1046: Kremlin rejeita termos de Biden para negociações na Ucrânia

– Este putinofantoche russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 está incluído na lista de terroristas criminosos de guerra. Mais tarde ou mais cedo, vais deixar de cantar de galo!

🇷🇺 RUSONAZSʹKI VBYVTSI 🇷🇺

🇷🇺 RÚSSIA – ESTADO TERRORISTA 🇷🇺

ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / UCRÂNIA / INVASÃO/ TERRORISTAS

Porta-voz do governo russo disse que “a operação militar especial vai continuar” e que Kremlin não aceita deixar a Ucrânia para possibilitar negociações.

© EPA/MAXIM SHIPENKOV

O Kremlin rejeitou esta sexta-feira os termos do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para negociações na Ucrânia com o líder russo, Vladimir Putin, dizendo que a ofensiva de Moscovo vai continuar.

“O que o presidente Biden disse realmente? Ele disse que as negociações só são possíveis depois de Putin deixar a Ucrânia”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos jornalistas, acrescentando que a Rússia “certamente” não está pronta para aceitar essas condições.

“A operação militar especial vai continuar”, disse Peskov, usando o termo utilizado pelo Kremlin para descrever o invasão russa da Ucrânia.

Durante uma visita de estado do presidente francês, Emmanuel Macron, Biden referiu esta quinta-feira que estaria disposto a falar com Putin se o líder russo realmente quiser encerrar os combates.

“Estou preparado para falar com o senhor Putin se de facto houver interesse em que ele decida que quer encontrar uma forma de acabar com a guerra”, revelou o presidente dos Estados Unidos.

Peskov disse esta sexta-feira que Putin está pronto para negociações de forma que os interesses da Rússia sejam respeitados, mas acrescentou que a posição de Washington “complica” qualquer conversa possível.

“Os Estados Unidos não reconhecem os novos territórios como parte da Federação Russa”, disse o porta-voz do governo russo, referindo-se às regiões ucranianas que o Kremlin afirma ter anexado.

Em Setembro, Moscovo realizou supostos referendos em quatro regiões da Ucrânia – Donetsk, Kherson, Lugansk e Zaporizhzhia – e disse que os moradores votaram a favor de se tornarem parte da Rússia.

As Nações Unidas condenaram a “tentativa de anexação ilegal” de territórios ucranianas.

Peskov disse que antes de enviar tropas para a Ucrânia a 24 de Fevereiro, Putin propôs repetidamente manter conversações com a NATO, a OSCE e os Estados Unidos, mas essas tentativas mostraram-se “infrutíferas”.

Diário de Notícias
DN/AFP
02 Dezembro 2022 — 10:30



 

914: Rússia estava preparada para atacar o Japão, antes de invadir a Ucrânia

– Ou seja, o que este putinocrata terrorista assassino russonazi ☠️卐☠️ pretende é andar à batatada seja com que país for… Japão, Ucrânia… e depois? Quem virá a seguir? E a habitual e sistemática propaganda de chamar nazi e fascista é a mesma que está a ser empregue na Ucrânia. Quando um puro ariano russonazi ☠️卐☠️ – que até deixaria Hitler envergonhado – chama nazis a outros, está a ver-se ao espelho, exclamando: espelho meu, espelho meu, existe alguém mais NAZI que eu? E que tal umas bojardas a caírem sobre Moscovo e S. Petersburgo para lhe passar a tosse? Hajam 🍅🍅 para isso!

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

ORC RUSSONAZI ☠️卐☠️ /TERRORISTA/ASSASSINO/PUTINOCRATA

A informação é conhecida graças a uma carta de um denunciante do Serviço Federal de Segurança (FSB) da Rússia, partilhada num email com a revista Newsweek.

Em Agosto de 2021, a Rússia estava “a preparar-se seriamente para um conflito militar localizado com o Japão”, disse o agente num e-mail a Osechkin, em Março.

“A confiança de que os países entrariam em estágio de confronto agudo e até mesmo de guerra era alta. A razão pela qual a Ucrânia foi escolhida para a guerra no final cabe a outros responderem”, escreveu ainda o agente.

O denunciante detalhou movimentos de helicópteros de guerra com o intuito de eventualmente atacarem o Japão. A propaganda de Moscovo também planeava rotular os japoneses de “nazis” e “fascistas”.

O email é datado de 17 de Março e foi enviado por um agente, apelidado de “Wind of Change”, a Vladimir Osechkin, activista russo de direitos humanos exilado em França.

O agente secreto russo revela ainda o descontentamento e revolta dentro da FSB depois do início da guerra na Ucrânia.

As várias cartas enviadas a Osechkin foram traduzidas e estão disponíveis para download mediante doação ao Wind of Change Research Group, uma organização não governamental sediada em Washington, nos EUA.

Christo Grozev, um especialista no FSB mostrou uma das cartas a “dois contactos” da principal sucessora da KGB da URSS, que garantiram que “sem dúvida que foi escrita por um colega”.

