Kherson continua “vulnerável” a bombardeamentos russos

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺/TERRORISTAS/ASSASSINOS/MERCENÁRIOS NAZIS/KHERSON

Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, mas continuam a atacá-la diariamente. Só no domingo foram 54 bombardeamentos.

© Getty Images

Os ataques a Kherson continuam a acumular-se, mesmo após a retirada russa da cidade que ocupou durante nove meses. Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido, no relatório publicado esta segunda-feira, a cidade foi bombardeada 54 vezes no domingo, um novo máximo para a região.

No relatório matinal publicado diariamente pelos serviços secretos britânicos, através do Twitter, é referido que, só na passada quinta-feira, foram mortas dez pessoas devido aos ataques russos.

Para o Reino Unido. Kherson está “vulnerável porque continua ao alcance da maioria dos sistemas de artilharia russos, agora a disparar a partir da margem este do Rio Dnipro, atrás de linhas defensivas recentemente consolidadas”.

“Muitos dos danos estão provavelmente a ser infligidos em Kherson pelo uso de muitos lançadores de ‘rockets’, principalmente por sistemas BM-21 Grad”, acrescenta o relatório.

Também esta manhã, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Institute for the Study of War’) apontou para as posições defensivas russas em Kherson, considerando que os russos “claramente percepcionam que as forças ucranianas podem atravessar o Rio Dnipro e conduzir operações contra-ofensivas a leste de Kherson, possivelmente ameaçando todas as linhas críticas de comunicação desde a Crimeia ao território russo”.

Segundo apurou o ISW, e que também tem sido alertado por outras organizações internacionais, as forças invasoras estão a “cavar trincheiras e áreas de concentração”, acreditando que a contra-ofensiva em direcção à Crimeia surgirá eventualmente.

A cidade de Kherson esteve sob controlo russo durante praticamente nove meses de guerra, após ser tomada nos primeiros dias da invasão. Os ucranianos conseguiram finalmente libertar a cidade a 11 de Novembro, após a retirada russa e, desde então, têm sido descobertas mais valas comuns e câmaras de tortura, sinais da presença da opressão russa na região.

As condições de vida na cidade continuam muito difíceis, com o acesso a luz e água potável a ser muito escasso, apesar dos esforços das forças ucranianas em restaurar as infra-estruturas críticas na área.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:57
por Hélio Carvalho



 

907: Governo ucraniano acusa russos de deixarem explosivos em brinquedos

– Minar brinquedos? Estes russonazis ☠️卐☠️ não são humanos, são a pior raça animal existente ao cimo da Terra, dementes psicopatas assassinos!

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

ORCS/TERRORISTAS/ASSASSINOS/INFANTICIDAS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Nos territórios libertados da região de Kherson e na sua capital as equipas já retiraram mais de 5.000 objectos explosivos.

© EPA/ROMAN PILIPEY

O Governo ucraniano acusou esta sexta-feira as tropas russas de deixarem explosivos escondidos em brinquedos durante a sua retirada da cidade de Kherson, no sul do país, o que aumenta o perigo para a população civil.

O assessor do Ministério de Assuntos Internos da Ucrânia, Rostyslav Smirnov, fez esta declaração durante a transmissão de um programa de arrecadação de fundos para que é transmitido simultaneamente por todos os canais de televisão ucranianos, segundo a agência de notícias local Ukrinform.

Smirnov indicou que após a saída dos soldados russos da importante cidade que Moscovo chegou a ocupar totalmente, a principal tarefa do Exército ucraniano é desminar a área para a tornar segura.

“Actualmente, o foco principal é a desminagem. O número de minas é extremamente grande (em Kherson). Eu recebo constantemente documentos fotográficos (sobre munição descoberta) em brinquedos infantis, havia uma mina entre duas bolas de futebol (…)”, declarou o funcionário do Governo ucraniano.

Smirnov acrescentou que nos territórios libertados da região de Kherson e na sua capital, as equipas já retiraram mais de 5.000 objectos explosivos.

Os soldados russos abandonaram parte da região de Kherson e a sua capital homónima há apenas algumas semanas e retiraram-se para a margem direita do rio Dnieper, que divide a cidade.

