Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo

– Canalha terrorista assassino russonazi ☠️卐☠️ , pena não te cair em cima da careca um míssil teleguiado de alta precisão!

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TERRORISMO/ASSASSINO/ORC RUSSONAZI ☠️卐☠️ PUTINOCRATA

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições.

Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo © Mikhail Metzel

O Presidente russo, Vladimir Putin, ordenou esta quinta-feira o fornecimento de mais armamento “de qualidade” às tropas que combatem na Ucrânia, quando se cumprem nove meses do início da campanha militar desencadeada por Moscovo.

“É importante não apenas aumentar o volume e a variedade dos fornecimentos, mas também melhorar a sua qualidade”, disse Putin durante uma reunião do Conselho Coordenador destinado a garantir as necessidades das Forças Armadas.

Putin pediu a melhoria do funcionamento do mecanismo de comunicação entre os militares, os produtores e os fabricantes, com o objectivo de introduzir correcções nos pedidos quando seja necessário.

Não há necessidade de introduzir medidas extraordinárias. Mas temos de pôr em marcha um trabalho preciso, de qualidade, bem coordenado. Isso é sempre útil, mas neste caso é simplesmente necessário garantir oportunamente tudo o que seja necessário para as nossas Forças Armadas durante a operação militar especial”, indicou, utilizando a designação dada pelo Kremlin à invasão da Ucrânia.

Neste sentido, considerou que os soldados no terreno devem receber o armamento e equipamento em datas e quantidades previamente determinadas.

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições na Ucrânia.

O secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, considerou na quarta-feira que a Rússia enfrenta uma “penúria significativa” de munições para a sua artilharia, em grande medida devido aos problemas logísticos que enfrenta e que poderão limitar no futuro as suas operações no terreno.

Austin também garantiu que as tropas russas possuem cada vez manos mísseis de precisão e que a sua indústria de Defesa enfrenta graves dificuldades para fabricar com rapidez novo armamento teleguiado.

Diversos peritos europeus citados por diversos ‘media’ têm considerado que a retirada russa do terço norte da região de Kherson foi motivada, mais que o avanço do inimigo ou problemas de abastecimento, pela escassez de munições, que apenas chegariam para mais um mês de combates.

No caso dos mísseis de cruzeiro Iskander, que provocaram elevados danos na infra-estrutura militar e civil ucraniana, a Rússia apenas disporia de mais 120 unidades.

Perante a impossibilidade de garantir avanços significativos no campo de batalha, o Exército russo optou por desencadear bombardeamentos massivos contra a infra-estrutura energética ucraniana e quando se aproxima o inverno, com Kiev a pedir ao ocidente o urgente envio de baterias antiaéreas.

MSN Notícias
SIC Notícias SIC Notícias
Lusa
24.11.2022




 

858: Ucrânia com apagões de energia até Março

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Organização Mundial de Saúde alertou para as milhões de vidas ucranianas em risco, destacando que que o sistema de saúde do país “atravessa os seus dias mais negros”.

Sergey Dolzhenko / EPA

– Pena esta imagem não ser a de uma rua de Moscovo…

Serguei Kovalenko, director da empresa de energia Yasno, a maior a operar em Kiev, antecipou esta segunda-feira um cenário negro para os habitantes da cidade que, perante os sucessivos ataques que o país tem sofrido por parte das forças russas, terão de enfrentar apagões sucessivos talvez até Março do próximo ano.

De acordo com o responsável, milhões de pessoas poderão ficar sem electricidade ou água ao longo dos próximos meses (ou mais frios), pelo que terão que recorrer a formas alternativas para garantir o seu aquecimento.

Ainda assim, garantiu, os funcionários da empresa estão a acelerar as reparações, de forma a minimizar os impactos junto da população.

O dia de ontem ficou ainda marcado pela entrada em vigor de novas restrições relacionadas com a distribuição de electricidade, o que resultou na desconexão de mais de 950 mil clientes.

