Rede em Kherson atacada; Eficácia de ataques russos “mitigada”

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UCRÂNIA / KHERSON / ATAQUES RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Milhões de ucranianos continuam a ser afectados pelos cortes e falhas no fornecimento de luz e água, devido aos ataques russos a infra-estruturas críticas. Cerca de seis milhões de pessoas não têm electricidade e as forças ucranianas temem mais ataques a estas infra-estruturas, o que poderá complicar ainda mais um inverno que será muito frio para a população.

© Metin Aktas/Anadolu Agency via Getty Images

A Comissão Europeia anunciou na quarta-feira que vai propor um tribunal a ser criado especificamente para investigar os alegados crimes de guerra russos. Ursula von der Leyen garantiu que irá procurar o maior consenso internacional possível para aprovar a ideia.

E do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos acederam aos pedidos do governo ucraniano para enviar armamento mais avançado. Na quarta-feira, o Pentágono anunciou que vai dar um contrato de 1,2 mil milhões de dólares em sistemas de mísseis, que ainda serão construídos, mas não avançou nada sobre os mísseis Patriot pedidos por Kyiv.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
01/12/22 07:55
por Notícias ao Minuto



 

977: Governo ucraniano revela que forças russas já dispararam 16 mil mísseis

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As Forças Armadas russas já lançaram 16 mil ataques com mísseis contra a Ucrânia desde o início do conflito, que começou há mais de nove meses, a maioria contra alvos civis, revelou hoje o ministro da Defesa ucraniano, Oleksii Reznikov.

© Reuters

Segundo o mais recente balanço fornecido pelo responsável pela pasta de Defesa na Ucrânia, a grande maioria das ofensivas russas, pelo menos 12.300 dos ataques, teve como alvo áreas urbanas e localidades em território ucraniano.

O ministro da Defesa ucraniano sublinhou, com base nestes dados, que cerca de 97% dos ataques russos atingiram alvos civis.

De todos os ataques com mísseis, cerca de 500 foram direccionados contra instalações militares, outros 250 contra infra-estruturas de transporte e mais de 220 foram direccionados contra instalações energéticas.

“A Ucrânia vencerá e levará os criminosos de guerra à justiça”, referiu ainda Oleksii Reznikov, citado pela agência de notícias ucraniana UNIAN.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao Minuto Lusa // Notícias ao Minuto
28/11/22 21:05
por Lusa



 

Kherson continua “vulnerável” a bombardeamentos russos

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Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, mas continuam a atacá-la diariamente. Só no domingo foram 54 bombardeamentos.

© Getty Images

Os ataques a Kherson continuam a acumular-se, mesmo após a retirada russa da cidade que ocupou durante nove meses. Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido, no relatório publicado esta segunda-feira, a cidade foi bombardeada 54 vezes no domingo, um novo máximo para a região.

No relatório matinal publicado diariamente pelos serviços secretos britânicos, através do Twitter, é referido que, só na passada quinta-feira, foram mortas dez pessoas devido aos ataques russos.

Para o Reino Unido. Kherson está “vulnerável porque continua ao alcance da maioria dos sistemas de artilharia russos, agora a disparar a partir da margem este do Rio Dnipro, atrás de linhas defensivas recentemente consolidadas”.

“Muitos dos danos estão provavelmente a ser infligidos em Kherson pelo uso de muitos lançadores de ‘rockets’, principalmente por sistemas BM-21 Grad”, acrescenta o relatório.

Também esta manhã, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Institute for the Study of War’) apontou para as posições defensivas russas em Kherson, considerando que os russos “claramente percepcionam que as forças ucranianas podem atravessar o Rio Dnipro e conduzir operações contra-ofensivas a leste de Kherson, possivelmente ameaçando todas as linhas críticas de comunicação desde a Crimeia ao território russo”.

Segundo apurou o ISW, e que também tem sido alertado por outras organizações internacionais, as forças invasoras estão a “cavar trincheiras e áreas de concentração”, acreditando que a contra-ofensiva em direcção à Crimeia surgirá eventualmente.

