1052: Ucrânia, Apagões põem em risco doentes crónicos a ser tratados

– E para quando lançarem umas valentes bojardas de alta precisão sobre Moscovo, S. Petersburgo, Estalinegrado…???

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Os apagões causados pelos ataques russos com mísseis e drones contra a infra-estrutura eléctrica civil ucraniana põem em perigo os ucranianos gravemente doentes que dependem do fornecimento ininterrupto de electricidade.

© Getty Images

“Maksym depende de duas coisas. Cuidados permanentes e electricidade”, disse à EFE Liliia Leptso enquanto vigia o seu filho de nove anos, que está a olhar para uns desenhos animados num ‘tablet’ junto à sua cama.

Liliia pode garantir a primeira necessidade, mas preocupa-a a segunda, já que os apagões em Volia-Vysotska, uma povoação próxima da cidade de Zhovkva – no oblast de Lviv, oeste da Ucrânia – onde vive, são cada vez mais frequentes e prolongados.

Maksym tinha cinco meses quando começou a perder a capacidade de respirar por si mesmo e lhe diagnosticaram atrofia muscular espinal de tipo 1, uma doença neurológica que conduz a uma rápida perde de neurónios motores e afecta os músculos de uma forma que pode levar a uma morte precoce.

Graças aos esforços da mãe, assim como de várias fundações de caridade, a criança sobreviveu. Depende de vários dispositivos médicos que necessitam de electricidade, o mais importante dos quais um respirador ao qual está sempre ligado.

Como Maksym também não consegue falar, ouvir ou até mesmo tossir por si mesmo, precisa destes dispositivos que o ajudam nessas funções ou alertam quando precisa de ajuda urgente.

Liliia disse à agência EFE que a noite passada foi especialmente difícil, porque a electricidade foi cortada durante mais de 12 horas. Depois de esgotadas as baterias que alimentam os dois ventiladores ligou um gerador a gasóleo para fornecer energia.

Quer comprar uma bateria maior, mas preocupa-a o que pode acontecer se o gerador se avariar e se os apagões durarem mais tempo.

Apesar de repleto de equipamento médico, o quarto não parece uma unidade hospitalar. Está cheio de desenhos e jogos e a mãe fala frequentemente com o filho.

“Somos os dois muito carinhosos”, disse Liliia, que sublinha que Maksym dispõe de todas as capacidades intelectuais, apesar da doença.

Liliia contou que ficou horrorizada nos primeiros três dias da invasão. Ligava a televisão na cozinha com o volume no máximo e abraçava o filho enquanto ouvia as notícias sem parar. Ao filho explicou como conseguiu que tinha começado uma guerra.

“Não sabes o que isso significa. Dá medo. Mas farei tudo o que puder para te proteger”, disse a mãe, lembrando o que disse ao filho na altura.

Lembrou também que cobriu o filho com mantas para protegê-lo dos vidros partidos quando as janelas estremeciam durante as explosões que se sucediam nas proximidades.

Apesar disso, nunca considerou sair da Ucrânia.

“É a minha casa, o meu país. Além disso, não poderia garantir eu mesma o mesmo nível de cuidados no estrangeiro”, confessou.

Na Ucrânia pode ter a ajuda de uma enfermeira, na qual confia. Consegue água de um poço e os fornos a lenha mantêm quente a casa.

“Se compararmos a nossa situação com o que se passa em outros lugares da Ucrânia, não nos podemos queixar”, disse.

Liliia está em contacto com dezenas de pais cujos filhos têm a mesma doença e, inclusivamente, ofereceu-se para acolher em sua casa uma menina cujo estado se deteriorou depois de dois meses na cidade ocupada de Kherson.

Para estas crianças, explicou, “um momento sem os cuidados adequados pode ter graves consequências”.

Hania Poliak, voluntária que ajuda crianças em condições semelhantes, disse à EFE que foram enviados para a Ucrânia uma dezena de geradores através do ‘Pallium for Ukraine’, uma iniciativa polaca para garantir o fornecimento de energia.