Também a empresa estatal Ukrenergo anunciou novos apagões para esta terça-feira, em linha com o que tem acontecido no país nas últimas semanas.

Perante estas limitações no aquecimento das casas e da população, a Organização Mundial de Saúde alertou para as milhões de vidas ucranianas em risco, destacando que que o sistema de saúde do país “atravessa os seus dias mais negros até ao momento”.

De acordo com Hans Kluge, director regional do organismo para a Europa, as temperaturas em algumas regiões do país podem chegar aos -20º, deixando a população “no limiar da sobrevivência“.

ZAP //
22 Novembro, 2022



 

800: Energia: ucranianos aconselhados a deixar o país. Festa por causa de um comboio

UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ENERGIA

Guerra destruiu quase metade do sistema energético da Ucrânia. Rússia fez a maior emissão de dívida de sempre num só dia.

Oleg Petrasyuk/EPA
Reencontro familiar em Kiev, após chegada de comboio de Kherson

A guerra está a destruir muito da Ucrânia. Não só nas mortes que causa, ou nos refugiados que cria, mas também nas condições que deixa para quem continua a viver em território ucraniano.

Denys Shmyhal, primeiro-ministro, já tinha avisado que quase metade do sistema energético da Ucrânia está “fora de serviço”.

As temperaturas já começaram a descer muito nesta semana, o Inverno está a chegar e é preciso aquecer casas, pessoas, comida.

Mas falta energia. Há milhões de pessoas que não têm electricidade em casa, nesta altura.

Nesse contexto, o director-executivo da maior empresa energética privada da Ucrânia, a DTEK, foi directo: deixem o país, se conseguirem.

“Se os ucranianos conseguirem encontrar outro sítio para viver durante três ou quatro meses, iria ajudar muito o sistema”, apelou Maxim Timchenko, na BBC.

E explicou: “Se consumirem menos energia, os hospitais com soldados feridos terão fornecimento de energia garantido. Assim se explica que, ao consumirem menos ou mesmo ao saírem do país, estão também a ajudar outras pessoas“.

O sistema energético na Ucrânia fica mais frágil, menos fiável, após cada ataque russo, explicou Timchenko: “Estamos sem equipamentos e sem peças de substituição“, avisou o director.

Maxim Timchenko lamentou o facto de que Rússia e Ucrânia serem agora “inimigos“, depois de anos a serem “colegas” no desenvolvimento de sistemas de energia.

A capital Kiev está mesmo numa “situação crítica”, em relação ao fornecimento de energia, avisou Volodymyr Kudrytskyi, director-executivo da empresa de energia Ukrenergo.

Maior emissão de dívida de sempre

A Rússia fez a sua maior emissão de dívida de sempre, na quarta-feira passada: 13 mil milhões de euros. A informação foi partilhada pelo Ministério de Defesa do Reino Unido.
https://twitter.com/DefenceHQ/status/1593852613103177730

“Isto é importante para a Rússia, pois a emissão de dívida é um mecanismo fundamental para sustentar os gastos com Defesa, que aumentaram significativamente desde a invasão da Ucrânia”, continua o comunicado.

De acordo com os britânicos, o orçamento para a Defesa na Rússia em 2023 vai aumentar 40% em relação ao que tinha sido planeado no ano passado.

Comboio chega de Kherson

Apesar da situação e do contexto energético, este sábado foi dia de festa na capital Kiev, quando chegou o primeiro comboio proveniente de Kherson, desde o início da guerra.

Kherson foi ocupada pelas forças russas na fase inicial do conflito mas a cidade foi recuperada recentemente pelos ucranianos.

