping fora!”, gritam os manifestantes.

Nenhuma manifestação chegou perto da dimensão dos protestos anti-confinamento desde o infame massacre de Tiananmen em 1989, diz Dominic Waghorn, da Sky News.

Os protestos que levaram ao massacre foram liderados por estudantes entre os dias 15 de Abril e 4 de Junho de 1989, sendo que este último dia assistiu ao ápice da repressão violenta do Estado.

Os manifestantes acreditavam que o governo do Partido Comunista era demasiado repressivo e corrupto e que as reformas económicas na China tinham sido lentas e que a inflação e o desemprego estavam a dificultar as suas vidas.

ZAP // Lusa
28 Novembro, 2022



 

Kiev rejeita táctica de negociações forçadas da “terrorista” Rússia

– Когда частная собственность суверенного государства уничтожается силой нацистского вторжения, гибнут тысячи мирных жителей, от детей (478) до стариков, виновные заслуживают только СМЕРТИ!

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ATAQUES

No dia em que o Parlamento Europeu designou o estado russo promotor de terrorismo, e na véspera dos nove meses da invasão, Moscovo lançou mais um ataque em larga escala, com dezenas de mísseis. Os líderes ucranianos dizem que não irão ceder.

Maternidade na vila de Vilnyansk, na região de Zaporíjia, foi atingida por um bombardeamento russo que causou a morte a um recém-nascido.
© Katerina Klochko / AFP

Horas depois de um bombardeamento russo ter atingido uma maternidade e matado um bebé, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução carregada de simbolismo ao declarar o estado russo “promotor de terrorismo”.

Os efeitos práticos desta votação, para lá de irritar Moscovo e ter levado a um ataque informático ao site do Parlamento, estão por determinar. À entrada do nono mês da “operação militar especial”, Moscovo aposta no continuado ataque a infra-estruturas para levar Kiev a novas negociações ou a uma trégua.

Com a Rússia a confrontar-se com pesadas perdas humanas e materiais e a Ucrânia a deparar-se com gravíssimos problemas para assegurar os serviços essenciais, há vozes a clamar por tréguas e planos de paz, mas a via negocial aparenta estar longe.

“Se Moscovo acredita realmente que as falhas de energia farão com que os ucranianos derrubem o governo e implorem por misericórdia, então após nove meses de guerra o Kremlin ainda não sabe nada sobre a Ucrânia”, disse o conselheiro do presidente Mikhailo Podolyak.

“Ou se força a Ucrânia a alcançar a paz, ou se força o Ocidente a forçar a Ucrânia a alcançar a paz”, comentou por sua vez o chefe de gabinete de Zelensky, Andriy Yermak, sobre a táctica de Moscovo.

O Kremlin admitiu na semana passada que os ataques continuados a estações eléctricas e outras infra-estruturas visam levar os ucranianos a negociar. “Sim, queremos negociações, mas também queremos um desfecho que assegure uma Ucrânia soberana e independente”, assegurou o secretário-geral da NATO Jens Stoltenberg.

Em Estrasburgo, o texto final da resolução a reconhecer a Federação Russa um estado patrocinador de terrorismo, uma iniciativa inédita entre os parlamentares europeus, teve apoios em todas as bancadas.

Foi aprovado com 494 votos favoráveis, 58 contra e 44 abstenções, e segue-se a declarações similares da assembleia parlamentar de outra organização com sede em Estrasburgo, o Conselho da Europa – do qual a Rússia foi expulsa em Março -, bem como dos parlamentos da Polónia, Estónia, Letónia, Lituânia e República Checa.

Além de condenarem os ataques e as atrocidades russas, os eurodeputados dizem que é altura de um debate público sobre os crimes do regime soviético.

Como a UE só tem competências para designar indivíduos ou grupos terroristas, o Parlamento pede para cada estado-membro aprovar legislação própria, o que iria ter restringir ainda mais as relações com a Rússia.

