NATO responde ao “fogo e cólera” de Putin com apoio a leste 

– “… “Se, como Stoltenberg sugeriu, a NATO fornecer aos fanáticos de Kiev sistemas Patriot juntamente com o pessoal da NATO, eles tornar-se-ão imediatamente um alvo legítimo das nossas forças armadas”, ameaçou o ex-presidente russo Dmitri Medvedev.

Ó estúpido, os ucranianos estão a defender o seu país, o seu território, invadido por vocês russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 de merda! Vocês, ainda não passaram da Idade Média, das Cruzadas e das conquistas! Não passam de psicopatas dementes em vias de extinção! Choldra de selvagens assassinos, terroristas e violadores!

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🇺🇦 UCRÂNIA  /  NATO  /  APOIO / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Para Stoltenberg há que redobrar esforços para contrariar a “pressão russa” na Moldávia, Geórgia e Bósnia, enquanto os aliados comprometem-se com novas ajudas a Kiev.

Uma ponte destruída em Bakhmut, cidade na região de Donetsk que as forças russas estão a tentar capturar há meses. © YEVHEN TITOV/AFP

A reunião de dois dias dos ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO terminou com o secretário-geral da organização a prometer apoio aos países convidados, e o secretário de Estado norte-americano a condenar a estratégia de “fogo e cólera” de Vladimir Putin, de ataque a civis.

Enquanto Moscovo reivindica a tomada de povoados junto de Bakhmut, no Donbass, a Comissão Europeia quer avançar com um tribunal especial para os crimes russos.

O secretário-geral da NATO Jens Stoltenberg defendeu um fortalecimento do apoio, o quanto antes, aos “países sob pressão russa” Geórgia, Bósnia-Herzegovina e Moldávia.

“Se há uma lição a tirar da Ucrânia é que precisamos de os apoiar agora”, disse o norueguês no final dos trabalhos dos chefes da diplomacia dos 30 membros, acrescidos dos países referidos, e ainda dos representantes da Finlândia e da Suécia, que aguardam a ratificação da Turquia e da Hungria para se juntarem como membros de pleno direito à aliança militar.

À Reuters, o ministro estónio Urmas Reinsalu disse que “o monstro também quer assumir o controlo dos Balcãs Ocidentais”, designação recente que engloba a Albânia, Bósnia, Macedónia do Norte, Montenegro, Sérvia e Kosovo e referindo-se à influência que Moscovo exerce na região.

Sobre a Ucrânia, que recebeu uma declaração de apoio e o anúncio de renovadas ofertas da Alemanha e Estados Unidos no primeiro dia de trabalhos, Stoltenberg voltou a falar da filiação na NATO, mas depois de na véspera ter dito que os aliados estavam a “ajudar a Ucrânia a avançar para a adesão”, modulou os termos.

Jens Stoltenberg disse que “há muito entre o nada e a adesão plena”, defendendo uma relação mais estreita entre a NATO e a Ucrânia.

“A tarefa mais imediata e urgente é assegurar que a Ucrânia triunfe como uma nação democrática soberana e independente na Europa”, começou por afirmar. “Os aliados deixaram claro que estão prontos a sustentar o apoio com equipamento militar avançado, munições, combustível, todas as outras coisas de que precisa para se defender.

Esta é a tarefa urgente, imediata e a mais importante para os aliados”, prosseguiu. “Depois, temos também de compreender que há muito entre o nada e a adesão plena, o que significa que precisamos de desenvolver uma parceria cada vez mais estreita, tanto a parceria política como a parceria operacional com a Ucrânia”, concluiu.

Com o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano Dmytro Kuleba a pedir urgência, em especial na defesa dos céus e em equipamento para o sistema energético, muito se falou sobre a hipótese de Kiev receber o sistema Patriot. À saída de um encontro com o secretário de Estado dos EUA Antony Blinken,

Kuleba disse em termos vagos ter recebido “uma série de novos compromissos” relativo a armas, transformadores e geradores, recusando dizer se os Patriot estarão nesse rol. Acabou, no entanto, por mostrar interesse no sistema anti-missil da Alemanha.

O chanceler alemão Olaf Scholz terá oferecido Patriots à Polónia, mas Varsóvia rejeitou e sugeriu que deveriam ir para a Ucrânia. “Estamos prontos a operá-los da forma mais segura e eficiente”, disse Kuleba.