Várias dezenas de habitantes de Kiev ficaram à espera do comboio:

Nuno Teixeira da Silva, ZAP //
19 Novembro, 2022



 

783: Opositor de Putin garante que invasão não tem apoios de todos os russos

– O regime putinocrata russonazi ☠️卐☠️ segue as mesmas linhas de orientação de todos os regimes de ditadura fascista/nazi ☠️卐☠️. E este ayatollah putineiro russonazi ☠️卐☠️ não foge à regra. Ele e todos os putinocratas russonazis ☠️卐☠️ que andam à volta dele que são da mesma laia ou ainda piores. Não me esqueço do tempo do fascismo salazarista e da tenebrosa PIDE/DGS que utilizava os mesmos métodos e meios de repressão, tortura e assassínio. Pena que muita gente desse tempo já se tenha esquecido disso.

OPOSIÇÃO/RUSSOS/ACTIVISTAS

Vladimir Kara-Murzá pediu que seja rejeitada “a fachada de falsa unanimidade” anunciada pelo Kremlin.

© NATALIA KOLESNIKOVA / AFP

O opositor do regime russo, Vladimir Kara-Murzá, preso desde Abril, garantiu esta sexta-feira que a invasão da Ucrânia não tem apoio de todos os russos e pediu que seja rejeitada “a fachada de falsa unanimidade” anunciada pelo Kremlin.

Em discurso lido em Genebra pela sua mulher, que recebeu em seu nome o prémio de direitos humanos da organização não-governamental UN Watch, Kara-Murzá lembrou ainda que, antes da invasão à Ucrânia, já tinha chamado a atenção para a situação dos presos políticos na Rússia, num discurso que fez no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

“Esse problema atingiu proporções de crise. A Rússia de Vladimir Putin acaba de superar a União Soviética em número de presos políticos e o segmento que mais cresce é o dos opositores à guerra de Putin contra a Ucrânia”, acusou o activista.

Segundo o opositor de Putin, mais de 19 mil pessoas foram detidas pela polícia russa desde Fevereiro, em diferentes protestos contra a guerra, das quais 5.000 enfrentam, como ele, processos administrativos ou criminais.

“Dezenas de pessoas continuam presas: jornalistas, advogados, artistas, sacerdotes, políticos, militares”, enumerou o opositor do regime de Vladimir Putin, destacando que todos permanecem presos por “negarem ficar em silêncio perante a atrocidade”.

Por isso, dedicou-lhes o prémio recebido esta sexta-feira, na Suíça, após descrevê-los como “as vozes de uma Rússia melhor, mais livre e com mais esperança”.

“Espero que quando as pessoas do mundo livre pensarem e falarem do nosso país não se recordem apenas dos cleptocratas, dos abusadores e dos criminosos de guerra do Kremlin, mas também de nós, que os enfrentamos”, insistiu.

Kara-Murzá, que escrevia colunas críticas para com o regime do presidente russo, Vladimir Putin, em meios de comunicação norte-americanos como o Washington Post, decidiu voltar à Rússia em Abril, após o início da guerra na Ucrânia.

Em 11 de Abril foi preso por, alegadamente, difundir informações falsas sobre o exército russo durante um discurso que fez na Câmara dos Representados do Arizona, no mês anterior.

Em Outubro, segundo um dos seus advogados, foi acusado de alta traição por criticar publicamente as autoridades russas no estrangeiro, um crime punível na Rússia com penas de 12 a 20 anos de prisão.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2022 — 07:30



 

696: Bandeira ucraniana pendurada sobre a ponte Antonivskyi em Kherson

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UCRÂNIA/KHERSON/FUGA/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Um vídeo filmado por soldados ucranianos, e divulgado este domingo nas redes sociais, mostra uma bandeira da Ucrânia a ser pendurada na ponte Antonivskyi.

Este local, de acordo com o The Kyiv Independent, é uma “passagem estratégica entre a margem oeste de Kherson e a margem leste para onde os russos recuaram”.

Notícias ao Minuto
Daniela Carrilho
13.11.2022



 

692: Kiev restabelece poder em Kherson e o exército começa a desminar a cidade

– A prova mais que provada da propaganda russonazi ☠️卐☠️ em que se afirmava, durante o referendo ilegal, que 90% da população de Kherson pretendia a anexação à Rússia! Vêem-se os tais 90%!