Kherson, no sul da Ucrânia, é uma das quatro regiões ucranianas que a Rússia anexou unilateralmente, juntamente com a vizinha Zaporijia, bem como Lungansk e Donetsk, no leste do país.

Apesar da declaração de anexação, o Exército russo nunca controlou totalmente nenhuma dessas regiões e teve que se retirar de grande parte de Kherson após o avanço das tropas ucranianas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 11:49




 

Zelensky diz que atrocidades russas em Kherson são “as mesmas” que noutras regiões

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“Os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos, os corpos de tanto civis como pessoal militar estão a ser encontrados”, indicou o presidente.

Uma imagem do vídeo com a declaração do presidente.
© DR/Facebook Zelensky

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse este domingo que os militares de Kiev descobriram provas das atrocidades russas na região de Kherson semelhantes às descobertas noutras localidades da Ucrânia previamente ocupadas por Moscovo.

“Na região de Kherson, o exército russo deixou para trás as mesmas atrocidades que noutras regiões do nosso país onde conseguiu entrar”, disse na sua intervenção diária, publicada nas redes sociais, sem dar contudo mais pormenores.

Após a retirada russa de localidades como Bucha ou Izium, foram encontrados indícios de massacres e valas comuns.

“Os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos, os corpos de tanto civis como pessoal militar estão a ser encontrados”, indicou o presidente, não sendo claro se está a referir-se apenas a Kherson.

“Vamos encontrar e trazer à justiça cada assassino, sem dúvida”, prometeu.

“A detenção dos soldados russos e dos mercenários que foram deixados para trás neste território e a neutralização dos sabotadores está a acontecer”, indicou.

O presidente diz que está a ser feito tudo para recuperar a electricidade, a água e a Internet na região, que os russos abandonaram na semana passada. Mas Zelensky avisa que “a situação em Kherson ainda é muito perigosa”, referindo, por exemplo, as minas.

Diário de Notícias
DN
13 Novembro 2022 — 21:18



 

692: Kiev restabelece poder em Kherson e o exército começa a desminar a cidade

– A prova mais que provada da propaganda russonazi ☠️卐☠️ em que se afirmava, durante o referendo ilegal, que 90% da população de Kherson pretendia a anexação à Rússia! Vêem-se os tais 90%!

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UCRÂNIA/KHERSON/LIBERTAÇÃO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Os ucranianos celebraram, no sábado, a retirada das tropas russas de Kherson. E as autoridades de Kiev adiantaram que o exército ucraniano está a registar crimes cometidos pelos russos, para restabelecer o poder em toda a região.

Ucranianos celebram retirada das tropas russas de Kherson © OLEKSANDR GIMANOV/AFP or licensors

Kherson era uma das quatro regiões da Ucrânia que o Presidente russo Vladimir Putin afirmou ter anexado em Setembro. Mas semanas depois, a retirada russa da cidade reforçou a resistência ucraniana depois de quase nove meses de combate.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse no sábado que as forças ucranianas tinham estabelecido o controlo de 60 assentamentos na região de Kherson. Agradeceu também às tropas que ajudaram a reconquistar a cidade.

A televisão pública russa mostrou imagens residentes de Nova Kakhovka, na região de Kherson, escondidos em abrigos durante os bombardeamentos. Antes de fugirem de Kherson, os ocupantes russos destruíram todas as infra-estruturas críticas: comunicações, abastecimento de água, aquecimento e electricidade.

MSN Notícias
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Patricia Tavares
13.11.2022



 

691: Guerra na Ucrânia: como retirada russa de Kherson pode abalar imagem de Putin

– Cantaste de galo e não conseguiste galar… 🙂

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UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Como a mensagem mudou.

Vladimir Putin comemorou anexação declarada de regiões ucranianas em Setembro © Getty Images

Logo depois que a Rússia invadiu a Ucrânia, os apresentadores de programas de TV aqui estavam prevendo com confiança que em poucos dias as tropas russas estariam marchando por Kiev.

Isso foi há quase nove meses.

Esta semana, os mesmos apresentadores anunciaram a “difícil decisão” do Exército de retirar as forças russas de Kherson – a única capital regional ucraniana que a Rússia conseguiu capturar e ocupar desde a invasão do país em 24 de Fevereiro.