A cidade de Kherson esteve sob controlo russo durante praticamente nove meses de guerra, após ser tomada nos primeiros dias da invasão. Os ucranianos conseguiram finalmente libertar a cidade a 11 de Novembro, após a retirada russa e, desde então, têm sido descobertas mais valas comuns e câmaras de tortura, sinais da presença da opressão russa na região.

As condições de vida na cidade continuam muito difíceis, com o acesso a luz e água potável a ser muito escasso, apesar dos esforços das forças ucranianas em restaurar as infra-estruturas críticas na área.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:57
por Hélio Carvalho



 

954: 3% dos ataques a instalações militares; 87 mil russos mortos

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A neve deverá voltar a cair em Kyiv a partir deste domingo, com as temperaturas a cair abaixo dos 0ºC quer de dia, quer de noite, numa altura em que milhões de pessoas permanecem sem electricidade ou aquecimento.

© Chris McGrath/Getty Images

As autoridades ucranianas denunciaram também ter havido pelo menos 13 feridos em novos ataques com mísseis russos em Dinpro, no sul do país.

Além de Dnipro, também a pequena cidade de Chasiv, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, foi atacada este fim de semana.

Naquela cidade, sob controlo ucraniano, foi atingido um edifício de apartamentos, tendo três pessoas ficado feridas, segundo o governador militar da região, Pavlo Kirilenko.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
08:16 – 27/11/22



 

910: Ucrânia: Quinze civis mortos em bombardeamento russo contra Kherson

– E os ataques, destruição, assassínios, continuam, continuam e continuam sem parar e a falta de 🍅🍅 é notória… Não lhes toca…

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Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança, referiu a chefe da administração militar da cidade.

© EPA/ROMAN PILIPEY

Os bombardeamentos russos na cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, provocaram esta sexta-feira quinze mortos entre civis, adiantou uma autoridade militar daquela cidade, da qual as forças de Moscovo se retiraram há duas semanas.

“Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança”, como resultado dos ataques russos, referiu Galyna Lugova, chefe da administração militar da cidade, numa publicação nas redes sociais.

A mesma fonte, citada pela agência France-Presse (AFP) acrescentou que várias “habitações particulares e prédios” ficaram danificados nos ataques.

Galyna Lugova tinha referido mais cedo que os hospitais em Kherson foram evacuados devido aos constantes ataques russos nesta cidade.

Uma chuva de mísseis atingiu pelo segundo dia consecutivo a cidade recentemente libertada pelos ucranianos após uma ocupação russa de oito meses.

Estes ataques fazem parte de um esforço de Moscovo para intensificar os ataques com mísseis, que têm atingido a rede eléctrica da Ucrânia e outras infra-estruturas civis críticas.

As autoridades ucranianas estimam que cerca de 50% das instalações de energia da Ucrânia foram danificadas nos recentes ataques.

O governador ucraniano de Kherson, Yaroslav Yanushevych, tinha realçado esta de manhã que dois bairros da cidade estiveram “sob fogo maciço de artilharia”.

Os soldados daquela região tinham alertado que Kherson enfrentaria uma intensificação de ataques à medida que as tropas russas avançassem pelo rio Dnieper, na sua retirada da região.

Os ataques causaram destruição em alguns bairros residenciais que não tinham sido atingidos anteriormente na guerra.

Natalia Kristenko, de 62 anos, e o seu marido, foram duas das vítimas dos ataques e o corpo da ucraniana ficou durante horas à porta do prédio, noticiou a agência Associated Press (AP). O marido morreu horas depois no hospital, devido a hemorragias internas.

A filha deste casal tentou chamar uma ambulância para o pai, mas sem rede eléctrica não conseguiu que a ajuda chegasse imediatamente.

A população de Kherson diminuiu para cerca de 80.000, quando antes da guerra era de perto de 300.000. O Governo já manifestou intenção de ajudar quem pretende sair da região, mas muitos referem que não têm para onde ir.