“Os geradores e as baterias são apenas uma solução parcial insuficiente se os apagões durarem semanas”, lamentou, sublinhando a necessidade de armazenas grandes quantidades de combustível ou carregar em algum lado as baterias.

Também há a possibilidade de saída para o estrangeiro, mas as alternativas de alojamento são limitadas, já que estas crianças não podem ficar em albergues ou em grandes instalações sem um quarto individual.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
02/12/22 23:13
por Lusa



 

1046: Kremlin rejeita termos de Biden para negociações na Ucrânia

– Este putinofantoche russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 está incluído na lista de terroristas criminosos de guerra. Mais tarde ou mais cedo, vais deixar de cantar de galo!

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / UCRÂNIA / INVASÃO/ TERRORISTAS

Porta-voz do governo russo disse que “a operação militar especial vai continuar” e que Kremlin não aceita deixar a Ucrânia para possibilitar negociações.

© EPA/MAXIM SHIPENKOV

O Kremlin rejeitou esta sexta-feira os termos do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para negociações na Ucrânia com o líder russo, Vladimir Putin, dizendo que a ofensiva de Moscovo vai continuar.

“O que o presidente Biden disse realmente? Ele disse que as negociações só são possíveis depois de Putin deixar a Ucrânia”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos jornalistas, acrescentando que a Rússia “certamente” não está pronta para aceitar essas condições.

“A operação militar especial vai continuar”, disse Peskov, usando o termo utilizado pelo Kremlin para descrever o invasão russa da Ucrânia.

Durante uma visita de estado do presidente francês, Emmanuel Macron, Biden referiu esta quinta-feira que estaria disposto a falar com Putin se o líder russo realmente quiser encerrar os combates.

“Estou preparado para falar com o senhor Putin se de facto houver interesse em que ele decida que quer encontrar uma forma de acabar com a guerra”, revelou o presidente dos Estados Unidos.

Peskov disse esta sexta-feira que Putin está pronto para negociações de forma que os interesses da Rússia sejam respeitados, mas acrescentou que a posição de Washington “complica” qualquer conversa possível.

“Os Estados Unidos não reconhecem os novos territórios como parte da Federação Russa”, disse o porta-voz do governo russo, referindo-se às regiões ucranianas que o Kremlin afirma ter anexado.

Em Setembro, Moscovo realizou supostos referendos em quatro regiões da Ucrânia – Donetsk, Kherson, Lugansk e Zaporizhzhia – e disse que os moradores votaram a favor de se tornarem parte da Rússia.

As Nações Unidas condenaram a “tentativa de anexação ilegal” de territórios ucranianas.

Peskov disse que antes de enviar tropas para a Ucrânia a 24 de Fevereiro, Putin propôs repetidamente manter conversações com a NATO, a OSCE e os Estados Unidos, mas essas tentativas mostraram-se “infrutíferas”.

Diário de Notícias
DN/AFP
02 Dezembro 2022 — 10:30



 

Guerra mostra que UE “não é suficientemente forte”

🇫🇮 FINLÂNDIA / UNIÃO EUROPEIA / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A primeira-ministra da Finlândia afirmou hoje que a Europa “não é suficientemente forte” para fazer frente a Moscovo sozinha, numa avaliação “muito honesta” das capacidades europeias na sequência da invasão russa da Ucrânia.

© Getty Images

Em visita à Austrália, Sanna Marin disse que a invasão e ocupação da vizinha Ucrânia pela Rússia tinham exposto as fraquezas e erros estratégicos da Europa ao lidar com Moscovo.

“Tenho de ser muito honesta (….) convosco, a Europa não é suficientemente forte. Neste momento, estaríamos em apuros sem os Estados Unidos”, disse a líder do país, candidato à adesão à NATO, numa intervenção no Lowy Institute, um grupo de reflexão sediado em Sydney.