Apenas seis semanas atrás, o presidente Vladimir Putin afirmou ter anexado a região de Kherson, juntamente com outros três territórios ucranianos, insistindo que eles seriam parte da Rússia para sempre.

“Eu queria que nossa bandeira estivesse hasteada em Kiev em Março”, disse o âncora Vladimir Solovyov aos telespectadores de seu programa.

É exactamente assim que o Kremlin está tentando retratar tudo isso: culpando o Ocidente. A mensagem da média estatal russa é que, na Ucrânia, a Rússia está enfrentando o poder combinado dos Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia e NATO.

Em outras palavras, os contratempos no campo de batalha não são culpa do Kremlin, mas obra de inimigos externos.

Há outra mensagem também: não critique o Exército russo ou o presidente da Rússia pelo que deu errado na Ucrânia. Em vez disso, cumpra seu dever e junte-se à luta.

É um conselho que, por enquanto, vozes russas proeminentes e poderosas parecem estar seguindo.

O líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, e Yevgeny Prigozhin, fundador do grupo mercenário Wagner, têm criticado abertamente a liderança militar russa. Mas sobre a retirada de Kherson, ambos postaram mensagens de apoio ao comandante russo na Ucrânia, o general Surovikin, que havia recomendado a retirada.

O mesmo não pode ser dito dos blogueiros militares russos pró-guerra. Eles estão escrevendo mensagens raivosas, como:

“Nunca esquecerei esse assassinato das esperanças da Rússia. Essa traição ficará gravada em meu coração por séculos.” – Zastavny.

“Esta é uma enorme derrota geopolítica para Putin e a Rússia… o Ministério da Defesa perdeu a confiança da sociedade há muito tempo… agora, a confiança no presidente vai desaparecer.” – Zloi Zhurnalist.

Não se o Kremlin puder evitar, porque tem se esforçado para distanciar o presidente Putin da retirada, sabendo que muitos na Rússia a verão como um revés militar e um golpe duro contra o prestígio russo.

No início desta semana, foram os generais que anunciaram que as forças russas seriam retiradas de parte da região de Kherson.

A TV russa mostrou o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, emitindo a ordem, após consultas com o general Surovikin. Putin não estava à vista em lugar algum.

O general Surovikin (esq.) disse que a retirada, ordenada pelo ministro da Defesa (dir,) foi uma decisão difícil © Ministério da Defesa da Rússia

“O ministro da Defesa tomou a decisão, não tenho nada a dizer sobre isso”, disse o porta-voz de Putin, Dmitry Peskov, a jornalistas na sexta-feira (11/11). O Kremlin está deixando os militares assumirem a responsabilidade pela retirada. Ou pelo menos tentando.

Mas foi Putin que ordenou a invasão da Ucrânia. O que ele chama de “operação militar especial” foi ideia dele. Distanciar-se de qualquer aspecto ligado à invasão não será fácil.

Há um perigo aqui para Vladimir Putin, mas que antecede a retirada de Kherson. Os acontecimentos dos últimos nove meses correm o risco de mudar a forma como o presidente é visto em casa: não tanto pelo público russo, mas – crucialmente – pela elite russa, pelas pessoas ao seu redor, pelas pessoas no poder.

Durante anos, eles viram Putin como um mestre estrategista, como alguém que sempre consegue sair por cima… como um vencedor. Eles o viram como o eixo central do sistema do qual fazem parte e que foi construído em torno dele.

Vitórias, no entanto, estão em falta desde 24 de Fevereiro. A invasão de Vladimir Putin não saiu conforme o planeado.

Não só resultou em morte e destruição na Ucrânia, mas perdas militares significativas para seu próprio exército. Ele havia prometido que apenas “soldados profissionais” lutariam, mas depois convocou centenas de milhares de cidadãos para as Forças Armadas para participar da guerra.

Os custos económicos para a Rússia também foram consideráveis.

O Kremlin costumava retratar Vladimir Putin como o “sr. Estabilidade” na Rússia. Isso se tornou muito mais difícil de concretizar.