Quanto ao mais, os eurodeputados instaram o Conselho Europeu a incluir na lista de terroristas o grupo de mercenários Wagner, o 141.º regimento especial motorizado (oriundo da Chechénia, é também conhecido como Kadyrovtsy, em menção ao líder da região) e outras milícias russas.

Nos 18 pontos da resolução, os representantes europeus realçam que os “ataques deliberados e atrocidades perpetrados pela Federação Russa contra a população civil da Ucrânia, a destruição de infra-estruturas civis e outras violações graves dos direitos humanos e do direito humanitário internacional equivalem a actos de terror contra a população ucraniana e constituem crimes de guerra”.

No entanto, também incitam os cidadãos russos a recusarem entrar na guerra e a “protestar contra os crimes de guerra atrozes contra a população ucraniana” e o seu apoio aos cidadãos que lutam contra o regime.

Num ponto para todos, mas em especial para os russos, salienta-se a necessidade de uma “avaliação histórica e jurídica” e de um “debate público sobre os crimes do regime soviético”, isto porque “a falta de responsabilização e de justiça apenas conduz à repetição de crimes semelhantes”.

A presidente do Parlamento Europeu Roberta Metsola numa sessão com Andriy Yermak, chefe do gabinete da presidência ucraniana.
© EPA/JULIEN WARNAND

Em aparente indiferença à quase unanimidade europeia face à invasão russa e aos seus métodos, as forças militares russas prosseguiram os seus ataques a vários pontos da Ucrânia. Na madrugada, foram as regiões de Kharkiv (dois mortos em Kupiansk) e de Zaporíjia (um recém-nascido morto, a mãe e um médico feridos na maternidade de Vilnyansk).

Mais tarde dezenas de mísseis de cruzeiro foram lançados de aviões bombardeiros e de dois navios no mar Negro para vários pontos do país.

A Força Aérea ucraniana diz ter derrubado 51 dos 70 mísseis, bem como cinco drones. Porém, os projécteis que passaram as defesas mataram pelo menos cinco pessoas só na região de Kiev e levaram à interrupção temporária de quase todas as centrais de energia.

Kiev ficou sem electricidade nem água no que foi o quinto ataque em larga escala de mísseis de cruzeiro desde 10 de Outubro. “O Parlamento Europeu reconheceu a Rússia como um estado que patrocina o terrorismo. Finalmente, obrigado a todos os eurodeputados.

E de seguida a Rússia provou a todo o mundo que esta afirmação é verdadeira ao lançar 67 mísseis nas nossas infra-estruturas, no nosso sistema energético, e nas pessoas comuns”, reagiu o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.

As análises dos serviços de informações ocidentais apontam para a Rússia estar a ficar com os arsenais despidos de mísseis de precisão e os serviços ucranianos dizem que os russos só podem executar ataques em larga escala “três ou quatro vezes”.

Mas o ex-presidente russo Dmitri Medvedev, depois de ter visitado uma oficina de armamento disse que “há suficiente para todos”, ao contrário do que dizem os “inimigos”, segundo a agência Tass.

Biden contra rótulo terrorista

O apelo das autoridades ucranianas para que outros países designem a Rússia um estado terrorista não foi ignorado nos Estados Unidos.

Em Julho, num raro momento de unanimidade, os senadores aprovaram uma resolução – não vinculativa – na qual instavam o secretário de Estado Antony Blinken a designar a Rússia um “estado patrocinador de terrorismo” pelas acções na Ucrânia, mas também na Síria, Geórgia e Chechénia.

No entanto, em Setembro, o presidente Joe Biden tentou pôr termo à discussão ao responder com um simples “Não” aos jornalistas.

Para a Casa Branca não há vantagens ao situar a Rússia no mesmo plano que a Síria, Coreia do Norte, Irão e Cuba. Segundo Blinken as restrições aprovadas nas sanções “estão totalmente em linha com as consequências que existiriam com a designação”, e sem os contras que a Casa Branca alega desencadear (prejudicar a capacidade de “apoiar a Ucrânia na mesa de negociações”, ou de “entregar assistência humanitária em certas regiões da Ucrânia”.