“Não há trabalho [noutro lugar], não há trabalho aqui”, realçou Ihor Novak enquanto examinava na rua as consequências dos bombardeamentos.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 20:02



 

892: Rússia nega ataque a Kiev e atribui responsabilidades à defesa antiaérea ucraniana

– “… “Não foi feito nenhum ataque em Kiev. Todos os danos na cidade relatados pelo regime de Kiev são consequência da queda de mísseis antiaéreos estrangeiros e ucranianos, instalados em áreas residenciais da capital ucraniana”, afirmou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.

Estes ORCS 💩💩💩 terroristas putinocratas russonazis ☠️卐☠️ mentem com todos os dentes que têm na cremalheira! Vídeos, imagens, relatos, passam por cima de tudo e apenas o que eles dizem corresponde à verdade. Até quando?

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A Rússia negou hoje ter atacado Kiev na quarta-feira e remeteu para os mísseis antiaéreos “ucranianos e estrangeiros” a responsabilidade pelos danos causados na capital ucraniana.

At least four killed after Russian rocket hit residential building in Vyshhorod, Kyiv suburb © Fornecido por Lusa

“Não foi feito nenhum ataque em Kiev. Todos os danos na cidade relatados pelo regime de Kiev são consequência da queda de mísseis antiaéreos estrangeiros e ucranianos, instalados em áreas residenciais da capital ucraniana”, afirmou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.

A Ucrânia acusou na quarta-feira Moscovo de ter lançado mísseis contra Kiev, matando três pessoas, ferindo outras seis e danificando infra-estruturas que levaram a novas falhas de energia em várias cidades.

As autoridades locais de várias regiões da Ucrânia reportaram ataques múltiplos, sugerindo uma vaga concertada por parte das forças russas, que visaram sobretudo infra-estruturas críticas, nomeadamente energéticas, mas também prédios de habitação.

O presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, disse que “uma das instalações de infra-estruturas da capital foi atingida” e que houve “várias outras explosões em diferentes distritos” da cidade, que também interromperam o abastecimento de água.

Foram registadas falhas de energia em diversas partes de Kiev, em Kharkiv, em Lviv, e na região sul de Odessa.

O ataque aconteceu horas depois de as autoridades ucranianas terem reportado o lançamento de um ‘rocket’ durante a noite, que destruiu uma maternidade num hospital no sul da Ucrânia, matando um bebé de dois dias.

A situação foi ainda mais grave na cidade de Kherson (sul) – da qual a Rússia se retirou há quase duas semanas após meses de ocupação – onde houve cortes de linhas de energia e de água.

Muitos médicos da cidade tiveram de trabalhar sem luz, impossibilitados de usar elevadores para transportar pacientes para cirurgias e a operar com faróis, luzes de telemóveis e lanternas.

Segundo a operadora ucraniana Energoatom, os ataques obrigaram a desligar três centrais nucleares ucranianas da rede eléctrica – que, entretanto, já voltaram a funcionar -, provocando graves falhas de energia.

A Rússia tem vindo a atacar a rede eléctrica e outras instalações essenciais em solo ucraniano com mísseis e ‘drones’ (aparelhos aéreos não tripulados) há várias semanas, aparentemente com o objectivo de transformar o frio e a escuridão do inverno numa arma contra a Ucrânia.

A guerra na Ucrânia, desencadeada pela ofensiva militar russa iniciada em 24 de Fevereiro, mergulhou a Europa na crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Segundo a ONU, o conflito gerou mais de seis milhões de deslocados internos (pessoas que foram obrigadas a fugir do local habitual de residência, mas que permaneceram no país).

Também provocou mais de 7,8 milhões de refugiados, que se encontram maioritariamente em países europeus.

PMC (RJP) // SCA
Lusa Lusa
Patrícia Cunha
24.11.2022 • às 13:03




 

Kiev rejeita táctica de negociações forçadas da “terrorista” Rússia

– Когда частная собственность суверенного государства уничтожается силой нацистского вторжения, гибнут тысячи мирных жителей, от детей (478) до стариков, виновные заслуживают только СМЕРТИ!

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ATAQUES

No dia em que o Parlamento Europeu designou o estado russo promotor de terrorismo, e na véspera dos nove meses da invasão, Moscovo lançou mais um ataque em larga escala, com dezenas de mísseis. Os líderes ucranianos dizem que não irão ceder.