– Texto originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63611690

MSN Notícias

BBC News BBC News
12.11.2022 às 23:13



 

Kyiv constrói muro na fronteira com Minsk. “Não é única novidade”

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O conselheiro da presidência ucraniana Kyrylo Tymoshenko anunciou, esta sexta-feira, que estava a ser construído um muro a norte do país, na fronteira com a Bielorrússia.

“Uma vala, um aterro, uma cerca de concreto armado com arame farpado são barreiras de engenharia que estão a ser construídas em Volyn”, escreveu o responsável no Telegram, garantindo que esta construção, “que já está em andamento” não é a única novidade. “Mas não vamos revelar os detalhes”, rematou.

De acordo com Tymoshenko, há zonas na fronteira com a Rússia que estão a ser também fortalecidas.

Зараз на Півдні наші люди зустрічають наших військових, а на Півночі кипить інша робота – тут зводять стіну на кордоні з Білоруссю.

Рів, насип, залізобетонний паркан з колючим дротом – це інженерні загородження, які будують на Волині.

Таким чином вже облаштовано близько 3 км кордону, роботи тривають. Це ще не все, але подробиць розкривати не будемо.

Також роботи ведуться і в Рівненській, і в Житомирській областях.

Зводять фортифікаційні споруди та облаштовують кордон також і в регіонах, які межують з територією росії.

Наші прикордонники 24/7 відстежують ситуацію, мають все необхідне обладнання для того, щоб побачити ворога далеко в тилу.

Важливо, що над облаштуванням кордону системно працює обласна влада та місцевий бізнес. Ми всі хочемо захисту, ми робимо все, щоб зупинити навіть гіпотетичне просування ворога.

Працюємо системно, одночасно по всій Україні!

Agora, no Sul, nosso povo está encontrando nossos militares, e no Norte, outro trabalho está fervendo – aqui eles estão construindo um muro na fronteira com a Bielorrússia.

Uma vala, um aterro, uma cerca de concreto armado com arame farpado são barreiras de engenharia que estão sendo construídas em Volyn.

Desta forma, cerca de 3 km da fronteira já foram arranjados, os trabalhos estão em andamento. Isso não é tudo, mas não vamos revelar os detalhes.

As obras também estão sendo realizadas nas regiões de Rivne e Zhytomyr.

As fortificações estão sendo construídas e a fronteira está sendo montada nas regiões que fazem fronteira com o território da Rússia.

Nossos guardas de fronteira monitorizam a situação 24 horas por dia, 7 dias por semana, têm todo o equipamento necessário para ver o inimigo bem atrás.

É importante que o governo regional e o empresariado local trabalhem sistematicamente no arranjo da fronteira. Todos nós queremos protecção, fazemos de tudo para deter até mesmo um hipotético avanço inimigo.

Trabalhamos sistematicamente, simultaneamente em toda a Ucrânia!
Nov 11 at 14:47

Notícias ao Minuto
Teresa Banha
11.11.2022



 

Após a festa, a “catástrofe humanitária” em Kherson

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Chefe da diplomacia ucraniana lembra que “a guerra continua”. Russos, que ainda ocupam cerca de 70% da região, já designaram uma outra “capital provisória”, Henichesk.

A festa em torno da fogueira em Kherson, com cantos patrióticos.
© AFP PHOTO / HO / 28TH MECHANIZED BRIGADE / ESN

Os ucranianos festejaram durante a noite a libertação da cidade de Kherson, após oito meses de ocupação russa, dançando em redor de uma fogueira e entoando a canção patriótica Chervona Kalyna, segundo os vídeos partilhados pelos militares de Kiev. Mas depois da festa, é preciso enfrentar a realidade da “catástrofe humanitária”, segundo as autoridades locais.

Além disso, o chefe da diplomacia, Dmitro Kuleba, lembrou que “a guerra continua”. Os russos, que ainda controlam cerca de 70% da região, já designaram uma nova capital “provisória” – Henichesk, que fica cerca de 200 km a sul.

Um conselheiro do presidente da câmara de Kherson, Roman Holovnya, falou da “catástrofe humanitária” na televisão ucraniana – que já voltou a emitir a partir da cidade.