Uma paz que nunca foi alcançada

Depois do fim da Segunda Guerra Mundial, Rússia e Japão nunca assinaram um tratado de paz, principalmente devido à disputa das ilhas Curilhas.

Embora o Japão disputa a soberania das ilhas mais a sul, a que denomina “Territórios do Norte”, todo o arquipélago permanece sob administração da Rússia desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, como resultado do Tratado de São Francisco, fazendo parte do Oblast de Sacalina.

A principal actividade é a pesca, com a região a ter um valor económico muito grande, devido a riquezas minerais e pesca em abundância. Além disso, devido à sua localização Hokkaido e a península russa de Kamchatka, as ilhas oferecem vários benefícios militares e políticos.

Em Agosto de 2021, o FSB desclassificou informações gráficas sobre como cidadãos soviéticos foram torturados por serviços especiais japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. O denunciante do FSB disse que o serviço foi encarregado de lançar uma “campanha de informação contra o Japão na sociedade russa”.

“Eles meio que trocaram o Japão pela Ucrânia”, acrescentou o whistleblower. “Basta olhar para as coisas que a Rússia estava a considerar [antes] de atacar o Japão, é insano, assim como o facto de a Rússia ter atacado a Ucrânia é insano. É insano”.

Daniel Costa, ZAP //
25 Novembro, 2022




 

Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo

– Canalha terrorista assassino russonazi ☠️卐☠️ , pena não te cair em cima da careca um míssil teleguiado de alta precisão!

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺
🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

 

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

 

TERRORISMO/ASSASSINO/ORC RUSSONAZI ☠️卐☠️ PUTINOCRATA

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições.

Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo © Mikhail Metzel

O Presidente russo, Vladimir Putin, ordenou esta quinta-feira o fornecimento de mais armamento “de qualidade” às tropas que combatem na Ucrânia, quando se cumprem nove meses do início da campanha militar desencadeada por Moscovo.

“É importante não apenas aumentar o volume e a variedade dos fornecimentos, mas também melhorar a sua qualidade”, disse Putin durante uma reunião do Conselho Coordenador destinado a garantir as necessidades das Forças Armadas.

Putin pediu a melhoria do funcionamento do mecanismo de comunicação entre os militares, os produtores e os fabricantes, com o objectivo de introduzir correcções nos pedidos quando seja necessário.

Não há necessidade de introduzir medidas extraordinárias. Mas temos de pôr em marcha um trabalho preciso, de qualidade, bem coordenado. Isso é sempre útil, mas neste caso é simplesmente necessário garantir oportunamente tudo o que seja necessário para as nossas Forças Armadas durante a operação militar especial”, indicou, utilizando a designação dada pelo Kremlin à invasão da Ucrânia.

Neste sentido, considerou que os soldados no terreno devem receber o armamento e equipamento em datas e quantidades previamente determinadas.

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições na Ucrânia.

O secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, considerou na quarta-feira que a Rússia enfrenta uma “penúria significativa” de munições para a sua artilharia, em grande medida devido aos problemas logísticos que enfrenta e que poderão limitar no futuro as suas operações no terreno.

Austin também garantiu que as tropas russas possuem cada vez manos mísseis de precisão e que a sua indústria de Defesa enfrenta graves dificuldades para fabricar com rapidez novo armamento teleguiado.

Diversos peritos europeus citados por diversos ‘media’ têm considerado que a retirada russa do terço norte da região de Kherson foi motivada, mais que o avanço do inimigo ou problemas de abastecimento, pela escassez de munições, que apenas chegariam para mais um mês de combates.

No caso dos mísseis de cruzeiro Iskander, que provocaram elevados danos na infra-estrutura militar e civil ucraniana, a Rússia apenas disporia de mais 120 unidades.

Perante a impossibilidade de garantir avanços significativos no campo de batalha, o Exército russo optou por desencadear bombardeamentos massivos contra a infra-estrutura energética ucraniana e quando se aproxima o inverno, com Kiev a pedir ao ocidente o urgente envio de baterias antiaéreas.

MSN Notícias
SIC Notícias SIC Notícias
Lusa
24.11.2022




 

876: Os críticos de Vladimir Putin: mortos, presos ou exilados

– Que esperam de um ditador assassino terrorista russonazi ☠️卐☠️ ?

DITADORES/TERRORISTAS/ASSASSINOS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O político russo da oposição Ilya Yashin é o mais recente de uma longa fila de críticos do Kremlin a arriscar pesada pena de prisão

(imagem do presidente russo, Vladimir Putin © EPA/ALEXEI BABUSHKIN / SPUTNIK / KREMLIN)

O político russo da oposição Ilya Yashin, que viu a sua prisão preventiva estendida por mais seis meses por um tribunal de Moscovo esta quarta-feira, corre o risco de se tornar o mais recente de uma longa fila de críticos do Kremlin a ser condenado a pesadas penas de prisão – arrisca até 10 anos de cadeia por ter condenado a invasão russa na Ucrânia.

