936: O tradutor (quase) universal que vem com Internet gratuita para o mundo todo

TECNOLOGIA/TRADUTOR/VASCO TRANSLATOR V4

Parece um telemóvel mas é um aparelho dedicado a uma função: ajudar a comunicar noutro idioma. Pode bem ser o companheiro de viagem ideal.

Com ecrã tátil, o Vasco Translator V4 parece um smartphone.
© Vasco Electronics

Comecemos pelas más notícias: há pronúncias que o Vasco Translator V4 não consegue sequer perceber, quanto mais traduzir. Mas também, temos de dar-lhe toda a razão, no teste que fizemos no “mundo real” com este tradutor de origem polaca, a primeira coisa que lhe fizemos foi pô-lo a “ouvir” um discurso em inglês do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. E o pobre do aparelho compreendeu… zero.

Já assim que (no mesmo clip de vídeo) surgiu um norte-americano a falar, com o seu sotaque nativo, de imediato o ecrã touchscreen de 5 polegadas ganhou vida e as palavras que saíam pelos altifalantes eram reproduzidas pelo Vasco, com uma precisão superior a 90% (como prometido).

A cada pausa, o sistema traduzia, no ecrã e em voz, para português, tal como lhe tínhamos pedido – para percebermos se a tradução era fiável. E era.

Este comportamento foi coerente ao longo dos vários dias de teste: o Vasco Translator V4, uma pequena máquina que se assemelha a um telemóvel mas que foi criada exclusivamente para fazer traduções, funciona geralmente muito bem, a não ser que se depare com uma muito má pronúncia.

A Vasco Electronics inclui no aparelho uma Learning App que ajuda o tradutor a “aprender” sotaques complicados, em 28 idiomas, mas tal é um processo gradual, que demora tempo (e, no caso de Guterres, de eficácia duvidosa – a não ser que a tecnologia faça mesmo milagres…)

A pequena máquina está preparada para compreender e traduzir 108 idiomas e promete 96% de precisão. Se a instantaneidade da tradução é mesmo dos 0,5 segundos anunciados não nos foi possível medir, mas deve andar lá perto.

Além disso, tem uma câmara de 8 megapíxeis para “olhar” para texto, placas, cartazes ou quaisquer outros dizeres e traduzi-los no idioma que o utilizador entenda.

Bom seria que o Vasco incluísse (fica para a versão V5?) reconhecimento automático do idioma a traduzir. Por agora, é preciso defini-lo manualmente – o que pode ser um problema em viagens por países distantes com línguas “estranhas”.

Apesar de, aparentemente, a maioria das funções que o Vasco Translator faz estarem incluídas nos smartphones (ou em apps para os mesmos), o facto de ser um aparelho dedicado – e de trazer, de origem, um cartão de telemóvel que permite ligação a Internet gratuita em 200 países – torna-o um companheiro excelente para quem viaja muito, para aqueles que se deslocam, em turismo ou trabalho, para zonas “complicadas” do globo, ou até para quem, por exemplo quer tentar garantir tanto quanto possível a segurança de um filho ou filha durante uma excursão ao estrangeiro. Só mesmo o preço-base de 389 euros é que poderá fazer com que se pense duas vezes.

Diário de Notícias
Ricardo Simões Ferreira
27 Novembro 2022 — 07:00



 

918: Intel quer vender chips quânticos para PCs e servidores já daqui a 10 anos

TECNOLOGIA/CHIPS QUÂNTICOS/INTEL

Embora seja interessante ver as evoluções no sector dos chips electrónicos, estamos a aproximar-nos a passos largos para atingir as previsões da Lei de Moore, a qual estima que os chips baseados em silício atinjam o seu limite daqui a cerca de 10 anos.

Como tal, as maiores fabricantes da indústria tecnológica têm que tentar encontrar outras formas de servir os seus clientes, mantendo a inovação através dos recursos possíveis e disponíveis.

Desta forma, parece que a Intel está cada vez mais focada no campo dos chips quânticos, sendo que um dos seus grandes objectivos é a criação de chips com mais de 1 milhão de qubits, usando para isso a tecnologia EUV.