Falta água, alimentos e medicamentos naquela que foi a única capital regional a cair às mãos dos russos, logo nos primeiros dias da invasão a 24 de Fevereiro. A ajuda humanitária e os abastecimentos já estarão contudo a chegar desde a região vizinha de Mykolaiv.

Entretanto, o chefe da polícia ucraniana, Igor Klymenko, indicou que 200 agentes já estão na cidade, tendo erguido vários postos de controlo – os Serviços de Informação ucranianos acreditam que muitos soldados russos podem ter ficado, abandonando os uniformes e vestindo roupas civis para passarem despercebidos.

Klymenko alertou ainda para a presença de minas, tendo um polícia ficado ferido na desminagem de um edifício administrativo. Uma mulher e duas crianças também ficaram feridas na explosão de outro engenho, perto do carro em que seguiam na aldeia de Mylove.

Os agentes vão também começar a fazer o levantamento dos “crimes dos ocupantes russos”. À semelhança do que aconteceu em Bucha, nos arredores de Kiev, ou Izium, na região de Kharkiv, que também estiveram sob ocupação russa, teme-se a descoberta de valas comuns e outras atrocidades agora que as forças de Moscovo recuaram para a margem oriental do rio Dniepre.

Os ocupantes escolheram uma cidade portuária no mar de Azov, Henichesk (Genichesk na transliteração do nome russo da cidade ucraniana), como capital provisória da região – uma das que foi anexada ilegalmente por Moscovo após os referendos de Setembro.

“Todos os organismos governamentais localizam-se lá agora”, disse o porta-voz da administração pró-russa, Alexander Fomin.

Festejos e felicitações

“Todos nós sentimos a euforia juntos”, disse o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, no Telegram, questionando se haverá alguém que não viu o vídeo dos habitantes de Kherson a acolherem os militares ucranianos. “Veremos muitas outras reuniões deste tipo. Nas cidades e aldeias que ainda estão sob ocupação.

Não nos esquecemos de ninguém, não vamos deixar ninguém para trás. Será o mesmo em Henichesk e Melitopol”, referiu, incluindo a região do Donbass ou a Crimeia. “Haverá centenas de bandeiras da Ucrânia nas ruas no dia da libertação”, garantiu.

Kuleba, que esteve com o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, no Cambodja (à margem da Cimeira das Nações do Sudeste Asiático), defendeu que o Ocidente caminha para uma “vitória conjunta”, após a retirada das tropas russas de Kherson.

“Muito poucos acreditavam que a Ucrânia sobreviveria”, indicou. “Está a acontecer e a nossa vitória será uma vitória conjunta, uma vitória de todas as nações amantes da paz por todo o mundo”, acrescentou.

Washington saudou a “vitória extraordinária” dos ucranianos, enquanto Londres reiterou que a retirada dos russos marca “um novo fracasso estratégico” por parte de Moscovo.

“O Reino Unido e a comunidade internacional vão continuar a apoiar [os ucranianos] e, embora a retirada seja bem-vinda, ninguém subestimará a ameaça que a Rússia representa”, indicou o ministro da Defesa, Ben Wallace.

susana.f.salvador@dn.pt

Diário de Notícias
Susana Salvador
12 Novembro 2022 — 22:47


678: Pró-russos escolhem capital regional provisória após perderem Kherson

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UCRÂNIA/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /NOVA CAPITAL REGIONAL

As autoridades pró russas estão concentradas em Henichesk, que foi escolhida como capital administrativa provisória da região.

© EPA/HANNIBAL HANSCHKE

As autoridades pró russas de ocupação na Ucrânia escolheram a cidade portuária de Henichesk, na margem sul do Rio Dniepre, como capital provisória da região ucraniana de Kherson, noticiou este sábado a agência oficial russa TASS.

A cidade de Kherson é a capital da região com o mesmo nome, mas foi reocupada pelas forcas de Kiev na sexta-feira, após a retirada das tropas russas para a margem esquerda do Rio Dniepre.

“Hoje, a capital administrativa provisória da região de Kherson é Henichesk. Todas as principais autoridades estão aí concentradas”, disse Alexander Fomin, da administração pró-russa à TASS, que usa a transliteração do nome russo da cidade ucraniana.