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UCRÂNIA/KHERSON/LIBERTAÇÃO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Os ucranianos celebraram, no sábado, a retirada das tropas russas de Kherson. E as autoridades de Kiev adiantaram que o exército ucraniano está a registar crimes cometidos pelos russos, para restabelecer o poder em toda a região.

Ucranianos celebram retirada das tropas russas de Kherson © OLEKSANDR GIMANOV/AFP or licensors

Kherson era uma das quatro regiões da Ucrânia que o Presidente russo Vladimir Putin afirmou ter anexado em Setembro. Mas semanas depois, a retirada russa da cidade reforçou a resistência ucraniana depois de quase nove meses de combate.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse no sábado que as forças ucranianas tinham estabelecido o controlo de 60 assentamentos na região de Kherson. Agradeceu também às tropas que ajudaram a reconquistar a cidade.

A televisão pública russa mostrou imagens residentes de Nova Kakhovka, na região de Kherson, escondidos em abrigos durante os bombardeamentos. Antes de fugirem de Kherson, os ocupantes russos destruíram todas as infra-estruturas críticas: comunicações, abastecimento de água, aquecimento e electricidade.

MSN Notícias
Euronews Português Euronews Português
Patricia Tavares
13.11.2022



 

Kyiv constrói muro na fronteira com Minsk. “Não é única novidade”

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UCRÂNIA/DEFESA/FRONTEIRAS/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O conselheiro da presidência ucraniana Kyrylo Tymoshenko anunciou, esta sexta-feira, que estava a ser construído um muro a norte do país, na fronteira com a Bielorrússia.

“Uma vala, um aterro, uma cerca de concreto armado com arame farpado são barreiras de engenharia que estão a ser construídas em Volyn”, escreveu o responsável no Telegram, garantindo que esta construção, “que já está em andamento” não é a única novidade. “Mas não vamos revelar os detalhes”, rematou.

De acordo com Tymoshenko, há zonas na fronteira com a Rússia que estão a ser também fortalecidas.

Зараз на Півдні наші люди зустрічають наших військових, а на Півночі кипить інша робота – тут зводять стіну на кордоні з Білоруссю.

Рів, насип, залізобетонний паркан з колючим дротом – це інженерні загородження, які будують на Волині.

Таким чином вже облаштовано близько 3 км кордону, роботи тривають. Це ще не все, але подробиць розкривати не будемо.

Також роботи ведуться і в Рівненській, і в Житомирській областях.

Зводять фортифікаційні споруди та облаштовують кордон також і в регіонах, які межують з територією росії.

Наші прикордонники 24/7 відстежують ситуацію, мають все необхідне обладнання для того, щоб побачити ворога далеко в тилу.

Важливо, що над облаштуванням кордону системно працює обласна влада та місцевий бізнес. Ми всі хочемо захисту, ми робимо все, щоб зупинити навіть гіпотетичне просування ворога.

Працюємо системно, одночасно по всій Україні!

Agora, no Sul, nosso povo está encontrando nossos militares, e no Norte, outro trabalho está fervendo – aqui eles estão construindo um muro na fronteira com a Bielorrússia.

Uma vala, um aterro, uma cerca de concreto armado com arame farpado são barreiras de engenharia que estão sendo construídas em Volyn.

Desta forma, cerca de 3 km da fronteira já foram arranjados, os trabalhos estão em andamento. Isso não é tudo, mas não vamos revelar os detalhes.

As obras também estão sendo realizadas nas regiões de Rivne e Zhytomyr.

As fortificações estão sendo construídas e a fronteira está sendo montada nas regiões que fazem fronteira com o território da Rússia.

Nossos guardas de fronteira monitorizam a situação 24 horas por dia, 7 dias por semana, têm todo o equipamento necessário para ver o inimigo bem atrás.

É importante que o governo regional e o empresariado local trabalhem sistematicamente no arranjo da fronteira. Todos nós queremos protecção, fazemos de tudo para deter até mesmo um hipotético avanço inimigo.

