305: Há boas notícias para quem espera a MIUI 14 no seu smartphone Xiaomi, Redmi ou POCO

TECNOLOGIA/XIAOMI/ANDROID 14/MIUI 14

Com o Android 13 lançado e a ser já usado por alguns smartphones, é hora da Xiaomi olhar à sua MIUI 14 e preparar a sue chegada. Sabemos que esta nova versão está já a ser preparada e até testada em alguns smartphones da marca.

Estas avaliações, ainda que internas à marca, mostram que o caminho está traçado. A lista dos equipamentos que vão receber esta versão tem sido descoberta de forma progressiva e agora há uma nova lista. Venha ver as boas notícias para quem espera a MIUI 14 e perceber se o seu smartphone Xiaomi terá acesso.

Ainda estamos longe de ver chegar uma versão pública da MIUI 14, com todas as suas novidades. A Xiaomi estará ainda a terminar esta sua personalização do Android e a adaptá-la a todos os diferentes equipamentos onde irá ser usada.

A lista dos smartphones que vão receber esta nova versão ainda não é oficialmente conhecida, mas vão surgindo informações sobre modelos que estão a ser suportados. Assim, esta é uma lista que cresce de forma permanente, sempre com novos equipamentos.

A lista acima inclui todos os smartphones que à data de hoje se sabem vir a suportar a MIUI 14 e que assim vão ter acesso a todas as novidades da Google para o Android 13. A somar a isso, vai ainda haver adições da marca, especificas desta versão.

Claro que a Xiaomi não se limitará a trazer a MIUI 14 para os smartphones lançados em nome da sua marca. As suas restantes linhas vão também ter acesso a esta nova versão da sua personalização e assim receber todas as novidades.

Smartphones Redmi compatíveis com a MIUI 14

  • Redmi Note 11
  • Redmi Note 11 5G
  • Redmi Note 11 SE
  • Redmi Note 11 4G
  • Redmi Note 11T 5G
  • Redmi Note 11 Pro 5G
  • Redmi Note 11 Pro+ 5G
  • Redmi Note 11S
  • Redmi Note 11S 5G
  • Redmi Note 11 Pro 4G
  • Redmi Note 10 Pro
  • Redmi Note 10 Pro Max
  • Redmi Note 10
  • Redmi Note 10S
  • Redmi Note 10 Lite
  • Redmi Note 10 5G
  • Redmi Note 10T 5G
  • Redmi Note 10T Japan
  • Redmi Note 10 Pro 5G
  • Redmi Note 9 4G
  • Redmi Note 9 5G
  • Redmi Note 9T 5G
  • Redmi Note 9 Pro 5G
  • Redmi K50
  • Redmi K50 Pro
  • Redmi K50 Gaming
  • Redmi K50i
  • Redmi K50i Pro
  • Redmi K50S
  • Redmi K50S Pro
  • Redmi K40S
  • Redmi K40 Pro
  • Redmi K40 Pro+
  • Redmi K40
  • Redmi K40 Gaming
  • Redmi K30S Ultra
  • Redmi K30 Ultra
  • Redmi K30 4G
  • Redmi K30 Pro
  • Redmi Note 8 (2021)
  • Redmi 10C
  • Redmi 10A
  • Redmi 10 Power
  • Redmi 10
  • Redmi 10 5G
  • Redmi 10 Prime+ 5G
  • Redmi 10 (India)
  • Redmi 10 Prime
  • Redmi 10 Prime 2022
  • Redmi 10 2022
  • Redmi 9T
  • Redmi 9 Power
  • Redmi Note 11E
  • Redmi Note 11E Pro
  • Redmi Note 11T Pro
  • Redmi Note 11T Pro+

Smartphones POCO compatíveis com a MIUI 14

A lista acima revela os smartphones onde irá ser possível ter a MIUI 14 instalada e a correr, com todas as melhorias que o Android 13 e a personalização vão agregar. Ainda não existe uma data para a apresentação desta novidade, mas a Xiaomi certamente mostrará novidades em breve.