A reacção russa foi rápida. “Se, como Stoltenberg sugeriu, a NATO fornecer aos fanáticos de Kiev sistemas Patriot juntamente com o pessoal da NATO, eles tornar-se-ão imediatamente um alvo legítimo das nossas forças armadas”, ameaçou o ex-presidente russo Dmitri Medvedev.

No terreno, as forças russas, que estão numa guerra de trincheiras em Bakhmut, afirmam ter tomado três povoações à sua volta. Kiev não reconheceu, para já, este avanço russo numa zona que está a provocar pesadas baixas em ambos os beligerantes.

Em paralelo, a presidente da Comissão Europeia propôs usar os bens russos que congelou para ajudar a compensar a Ucrânia pelos danos infligidos por Moscovo, e propôs a criação de um tribunal para julgar “o crime de agressão da Rússia”, a funcionar em paralelo ao TPI.

Ursula von der Leyen estimou os danos em 600 mil milhões e lembrou que a UE bloqueou 300 mil milhões das reservas do Banco Central russo e 19 mil milhões de oligarcas.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
30 Novembro 2022 — 22:16



 

965: Ucrânia pode ficar totalmente às escuras num próximo ataque

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UCRÂNIA/TERRORISMO RUSSONAZI 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 /ENERGIA

A Ucrânia pode ficar totalmente às escuras num próximo ataque. A Rússia tem concentrado os seus ataques às infra-estruturas energéticas do país.

Sergey Kozlov / EPA

Até sexta-feira, mais de 6 milhões de casas continuavam afectadas por cortes de energia na Ucrânia, dois dias após os ataques em massa da Rússia contra infra-estruturas energéticas do país.

Kiev, com cerca de 600.000 casas sem electricidade à noite, e a sua região, assim como as províncias de Odessa, Lviv, Vinnytsia e Dnipropetrovsk, eram as mais afectadas pelos cortes.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, é considerada “crime de guerra” pelos aliados ocidentais da Ucrânia e qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

O conselheiro presidencial da Ucrânia, Mykhailo Podolyak, disse, este domingo, que os ataques russos são “simplesmente de fascismo do século XXI”.

Os ataques são “sobre cirurgias interrompidas, diálises canceladas, ventiladores desligados, ambulâncias que não chegaram” e não apenas sobre a luz, considerou o conselheiro presidencial ucraniano.

A Rússia, por sua vez, afirma visar apenas infra-estruturas militares e atribui os cortes de energia aos disparos das defesas aéreas ucranianas.

As autoridades ucranianas estimam que cerca de 50% das instalações de energia da Ucrânia foram danificadas nos recentes ataques.

Apesar dos mais recentes ataques, a Ucrânia vai recuperando a energia, com 80% do território a ter novamente electricidade e água, segundo a Euronews.

Na CNN Portugal, o major-general Agostinho Costa, especialista em assuntos de segurança, disse que acredita que haverá um novo ataque à Ucrânia que “poderá levar a um apagão geral”.

Com a chegada do inverno e das temperaturas baixíssimas, a Europa poderá estar “à beira de uma nova vaga de refugiados”, sugere Agostinho Costa.

Daniel Costa, ZAP // Lusa
28 Novembro, 2022



 

959: Ucrânia: Zelensky quer população preparada para novos ataques russos no inverno

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UCRÂNIA/INVERNO/ATAQUES RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Presidente da Ucrânia pediu mais uma vez unidade entre os cidadãos ucranianos, e maior atenção aos alertas aéreos.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O Presidente da Ucrânia avisou, no domingo, os cidadãos para estarem preparados para as consequências de novos ataques da Rússia, depois de ter acusado Moscovo de usar o frio contra a população.

Volodymyr Zelensky afirmou que as tropas russas estão a preparar novos ataques: “sabemos isso com certeza. E enquanto tiverem mísseis, infelizmente não vão parar”.

“Mas a nossa capacidade de nos ajudarmos uns aos outros e de cuidarmos dos mais vulneráveis, a nossa ajuda mútua é um dos elementos de protecção contra o terror, assim como a nossa força”, acrescentou, no vídeo que grava diariamente para a população ucraniana.

Neste sentido, pediu mais uma vez unidade entre os cidadãos ucranianos, e maior atenção aos alertas aéreos.