Trabalhamos sistematicamente, simultaneamente em toda a Ucrânia!
Nov 11 at 14:47

Notícias ao Minuto
Teresa Banha
11.11.2022



 

Após a festa, a “catástrofe humanitária” em Kherson

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Chefe da diplomacia ucraniana lembra que “a guerra continua”. Russos, que ainda ocupam cerca de 70% da região, já designaram uma outra “capital provisória”, Henichesk.

A festa em torno da fogueira em Kherson, com cantos patrióticos.
© AFP PHOTO / HO / 28TH MECHANIZED BRIGADE / ESN

Os ucranianos festejaram durante a noite a libertação da cidade de Kherson, após oito meses de ocupação russa, dançando em redor de uma fogueira e entoando a canção patriótica Chervona Kalyna, segundo os vídeos partilhados pelos militares de Kiev. Mas depois da festa, é preciso enfrentar a realidade da “catástrofe humanitária”, segundo as autoridades locais.

Além disso, o chefe da diplomacia, Dmitro Kuleba, lembrou que “a guerra continua”. Os russos, que ainda controlam cerca de 70% da região, já designaram uma nova capital “provisória” – Henichesk, que fica cerca de 200 km a sul.

Um conselheiro do presidente da câmara de Kherson, Roman Holovnya, falou da “catástrofe humanitária” na televisão ucraniana – que já voltou a emitir a partir da cidade.

Falta água, alimentos e medicamentos naquela que foi a única capital regional a cair às mãos dos russos, logo nos primeiros dias da invasão a 24 de Fevereiro. A ajuda humanitária e os abastecimentos já estarão contudo a chegar desde a região vizinha de Mykolaiv.

Entretanto, o chefe da polícia ucraniana, Igor Klymenko, indicou que 200 agentes já estão na cidade, tendo erguido vários postos de controlo – os Serviços de Informação ucranianos acreditam que muitos soldados russos podem ter ficado, abandonando os uniformes e vestindo roupas civis para passarem despercebidos.

Klymenko alertou ainda para a presença de minas, tendo um polícia ficado ferido na desminagem de um edifício administrativo. Uma mulher e duas crianças também ficaram feridas na explosão de outro engenho, perto do carro em que seguiam na aldeia de Mylove.

Os agentes vão também começar a fazer o levantamento dos “crimes dos ocupantes russos”. À semelhança do que aconteceu em Bucha, nos arredores de Kiev, ou Izium, na região de Kharkiv, que também estiveram sob ocupação russa, teme-se a descoberta de valas comuns e outras atrocidades agora que as forças de Moscovo recuaram para a margem oriental do rio Dniepre.

Os ocupantes escolheram uma cidade portuária no mar de Azov, Henichesk (Genichesk na transliteração do nome russo da cidade ucraniana), como capital provisória da região – uma das que foi anexada ilegalmente por Moscovo após os referendos de Setembro.

“Todos os organismos governamentais localizam-se lá agora”, disse o porta-voz da administração pró-russa, Alexander Fomin.

Festejos e felicitações

“Todos nós sentimos a euforia juntos”, disse o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, no Telegram, questionando se haverá alguém que não viu o vídeo dos habitantes de Kherson a acolherem os militares ucranianos. “Veremos muitas outras reuniões deste tipo. Nas cidades e aldeias que ainda estão sob ocupação.

Não nos esquecemos de ninguém, não vamos deixar ninguém para trás. Será o mesmo em Henichesk e Melitopol”, referiu, incluindo a região do Donbass ou a Crimeia. “Haverá centenas de bandeiras da Ucrânia nas ruas no dia da libertação”, garantiu.

Kuleba, que esteve com o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, no Cambodja (à margem da Cimeira das Nações do Sudeste Asiático), defendeu que o Ocidente caminha para uma “vitória conjunta”, após a retirada das tropas russas de Kherson.