As tropas russas ocuparam Henichesk em 27 de Fevereiro deste ano, quatro dias depois de terem invadido a Ucrânia.

A cidade tem o mesmo nome de um estreito que liga o sistema de lagoas que separa a Crimeia do resto da Ucrânia com o Mar de Azov.

Em Outubro, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinou um decreto que criou 20 administrações militares na região de Kherson, incluindo em Henichesk, de acordo com a agência Ukrinform.

Kherson é uma das quatro regiões anexadas pela Rússia desde que invadiu a Ucrânia, juntamente com Zaporijia (sudeste), Donetsk e Lugansk (leste).

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia (sul) em 2014. A Ucrânia e a generalidade da comunidade internacional consideram as anexações ilegais.

A TASS lembrou que a ordem de retirada foi dada pelo ministro da Defesa, Serguei Shoigu, em 09 de Novembro, por sugestão do comandante das tropas russas na Ucrânia, general Serguei Surovikin.

Segundo Surovikin, “a decisão de retirar as forças está ligada, entre outras coisas, à ameaça de isolamento do grupo devido à inundação dos territórios abaixo da central hidroeléctrica de Kakhovskaya”, noticiou a agência oficial.

Mais de 115.000 civis foram também transferidos da margem direita do Dniepre, onde se situa a cidade de Kherson, para a margem esquerda, disse também o general russo.

A cidade de Kherson era a única capital regional ucraniana controlada pelas tropas de Moscovo.

A sua reconquista é considerada como uma das vitórias mais significativas de Kiev e uma humilhação para Moscovo.

A reconquista foi possível com o armamento que as forças armadas da Ucrânia receberam dos seus aliados ocidentais, que lhes permitiu lançar uma contra-ofensiva no sul e no leste há cerca de dois meses.

A guerra na Ucrânia, em curso há quase nove meses, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Desconhece-se o número de baixas civis e militares, mas diversas fontes, incluindo a ONU, têm alertado que será elevado.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 11:17



 

667: Retirada de Kherson envolveu mais de 30 mil soldados russos

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O ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

© EPA/STRINGER

Mais de 30.000 soldados ​​​​​​​russos passaram para a margem esquerda do Rio Dniepre, que divide a região de Kherson, no sul da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Defesa em Moscovo.

“No total, mais de 30.000 militares russos e quase 5.000 unidades de armamento e veículos militares foram retirados” da margem ocidental do rio, disse o ministério russo, citado pelas agências francesa AFP e espanhola EFE.

O ministério acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

A operação deveu-se ao avanço das tropas ucranianas, que entraram esta sexta-feira na cidade de Kherson, a capital da região com o mesmo nome.

A Rússia citou a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Disse também que se deveu à necessidade de enviar parte deste contingente para outras zonas da frente, o Donbass (Donetsk e Lugansk, no leste) ou Zaporijia (sudeste).

Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk são as quatro regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 30 de Setembro, numa decisão considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

A cidade de Kherson, onde as tropas russas entraram poucos dias depois da invasão (24 de Fevereiro), era a única capital regional ucraniana conquistada pela Rússia em quase nove meses de guerra.

No início de Setembro, Kiev lançou um ataque-surpresa na região de Kharkiv (nordeste) e reivindicou, desde então, a reconquista de importantes centros logísticos, como Izium, Kupiansk e Lyman (leste).

A retirada foi anunciada pelo comandante russo na Ucrânia, general Serguei Surovikin, na quarta-feira, e foi considerada a maior derrota sofrida desde o início da ofensiva militar no país vizinho.

O revés é ainda mais significativo por ocorrer menos de dois meses depois de o líder russo, Vladimir Putin, ter ordenado a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as tropas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

A retirada de Kherson foi apoiada por figuras altamente críticas da estratégia do exército russo na Ucrânia, como o líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, mas mal recebida por especialistas próximos do Kremlin (Presidência).

“A rendição de Kherson é a maior derrota geopolítica da Rússia desde o desmembramento da União Soviética”, considerou Serguei Markov, antigo conselheiro de Putin, citado pelas agências espanhola EFE e norte-americana AP.