Marin insistiu que a Ucrânia precisa de ser ajudada em “todos os sentidos”, acrescentando que os EUA têm desempenhado um papel central no fornecimento de armas, dinheiro e ajuda humanitária necessários a Kiev para travar o avanço da Rússia.

“Temos de garantir que também reforçamos estas capacidades em termos de defesa europeia, indústria de defesa europeia e que podemos lidar com diferentes tipos de situações”, disse.

A Finlândia tornou-se independente da Rússia há quase 105 anos e, pouco tempo depois, infligiu pesadas perdas ao exército soviético invasor.

A líder finlandesa criticou as políticas da UE que destacavam a importância do envolvimento com o Presidente russo, Vladimir Putin, e disse que o bloco europeu devia ter ouvido os Estados-membros que faziam parte da antiga União Soviética.

Desde que aderiram à UE em 2004, nações como a Estónia e a Polónia vinham a instar outros membros do bloco a adoptar uma linha mais dura em relação a Putin, uma posição evitada por França, Alemanha, Itália e Grécia, que favoreciam o estreitamento dos laços económicos com Moscovo.

“Durante muito tempo, a Europa construiu uma estratégia em relação à Rússia para reforçar os nossos laços económicos, para comprar energia à Rússia… pensámos que isto evitaria uma guerra”, mas esta abordagem acabou por se mostrar “totalmente errada”, criticou Marin.

“Eles não se importam com laços económicos, não se importam com sanções. Eles não querem saber de nada disso”, frisou.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
02/12/22 08:27
por Lusa



 

1044: Ataques russos em 7 regiões da Ucrânia. Há três civis mortos em Kherson

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Os ataques russos voltaram, na quinta-feira, a danificar o fornecimento de energia eléctrica em Kherson. Esta sexta-feira, os alvos foram as áreas residenciais e civis.

© Getty Images

Três pessoas morreram e sete ficaram feridas, nas últimas 24 horas, resultado de vários bombardeamentos russos na região de Kherson, no sul da Ucrânia.

“Os ocupantes russos bombardearam o território da região de Kherson 42 vezes. O inimigo ataca intencionalmente a infra-estrutura civil da região e mata civis”, refere o governador regional, Yaroslav Yanushevych, na rede social Telegram, acrescentando que há vítimas a declarar na sequência deste ataque.

“Há vítimas entre a população civil – mataram três pessoas e sete residentes da região ficaram feridos em vários graus de gravidade”, afirmou.

Yanushevych disse ainda que as tropas russas se focaram em “vasculhar as áreas residenciais de Kherson”, atingindo prédios e apartamentos com mísseis.

Херсонська область. Інформація щодо ворожих обстрілів за минулу добу 1 грудня.

Російські окупанти 42 рази обстріляли територію Херсонщини. Ворог цілеспрямовано атакує цивільну інфраструктуру області та вбиває мирних жителів.

Херсонський район – росіяни продовжують гатити по житлових кварталах Херсона, ворожі снаряди поцілили в приватні та багатоквартирні будинки. Також ворог обстріляв такі населені пункти району: Понятівку, Токарівку, Інгулець, Молодіжне, Дніпровське, Дар’ївку, Янтарне, Іванівку, Микільське, Зеленівку, Музиківку та територію поблизу Степанівки.

Бериславський район – російські окупанти обстріляли Новоолександрівку, Золоту Балку, Республіканець, Українку, Гаврилівку та Качкарівку.

На жаль, через російські обстріли є жертви серед цивільного населення. Рашисти вбили 3 людей, ще 7 жителів Херсонщини отримали поранення різного ступеня тяжкості.

De acordo com o The Kyiv Independent, também foram registados ataques a áreas civis nas regiões de Donetsk, Kharkiv, Zaporíjia, Dnipropetrovsk, Sumy e Luhansk. Há feridos e danos a registar em várias infra-estruturas.

Recorde-se que, na quinta-feira, os ataques russos voltaram a danificar gravemente o fornecimento de energia eléctrica em Kherson, a cidade recentemente libertada pelos ucranianos que foi controlada pela Rússia durante quase nove meses.