Para além disso, a fabricante de Pat Gelsinger quer vender estes chips quânticos para PCs e servidores daqui a 10 anos.

Intel focada em ter chips quânticos daqui a 10 anos em PCs e servidores

Com a sombra da Lei de Moore a fazer cada vez mais pressão na indústria, é certo que o limite para os chips tradicionais está próximo. Assim, a gigante Intel está cada vez mais focada no fabrico de chips quânticos, contando para isso com a tecnologia EUV (Ultra Violeta Extrema).

É claro neste segmento que o futuro passa pela computação quântica, pois tem-se tornado cada vez mais difícil aumentar a densidade dos chips convencionais.

Mas parece que a Intel não quer apenas desenvolver chips para supercomputadores e para a computação tradicional, mas sim desenvolver os seus próprios chips quânticos.

E a sua maneira de o fazer fará recurso da tecnologia EUV, que também é usada nos componentes tradicionais. Lembramos que a holandesa ASML é a mais importante fabricante destas máquinas avançadas Ultra Violeta Extrema.

Assim, através deste desenvolvimento, a Intel espera produzir chips quânticos para uso comercial, ou seja, para serem vendidos para PCs e servidores, daqui a cerca de 10 anos. No mês de Outubro, a Intel anunciou que já estava munida com todas as ferramentas para conseguir alcançar este objectivo.

A empresa quer alcançar mais de 1 milhão de qubits de computação, um processo que deverá demorar entre 10 a 15 anos até que consiga ser comercializado. Para além disso, a Intel acredita que a computação quântica vai existir conjuntamente com os computadores clássicos como forma de se conseguir uma computação híbrida.

Pplware
Autor: Marisa Pinto
26 Nov 2022



 

865: O segundo intercalar tem os dias contados. O que está em causa?

TECNOLOGIA/COMPUTADORES/TEMPO

A adição de um segundo intercalar aos relógios tem efeitos significativos nas redes eléctricas, nos satélites, nos sistemas financeiros e serviços como prevenção de colisões no transporte marítimo e na aviação. O sistema vai chegar ao fim em 2035.

Majid Rangraz / Unsplash

Na reunião em Versalhes, França, na sexta-feira, o Bureau International des Poids et Mesures (BIPM) pediu o fim dos “segundos intercalares” – os pequenos saltos ocasionalmente adicionados aos relógios que funcionam no Tempo Universal Coordenado (UTC), para os manter sincronizados com a rotação da Terra.

A partir de 2035, os segundos intercalares serão abandonados por cerca de 100 anos e provavelmente nunca mais voltarão. É hora de descobrir exactamente o que fazer com um problema que se tornou cada vez mais urgente e grave com a ascensão do mundo digital.

Por que temos segundos intercalares?

Regressemos a 1972, quando a chegada de relógios atómicos altamente precisos revelou o facto de que os dias não têm exactamente os 86.400 segundos padrão (isto é, 24 horas, com cada hora compreendendo 3.600 segundos).

A diferença é apenas em milissegundos, mas acumula-se inexoravelmente. Em último caso, o pico do Sol seria à “meia-noite” – uma indignidade que os meteorologistas (pessoas que estudam a ciência da medição) estavam determinados a evitar.

Para complicar ainda mais as coisas, a rotação da Terra e, portanto, a duração de um dia, na verdade varia de forma irregular e não pode ser prevista com muita antecedência.

A solução encontrada foram os segundos intercalares: correcções de um segundo aplicadas no final de Dezembro e/ou Junho. Os saltos foram programados para garantir que o sistema de cronometragem que todos usamos, o Tempo Universal Coordenado (UTC), nunca esteja a mais de 0,9 segundos da alternativa de rastreamento da Terra, Tempo Universal (UT1).

Mas tudo isto foi antes dos computadores dominarem a Terra. Os segundos intercalares eram uma solução elegante quando propostos pela primeira vez, mas são diabólicos quando se trata de implementações de software.

Isso ocorre porque um segundo intercalar é uma mudança abrupta que quebra as principais suposições usadas em software para representar o tempo. Conceitos básicos, como o tempo nunca se repete, fica parado ou retrocede, estão todos em risco.