Maternidade na vila de Vilnyansk, na região de Zaporíjia, foi atingida por um bombardeamento russo que causou a morte a um recém-nascido.
© Katerina Klochko / AFP

Horas depois de um bombardeamento russo ter atingido uma maternidade e matado um bebé, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução carregada de simbolismo ao declarar o estado russo “promotor de terrorismo”.

Os efeitos práticos desta votação, para lá de irritar Moscovo e ter levado a um ataque informático ao site do Parlamento, estão por determinar. À entrada do nono mês da “operação militar especial”, Moscovo aposta no continuado ataque a infra-estruturas para levar Kiev a novas negociações ou a uma trégua.

Com a Rússia a confrontar-se com pesadas perdas humanas e materiais e a Ucrânia a deparar-se com gravíssimos problemas para assegurar os serviços essenciais, há vozes a clamar por tréguas e planos de paz, mas a via negocial aparenta estar longe.

“Se Moscovo acredita realmente que as falhas de energia farão com que os ucranianos derrubem o governo e implorem por misericórdia, então após nove meses de guerra o Kremlin ainda não sabe nada sobre a Ucrânia”, disse o conselheiro do presidente Mikhailo Podolyak.

“Ou se força a Ucrânia a alcançar a paz, ou se força o Ocidente a forçar a Ucrânia a alcançar a paz”, comentou por sua vez o chefe de gabinete de Zelensky, Andriy Yermak, sobre a táctica de Moscovo.

O Kremlin admitiu na semana passada que os ataques continuados a estações eléctricas e outras infra-estruturas visam levar os ucranianos a negociar. “Sim, queremos negociações, mas também queremos um desfecho que assegure uma Ucrânia soberana e independente”, assegurou o secretário-geral da NATO Jens Stoltenberg.

Em Estrasburgo, o texto final da resolução a reconhecer a Federação Russa um estado patrocinador de terrorismo, uma iniciativa inédita entre os parlamentares europeus, teve apoios em todas as bancadas.

Foi aprovado com 494 votos favoráveis, 58 contra e 44 abstenções, e segue-se a declarações similares da assembleia parlamentar de outra organização com sede em Estrasburgo, o Conselho da Europa – do qual a Rússia foi expulsa em Março -, bem como dos parlamentos da Polónia, Estónia, Letónia, Lituânia e República Checa.

Além de condenarem os ataques e as atrocidades russas, os eurodeputados dizem que é altura de um debate público sobre os crimes do regime soviético.

Como a UE só tem competências para designar indivíduos ou grupos terroristas, o Parlamento pede para cada estado-membro aprovar legislação própria, o que iria ter restringir ainda mais as relações com a Rússia.

Quanto ao mais, os eurodeputados instaram o Conselho Europeu a incluir na lista de terroristas o grupo de mercenários Wagner, o 141.º regimento especial motorizado (oriundo da Chechénia, é também conhecido como Kadyrovtsy, em menção ao líder da região) e outras milícias russas.

Nos 18 pontos da resolução, os representantes europeus realçam que os “ataques deliberados e atrocidades perpetrados pela Federação Russa contra a população civil da Ucrânia, a destruição de infra-estruturas civis e outras violações graves dos direitos humanos e do direito humanitário internacional equivalem a actos de terror contra a população ucraniana e constituem crimes de guerra”.

No entanto, também incitam os cidadãos russos a recusarem entrar na guerra e a “protestar contra os crimes de guerra atrozes contra a população ucraniana” e o seu apoio aos cidadãos que lutam contra o regime.

Num ponto para todos, mas em especial para os russos, salienta-se a necessidade de uma “avaliação histórica e jurídica” e de um “debate público sobre os crimes do regime soviético”, isto porque “a falta de responsabilização e de justiça apenas conduz à repetição de crimes semelhantes”.

A presidente do Parlamento Europeu Roberta Metsola numa sessão com Andriy Yermak, chefe do gabinete da presidência ucraniana.
© EPA/JULIEN WARNAND

Em aparente indiferença à quase unanimidade europeia face à invasão russa e aos seus métodos, as forças militares russas prosseguiram os seus ataques a vários pontos da Ucrânia. Na madrugada, foram as regiões de Kharkiv (dois mortos em Kupiansk) e de Zaporíjia (um recém-nascido morto, a mãe e um médico feridos na maternidade de Vilnyansk).