O governador da região revelou que “a tensão na rede eléctrica desapareceu”. “Isto aconteceu devido ao forte bombardeamento da cidade pelos invasores russos. A empresa de energia está a trabalhar para eliminar o problema”, garantiu.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
02/12/22 11:06
por Notícias ao Minuto



 

1037: Zelensky anuncia restrições a organizações religiosas ligadas à Rússia

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A Ucrânia vai limitar no seu território as actividades das organizações religiosas filiadas à Rússia e questionar o estatuto da igreja ortodoxa dependente do patriarcado de Moscovo, anunciou hoje o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Zelensky
© EPA

“O Conselho de Segurança Nacional e de Defesa encarregou o Governo de propor à Verkhovna Rada (parlamento) um projecto-lei para tornar impossível as actividades na Ucrânia de organizações religiosas filiadas aos centros de influência na Rússia”, declarou no seu habitual discurso nocturno por vídeo.

Segundo Zelensky, o Estado ucraniano deverá ainda averiguar sobre o estatuto da Igreja ortodoxa ucraniana relacionado “com a presença de uma ligação canónica com o patriarcado de Moscovo e, se necessário, adoptar as medidas previstas na lei”.

Estas medidas segurem-se às operações de busca efectuadas em Novembro pelos serviços de segurança ucranianos no principal mosteiro de Kiev, a capital, e local de residência do primado da Igreja ortodoxa ucraniana, e em outros locais de culto, justificadas pelas suspeitas de ligações com Moscovo.

Os serviços secretos ucranianos anunciaram de seguida a confiscação de milhares de dólares e de “literatura pró-russa”.

A Ucrânia, um país com maioria de população ortodoxa, está dividida entre uma Igreja dependente do patriarcado de Moscovo — que no entanto anunciou a ruptura das ligações com a Rússia no final de Maio devido à invasão do país — e por uma outra Igreja representada pelo patriarcado de Kiev e que em 2019 prestou obediência ao patriarca Bartolomeu, sediado em Istambul.

Já no oeste do país, é significativa a influência da Igreja greco-católica, que cumpre a liturgia ortodoxa mas presta obediência ao Papa.

O patriarca Kirill, o chefe supremo da Igreja ortodoxa russa, tem manifestado um importante apoio ao Presidente Vladimir Putin e denunciou as acções policiais na Ucrânia como um “acto de intimidação” dirigido aos crentes.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
01 Dezembro 2022 — 23:18



 

1035: Ucrânia: Zelensky diz que mais de 1.300 prisioneiros foram libertados pelos russos

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Rússia e a Ucrânia trocaram esta quinta-feira mais 50 prisioneiros de guerra detidos pelas duas partes.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou na quinta-feira que mais de 1300 prisioneiros ucranianos foram libertados pelos russos no decurso da actual guerra.

Zelensky referiu-se a este número durante o seu habitual discurso nocturno, ao pronunciar-se sobre a libertação de mais 50 militares detidos pela Rússia.

O chefe de Estado ucraniano precisou tratarem-se de quatro oficiais e 46 sargentos e soldados do Exército, Defesa territorial, Guardas nacionais, Marinha e guardas fronteiriços.

“No total, desde 24 de Fevereiro mais de 1.300 ucranianos foram devolvidos do cativeiro russo. Traremos os restantes. Toda a Ucrânia será livre. Todos os ucranianos estarão em casa”, disse.

A Rússia e a Ucrânia trocaram esta quinta-feira mais 50 prisioneiros de guerra detidos pelas duas partes, informaram respectivamente o ministério da Defesa russo e o gabinete presidencial ucraniano.

