1053: Nova ajuda militar da Alemanha à Ucrânia. Ambulâncias e tanques a caminho

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🇩🇪 ALEMANHA // APOIO // TANQUES  // AMBULÂNCIAS

A Alemanha ainda irá fornecer às tropas ucranianas “sete tanques antiaéreos e 100 mil kits de primeiros socorros”.

© Reuters

A Alemanha está a apoiar a Ucrânia com o fornecimento de equipamentos e armas para combater as tropas russas.

Nos últimos dias, a Ucrânia recebeu “três tanques Beaver para instalação de pontes, oito drones não tripulados, 12 veículos de protecção de fronteira, 4.000 sacos-cama, peças de reposição para helicópteros Mi-24 e 30 ambulâncias”, avança o governo alemão, em comunicado.

No âmbito do novo lote de ajuda militar, a Alemanha ainda irá fornecer às tropas ucranianas “sete tanques antiaéreos e 100 mil kits de primeiros socorros”.

Recorde-se que, na terça-feira, o chanceler alemão, Olaf Scholz, anunciou que vai oferecer 350 geradores e assistência financeira para a reparação de infra-estruturas energéticas no valor de 56 milhões de euros.

A NATO já tinha referido que planeia enviar tanques de guerra para a Ucrânia para dar vantagem militar ao país contra as forças russas, principalmente durante os rigorosos meses de inverno.

A Ucrânia também tem pedido repetidamente aos principais fabricantes de armas da NATO que lhes forneçam tanques de última geração, à medida que procuram consolidar os ganhos conseguidos em contra-ofensivas nos últimos meses.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
02/12/22 08:45
por Daniela Carrilho



 

1052: Ucrânia, Apagões põem em risco doentes crónicos a ser tratados

– E para quando lançarem umas valentes bojardas de alta precisão sobre Moscovo, S. Petersburgo, Estalinegrado…???

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Os apagões causados pelos ataques russos com mísseis e drones contra a infra-estrutura eléctrica civil ucraniana põem em perigo os ucranianos gravemente doentes que dependem do fornecimento ininterrupto de electricidade.

© Getty Images

“Maksym depende de duas coisas. Cuidados permanentes e electricidade”, disse à EFE Liliia Leptso enquanto vigia o seu filho de nove anos, que está a olhar para uns desenhos animados num ‘tablet’ junto à sua cama.

Liliia pode garantir a primeira necessidade, mas preocupa-a a segunda, já que os apagões em Volia-Vysotska, uma povoação próxima da cidade de Zhovkva – no oblast de Lviv, oeste da Ucrânia – onde vive, são cada vez mais frequentes e prolongados.

Maksym tinha cinco meses quando começou a perder a capacidade de respirar por si mesmo e lhe diagnosticaram atrofia muscular espinal de tipo 1, uma doença neurológica que conduz a uma rápida perde de neurónios motores e afecta os músculos de uma forma que pode levar a uma morte precoce.

Graças aos esforços da mãe, assim como de várias fundações de caridade, a criança sobreviveu. Depende de vários dispositivos médicos que necessitam de electricidade, o mais importante dos quais um respirador ao qual está sempre ligado.

Como Maksym também não consegue falar, ouvir ou até mesmo tossir por si mesmo, precisa destes dispositivos que o ajudam nessas funções ou alertam quando precisa de ajuda urgente.

Liliia disse à agência EFE que a noite passada foi especialmente difícil, porque a electricidade foi cortada durante mais de 12 horas. Depois de esgotadas as baterias que alimentam os dois ventiladores ligou um gerador a gasóleo para fornecer energia.

Quer comprar uma bateria maior, mas preocupa-a o que pode acontecer se o gerador se avariar e se os apagões durarem mais tempo.

Apesar de repleto de equipamento médico, o quarto não parece uma unidade hospitalar. Está cheio de desenhos e jogos e a mãe fala frequentemente com o filho.