Mais tarde dezenas de mísseis de cruzeiro foram lançados de aviões bombardeiros e de dois navios no mar Negro para vários pontos do país.

A Força Aérea ucraniana diz ter derrubado 51 dos 70 mísseis, bem como cinco drones. Porém, os projécteis que passaram as defesas mataram pelo menos cinco pessoas só na região de Kiev e levaram à interrupção temporária de quase todas as centrais de energia.

Kiev ficou sem electricidade nem água no que foi o quinto ataque em larga escala de mísseis de cruzeiro desde 10 de Outubro. “O Parlamento Europeu reconheceu a Rússia como um estado que patrocina o terrorismo. Finalmente, obrigado a todos os eurodeputados.

E de seguida a Rússia provou a todo o mundo que esta afirmação é verdadeira ao lançar 67 mísseis nas nossas infra-estruturas, no nosso sistema energético, e nas pessoas comuns”, reagiu o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.

As análises dos serviços de informações ocidentais apontam para a Rússia estar a ficar com os arsenais despidos de mísseis de precisão e os serviços ucranianos dizem que os russos só podem executar ataques em larga escala “três ou quatro vezes”.

Mas o ex-presidente russo Dmitri Medvedev, depois de ter visitado uma oficina de armamento disse que “há suficiente para todos”, ao contrário do que dizem os “inimigos”, segundo a agência Tass.

Biden contra rótulo terrorista

O apelo das autoridades ucranianas para que outros países designem a Rússia um estado terrorista não foi ignorado nos Estados Unidos.

Em Julho, num raro momento de unanimidade, os senadores aprovaram uma resolução – não vinculativa – na qual instavam o secretário de Estado Antony Blinken a designar a Rússia um “estado patrocinador de terrorismo” pelas acções na Ucrânia, mas também na Síria, Geórgia e Chechénia.

No entanto, em Setembro, o presidente Joe Biden tentou pôr termo à discussão ao responder com um simples “Não” aos jornalistas.

Para a Casa Branca não há vantagens ao situar a Rússia no mesmo plano que a Síria, Coreia do Norte, Irão e Cuba. Segundo Blinken as restrições aprovadas nas sanções “estão totalmente em linha com as consequências que existiriam com a designação”, e sem os contras que a Casa Branca alega desencadear (prejudicar a capacidade de “apoiar a Ucrânia na mesa de negociações”, ou de “entregar assistência humanitária em certas regiões da Ucrânia”.

Os senadores não se deram por convencidos e prepararam legislação para contornar o secretário de Estado, mas a lei não passou da fase do seu anúncio, em meados de Setembro.

cesar.avo@dn.pt
César Avó
23 Novembro 2022 — 23:03



 

873: Rússia lança mais de 70 mísseis. Três mortos em Kiev, cortes de água e luz

– Ó senhora embaixadora, não basta os EUA estarem com a Ucrânia! É preciso de IMEDIATO, começarem a bombardear Moscovo e S. Petersburgo! Os ucranianos estão a servir de carne para canhão sem que exista qualquer tipo de represália contra os nazis! Esta merda já está a cheirar mais que mal! Quando é que começam a mandar umas bojardas de “alta precisão” para aterrarem em Moscovo e S. Petersburgo (para começar…) ??? Estes FDP enquanto elas não começarem a cair-lhes em cima da cornadura, não param! Isto é a retaliação russonazi ☠️卐☠️ sobre a decisão do Parlamento Europeu ter considerado – e bem – os russonazis ☠️卐☠️ como estado terrorista!

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TERRORISMO/NAZISMO/ASSASSINOS/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Há relatos que indicam cortes de energia no norte e no centro de Kiev na sequência do mais recente ataque russo. Foram ainda reportadas explosões em Lviv e Kremenchuk.