“Juntos e ajudando-nos uns aos outros, superaremos também este desafio da guerra: este inverno, esta tentativa da Rússia de usar o frio contra o povo”, considerou.

As declarações do Presidente foram feitas depois de a maioria das regiões do país ter conseguido restabelecer o fornecimento de energia, no domingo, na sequência de bombardeamentos russos contra infra-estruturas energéticas, na semana passada.

Também este fim de semana, o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, acusou o Presidente russo, Vladimir Putin, de tentar usar o inverno como arma.

Stoltenberg lembrou “como é perigoso” para a população europeia “depender da Rússia” para o fornecimento de gás natural.

“Temos agora de avaliar a nossa dependência de regimes autoritários, especialmente da China”, indicou o responsável.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Novembro 2022 — 11:56



 

Kherson continua “vulnerável” a bombardeamentos russos

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺/TERRORISTAS/ASSASSINOS/MERCENÁRIOS NAZIS/KHERSON

Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, mas continuam a atacá-la diariamente. Só no domingo foram 54 bombardeamentos.

© Getty Images

Os ataques a Kherson continuam a acumular-se, mesmo após a retirada russa da cidade que ocupou durante nove meses. Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido, no relatório publicado esta segunda-feira, a cidade foi bombardeada 54 vezes no domingo, um novo máximo para a região.

No relatório matinal publicado diariamente pelos serviços secretos britânicos, através do Twitter, é referido que, só na passada quinta-feira, foram mortas dez pessoas devido aos ataques russos.

Para o Reino Unido. Kherson está “vulnerável porque continua ao alcance da maioria dos sistemas de artilharia russos, agora a disparar a partir da margem este do Rio Dnipro, atrás de linhas defensivas recentemente consolidadas”.

“Muitos dos danos estão provavelmente a ser infligidos em Kherson pelo uso de muitos lançadores de ‘rockets’, principalmente por sistemas BM-21 Grad”, acrescenta o relatório.

Também esta manhã, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Institute for the Study of War’) apontou para as posições defensivas russas em Kherson, considerando que os russos “claramente percepcionam que as forças ucranianas podem atravessar o Rio Dnipro e conduzir operações contra-ofensivas a leste de Kherson, possivelmente ameaçando todas as linhas críticas de comunicação desde a Crimeia ao território russo”.

Segundo apurou o ISW, e que também tem sido alertado por outras organizações internacionais, as forças invasoras estão a “cavar trincheiras e áreas de concentração”, acreditando que a contra-ofensiva em direcção à Crimeia surgirá eventualmente.

A cidade de Kherson esteve sob controlo russo durante praticamente nove meses de guerra, após ser tomada nos primeiros dias da invasão. Os ucranianos conseguiram finalmente libertar a cidade a 11 de Novembro, após a retirada russa e, desde então, têm sido descobertas mais valas comuns e câmaras de tortura, sinais da presença da opressão russa na região.

As condições de vida na cidade continuam muito difíceis, com o acesso a luz e água potável a ser muito escasso, apesar dos esforços das forças ucranianas em restaurar as infra-estruturas críticas na área.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:57
por Hélio Carvalho



 

Ucrânia recebe promessas de apoio no 90.º aniversário do ‘Holodomor’

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

🇷🇺 HOLODOMOR (GENOCÍDIO PELA FOME) 🇷🇺

🇷🇺 URSS – ESTALINE 1930 🇷🇺

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UCRÂNIA/HOLODOMOR/90º. ANIVERSÁRIO/APOIO

A Ucrânia recebeu este sábado promessas de apoio contra Moscovo, no 90.º aniversário do ‘Holodomor’, a fome causada pelo regime de Estaline na década de 1930, que adquiriu novo impacto desde a invasão russa.

© Reuters

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, garantiu que o seu povo se manterá firme perante os ataques russos, que regularmente provoca grandes cortes de energia e água à medida que as temperaturas do inverno se aproximam.

“Os ucranianos passaram por coisas realmente terríveis. E apesar de tudo mantiveram a capacidade de não obedecer e o seu amor pela liberdade. No passado, quiseram destruir-nos com fome, hoje com escuridão e com frio”, afirmou Zelensky, num vídeo publicado no Telegram, citado pela Agência France-Presse.

“Não nos podem quebrar”, sublinhou.