A saltar para o perigo

Pergunta: o que é pior do que misturar computadores e segundos intercalares? Resposta: misturar milhares de milhões de computadores interconectados em rede, todos a tentar executar um salto de segundo intercalar (teoricamente) ao mesmo tempo, com muitos a falhar numa ampla variedade de maneiras.

Fica melhor: a maioria destes computadores está a aprender sobre o segundo intercalar iminente da própria rede. Melhor ainda, quase todos estão constantemente a sincronizar os seus relógios internos, comunicando pela Internet com outros computadores chamados servidores de horário e acreditando nas informações de tempo que eles fornecem.

Imagine esta cena então: durante a loucura do segundo intercalar, alguns computadores servidores de tempo podem estar errados, mas os computadores clientes que dependem deles não sabem disso. Ou eles podem estar certos, mas o software do computador cliente não acredita neles.

Ou os computadores cliente e servidor saltam, mas em momentos ligeiramente diferentes e, como resultado, o software fica confuso. Ou talvez um computador nunca receba a notícia de que um salto está a acontecer, não faça nada e termine um segundo à frente do resto do mundo.

Tudo isto e muito mais foi visto na análise dos dados de tempo do último evento de segundo intercalar em 2016.

As maneiras pelas quais a confusão do computador ao longo do tempo pode afectar os sistemas em rede são numerosas demais para serem descritas. Já existem casos documentados de interrupções e impactos significativos recentes decorrentes dos eventos de segundo intercalar.

Mais amplamente, porém, considere a infra-estrutura crítica em rede em que nosso mundo funciona, incluindo redes eléctricas, sistemas de telecomunicações, sistemas financeiros e serviços como prevenção de colisões no transporte marítimo e na aviação.

Muitos deles dependem da temporização precisa em escalas de milissegundos, ou até mesmo nano-segundos. Um erro de um segundo pode ter impactos enormes e até mortais.

Acabou o tempo!

Reconhecendo os custos crescentes para o nosso mundo baseado nos computadores, a ideia de acabar com os segundos intercalares está na mesa desde 2015.

A União Internacional de Telecomunicações, órgão de padronização que rege os segundos bissextos, adiou a decisão várias vezes. Mas a pressão continuou a crescer em várias frentes, inclusive de grandes players da tecnologia, como Google e Meta (antigo Facebook).

A maioria dos participantes internacionais na votação, incluindo os Estados Unidos, França e Austrália, apoiou a recente decisão de abandonar o segundo intercalar.

A decisão de Versalhes não é abandonar a ideia de manter a cronometragem diária (UTC) alinhada com a Terra. É mais um reconhecimento de que as desvantagens do actual sistema de segundo intercalar são muito altas e estão a pior. Precisamos de o parar antes que algo realmente mau aconteça!

A boa notícia é que podemos esperar os sugeridos 100 anos ou mais. Durante esse período, a discrepância pode chegar a um minuto, mas isso não é muito significativo se considerarmos o que enfrentamos com o horário de verão a cada ano.

A lógica é que, abandonando o segundo intercalar agora, podemos evitar os seus perigos e ter bastante tempo para descobrirmos maneiras menos perturbadoras de manter o tempo alinhado.

Como poderíamos lidar com isto no futuro?

Uma abordagem extrema seria adoptar uma definição abstracta de tempo, abandonando totalmente a associação de longa data entre o tempo e os movimentos da Terra.

Outra é fazer ajustes maiores que um segundo, mas com muito menos frequência e com uma preparação muito melhor para limitar os perigos – talvez em uma época em que o software evoluiu além dos bugs.

A decisão de até onde estamos dispostos a deixar as coisas à deriva antes que uma nova abordagem seja decidida tem o seu próprio prazo: a próxima reunião do Bureau International des Poids et Mesures está marcada para 2026. Enquanto isso, estaremos presos com segundos intercalares até 2035.

Como a Terra surpreendentemente começou a girar mais rápido nas últimas décadas, o próximo segundo bissexto pode, pela primeira vez, envolver a remoção de um segundo para acelerar o UTC, em vez de adicionar um segundo para desacelerá-lo.

O software para este caso já está em vigor, mas nunca foi testado na natureza – portanto, esteja preparado para saltar para o desconhecido.