“Como resultado do processo de negociação, 50 militares russos em perigo de morte no cativeiro fora devolvidos do território controlado por Kiev”, assinalou o ministério da Defesa russo dirigido por Serguei Shoigu.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
02 Dezembro 2022 — 07:16




 

1028: Ucrânia: Borrell defende criação de tribunal especial para crimes de guerra russos

– Na óptica psicopata demencial destes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, só eles é que possuem legitimidade para fazerem o que muito bem entenderem. Só tenho pena de não caírem umas bojardas valentes sobre Moscovo e S. Petersburgo…

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Rússia já disse que ideia não terá “nenhuma legitimidade”.

© EPA/STEPHANIE LECOCQ

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, defendeu esta quinta-feira, em Lodz, centro da Polónia, a criação de um tribunal especial para julgar os crimes de guerra na Ucrânia ideia que a Rússia já respondeu que não terá “nenhuma legitimidade”.

Em declarações à imprensa à margem da 29.ª cimeira ministerial da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), Borrell sublinhou que a União Europeia (UE) vai desbloquear uma contribuição adicional de 1.000 milhões de euros para apoiar Kiev.

O Alto Representante para os Assuntos Exteriores e Política de Segurança dos 27 condenou a “violação da lei e dos princípios da UE”, aludindo à invasão russa da Ucrânia, em 24 de Fevereiro, adiantando que a proposta que vai ser estudada pelos Estados membros da OSCE.

Para “criar uma nova ordem de segurança na Europa”, Borrell garantiu que colocará sobre a mesa “primeiro na UE”, e, depois, noutros países, “a proposta de apoiar o Ministério Público ucraniano” a acumular provas de crimes de guerra cometidos pela Rússia e a criação de um tribunal especial para lidar com esses crimes.

“A Rússia está a transformar o inverno numa arma, com a destruição das infra-estruturas civis na Ucrânia e, por isso, tem de pagar a reconstrução”, sublinhou.

Borrell lembrou que a UE congelou fundos do Banco Central da Rússia e de oligarcas russos, recursos que poderiam ser usados para reconstruir a Ucrânia.

“Apreendemos mais de 20.000 milhões de euros de oligarcas e pessoas do sul da Rússia, e controlamos cerca de 300.000 milhões de euros em recursos financeiros do Banco Central da Rússia. Esse dinheiro deve ser utilizado para a reconstrução da Ucrânia”, frisou Borrell.

Varsóvia, que este ano ocupa a presidência rotativa da OSCE, que conta com 57 membros, entre eles a Rússia e a Ucrânia, recusou a entrada do ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, decisão que Moscovo considerou como “uma provocação”, ficando o Kremlin representado pelo embaixador na organização.

Nas declarações aos jornalistas, e repetindo o que já afirmara na reunião da OSCE, o chefe da diplomacia europeia denunciou veementemente a agressão da Rússia à Ucrânia, considerando que constituiu uma violação do direito internacional e dos princípios da própria organização.

“A Rússia trouxe a guerra para a Europa, minou a carta da ONU e falhou em cumprir as obrigações internacionais”, frisou, acrescentando que a Europa e o mundo “precisam de uma nova ordem de segurança na Europa”.

“A Rússia destruiu completamente a [ordem internacional] que tínhamos”, sustentou, razão pela qual anunciou a proposta para “apoiar o Tribunal Penal Internacional para crimes de guerra russos” na Ucrânia,

A Rússia, por sua vez, denunciou as tentativas do Ocidente para se apropriar dos fundos soberanos russos com a desculpa do conflito ucraniano e recusou a ideia de um tribunal para julgar crimes de guerra russos na Ucrânia, considerando que não terá “nenhuma legitimidade”.

“No que diz respeito a essas tentativas de criar tribunais, elas não terão legitimidade. Não as aceitamos. Condenamo-las”, disse aos jornalistas o porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, que adiantou que a Rússia está, ela própria a realizar uma “investigação intensiva e pormenorizada de todos os crimes do regime de Kiev”.

“É um trabalho diário, que é feito praticamente hora a hora”, frisou Peskov, que destacou a importância de juntar a essas investigações os “dados sobre os crimes cometidos pelo regime desde 2014”, aos quais, “infelizmente, não houve uma reacção crítica do Ocidente”.