Vários líderes europeus viajaram hoje até Kyiv para participarem nas comemorações do ‘Holodomor’, que a Ucrânia considera um “genocídio”.

Segundo a comunicação social da Polónia e da Lituânia, os primeiros-ministros desses países, Mateusz Morawiecki e Ingrida Simonyte, que apoiam fortemente Kyiv, estão de passagem para negociações sobre uma possível nova onda de imigração da Ucrânia para a Europa neste inverno.

O Serviço da guarda fronteiriça da Ucrânia confirmou que Morawiecki “visitou Kyiv e honrou a memória das vítimas do ‘Holodomor'”.

O primeiro-ministro belga, Alexander De Croo, também está de visita a Kyiv, a primeira desde o início da invasão russa.

Segundo a agência belga, o governante prevê disponibilizar um apoio financeiro adicional de 37,4 milhões de euros para a Ucrânia.

“Cheguei a Kyiv. Após os violentos bombardeamentos dos últimos dias, estamos com o povo ucraniano. Mais do que nunca”, afirmou De Croo no Twitter.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, anunciou num vídeo uma ajuda adicional de 10 milhões de euros para apoiar as exportações de cereais da Ucrânia, impactadas pela guerra.

O Parlamento alemão decidiu, esta sexta-feira, definir como “genocídio” o ‘Holodomor’, que causou a morte de cerca de 3,5 milhões de ucranianos através da colectivização de terras.

A Rússia rejeita essa classificação, argumentando que a grande fome que assolou a URSS (União Soviética) no início dos anos 1930 não fez apenas vítimas ucranianas, mas também russas, cazaques e outros povos.

O flagelo histórico cometido pelo regime estalinista na Ucrânia soviética, também designado como “A Grande Fome” ou “A Fome-Terror”, fez, entre 1932 e 1933, cerca de 3,5 milhões de vítimas ucranianas — aliás ‘Holodomor’ significa em ucraniano isso mesmo: exterminação pela fome.

A Roménia, a Irlanda, a Alemanha e o Vaticano foram, até agora, alguns dos países que atribuíram ao crime da era soviética a classificação que a Ucrânia vinha pedindo há anos e que adquiriu uma nova actualidade desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, a 24 de Fevereiro deste ano, e durante alguns meses bloqueou a saída de cargueiros com cereais dos portos ucranianos, fazendo temer uma crise alimentar mundial.

Na quarta-feira, o parlamento romeno aprovou um texto classificando o ‘Holodomor’ como um “crime contra a Humanidade” e, na quinta-feira, foi a vez de o Senado irlandês aprovar uma resolução considerando-o um “genocídio do povo ucraniano”.

No mesmo dia, também o papa Francisco falou sobre o assunto no Vaticano, utilizando o termo “genocídio”: “Rezamos pelas vítimas desse genocídio e por tantos ucranianos — crianças, mulheres, pessoas idosas e bebés — que agora sofrem o martírio da agressão”.

© Reuters
Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
26/11/22 12:13
por Lusa

886: Presidente bielorrusso avisa que Ucrânia será destruída se não negociar

– Já há algum tempo que este ORC oligarca russonazi ☠️卐☠️, fiel fantoche do kremlin não vomitava! Teve ordem do patrão putinocrata para cagar postas de pescada? Tira a fatiota, veste um camuflado, pega numa kalashnikov e vai para a frente de combate ajudar os teus amigos, pá! ‘Tá quieto! Os putinocratas ORCS russonazis terroristas já estão à rasca com munições e pessoal para combater?

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

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ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /BIELORRÚSSIA/AMEAÇAS

“É preciso parar. Temos de acabar com isto. Porque o que se seguirá será a destruição total da Ucrânia”, alertou o presidente da Bielorrússia.

O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko
© SHAMIL ZHUMATOV / POOL / AFP

O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, pediu esta quinta-feira à Ucrânia para negociar um acordo com a Rússia, para acabar com o conflito, avisando que, caso contrário, o país será totalmente destruído.

“É preciso parar. Temos de acabar com isto. Porque o que se seguirá será a destruição total da Ucrânia”, alertou o Presidente bielorrusso, aliado de Moscovo, perante um grupo de jornalistas russos, à margem da cimeira da Organização do Tratado de Segurança Colectiva pós-soviética, que se realizou na quarta-feira em Erevan.