ZAP // The Conversation
23 Novembro, 2022



 

848: Vivemos numa simulação? Se sim, já temos um plano para escapar

CIÊNCIA/VIVER EM SIMULAÇÃO/TECNOLOGIA

Caso estejamos a viver numa simulação, um novo artigo oferece algumas alternativas para conseguirmos escapar.

Hersson Piratob / Flickr

Vivemos numa simulação? Esta é uma pergunta que há muito tempo assombra a comunidade científica.

Embora possa parecer algo saído do filme “Matrix”, a questão tem levado cientistas a debruçarem-se sobre o assunto. Não há respostas certas, mas alguns investigadores têm teorias arrojadas.

Em 2019, precisamente no vigésimo aniversário de “Matrix”, Rizwan Virk, cientista do Massachusetts Institute of Technology (MIT), disse numa entrevista que estamos, muito provavelmente, a viver numa simulação.

“Diria que há mais probabilidade de estarmos a viver numa simulação do que o contrário”, afirmou Virk ao Digital Trends. Esta é uma opinião partilhada por outros cientistas e figuras públicas, como Elon Musk.

Um estudo publicado em 2020 mostra que as probabilidades de estarmos a viver numa realidade simulada ou numa realidade base – uma existência que não é simulada – são praticamente as mesmas.

Vamos, por momentos, supor que estamos mesmo a viver numa simulação. Neste caso, o cientista de computação Roman Yampolskiy descreveu como é que seria viver nesta realidade simulada e como poderíamos escapar dela.

Num artigo recentemente pré-publicado no portal ResearchGate, Yampolskiy escreve que o primeiro passo é tentar descobrir em que tipo de simulação estamos.

Citado pela IFLScience, Yampolskiy oferece duas hipóteses: uma simulação parcial, em que um ambiente virtual é simulado e em que agentes não simulados são imersos; e simulação completa, em que tanto o ambiente quanto os agentes são gerados”.

No primeiro cenário, “desencadear um desligamento pode ser suficiente para voltar à realidade básica”. Por sua vez, no segundo cenário, “exigiria uma abordagem mais sofisticada”, explica o cientista.

Um método seria forçar os simuladores a aumentar cada vez mais o poder computacional para simular a nossa realidade.

“Talvez pudéssemos enviar sondas Von Neumann para os cantos mais distantes do Universo, numa tentativa de aumentar deliberadamente o consumo de recursos”, explicou Yampolskiy, “ou poderíamos executar as nossas próprias simulações”.

Ora, se vivêssemos numa simulação parcial, conseguiríamos quebrá-la e ver o que há por trás dela. Mas se vivermos numa simulação total, corremos o risco de pôr um ponto final à nossa existência caso os nosso simuladores simplesmente puxassem o cabo da tomada.

No entanto, Yampolskiy sublinha que estamos no primeiro estágio inicial de pesquisa das possíveis maneiras de escapar. O próximo passo seria investigar mais a estrutura do Universo e principalmente a mecânica quântica.

Basicamente, a Teoria da Simulação sugere que se os humanos continuarem a avançar por centenas, milhares ou mesmo milhões de anos, será bastante seguro afirmar que nós teremos muito poder computacional. Com todo este poder, é provável que os nossos descendentes fiquem curiosos o suficiente para executar “simulações de antepassados”.

Se isso já aconteceu, significaria que a grande maioria das pessoas são simulações dos descendentes avançados da humanidade original e, se for esse o caso, é mais racional supor que você é uma das simulações em vez de um dos humanos biológicos originais.

Desde que Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, publicou um artigo sobre o argumento da simulação em 2003, várias personalidades têm lutado com a ideia de a nossa realidade ser um simulacro.

Há quem tenha tentado identificar maneiras através das quais possamos discernir se somos seres simulados ou mesmo calcular a probabilidade de sermos entidades virtuais.

O argumento da simulação de Bostrom baseia-se num trilema, no qual pelo menos uma afirmação deve ser verdadeira: primeiro, os humanos que alcançam um estágio de vida pós-humana é próximo de zero; em segundo lugar, os humanos interessados em executar simulações ancestrais é próximo de zero; e por último, a probabilidade de estarmos todos a viver numa simulação é próxima de um.