A ofensiva militar lançada em 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Até quarta-feira, a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
01 Dezembro 2022 — 12:26



 

Ucrânia. “Milhões em risco de temperaturas mortais” após ataques

– A propaganda russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 não pode escamotear factos e realidades. Estes terroristas assassinos têm de ser julgados e punidos com a máxima severidade. Não estamos na Idade Média – onde eles pensam estar -, para se tentar conquistar territórios soberanos, livres e independentes! Esta choldra de psicopatas dementes mentais, tem de ser erradicada pois são um perigo para a Paz no Mundo e para a Humanidade.

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A ONU alertou esta quarta-feira que o início do inverno na Ucrânia origina novas dimensões na crise humanitária, pois deixa milhões em risco de temperaturas mortais devido aos ataques a residências e infra-estruturas de energia.

© Danylo Antoniuk/Anadolu Agency via Getty Images

“O início do inverno traz novas dimensões à crise humanitária, pois ataques e danos a residências deixam milhões em risco de temperaturas mortais que podem cair abaixo dos 20 graus centígrados negativos”, realçou, num comunicado, o Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (OCHA).

Esta agência das Nações Unidas lembrou que em Novembro começaram a cair os primeiros nevões, depois de novos ataques contra infra-estruturas de energia que causaram “‘blackouts’ generalizados e interrupções no aquecimento e no abastecimento de água”.

“Apesar das reparações em andamento, em 28 de Novembro, o sistema de energia ucraniano conseguiu cobrir apenas 70% da procura. Como consequência, a população em todas as regiões do país sofre constantes quebras de energia, afectando também o acesso da população à água e ao aquecimento, já que o sistema de bombeamento precisa de energia eléctrica para funcionar”, destacou a agência no relatório.

A situação é mais crítica no oeste e na capital ucraniana, Kiev, a mais afectada pelos últimos ataques às infra-estruturas energéticas.

Mas em Mykolaiv, no sul, por exemplo, a estação que bombeava água foi atingida apenas uma semana depois de ter sido consertada, depois de ter sido atingida pela primeira vez em Abril deixando, desde então, todas as 250 mil pessoas sem água canalizada.

Em Kherson, no sul da Ucrânia, a interrupção dos serviços públicos e a falta de bens essenciais vitais continuam a impor enormes desafios à população, tal como outras áreas onde a Ucrânia recuperou recentemente o controlo às forças russas.

“Os trabalhadores humanitários continuam a trabalhar contra o relógio para apoiar as pessoas com serviços e mantimentos para o inverno, bem como para levar a tão necessária ajuda às áreas retomadas pela Ucrânia”, sublinhou o OCHA.

As organizações humanitárias estão ainda a fornecer geradores em coordenação com as autoridades para garantir o fornecimento de energia em instalações críticas, como hospitais, escolas e pontos de aquecimento.

No relatório sobre a situação humanitária, este organismo identifica 17,7 milhões de pessoas em necessidade, sendo que até 29 de Novembro o OCHA chegou a 13,5 milhões.

Cerca de 9,3 milhões de pessoas têm necessidade de bens alimentares, sendo que entre 31 de Outubro e 14 de Novembro, 19 organismos entregaram alimentos suficientes para as necessidades de 1,4 milhões de pessoas em todas as 24 regiões ucranianas e na capital.

No entanto, os trabalhadores humanitários “continuam a receber relatórios sobre proprietários de gado na região de Khersonska que são incapazes de pastar os seus animais devido a minas terrestres e contaminação por munições não detonadas”.

Sobre o financiamento, o OCHA indica que angariou 3.200 milhões de dólares (cerca de 3.000 milhões de euros) dos 4.300 milhões de dólares (cerca de 4.150 milhões de euros) que necessitam as organizações humanitárias.

Quanto a necessidades de saúde, o OCHA estima que cerca de 14,5 milhões de pessoas na Ucrânia precisem de assistência médica, com a situação a ser “particularmente crítica nas áreas das regiões de Donetsk, Kharkivska e Khersonska”, onde Kiev recuperou o controlo nos últimos meses.