“Muito poucos acreditavam que a Ucrânia sobreviveria”, indicou. “Está a acontecer e a nossa vitória será uma vitória conjunta, uma vitória de todas as nações amantes da paz por todo o mundo”, acrescentou.

Washington saudou a “vitória extraordinária” dos ucranianos, enquanto Londres reiterou que a retirada dos russos marca “um novo fracasso estratégico” por parte de Moscovo.

“O Reino Unido e a comunidade internacional vão continuar a apoiar [os ucranianos] e, embora a retirada seja bem-vinda, ninguém subestimará a ameaça que a Rússia representa”, indicou o ministro da Defesa, Ben Wallace.

susana.f.salvador@dn.pt

Diário de Notícias
Susana Salvador
12 Novembro 2022 — 22:47


681: Ucrânia reconquista Kherson. Um dia histórico, uma “humilhação para Putin”, um ponto de viragem

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UCRÂNIA/KHERSON/LIBERDADE

Após a retirada das tropas russas da cidade ucraniana de Kherson esta sexta-feira, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, celebrou o que chamou de “um dia histórico”.

ZAP // Gerashchenko / Twitter

Pela primeira vez em mais de oito meses, esta sexta-feira, as tropas ucranianas voltaram a hastear bandeiras nacionais em Kherson.

A cidade, com cerca de 300 mil habitantes, tinha sido tomada pelas tropas russas quase no início da invasão do território, a 3 de Março.

Kherson é nossa“, escreveu Zelensky no seu canal no Telegram. Na mensagem, o presidente ucraniano confirmou que unidades especiais das Forças Armadas ucranianas já estavam na cidade após a saída de Moscovo.

Fotos tiradas na cidade mostram centenas de ucranianos nas ruas a comemorar a retirada russa.

Num vídeo verificado pela BBC, habitantes da cidade são vistos a agitar bandeiras e a cantar em homenagem aos soldados ucranianos: “Glória à Ucrânia! Glória aos Heróis!, Glória às Forças Armadas da Ucrânia!”.

Anteriormente, o Ministério da Defesa russo já tinha anunciado que cerca de 30.000 dos seus homens tinham deixado a região de Kherson em direcção à margem leste do rio Dnipro.

A cidade foi a única grande capital regional capturada por Moscovo desde o início da invasão, em Fevereiro.

Humilhação para Putin

Embora o governo russo não use a palavra “retirada”, o abandono de Kherson pelas suas tropas é visto por muitos analistas como “um revés humilhante” para os planos de Vladimir Putin.

O ministro da Defesa britânico, Ben Wallace, descreveu este sábado a retirada de Kherson como “outro fracasso estratégico” para Moscovo, e reiterou o apoio do Reino Unido à Ucrânia.

“A retirada da Rússia de Kherson marca outro fracasso estratégico. Em Fevereiro, a Rússia não conseguiu alcançar nenhum dos seus principais objectivos, excepto Kherson”, disse Wallace, em nota de imprensa citada pela agência  EFE.

Andrei Goryanov, director da delegação da BBC em Moscovo, recorda que há apenas um mês Putin tinha proclamado que este território permaneceria “para sempre” na Rússia.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, nega no entanto que a reconquista de Kherson pelos ucranianos seja uma humilhação para Putin.

“Há muitos especialistas diferentes — uns dizem isso, outros dizem outras coisas. Não queremos comentar nenhuma das declarações, disse Peskov aos jornalistas que o questionaram sobre o tema. “A operação militar especial continua“.

Mas, até agora, Kherson tinha sido fundamental para a estratégia de Moscovo na Ucrânia.

A ocupação da cidade permitiu que a Rússia tivesse acesso terrestre do continente à península da Crimeia, controlo que o Kremlin pretendia usar para alcançar as cidades ocidentais de Odessa e Nikolaiev para isolar a Ucrânia do Mar Negro.

Mas os avanços militares ucranianos no sul, somados a operações como as que levaram ao naufrágio do Moskva, principal navio da frota russa do Mar Negro, expuseram as deficiências e a má preparação do Exército de Putin.