Lukashenko – que ressalvou não querer pressionar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky – disse que “tudo depende da Ucrânia”, ao responder a uma pergunta sobre a possibilidade da assinatura de um tratado de paz entre Kiev e Moscovo.

O presidente bielorrusso admitiu que este objectivo é “difícil, complicado, mas necessário”.

Hoje, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, já tinha dito que a Ucrânia depende de si própria, para “recuperar a normalidade”, bastando que atenda “às exigências do lado russo e, assim, colocando um fim ao sofrimento da população civil”.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,7 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Novembro 2022 — 14:22



 

879: Ucrânia: 30 vítimas civis entre mortos e feridos e milhões sem luz e aquecimento

– Que porra de merda é esta onde um estado que faz parte da ONU e do Conselho de Segurança, com direito de veto, considerado estado terrorista pelo Parlamento Europeu, continuar a fazer parte destas organizações sem SER EXPULSO? E que desde há NOVE MESES, depois de ter invadido um país soberano, não ter parado de destruir, bombardear estruturas civis, assassinar milhares de civis desde crianças (487) a idosos? Isto é permitido só porque são os russonazis ☠️卐☠️ que o fazem? Estão a massacrar um Povo, a destruir o seu País, provocando um genocídio que faz lembrar a II Guerra Mundial quando os nazis de Hitler mataram milhões de pessoas e estes novos nazis seguem o mesmo rumo? Que COBARDIA é esta senhores da guerra?

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSÍNIOS/BOMBARDEAMENTOS

Escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

© GENYA SAVILOV / AFP

Novos ataques russos na Ucrânia fizeram 30 vítimas civis, entre mortos e feridos, e deixaram esta quarta-feira milhões de pessoas sem electricidade, acesso a água e aquecimento, quando se registam já temperaturas negativas nalgumas regiões, segundo as Nações Unidas.

Um balanço feito pelo Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) indica que a escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

Os apagões estão também a afectar grandes partes das regiões centrais de Vinnytsya e Dnipro, Khmelnitsk, mais a oeste, Kharkiv e Sumi no nordeste, Mykolaiv no sul e a capital, Kiev.

Em Kiev, toda a população – estimada em cerca de três milhões de pessoas – ficou esta quarta-feira sem água, e as autoridades informaram que estão a trabalhar 24 horas por dia para restabelecer o abastecimento, o que também aconteceu em partes de Odessa.

Os ataques atingiram, além de infra-estruturas, edifícios residenciais em Kiev e nas cidades de Chabany e Vyshhorod, nos arredores da capital, e as autoridades confirmaram que pelo menos 30 civis foram mortos ou feridos nas três localidades.

Na região de Zaporijia, há relatos de um recém-nascido morto devido a um ataque aéreo que atingiu uma maternidade em Vilniansk, e de crianças mortas e feridas nos distritos de Kherson e Berislav.

Os ataques também atingiram pessoas que tentavam receber ajuda, quando uma instalação governamental em Zaporijia, usada por voluntários para distribuir mantimentos, foi atingida, matando e ferindo alguns civis que ali se encontravam, refere o balanço da OCHA.

As equipas de assistência humanitária na Ucrânia estão a trabalhar para apoiar as pessoas que enfrentam os desafios impostos pela crise energética, que já era grave e agora piorou com a nova vaga de ataques desta quarta-feira.

Nas últimas semanas, mais de 430.000 pessoas receberam algum tipo de assistência directa para enfrentarem o inverno, e quase 400 geradores foram entregues pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), pela UNICEF, pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) para garantir energia em hospitais, escolas e outras instalações críticas.

O Governo informou a população de que foram estabelecidos mais de 4.000 pontos de aquecimento em todas as regiões da Ucrânia, e as Nações Unidas e os parceiros humanitários estão a fornecer abastecimentos a essas instalações.

De acordo com o Ministério da Energia, falhas temporárias de energia afectaram todas as centrais nucleares ucranianas.

