879: Ucrânia: 30 vítimas civis entre mortos e feridos e milhões sem luz e aquecimento

– Que porra de merda é esta onde um estado que faz parte da ONU e do Conselho de Segurança, com direito de veto, considerado estado terrorista pelo Parlamento Europeu, continuar a fazer parte destas organizações sem SER EXPULSO? E que desde há NOVE MESES, depois de ter invadido um país soberano, não ter parado de destruir, bombardear estruturas civis, assassinar milhares de civis desde crianças (487) a idosos? Isto é permitido só porque são os russonazis ☠️卐☠️ que o fazem? Estão a massacrar um Povo, a destruir o seu País, provocando um genocídio que faz lembrar a II Guerra Mundial quando os nazis de Hitler mataram milhões de pessoas e estes novos nazis seguem o mesmo rumo? Que COBARDIA é esta senhores da guerra?

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSÍNIOS/BOMBARDEAMENTOS

Escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

© GENYA SAVILOV / AFP

Novos ataques russos na Ucrânia fizeram 30 vítimas civis, entre mortos e feridos, e deixaram esta quarta-feira milhões de pessoas sem electricidade, acesso a água e aquecimento, quando se registam já temperaturas negativas nalgumas regiões, segundo as Nações Unidas.

Um balanço feito pelo Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) indica que a escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

Os apagões estão também a afectar grandes partes das regiões centrais de Vinnytsya e Dnipro, Khmelnitsk, mais a oeste, Kharkiv e Sumi no nordeste, Mykolaiv no sul e a capital, Kiev.

Em Kiev, toda a população – estimada em cerca de três milhões de pessoas – ficou esta quarta-feira sem água, e as autoridades informaram que estão a trabalhar 24 horas por dia para restabelecer o abastecimento, o que também aconteceu em partes de Odessa.

Os ataques atingiram, além de infra-estruturas, edifícios residenciais em Kiev e nas cidades de Chabany e Vyshhorod, nos arredores da capital, e as autoridades confirmaram que pelo menos 30 civis foram mortos ou feridos nas três localidades.

Na região de Zaporijia, há relatos de um recém-nascido morto devido a um ataque aéreo que atingiu uma maternidade em Vilniansk, e de crianças mortas e feridas nos distritos de Kherson e Berislav.

Os ataques também atingiram pessoas que tentavam receber ajuda, quando uma instalação governamental em Zaporijia, usada por voluntários para distribuir mantimentos, foi atingida, matando e ferindo alguns civis que ali se encontravam, refere o balanço da OCHA.

As equipas de assistência humanitária na Ucrânia estão a trabalhar para apoiar as pessoas que enfrentam os desafios impostos pela crise energética, que já era grave e agora piorou com a nova vaga de ataques desta quarta-feira.

Nas últimas semanas, mais de 430.000 pessoas receberam algum tipo de assistência directa para enfrentarem o inverno, e quase 400 geradores foram entregues pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), pela UNICEF, pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) para garantir energia em hospitais, escolas e outras instalações críticas.

O Governo informou a população de que foram estabelecidos mais de 4.000 pontos de aquecimento em todas as regiões da Ucrânia, e as Nações Unidas e os parceiros humanitários estão a fornecer abastecimentos a essas instalações.

De acordo com o Ministério da Energia, falhas temporárias de energia afectaram todas as centrais nucleares ucranianas.

Os ataques desta quarta-feira ocorreram horas depois de o Parlamento Europeu ter aprovado uma resolução declarando a Federação Russa como “estado patrocinador do terrorismo”, afirmando que ataques deliberados e atrocidades cometidas contra a Ucrânia violam os direitos humanos e o direito humanitário internacional.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 20:11