Os senadores não se deram por convencidos e prepararam legislação para contornar o secretário de Estado, mas a lei não passou da fase do seu anúncio, em meados de Setembro.

cesar.avo@dn.pt
César Avó
23 Novembro 2022 — 23:03



 

873: Rússia lança mais de 70 mísseis. Três mortos em Kiev, cortes de água e luz

– Ó senhora embaixadora, não basta os EUA estarem com a Ucrânia! É preciso de IMEDIATO, começarem a bombardear Moscovo e S. Petersburgo! Os ucranianos estão a servir de carne para canhão sem que exista qualquer tipo de represália contra os nazis! Esta merda já está a cheirar mais que mal! Quando é que começam a mandar umas bojardas de “alta precisão” para aterrarem em Moscovo e S. Petersburgo (para começar…) ??? Estes FDP enquanto elas não começarem a cair-lhes em cima da cornadura, não param! Isto é a retaliação russonazi ☠️卐☠️ sobre a decisão do Parlamento Europeu ter considerado – e bem – os russonazis ☠️卐☠️ como estado terrorista!

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TERRORISMO/NAZISMO/ASSASSINOS/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Há relatos que indicam cortes de energia no norte e no centro de Kiev na sequência do mais recente ataque russo. Foram ainda reportadas explosões em Lviv e Kremenchuk.

© SERGEI SUPINSKY/AFP

As forças russas lançaram esta quarta-feira mais de 70 mísseis e atingiram várias cidades, incluindo a capital da Ucrânia, Kiev, disseram as autoridades ucranianas.

Foram danificadas infra-estruturas críticas, nomeadamente na capital, naquele que é o mais recente ataque de uma série que provocou apagões em todo o país, isto numa altura em que descem as temperaturas. Pelo menos três pessoas morreram em Kiev.

“O inimigo está a lançar ataques com mísseis contra a infra-estrutura crítica na cidade de Kiev. Fiquem em abrigos até ao fim do alerta aéreo”, disse o município nas redes sociais, com o presidente da Câmara, Vitali Klitschko, a revelar que infra-estrutura crítica foi atingida.

“Como resultado do ataque, um prédio residencial de dois andares foi danificado. Três pessoas morreram e seis ficaram feridas”, disse a administração militar da cidade numa mensagem divulgada na rede social Telegram.

Há cortes de energia no norte e no centro de Kiev. Também há falhas no abastecimento de água na cidade.

Devido a esta nova série de ataques russos, “o abastecimento de água foi suspenso em Kiev”, disse Vitali Klitschko nas redes sociais. “Toda” a região circundante de Kiev ficou sem energia, avançou também o governador regional, Oleksiy Kuleba.

Estão a ser reportados outros ataques das forças de Moscovo nas regiões de Mykolaiv e Dnipropetrovsk, mas também em Lviv e Kremenchuk, na região de Poltava, segundo o jornal britânico The Guardian. Cortes de energia estão a ser relatados um pouco por todo o país.

A cidade de Lviv, no oeste, ficou completamente sem energia, disse o presidente da autarquia.

“Toda a cidade está sem energia. Estamos a aguardar informações adicionais de especialistas em energia”, disse o autarca Andriy Sadovyi nas redes sociais, alertando que também pode haver interrupções no abastecimento de água da cidade.

Perante esta nova série de ataques das forças russas, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia voltou a reforçar a necessidade do país em ter “todos os sistemas de defesa aérea o mais rápido possível”.

Dmytro Kuleba escreveu na rede social Twitter que a Rússia está a “celebrar” o reconhecimento, por parte do Parlamento Europeu, de que é “um Estado terrorista”, com o lançamento de “novos mísseis contra a capital da Ucrânia e outras cidades”.

Mykhailo Podolyak, assessor do gabinete do presidente da Ucrânia, declarou esta quarta-feira, nas redes sociais, que está em curso um novo “ataque maciço” às infra-estruturas críticas do país.