Os ataques desta quarta-feira ocorreram horas depois de o Parlamento Europeu ter aprovado uma resolução declarando a Federação Russa como “estado patrocinador do terrorismo”, afirmando que ataques deliberados e atrocidades cometidas contra a Ucrânia violam os direitos humanos e o direito humanitário internacional.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 20:11



 

873: Rússia lança mais de 70 mísseis. Três mortos em Kiev, cortes de água e luz

– Ó senhora embaixadora, não basta os EUA estarem com a Ucrânia! É preciso de IMEDIATO, começarem a bombardear Moscovo e S. Petersburgo! Os ucranianos estão a servir de carne para canhão sem que exista qualquer tipo de represália contra os nazis! Esta merda já está a cheirar mais que mal! Quando é que começam a mandar umas bojardas de “alta precisão” para aterrarem em Moscovo e S. Petersburgo (para começar…) ??? Estes FDP enquanto elas não começarem a cair-lhes em cima da cornadura, não param! Isto é a retaliação russonazi ☠️卐☠️ sobre a decisão do Parlamento Europeu ter considerado – e bem – os russonazis ☠️卐☠️ como estado terrorista!

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TERRORISMO/NAZISMO/ASSASSINOS/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Há relatos que indicam cortes de energia no norte e no centro de Kiev na sequência do mais recente ataque russo. Foram ainda reportadas explosões em Lviv e Kremenchuk.

© SERGEI SUPINSKY/AFP

As forças russas lançaram esta quarta-feira mais de 70 mísseis e atingiram várias cidades, incluindo a capital da Ucrânia, Kiev, disseram as autoridades ucranianas.

Foram danificadas infra-estruturas críticas, nomeadamente na capital, naquele que é o mais recente ataque de uma série que provocou apagões em todo o país, isto numa altura em que descem as temperaturas. Pelo menos três pessoas morreram em Kiev.

“O inimigo está a lançar ataques com mísseis contra a infra-estrutura crítica na cidade de Kiev. Fiquem em abrigos até ao fim do alerta aéreo”, disse o município nas redes sociais, com o presidente da Câmara, Vitali Klitschko, a revelar que infra-estrutura crítica foi atingida.

“Como resultado do ataque, um prédio residencial de dois andares foi danificado. Três pessoas morreram e seis ficaram feridas”, disse a administração militar da cidade numa mensagem divulgada na rede social Telegram.

Há cortes de energia no norte e no centro de Kiev. Também há falhas no abastecimento de água na cidade.

Devido a esta nova série de ataques russos, “o abastecimento de água foi suspenso em Kiev”, disse Vitali Klitschko nas redes sociais. “Toda” a região circundante de Kiev ficou sem energia, avançou também o governador regional, Oleksiy Kuleba.

Estão a ser reportados outros ataques das forças de Moscovo nas regiões de Mykolaiv e Dnipropetrovsk, mas também em Lviv e Kremenchuk, na região de Poltava, segundo o jornal britânico The Guardian. Cortes de energia estão a ser relatados um pouco por todo o país.

A cidade de Lviv, no oeste, ficou completamente sem energia, disse o presidente da autarquia.

“Toda a cidade está sem energia. Estamos a aguardar informações adicionais de especialistas em energia”, disse o autarca Andriy Sadovyi nas redes sociais, alertando que também pode haver interrupções no abastecimento de água da cidade.

Perante esta nova série de ataques das forças russas, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia voltou a reforçar a necessidade do país em ter “todos os sistemas de defesa aérea o mais rápido possível”.

Dmytro Kuleba escreveu na rede social Twitter que a Rússia está a “celebrar” o reconhecimento, por parte do Parlamento Europeu, de que é “um Estado terrorista”, com o lançamento de “novos mísseis contra a capital da Ucrânia e outras cidades”.

Mykhailo Podolyak, assessor do gabinete do presidente da Ucrânia, declarou esta quarta-feira, nas redes sociais, que está em curso um novo “ataque maciço” às infra-estruturas críticas do país.

Três centrais nucleares desligadas da rede

Todas as três centrais nucleares ainda sob controlo ucraniano foram desligadas da rede eléctrica, disse a operadora nuclear da Ucrânia, devido aos novos ataques aéreos russos que atingiram o país.

A Energoatom disse em comunicado que os ataques activaram protocolos de emergência nas centrais nucleares de Rivnenska, Pivdennoukrainska e Khmelnytska e que “como resultado… todos os reactores foram automaticamente desligados” da rede eléctrica, informou a empresa nas redes sociais.

Apagões na vizinha Moldávia devido aos ataques russos contra a Ucrânia

A Moldávia anunciou que o país estava a enfrentar apagões generalizados como resultado de uma nova onda de ataques russos às infra-estruturas de energia na vizinha Ucrânia.