Pplware
Autor: Pedro Simões
20 Set 2022



 

“Preços altos” e muitas reclamações. Concorrência quer fim da fidelização nas telecomunicações

… “Os clientes vão querer Internet mais rápida, querem o 5G””… É o que eu chamo conversa da treta! Desde há anos que pago mensalmente à NOS por velocidade de Internet “fibra” 120Mbps, que apenas fica abaixo dos 95Mbps, ou seja, mensalmente estou a ser roubado em 25Mbps. Depois de várias reclamações, está tudo na mesma como a lesma. Ou seja, pagas e não bufas.

Hoje, dia 01.08.2022

COMUNICAÇÕES/OPERADORAS/INTERNET

Preços muito semelhantes e muitas reclamações nas telecomunicações são sinal de que a dinâmica comercial “não está a funcionar”, e que o fim das fidelizações deve ser ponderado, defendeu hoje a presidente da Autoridade da Concorrência, numa audição parlamentar.

© AFP

“Havendo uma política de fidelização como a actual, não haverá interesse de novos concorrentes no leilão 5G”, que está marcado para Outubro e Dezembro, afirmou Margarida Matos Rosa, numa audição na comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, a pedido do BE.

A presidente da Autoridade da Concorrência (AdC), citando dados oficiais, lembrou aos deputados que os gastos médios com telecomunicações são de 700 euros por ano por família, um valor que considerou “muito” elevado e que leva a uma necessidade de se promover uma “pressão” sobre os custos e a qualidade do serviço.

“É essencial aproveitar” o actual momento, disse, depois de lembrar que o sector das telecomunicações é um dos que tem “mais importância” para a economia e famílias, e que o processo de digitalização se tornou essencial com a pandemia, o teletrabalho, o comercio online e o ensino à distância.

Mas o custo destes serviços é elevado, quando comparado com o resto da União Europeia, o que é “uma preocupação” para a AdC, mesmo antes do leilão 5G 8quinta geração móvel), que esteve parado por causa da pandemia e foi recentemente relançado para o final do ano.

A AdC lembrou aos deputados as recomendações, enviadas em finais do ano passado ao Governo, quanto a regras no 5G que permitam a entrada de novos operadores, a fidelização que cria barreiras à mobilidade dos consumidores e impede a concorrência efectiva, defendendo uma reserva de espectro nas faixas do 5G “mais interessantes e se possível com desconto” final.

“Se não houver um leilão que permita a entrada de novos operadores isto vai manter-se assim e temos de fazer alguma coisa”, disse aos deputados, defendendo a criação das condições legislativas que permitam a entrada de novos operadores e, ainda, que nas faixas relevantes para o 5G, deve seja reservado espectro para novos operadores.

“Os clientes vão querer Internet mais rápida, querem o 5G”, disse, explicando assim a necessidade dessa reserva para novos operadores e defendendo também a “importância” de dar acesso aos operadores que não comprem, eles próprios, espectro, mas que paguem pela utilização do espectro de outros.

A presidente da AdC defendeu ainda, quando ao 5G, que deve haver ‘roaming’ nacional, mas ressalvou que há riscos de partilha de rede, que levam a que “durante demasiados anos haja condições, entre quem partilha rede, demasiado semelhantes sem investimento adicional”.

Há cerca de um mês, também na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, acerca da concorrência no sector das telecomunicações e consequências na implementação do 5G, a requerimento do Bloco de Esquerda (BE), o presidente da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), João Cadete de Matos, disse que Portugal compara mal com outros países não só “quanto aos preços” como também “quanto ao número de operadores”.

João Cadete de Matos defendeu também perante os deputados que o leilão para a atribuição das licenças de 5G é uma “oportunidade para quebrar barreiras que existem” no sector, nomeadamente à entrada de novos operadores.

“Em Portugal, temos vindo a dar passos para criar condições para que o leilão das frequências que vai acontecer seja uma oportunidade para quebrar algumas barreiras que existem”, como “à entrada de novos operadores”, afirmou.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Julho 2020 — 13:14
01.Agosto.2022

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