Cerca de 6,5 milhões de ucranianos foram deslocados internamente, enquanto os países europeus receberam 7,89 milhões de refugiados.

O relatório aponta ainda que segundo dados do sistema de vigilância da Organização Mundial da Saúde (OMS) para ataques aos cuidados de saúde, até 24 de Novembro registaram-se 703 ataques contra estas infra-estruturas, 70 ocorridos nas últimas duas semanas. No total, estes ataques causaram pelo menos 100 mortos e 129 feridos.

O OCHA estima também que cerca de 3,4 milhões de crianças ucranianas precisem de intervenções de protecção infantil.

“Há uma grande necessidade de serviços de apoio psico-social para crianças, mas poucas organizações podem fornecê-los. Os cortes de electricidade afectam negativamente as actividades de protecção infantil dos parceiros, pois nem todos os locais têm geradores disponíveis”, refere o organismo no relatório.

A ofensiva militar lançada pela Rússia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
01/12/22 00:05
por Lusa



 

Estratégia contra infra-estruturas críticas “mitigada” por falta de meios

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Russos têm atacado as estruturas energéticas russas e causado apagões por toda a Ucrânia.

© Getty Images

No seu habitual relatório matinal, os serviços secretos do Reino Unido acusam os russos de promover uma campanha focada no ataque a infra-estruturas energéticas, com o objectivo de “desmoralizar a população”.

Para o Ministério da Defesa britânico, os ataques a estruturas eléctricas que se iniciaram em Outubro, e que continuam a deixar milhões de pessoas sem luz ou aquecimento, fazem parte de um conceito militar “adoptado estes anos”, no qual os russos usam “mísseis de longo alcance” para atacar civis, em vez de militares, e assim “forçar os líderes inimigos a capitular”

No entanto, como explica esta manhã o Reino Unido, a estratégia, que tem marcado os últimos dois meses de guerra e tem causado “sofrimento humanitário generalizado pela Ucrânia, pode sair gorada, já que “a eficácia da estratégia provavelmente foi mitigada porque a Rússia já dispensou uma grande quantidade dos seus mísseis contra alvos tácticos”.

“Além disso, com a mobilização bem sucedida da Ucrânia durante nove meses, o efeito material e psicológico desta estratégica será provavelmente menos intenso do que no período inicial da guerra”, concluem os britânicos.

Na noite de quarta-feira, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky contou que cerca de seis milhões de ucranianos continuam sem luz e electricidade, e as forças ucranianas temem mais ataques a redes eléctricas, o que complicará um inverno já difícil e muito frio para muitas pessoas.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
01/12/22 08:22
por Hélio Carvalho



 

Rede em Kherson atacada; Eficácia de ataques russos “mitigada”

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UCRÂNIA / KHERSON / ATAQUES RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Milhões de ucranianos continuam a ser afectados pelos cortes e falhas no fornecimento de luz e água, devido aos ataques russos a infra-estruturas críticas. Cerca de seis milhões de pessoas não têm electricidade e as forças ucranianas temem mais ataques a estas infra-estruturas, o que poderá complicar ainda mais um inverno que será muito frio para a população.

© Metin Aktas/Anadolu Agency via Getty Images

A Comissão Europeia anunciou na quarta-feira que vai propor um tribunal a ser criado especificamente para investigar os alegados crimes de guerra russos. Ursula von der Leyen garantiu que irá procurar o maior consenso internacional possível para aprovar a ideia.

E do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos acederam aos pedidos do governo ucraniano para enviar armamento mais avançado. Na quarta-feira, o Pentágono anunciou que vai dar um contrato de 1,2 mil milhões de dólares em sistemas de mísseis, que ainda serão construídos, mas não avançou nada sobre os mísseis Patriot pedidos por Kyiv.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
01/12/22 07:55
por Notícias ao Minuto