Daniel Costa, ZAP //
21 Novembro, 2022



 

439: LUS 222: O avião português vai ser produzido em Ponte de Sor

TECNOLOGIA/AVIAÇÃO

Já ouviu falar no LUS 222? A Câmara de Ponte de Sor (Portalegre) já investiu mais de 40 milhões de euros em infra-estruturas no aeródromo municipal, espaço que acolhe 14 empresas, criando mais de 300 postos de trabalho.

Nesse espaço vai também ser produzido o LUS 222, o primeiro avião português. Conheça algumas características.

LUS 222: aeronave para 19 passageiros

O vice-presidente da Câmara de Ponte de Sor e responsável pela gestão do aeródromo, Rogério Alves, referiu recentemente à Lusa que a expansão que está em curso no Centro Empresarial, Aeronáutico e Aeroespacial do Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, deverá criar “nos próximos dois anos mais 150 a 200 postos de trabalho”.

A expansão do Centro Empresarial, Aeronáutico e Aeroespacial do Aeródromo Municipal de Ponte de Sor é composto por dois hangares de dois mil metros quadrados, atribuídos a três empresas e um outro de oito mil metros quadrados atribuído à empresa portuguesa Aeromec. Esta expansão custou aos cofres da autarquia cerca de 12 milhões de euros.

O próximo passo prende-se com a instalação da fábrica que vai produzir o avião português LUS 222. A aeronave LUS 222 vai ter capacidade para 19 passageiros, dois mil quilos de carga e com dois mil quilómetros de alcance.

Parte da aeronave será construída em Ponte de Sor, sendo este projecto um consórcio gerido pela EEA Aircraft. No total, o cluster aeronáutico de Ponte de Sor é constituído por 14 empresas, entre as quais se encontra a sede dos meios aéreos da Protecção Civil.

Pplware
Autor: Pedro Pinto
15 Out 2022



 

305: Há boas notícias para quem espera a MIUI 14 no seu smartphone Xiaomi, Redmi ou POCO

TECNOLOGIA/XIAOMI/ANDROID 14/MIUI 14

Com o Android 13 lançado e a ser já usado por alguns smartphones, é hora da Xiaomi olhar à sua MIUI 14 e preparar a sue chegada. Sabemos que esta nova versão está já a ser preparada e até testada em alguns smartphones da marca.

Estas avaliações, ainda que internas à marca, mostram que o caminho está traçado. A lista dos equipamentos que vão receber esta versão tem sido descoberta de forma progressiva e agora há uma nova lista. Venha ver as boas notícias para quem espera a MIUI 14 e perceber se o seu smartphone Xiaomi terá acesso.

Ainda estamos longe de ver chegar uma versão pública da MIUI 14, com todas as suas novidades. A Xiaomi estará ainda a terminar esta sua personalização do Android e a adaptá-la a todos os diferentes equipamentos onde irá ser usada.

A lista dos smartphones que vão receber esta nova versão ainda não é oficialmente conhecida, mas vão surgindo informações sobre modelos que estão a ser suportados. Assim, esta é uma lista que cresce de forma permanente, sempre com novos equipamentos.

A lista acima inclui todos os smartphones que à data de hoje se sabem vir a suportar a MIUI 14 e que assim vão ter acesso a todas as novidades da Google para o Android 13. A somar a isso, vai ainda haver adições da marca, especificas desta versão.

Claro que a Xiaomi não se limitará a trazer a MIUI 14 para os smartphones lançados em nome da sua marca. As suas restantes linhas vão também ter acesso a esta nova versão da sua personalização e assim receber todas as novidades.