“Como resultado dos bombardeamentos da Rússia no sistema de energia ucraniano, na última hora tivemos apagões de electricidade em todo o país. A [empresa] Moldelectrica está a trabalhar para restabelecer o fornecimento de electricidade”, escreveu o vice-primeiro-ministro da Moldávia, Andrei Spinu, no Facebook.

A embaixadora dos EUA em Kiev afirmou que Moscovo está a “punir a Ucrânia por ousar ser livre” ao lançar novos ataques “cruéis” em todo o país.

Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Bridget A. Brink destaca a “força do povo ucraniano” e diz que irá falhar “a tentativa da Rússia de dominar a Ucrânia, mergulhando-a no frio e na escuridão”. A diplomata norte-americana reforça que os EUA estão com a Ucrânia.

Em actualização

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 15:06



 

791: Zelensky diz que Kiev está a ganhar a batalha da informação

UCRÂNIA/INVASÃO/GUERRA/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /INFORMAÇÃO/PUTINOCRACIA

Zelensky criticou ainda a assinatura russa na declaração conjunta dos países que participaram na última cimeira do G20 que decorreu em Bali por “violar a maioria dos princípios” que promete cumprir.

Zelensky
© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, destacou esta sexta-feira que o seu país conseguiu impor-se à Rússia no campo de batalha da informação, apesar do potencial bélico do seu opositor na guerra em curso no território ucraniano.

“Julgo que percorremos muito bem este caminho. Ainda não terminámos, mas conseguimos que nos escutassem. A informação nas nossas mãos começou a ser uma arma poderosa”, disse o chefe de Estado ucraniano, numa conversa por videoconferência com estudantes irlandeses.

Nesse sentido, Zelensky sublinhou que, “apesar de a Rússia possuir mais armas no campo de batalha”, Kiev conseguiu superar Moscovo “no espaço da informação”, indicou a agência noticiosa ucraniana Ukrinform.

No decurso da sua intervenção, o presidente ucraniano criticou a “propaganda” russa, e referiu-se às recentes sanções impostas pelo Kremlin (presidência russa) a cerca de 50 políticos do país.

“As restrições impostas pela Rússia não afectam particularmente nada. Trata-se de mais uma técnica de propaganda para que possam mentir na televisão russa, como se a Rússia fosse capaz de fazer algo na diplomacia”, disse.

Em simultâneo, também

Zelensky assinalou ainda que a Rússia mobiliza todos os seus recursos para a guerra e se converteu “no maior Estado terrorista da História”, ao mesmo tempo que diz ser defensora do “Direito Internacional” ou afirma que está a assegurar medidas para garantir a estabilidade energética.

Sobre este último ponto, Zelensky lembrou que Moscovo tem lançado mísseis contra as centrais eléctricas e de produção de gás da Ucrânia.

Diário de Notícias
DN /Lusa
18 Novembro 2022 — 19:46



 

716: É o princípio do fim da guerra, afirma Zelensky

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

UCRÂNIA/KHERSON/ZELENSKY/LIBERTAÇÃO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ 

Líder ucraniano visitou Kherson de surpresa e declarou que se assiste a um ponto de inflexão no conflito.

Presidente ucraniano fotografado com militares à entrada da capital de Kherson.
© EPA/GABINETE DE IMPRENSA DA PRESIDÊNCIA DA UCRÂNIA

Por trás de si está o rio Dniepre e eles [russos] estão do lado de lá, muito perto. Podia ter feito este discurso no gabinete do presidente, mas está aqui. Porque é tão importante para si?”, perguntou um jornalista a Volodymyr Zelensky durante a visita surpresa a Kherson.

Denunciando o seu sentido de humor, o líder respondeu: “E as melancias de Kherson?”, em alusão ao fruto típico daquela região do sul da Ucrânia. “Toda a gente corre riscos. Os militares arriscam, os jornalistas arriscam.

Precisamos mostrar apoio aos residentes de Kherson, não fazer apenas promessas, mas que estamos de facto de regresso, a içar a nossa bandeira. E quero receber as emoções e a energias desta gente, é importante e motivador”, respondeu mais a sério, numa viagem em que anunciou “o início do fim da guerra”.