Outros foram mortos ou escaparam por pouco à morte enquanto outros ainda foram para o exílio. Aqui está uma lista dos críticos mais conhecidos de Putin.

MORTOS

Boris Nemtsov, um crítico do Kremlin e antigo vice-primeiro-ministro, foi morto a tiro em 2015 ao caminhar para casa através de uma ponte de Moscovo perto do Kremlin. Cinco homens tchetchenos foram condenados por matar Nemtsov, mas o cérebro do assassinato nunca foi encontrado.

Os aliados de Nemtsov apontaram o dedo da culpa ao Kremlin, bem como ao líder tchetcheno Ramzan Kadyrov, que negou a acusação. O carismático orador tinha atacado a anexação por Putin da Crimeia em 2014 e participado regularmente em protestos da oposição. Ele tinha 55 anos na altura da sua morte.

Em 2006, o assassinato da jornalista Anna Politkovskaya fora da sua casa em Moscovo tinha já chocado o mundo. Politkovskaya, jornalista da Novaya Gazeta, o principal jornal independente da Rússia, foi uma crítica feroz das tácticas do Kremlin na Chechénia.

O editor do jornal, Dmitry Muratov, dedicou este ano o seu Prémio Nobel da Paz a Politkovskaya e a outros jornalistas russos mortos pelo seu trabalho.

Outros críticos de Putin escaparam por pouco à morte.

PRESOS

O principal político russo da oposição, Alexei Navalny, foi envenenado com Novichok, um agente nervoso de fabrico soviético, numa viagem à Sibéria em 2020. Foi submetido a tratamento na Alemanha e regressou à Rússia em Janeiro de 2021, onde foi detido ao aterrar num aeroporto de Moscovo.

O opositor de 46 anos está a cumprir uma pena de nove anos de prisão por desvio de fundo. Navalny denunciou a ofensiva da Ucrânia de Putin a partir da prisão, chamando-lhe “tragédia” e um “crime contra o meu país”.

Vladimir Kara-Murza, um político da oposição, foi preso em Abril por espalhar informações “falsas” sobre o exército russo. Mais tarde foi acusado de alta traição e enfrenta até 20 anos de prisão. Kara-Murza, 41 anos, diz ter sido envenenado duas vezes.

Em Agosto, Yevgeny Roizman, antigo presidente da câmara de Yekaterinburg, foi detido pela sua crítica ao ataque da Rússia à Ucrânia. Após a sua prisão ter suscitado protestos, o político de 60 anos foi libertado, aguardando julgamento sob a acusação de “desacreditar” o exército russo.

EXILADOS

Alguns dos críticos de Putin têm estado no estrangeiro há anos, como o antigo magnata do petróleo Mikhail Khodorkovsky, que passou uma década na prisão depois de ter desafiado o líder russo no início do seu governo. Khodorkovsky está baseado em Londres e tem financiado projetos mediáticos críticos do Kremlin.

Muitos dos proeminentes aliados da Navalny fugiram da Rússia após as suas organizações terem sido banidas como “extremistas” no ano passado.

Mas a decisão de enviar tropas para a Ucrânia, que deu início a uma repressão sem precedentes em casa, provou ser um último prego no caixão para o movimento de oposição russo.

Os russos que se opõem ao ataque de Moscovo à Ucrânia estão agora espalhados pelo mundo, com muitos a fugir para a Europa e Israel.

O apresentador de televisão e animador Maxim Galkin, o marido da ícone pop russa Alla Pugacheva, tornou-se uma voz de liderança improvável contra a ofensiva da Ucrânia nas redes sociais. Com sede em Israel, a estrela televisiva de 46 anos de idade denuncia regularmente a ofensiva do exército russo na sua conta no Instagram.

AGENTES ESTRANGEIROS

Apesar de uma rara intervenção de Pugacheva – que é amplamente considerada intocável – Galkin tem sido rotulado como um “agente estrangeiro”. O rótulo, que tem conotações que remontam à era de Estaline, tem sido utilizado pelas autoridades para aumentar a pressão sobre os críticos.

Putin endureceu recentemente a lei draconiana do “agente estrangeiro” de 2012.

Muitos jornalistas e os principais meios de comunicação social independentes da Rússia foram condenados com esse rótulo, o que tornou o seu dia-a-dia muito mais difícil.

Todas as principais organizações de meios de comunicação independentes na Rússia foram encerradas ou suspenderam as operações.

Outras figuras populares que se pronunciaram contra a ofensiva da Ucrânia de Moscovo – tais como os rappers muito populares Oxxxymiron e Noize MC, bem como o escritor de ficção científica exilado Dmitry Glukhovsky – foram também rotulados de “agentes estrangeiros”.

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 17:19