Três centrais nucleares desligadas da rede

Todas as três centrais nucleares ainda sob controlo ucraniano foram desligadas da rede eléctrica, disse a operadora nuclear da Ucrânia, devido aos novos ataques aéreos russos que atingiram o país.

A Energoatom disse em comunicado que os ataques activaram protocolos de emergência nas centrais nucleares de Rivnenska, Pivdennoukrainska e Khmelnytska e que “como resultado… todos os reactores foram automaticamente desligados” da rede eléctrica, informou a empresa nas redes sociais.

Apagões na vizinha Moldávia devido aos ataques russos contra a Ucrânia

A Moldávia anunciou que o país estava a enfrentar apagões generalizados como resultado de uma nova onda de ataques russos às infra-estruturas de energia na vizinha Ucrânia.

“Como resultado dos bombardeamentos da Rússia no sistema de energia ucraniano, na última hora tivemos apagões de electricidade em todo o país. A [empresa] Moldelectrica está a trabalhar para restabelecer o fornecimento de electricidade”, escreveu o vice-primeiro-ministro da Moldávia, Andrei Spinu, no Facebook.

A embaixadora dos EUA em Kiev afirmou que Moscovo está a “punir a Ucrânia por ousar ser livre” ao lançar novos ataques “cruéis” em todo o país.

Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Bridget A. Brink destaca a “força do povo ucraniano” e diz que irá falhar “a tentativa da Rússia de dominar a Ucrânia, mergulhando-a no frio e na escuridão”. A diplomata norte-americana reforça que os EUA estão com a Ucrânia.

Em actualização

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 15:06



 

783: Opositor de Putin garante que invasão não tem apoios de todos os russos

– O regime putinocrata russonazi ☠️卐☠️ segue as mesmas linhas de orientação de todos os regimes de ditadura fascista/nazi ☠️卐☠️. E este ayatollah putineiro russonazi ☠️卐☠️ não foge à regra. Ele e todos os putinocratas russonazis ☠️卐☠️ que andam à volta dele que são da mesma laia ou ainda piores. Não me esqueço do tempo do fascismo salazarista e da tenebrosa PIDE/DGS que utilizava os mesmos métodos e meios de repressão, tortura e assassínio. Pena que muita gente desse tempo já se tenha esquecido disso.

OPOSIÇÃO/RUSSOS/ACTIVISTAS

Vladimir Kara-Murzá pediu que seja rejeitada “a fachada de falsa unanimidade” anunciada pelo Kremlin.

© NATALIA KOLESNIKOVA / AFP

O opositor do regime russo, Vladimir Kara-Murzá, preso desde Abril, garantiu esta sexta-feira que a invasão da Ucrânia não tem apoio de todos os russos e pediu que seja rejeitada “a fachada de falsa unanimidade” anunciada pelo Kremlin.

Em discurso lido em Genebra pela sua mulher, que recebeu em seu nome o prémio de direitos humanos da organização não-governamental UN Watch, Kara-Murzá lembrou ainda que, antes da invasão à Ucrânia, já tinha chamado a atenção para a situação dos presos políticos na Rússia, num discurso que fez no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

“Esse problema atingiu proporções de crise. A Rússia de Vladimir Putin acaba de superar a União Soviética em número de presos políticos e o segmento que mais cresce é o dos opositores à guerra de Putin contra a Ucrânia”, acusou o activista.

Segundo o opositor de Putin, mais de 19 mil pessoas foram detidas pela polícia russa desde Fevereiro, em diferentes protestos contra a guerra, das quais 5.000 enfrentam, como ele, processos administrativos ou criminais.

“Dezenas de pessoas continuam presas: jornalistas, advogados, artistas, sacerdotes, políticos, militares”, enumerou o opositor do regime de Vladimir Putin, destacando que todos permanecem presos por “negarem ficar em silêncio perante a atrocidade”.

Por isso, dedicou-lhes o prémio recebido esta sexta-feira, na Suíça, após descrevê-los como “as vozes de uma Rússia melhor, mais livre e com mais esperança”.