© SERGEI SUPINSKY/AFP

As forças russas lançaram esta quarta-feira mais de 70 mísseis e atingiram várias cidades, incluindo a capital da Ucrânia, Kiev, disseram as autoridades ucranianas.

Foram danificadas infra-estruturas críticas, nomeadamente na capital, naquele que é o mais recente ataque de uma série que provocou apagões em todo o país, isto numa altura em que descem as temperaturas. Pelo menos três pessoas morreram em Kiev.

“O inimigo está a lançar ataques com mísseis contra a infra-estrutura crítica na cidade de Kiev. Fiquem em abrigos até ao fim do alerta aéreo”, disse o município nas redes sociais, com o presidente da Câmara, Vitali Klitschko, a revelar que infra-estrutura crítica foi atingida.

“Como resultado do ataque, um prédio residencial de dois andares foi danificado. Três pessoas morreram e seis ficaram feridas”, disse a administração militar da cidade numa mensagem divulgada na rede social Telegram.

Há cortes de energia no norte e no centro de Kiev. Também há falhas no abastecimento de água na cidade.

Devido a esta nova série de ataques russos, “o abastecimento de água foi suspenso em Kiev”, disse Vitali Klitschko nas redes sociais. “Toda” a região circundante de Kiev ficou sem energia, avançou também o governador regional, Oleksiy Kuleba.

Estão a ser reportados outros ataques das forças de Moscovo nas regiões de Mykolaiv e Dnipropetrovsk, mas também em Lviv e Kremenchuk, na região de Poltava, segundo o jornal britânico The Guardian. Cortes de energia estão a ser relatados um pouco por todo o país.

A cidade de Lviv, no oeste, ficou completamente sem energia, disse o presidente da autarquia.

“Toda a cidade está sem energia. Estamos a aguardar informações adicionais de especialistas em energia”, disse o autarca Andriy Sadovyi nas redes sociais, alertando que também pode haver interrupções no abastecimento de água da cidade.

Perante esta nova série de ataques das forças russas, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia voltou a reforçar a necessidade do país em ter “todos os sistemas de defesa aérea o mais rápido possível”.

Dmytro Kuleba escreveu na rede social Twitter que a Rússia está a “celebrar” o reconhecimento, por parte do Parlamento Europeu, de que é “um Estado terrorista”, com o lançamento de “novos mísseis contra a capital da Ucrânia e outras cidades”.

Mykhailo Podolyak, assessor do gabinete do presidente da Ucrânia, declarou esta quarta-feira, nas redes sociais, que está em curso um novo “ataque maciço” às infra-estruturas críticas do país.

Três centrais nucleares desligadas da rede

Todas as três centrais nucleares ainda sob controlo ucraniano foram desligadas da rede eléctrica, disse a operadora nuclear da Ucrânia, devido aos novos ataques aéreos russos que atingiram o país.

A Energoatom disse em comunicado que os ataques activaram protocolos de emergência nas centrais nucleares de Rivnenska, Pivdennoukrainska e Khmelnytska e que “como resultado… todos os reactores foram automaticamente desligados” da rede eléctrica, informou a empresa nas redes sociais.

Apagões na vizinha Moldávia devido aos ataques russos contra a Ucrânia

A Moldávia anunciou que o país estava a enfrentar apagões generalizados como resultado de uma nova onda de ataques russos às infra-estruturas de energia na vizinha Ucrânia.

“Como resultado dos bombardeamentos da Rússia no sistema de energia ucraniano, na última hora tivemos apagões de electricidade em todo o país. A [empresa] Moldelectrica está a trabalhar para restabelecer o fornecimento de electricidade”, escreveu o vice-primeiro-ministro da Moldávia, Andrei Spinu, no Facebook.

A embaixadora dos EUA em Kiev afirmou que Moscovo está a “punir a Ucrânia por ousar ser livre” ao lançar novos ataques “cruéis” em todo o país.

Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Bridget A. Brink destaca a “força do povo ucraniano” e diz que irá falhar “a tentativa da Rússia de dominar a Ucrânia, mergulhando-a no frio e na escuridão”. A diplomata norte-americana reforça que os EUA estão com a Ucrânia.

Em actualização

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 15:06