Graças a mísseis HIMARS fabricados nos EUA, as tropas ucranianas também conseguiram destruir as pontes que ligam as duas margens do rio Dnipro, o que cortou o fornecimento de munições e suprimentos para os soldados russos.

“As tropas russas em Kherson morreriam de fome se ficassem lá mais tempo“, diz Goryanov, para quem a retirada “era inevitável e apenas uma questão de tempo”.

No entanto, como explica o enviado especial da BBC na Ucrânia, Jeremy Bowen, também é possível que, em termos estritamente militares, esta retirada seja a “coisa mais sensata que os russos fizeram desde o início da guerra”.

Ao deixar a sua posição no oeste da cidade, que já estava a tornar-se insustentável, para reorganizar as tropas do outro lado do rio, os russos podem na realidade ter complicado uma eventual ofensiva ucraniana, diz Bowen.

A margem leste do Dnipro está fortificada desde a barragem de Nova Kakhovka até ao Mar Negro, como mostram imagens de satélite — as quais revelam também que as tropas russas cavaram mais de 160 quilómetros de defesas ao longo do rio e terão construido bunkers de betão para defender essa margem do rio.

A imprensa ucraniana comparou essas fortificações à “Muralha do Atlântico“, criada pelos nazis para tentar impedir os desembarques aliados durante a 2ª Guerra Mundial.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, considera que a Rússia está sob pressão e afirmou que a retirada russa é “mais uma vitória” para os ucranianos.

Mas a retirada das tropas não está isenta de perigo, advertiu Mijailo Podoliak, conselheiro do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.

Em primeiro lugar, as forças russas podem ter minado a cidade e deixado armadilhas para as tropas ucranianas que entram no território.

Ao sair da margem oeste do rio, as tropas russas também “evacuaram”, muitas vezes à força, um grande número de civis. Dessa forma, a Rússia pode agora, segundo Podoliak, bombardear Kherson sem piedade.

Além disso, recorda o conselheiro, sempre que a Rússia sofreu um revés militar, a sua resposta foi punir ainda mais a população. Assim, ataques com mísseis e drones poderiam dificultar ainda mais o inverno para os ucranianos.

Na quarta-feira, Zelensky assegurou que estava a agir “com muito cuidado, sem emoção, sem riscos desnecessários, com o objectivo de libertar todas os territórios de modo a que as perdas sejam as menores possíveis“.

Ponto de viragem

A cidade de Kherson, que antes da guerra tinha uma população de 380.000 habitantes, “é a porta de entrada para a Crimeia“, explica Marina Miron, investigadora de Estudos de Defesa do Kings College de Londres, à BBC.

“Recuperar Kherson pode facilitar o caminho para a reconquista da Crimeia, algo que a Ucrânia procura alcançar nesta guerra.”

A retirada de Kherson tem, segundo Andrei Goryanov, “um enorme impacto militar, simbólico e político“.

Além do efeito desmoralizador que a derrota impõe sobre as tropas russas, a retirada de Kherson e a construção de uma nova linha de defesa contra um eventual ataque à península da Crimeia muda o curso do conflito: a partir de agora, torna-se uma guerra de defesa para a Rússia.

Simbolicamente, Kherson também representa um fracasso para Moscovo: após oito meses de guerra, as forças russas não conseguiram mostrar resultados significativos.

Mas o impacto político é, segundo o correspondente russo da BBC, muito mais severo. “O regime de Putin é baseado na ideia da Rússia como uma super-potência. A derrota significativa contra um país muito menor coloca toda essa ideia em xeque”, explica Goryanov.

Como consequência, o presidente russo tem recebido críticas da ala mais dura do seu regime e, cada vez mais, a palavra “negociações” é ouvida com frequência entre os russos.

A Ucrânia, por sua vez, já disse que não está pronta para negociar até que a Rússia se retire de todos os territórios ocupados — e pague uma indemnização pelos danos causados pela invasão do país.