“Espero que quando as pessoas do mundo livre pensarem e falarem do nosso país não se recordem apenas dos cleptocratas, dos abusadores e dos criminosos de guerra do Kremlin, mas também de nós, que os enfrentamos”, insistiu.

Kara-Murzá, que escrevia colunas críticas para com o regime do presidente russo, Vladimir Putin, em meios de comunicação norte-americanos como o Washington Post, decidiu voltar à Rússia em Abril, após o início da guerra na Ucrânia.

Em 11 de Abril foi preso por, alegadamente, difundir informações falsas sobre o exército russo durante um discurso que fez na Câmara dos Representados do Arizona, no mês anterior.

Em Outubro, segundo um dos seus advogados, foi acusado de alta traição por criticar publicamente as autoridades russas no estrangeiro, um crime punível na Rússia com penas de 12 a 20 anos de prisão.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2022 — 07:30



 

752: Entre espancamentos e electrocussões, o cativeiro de um ucraniano na ocupação russa de Kherson

– Dirão os russonazis ☠️卐☠️ Lavrov, Peskov, Medvedev, Prighozin & companhia, que tudo isto é mentira, culpando o ocidente satânico de falsas informações. Os presos dos russonazis ☠️卐☠️ até são tratados com carinho, humanismo, blá, blá, blá…

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSINOS

Anatoli Stozki foi preso duas vezes pelas forças russas e na segunda foi espancado de tal forma que chegou a urinar sangue.

Foto International Observers Ukraine

Foto International Observers Ukraine

Detido duas vezes em Kherson, cidade no sul da Ucrânia que esteve sob ocupação russa durante oito meses, Anatoli Stozki relatou à AFP os interrogatórios a que foi submetido pelos serviços russos e pró-russos, pontuados por espancamentos e choques eléctricos.

Anatoli que, armado com uma metralhadora, entrou numa unidade da força de defesa territorial ucraniana a 24 de Fevereiro, no início da invasão russa, estava em Kherson a 2 de Março quando as forças de Moscovo entraram na cidade. Ele foi ordenado a ficar em casa com a sua arma e aguardar instruções.

“Depois de duas ou três semanas, os russos encontraram a lista daqueles que havíamos recrutados para a defesa territorial e começaram a prender-nos”, contou a repórteres da AFP na sua casa no centro da cidade, alguns dias depois da libertação de Kherson, a 11 de Novembro.

A 25 de Abril, “eles chegaram”. “Eu estava com a minha esposa e a minha filha de 3 anos. Dei-lhes a minha arma porque ameaçaram matar a minha família”, explicou.

Anatoli Stozki foi então levado, encapuçado, para o que acredita ser uma esquadra de polícia próxima. Foi colocado numa cela e “amarrado a uma cadeira”.

“Três ou quatro pessoas interrogaram-me. Bateram-me com um bastão e colocaram uma pistola, ou uma espingarda na minha cabeça. Bateram dos dois lados da cabeça, em cima e nas orelhas, mas não deixaram marcas”, disse.

Segundo ele, homens encapuçados – dos serviços de segurança russos – questionaram-no sobre a sua arma. “Eles perguntaram-me onde é que eu a consegui, quem me a deu e por que não a entreguei” depois de os russos terem entrado na cidade.

Ficaram com o seu passaporte, tiraram as suas impressões digitais e amostras de ADN e disseram que agora estava numa base de dados, que deveria ficar na cidade e colaborar com os russos.

Foi libertado a 4 de Maio, na rua, com a cabeça tapada.

Coberto de hematomas

“Quando cheguei a casa, estava coberto de hematomas”, contou Anatoli. “Pensei em sair da cidade, mas tive medo”, acrescentou.

Em vez disso, enviou a sua esposa e filha para um posto de controlo em Zaporizhzhia, 300 quilómetros a nordeste de Kherson.

Foi então preso pela segunda vez a 6 de Julho. Desta vez, por homens do Ministério da Segurança do Estado da República Popular de Donetsk, região anexada por Moscovo no final de Setembro.