A visita de Zelensky a Kherson – em contraste com o silêncio de Putin – coincidiu com a primeira caravana de ajuda humanitária a chegar à cidade. Desprovidos de electricidade e água, os habitantes receberam alimentos, água e roupa de uma operação das Nações Unidas.

O chefe de Estado presidiu à cerimónia de hastear da bandeira ucraniana junto do edifício do governo regional enquanto, de mão no peito, ouvia o hino nacional.

“Passo a passo, estamos a chegar a todo o país”, disse, ao anunciar que a libertação daquela cidade capital da região homónima representa o início do fim das hostilidades.

“É um caminho longo e difícil, porque a guerra levou os melhores heróis do nosso país. Estamos prontos para a paz, mas paz para todo o nosso país, todo o nosso território”, declarou.

Mordaz, o seu conselheiro Mikhailo Podolyak, disse que o “inverno, as peculiaridades climáticas, a campanha de informação sobre uma “solução diplomática” como uma capitulação oculta, as lamurias intermináveis da Federação Russa sobre “negociações e a necessidade de fazer uma pausa” não têm qualquer efeito sobre o programa de desocupação da Ucrânia”.

Relatos não confirmados oficialmente dão conta de que as forças ucranianas atravessaram o Dniepre em dois pontos.

Horas mais tarde, dirigiu-se directamente ao comando militar “em ruínas” da Rússia e escreveu: “O sul da Ucrânia é uma estepe desprotegida, a Crimeia é uma armadilha natural, Donetsk tem uma localização desfavorável. O melhor lugar para a defesa é estabelecer-se fora das fronteiras da Ucrânia.”

Relatos não confirmados dão conta de que forças ucranianas atravessaram o Dniepre em dois pontos: na península de Kinburn, o extremo mais ocidental da margem esquerda do rio, e a cidade de Oleshky, que se encontra na margem oposta à cidade de Kherson.

No leste, as forças ucranianas retomaram 12 localidades na região de Lugansk, enquanto os ocupantes estarão na iminência de repetir a retirada de Kherson – usando os civis como escudos – em Kreminna, Severodonetsk e Rubizhne, disseram os militares ucranianos. Em contracorrente, os russos disseram que as suas forças capturaram a aldeia de Pavlivka, em Donetsk.

Guterres apela para Moscovo

O secretário-geral da ONU apelou para a prorrogação do acordo que permite a exportação de cereais ucranianos, ao sustentar que tal é “essencial para a segurança alimentar global”. O pacto assinado em Julho com a participação da ONU e da Turquia expira no sábado e a sua renovação pelo prazo de um ano ainda não é certa.

“Necessitamos uma acção urgente para evitar a fome num crescente número de lugares no mundo”, alertou António Guterres, que disse que as negociações realizadas na última semana tiveram “muitos avanços”. O Kremlin disse que as conversações estão a ser “bastante construtivas”, mas que ainda estão em curso.

AG da ONU aprova reparações

A Assembleia Geral das Nações Unidas concluiu que a Rússia tem de prestar contas pela invasão da Ucrânia, ao aprovar uma resolução a responsabilizar Moscovo pelas reparações de guerra. A resolução, que não é vinculativa, foi aprovada com 94 votos a favor, 13 contra e 74 abstenções.

O documento afirma que os russos devem ser responsabilizada por violações do direito internacional contra a Ucrânia e “deve suportar as consequências legais de todos os seus actos ilegais internacionais, incluindo a reparação dos danos causados”.

Lavrov “de boa saúde”

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros Sergei Lavrov está “de boa saúde após dois exames” num hospital em Bali, disse um funcionário do Ministério da Saúde indonésio, enquanto Moscovo negava as notícias de que o chefe da diplomacia tivesse sido hospitalizado.

A porta-voz do ministério, Maria Zakharova, denunciou “o mais alto nível de falsificação” e publicou um vídeo de Lavrov, de volta de papéis, de calções e com uma t-shirt que reproduz uma obra do artista norte-americano Basquiat.

Na ausência de Vladimir Putin, Lavrov representa a Rússia na cimeira das 20 maiores economias do mundo. A guerra na Ucrânia está na agenda – Zelensky irá participar em videoconferência – e poderá trazer mais isolamento e condenação internacional a Moscovo.

Diário de Notícias
César Avó
14 Novembro 2022 — 23:05