Apesar da retirada, o Kremlin afirmou esta sexta-feira que Kherson continua a ser uma região da Federação Russa.

“É um assunto da Federação Russa. Não pode haver mudança”, disse o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.

Ao anunciar a mobilização dos reservistas, Putin avisou que a Rússia usaria todos os meios para defender a sua integridade territorial, numa referência à possibilidade de utilização de armas nucleares.

Na perspectiva da Moscovo, as quatro regiões agora anexadas e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014, fazem parte do território da Federação Russa.

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Novembro 2022 — 16:39



 

Zelensky celebra após retirada russa: “Kherson é nossa, do nosso povo”

– Uma machadada no orgulho do psicopata demente mental filho da Putina e de toda a sua seita de terroristas assassinos! E uma nota de pesar para todos os ORCS pró-russonazis e indigentes intelectualóides que alimentam essa escumalha nazi, estejam onde estiverem!

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UCRÂNIA/RETIRADA ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /KHERSON/LIBERTAÇÃO

Cidade do sul do país desocupada pelas forças russas, que citaram a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira nas redes sociais que a cidade de Kherson, no sul do país, era novamente do povo ucraniano, depois de a Rússia ter anunciado que havia concluído uma retirada do centro regional.

“Kherson é nossa, do nosso povo”, escreveu no Telegram ao lado de um emoji da bandeira da Ucrânia e imagens de vídeo amador que pareciam mostrar tropas ucranianas a reunir-se com moradores da cidade.

“A população de Kherson nunca desistiu”, acrescentou. “Hoje é um dia histórico!”, proclamou Zelensky.

Mais de 30.000 soldados russos passaram para a margem esquerda do Rio Dniepre, que divide a região de Kherson, no sul da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Defesa em Moscovo.

“No total, mais de 30.000 militares russos e quase 5.000 unidades de armamento e veículos militares foram retirados” da margem ocidental do rio, disse o ministério russo, citado pelas agências francesa AFP e espanhola EFE.

O ministério acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

A operação deveu-se ao avanço das tropas ucranianas, que entraram esta sexta-feira na cidade de Kherson, a capital da região com o mesmo nome.

A Rússia citou a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Disse também que se deveu à necessidade de enviar parte deste contingente para outras zonas da frente, o Donbass (Donetsk e Lugansk, no leste) ou Zaporijia (sudeste).

Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk são as quatro regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 30 de Setembro, numa decisão considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

A cidade de Kherson, onde as tropas russas entraram poucos dias depois da invasão (24 de Fevereiro), era a única capital regional ucraniana conquistada pela Rússia em quase nove meses de guerra.

No início de Setembro, Kiev lançou um ataque-surpresa na região de Kharkiv (nordeste) e reivindicou, desde então, a reconquista de importantes centros logísticos, como Izium, Kupiansk e Lyman (leste).

A retirada foi anunciada pelo comandante russo na Ucrânia, general Serguei Surovikin, na quarta-feira, e foi considerada a maior derrota sofrida desde o início da ofensiva militar no país vizinho.

O revés é ainda mais significativo por ocorrer menos de dois meses depois de o líder russo, Vladimir Putin, ter ordenado a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as tropas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

A retirada de Kherson foi apoiada por figuras altamente críticas da estratégia do exército russo na Ucrânia, como o líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, mas mal recebida por especialistas próximos do Kremlin (Presidência).

“A rendição de Kherson é a maior derrota geopolítica da Rússia desde o desmembramento da União Soviética”, considerou Serguei Markov, antigo conselheiro de Putin, citado pelas agências espanhola EFE e norte-americana AP.

Apesar da retirada, o Kremlin afirmou esta sexta-feira que Kherson continua a ser uma região da Federação Russa.

“É um assunto da Federação Russa. Não pode haver mudança”, disse o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.

Ao anunciar a mobilização dos reservistas, Putin avisou que a Rússia usaria todos os meios para defender a sua integridade territorial, numa referência à possibilidade de utilização de armas nucleares.

Na perspectiva da Moscovo, as quatro regiões agora anexadas e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014, fazem parte do território da Federação Russa.

Diário de Notícias
DN/AFP
11 Novembro 2022 — 18:45