“Vieram à minha casa e disseram-me: ‘sabemos que já foi preso, mas o interrogatório foi incompleto. Agora vai dizer-nos quem conhece e onde estão os depósitos de armas'”, relatou.

“Nos primeiros cinco ou seis dias espancaram-me. À noite, não me deixavam dormir. A cada duas horas, entravam na minha cela e obrigavam-me a levantar e a dizer o meu nome.

Ficava algemado a um cano”, afirmou. Cada vez que os seus captores entravam na cela, devia colocar um saco na cabeça para não os ver. Um dia, foi levado para outra cela para interrogatório.

Descargas eléctricas

“Amarraram as minhas mãos e pés, atiraram-me ao chão e electrocutar-me”, relatou Anatoli, acreditando que foi electrocutado com “um dispositivo especial, porque a energia vinha de uma caixa”.

Segundo ele, raramente era permitido ir à casa de banho. Urinava em garrafas vazias entregues na cela.

“Durante as duas primeiras semanas eu urinava sangue. Os meus rins estavam em mau estado. Nas celas havia buracos na parede, e eu conseguia comunicar-me com outros presos. Isso permitiu-me não perder a minha sanidade”, acrescentou, especificando que era alimentado uma vez a cada três dias.

No final, foi libertado a 20 de agosto, após um mês e meio de detenção. Não voltou para casa e escondeu-se com parentes, temendo ser preso novamente. Perdeu 25 quilos durante o cativeiro.

Segundo ele, o segundo local de detenção foi um antigo prédio comercial no centro da cidade. De lá, podia ver as bandeiras do Japão, dos Estados Unidos e da Ucrânia caídas no chão na entrada. O prédio de quatro andares está localizado na rua Pylypa Orlyk.

Os jornalistas da AFP tentaram entrar, sem sucesso, porque “está a decorrer uma investigação”, disseram no acesso ao local.

“Pensei em suicídio”, comentou Anatoli, que completou 50 anos na prisão. “Mas pensar na minha família me deu forças para suportar tudo isso”, desabafou.

Diário de Notícias
DN/AFP
16 Novembro 2022 — 17:33



 

686: Rússia proíbe entrada de navios estrangeiros no mar de Azov

– O ayatollah terrorista russonazi putineiro ☠️卐☠️ como não tem capacidade para ganhar a guerra que ele próprio iniciou, pensando que a anexação da Ucrânia ao território russonazi ☠️卐☠️ eram favas contadas, vale-se destas “traquinices” de cobardolas insano e psicopata, para tentar mostrar aos seus súbditos russonazis ☠️卐☠️ que não perdeu (ainda) a guerra! Este tipo padece de demência mental bastante acentuada e é um perigo acrescido para a Paz mundial. Ele e toda a seita terrorista ☠️卐☠️ que o acompanha.

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

UCRÂNIA/PORTOS UCRANIANOS/IMPEDIMENTOS

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se neste mar.

Navio com cereais ucranianos em Istambul. Estreito do Bósforo é a entrada para o mar Negro, onde o estreito de Kerch leva ao mar de Azov e aos portos de Mariupol e Berdyansk.
© EPA/ERDEM SAHIN

O Ministério dos Transportes turco informou este sábado que as autoridades russas proibiram a entrada no Mar de Azov de navios carregados no exterior.

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se no mar de Azov.

Numa mensagem na rede social Twitter e citando a administração marítima russa, a autoridade turca que tutela o tráfego marítimo afirma que “é proibida a transferência para o norte de navios carregados fora do território russo”.

O Mar de Azov, cuja entrada é o estreito de Kerch localizado na parte nordeste do Mar Negro, cuja entrada é controlada pela Turquia através do estreito do Bósforo, em Istambul.

O estreito de Kerch é atravessado por uma ponte que liga a Rússia à Crimeia e que foi substancialmente danificada há várias semanas por uma explosão de que Moscovo culpa a Ucrânia.

No Mar de Azov estão os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, controlados pela Rússia após a invasão da Ucrânia iniciada em 24 de Fevereiro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 20:45