Smartphones Redmi compatíveis com a MIUI 14

  • Redmi Note 11
  • Redmi Note 11 5G
  • Redmi Note 11 SE
  • Redmi Note 11 4G
  • Redmi Note 11T 5G
  • Redmi Note 11 Pro 5G
  • Redmi Note 11 Pro+ 5G
  • Redmi Note 11S
  • Redmi Note 11S 5G
  • Redmi Note 11 Pro 4G
  • Redmi Note 10 Pro
  • Redmi Note 10 Pro Max
  • Redmi Note 10
  • Redmi Note 10S
  • Redmi Note 10 Lite
  • Redmi Note 10 5G
  • Redmi Note 10T 5G
  • Redmi Note 10T Japan
  • Redmi Note 10 Pro 5G
  • Redmi Note 9 4G
  • Redmi Note 9 5G
  • Redmi Note 9T 5G
  • Redmi Note 9 Pro 5G
  • Redmi K50
  • Redmi K50 Pro
  • Redmi K50 Gaming
  • Redmi K50i
  • Redmi K50i Pro
  • Redmi K50S
  • Redmi K50S Pro
  • Redmi K40S
  • Redmi K40 Pro
  • Redmi K40 Pro+
  • Redmi K40
  • Redmi K40 Gaming
  • Redmi K30S Ultra
  • Redmi K30 Ultra
  • Redmi K30 4G
  • Redmi K30 Pro
  • Redmi Note 8 (2021)
  • Redmi 10C
  • Redmi 10A
  • Redmi 10 Power
  • Redmi 10
  • Redmi 10 5G
  • Redmi 10 Prime+ 5G
  • Redmi 10 (India)
  • Redmi 10 Prime
  • Redmi 10 Prime 2022
  • Redmi 10 2022
  • Redmi 9T
  • Redmi 9 Power
  • Redmi Note 11E
  • Redmi Note 11E Pro
  • Redmi Note 11T Pro
  • Redmi Note 11T Pro+

Smartphones POCO compatíveis com a MIUI 14

A lista acima revela os smartphones onde irá ser possível ter a MIUI 14 instalada e a correr, com todas as melhorias que o Android 13 e a personalização vão agregar. Ainda não existe uma data para a apresentação desta novidade, mas a Xiaomi certamente mostrará novidades em breve.

Pplware
Autor: Pedro Simões
20 Set 2022



 

175: Portugal: Tecnologia desenvolvida permite fazer satélites mais eficientes

CIÊNCIA/TECNOLOGIA ESPACIAL/PORTUGAL

As Universidades e Politécnicos de Portugal têm enormes provas dadas ao nível da investigação e não só. Recentemente, investigadores da Universidade de Aveiro (UA) comprovaram a eficiência de uma nova tecnologia usada em satélites.

Os investigadores conseguiram comprovar, ao fim de seis anos, a eficácia de um semicondutor de nitreto de gálio (gan).

Menor consumo energético dos satélites de telecomunicações = serviços mais baratos

A tecnologia desenvolvida em Aveiro “voou pelo espaço para provar que é possível fazer satélites mais eficientes, e está mais perto de substituir os transístores utilizados actualmente”, revelou a Instituição.

Nuno Borges, coordenador da equipa de investigação da UA…

O que ganhamos com isto a partir da Terra? Serviços mais baratos. Uma diminuição do consumo energético dos satélites de telecomunicações pode significar que os serviços por eles prestados diminuam de preço, ao haver uma rede de telecomunicações via satélite

Nuno Borges, investigador e docente do Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática (DETI) da UA, está convicto que os sistemas tradicionais serão “completamente substituídos e poderão ser construídos com transístores de nitreto de gálio”.

O objectivo era “utilizar um inovador transístor com nitreto de gálio, um semicondutor usado para amplificar ou trocar sinais electrónicos, e testar se aquele material era mais resistente à radiação cósmica, que pode prejudicar o desempenho das operações espaciais”.

Nuno Borges revelou que a alteração nos sistemas “já está a acontecer para satélites de baixa órbita” e disse que “acontecerá em breve para outros sistemas e para alguns dos principais componentes de um satélite, como por exemplo os sistemas de telecomunicações”.

Já em 2013 um consórcio financiado pela Agência Espacial Europeia (ESA) levou nitreto de gálio para o espaço, a bordo do satélite Alphasat, utilizado num circuito electrónico, desenvolvido pelo Instituto de Telecomunicações (IT) da Universidade de Aveiro.

A Apple também está a desenvolver novos carregadores de energia baseados na tecnologia de nitreto de gálio. Esta evolução irá permitir que os carregadores sejam mais compactos e mais leves.

Pplware
Autor: Pedro Pinto
01 Set 2022