ZAP // BBC
12 Novembro, 2022


 

666: Exército ucraniano já começou a entrar em Kherson

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As “unidades das forças armadas da Ucrânia estão a entrar na cidade” de Kherson, informou o Ministério da Defesa ucraniano. Os soldados russos que ainda estão na região devem render-se “imediatamente”, acrescentou.

As “unidades das forças armadas da Ucrânia estão a entrar na cidade” de Kherson, informou o Ministério da Defesa ucraniano. Os soldados russos que ainda estão na região devem render-se “imediatamente”, acrescentou.

Kiev informou esta sexta-feira que as forças ucranianas entraram na cidade de Kherson, no sul do país, depois de a Rússia anunciar a retirada dos seus militares para posições defensivas na margem leste do rio Dnipro.

“Kherson está a regressar ao controlo ucraniano e unidades das Forças Armadas da Ucrânia estão a entrar na cidade”, informou o Ministério da Defesa ucraniano nas redes sociais.

“As rotas de retirada dos invasores russos estão sob controlo do exército ucraniano. Qualquer tentativa de se opor às Forças Armadas da Ucrânia será evitada”, refere Kiev.

Na nota divulgada nas redes sociais, os serviços de inteligência do Ministério de Defesa ucraniano dizem que os militares russos devem render-se “imediatamente”.

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Soldados russos!
Como esperado, após a retirada do principal grupo de tropas do exército russo do Kherson ucraniano, o seu comando abandonou-o ao seu destino.
Os seus comandantes instam-no a vestir roupas civis e tentar escapar de Kherson sozinho. Obviamente não podes fazer isto.
Kherson retorna sob o controle da Ucrânia. Caminhos de retirada dos ocupantes russos estão sob o controlo de fogo do exército ucraniano. Quaisquer tentativas de contrariar as Forças Armadas da Ucrânia serão evitadas. Todo soldado russo que resistir será destruído.
Só tem uma chance de evitar a morte – render-se imediatamente.
Em caso de cativeiro voluntário, a Ucrânia garante sobrevivência e segurança. Cumprimos as Convenções de Genebra, garantimos aos prisioneiros de guerra alimentos, cuidados médicos e a possibilidade de sua troca por soldados das Forças Armadas da Ucrânia mantidos em cativeiro na Federação Russa.
É seguro render-se ao cativeiro depois de discutir prévia as condições de rendição com representantes autorizados do comando ucraniano chamando a linha directa do projecto estatal da Ucrânia “Eu quero viver”:
☎️ +38 066 580 34 98
☎️ +38 093 119 29 84
( 24 horas)
ou use o chatbot “Eu quero viver”
Se você não está conseguindo entrar em contacto com o projecto “Eu quero viver”, siga o seguinte algoritmo:
▪️Desbloqueie a loja e pendure a arma no seu ombro esquerdo com um cano para baixo, levante as mãos com uma bandeira branca (qualquer pano branco serve), grite “Eu me rendo! », aproxime-se dos militares ucranianos no comando e cumpra todas as suas exigências.
Como se render como parte de um grupo ou unidade:
▪️Baixe todas as armas e afaste-se, fique à frente do seu equipamento militar (antes disso, silencie-o – não deve estar em combate), envie o negociador (oficial ou sénior em classificação) – ele deve estar desarmado e ter uma bandeira branca.
Se é um cidadão da Ucrânia dos territórios ocupados e for “chamado” à força e forçado a lutar ao lado da Federação Russa, informe isto os militares ucranianos.
No interrogatório, terá de informar os militares ucranianos os seus dados: sobrenome, nome, paternidade, título, data de nascimento, número pessoal e outras informações relevantes.
Preservem suas vidas – rendam-se!

Também nas redes sociais começam a surgir imagens e vídeos que mostram soldados ucranianos a serem recebidos pela população da cidade de Kherson.

Diário de Notícias
DN/AFP
11 Novembro 2022 — 14:17