“Somos os dois muito carinhosos”, disse Liliia, que sublinha que Maksym dispõe de todas as capacidades intelectuais, apesar da doença.

Liliia contou que ficou horrorizada nos primeiros três dias da invasão. Ligava a televisão na cozinha com o volume no máximo e abraçava o filho enquanto ouvia as notícias sem parar. Ao filho explicou como conseguiu que tinha começado uma guerra.

“Não sabes o que isso significa. Dá medo. Mas farei tudo o que puder para te proteger”, disse a mãe, lembrando o que disse ao filho na altura.

Lembrou também que cobriu o filho com mantas para protegê-lo dos vidros partidos quando as janelas estremeciam durante as explosões que se sucediam nas proximidades.

Apesar disso, nunca considerou sair da Ucrânia.

“É a minha casa, o meu país. Além disso, não poderia garantir eu mesma o mesmo nível de cuidados no estrangeiro”, confessou.

Na Ucrânia pode ter a ajuda de uma enfermeira, na qual confia. Consegue água de um poço e os fornos a lenha mantêm quente a casa.

“Se compararmos a nossa situação com o que se passa em outros lugares da Ucrânia, não nos podemos queixar”, disse.

Liliia está em contacto com dezenas de pais cujos filhos têm a mesma doença e, inclusivamente, ofereceu-se para acolher em sua casa uma menina cujo estado se deteriorou depois de dois meses na cidade ocupada de Kherson.

Para estas crianças, explicou, “um momento sem os cuidados adequados pode ter graves consequências”.

Hania Poliak, voluntária que ajuda crianças em condições semelhantes, disse à EFE que foram enviados para a Ucrânia uma dezena de geradores através do ‘Pallium for Ukraine’, uma iniciativa polaca para garantir o fornecimento de energia.

“Os geradores e as baterias são apenas uma solução parcial insuficiente se os apagões durarem semanas”, lamentou, sublinhando a necessidade de armazenas grandes quantidades de combustível ou carregar em algum lado as baterias.

Também há a possibilidade de saída para o estrangeiro, mas as alternativas de alojamento são limitadas, já que estas crianças não podem ficar em albergues ou em grandes instalações sem um quarto individual.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
02/12/22 23:13
por Lusa



 

1051: Lituânia alerta para ameaça russa no enclave de Kaliningrado

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O ministro da Defesa da Lituânia, Arvydas Anusauskas, alertou hoje que a ameaça russa continua presente no enclave de Kaliningrado e que na região “os militares foram substituídos e continua a haver armas nucleares”.

© Getty Images

“Observamos como a região de Kaliningrado se converte num porta-aviões indestrutível da Rússia na região. Tem as suas capacidades, as suas armas nucleares tácticas, aqui, junto à Lituânia”, garantiu o ministro antes de referir que aqueles militares que foram transferidos do território para a Ucrânia já foram substituídos por outros efectivos mobilizados, adiantou a Europa Press.

Nesse sentido, indicou que este destacamento “às vezes ameaça a Lituânia”, com que o território faz fronteira a norte, e afirmou que “o nível de ameaça varia, mas não desaparece”.

Ainda que tenha reconhecido que a ameaça para a Lituânia “não é significativa neste momento em que a Rússia envia as suas forças para a Ucrânia”, lamentou que exista a necessidade de “preparar-se para o pior”, aludindo à possibilidade de a guerra extravasar as fronteiras ucranianas.

“Se não te preparas para o pior, o pior cenário possível vai converter-se em realidade. Agora os políticos dizem que os países bálticos tinham razão. Agora vamos ouvi-los”, garantiu.

O ministro da Defesa da Lituânia tem previsto enviar ajuda de mais de dois milhões de euros para a Ucrânia, que vão chegar a cerca de 25 mil militares ucranianos.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
02/12/22 23:25
por Lusa



 

1050: Registadas 17 cartas com explosivos ou partes de animais em embaixadas

EMBAIXADAS // CARTAS ARMADILHADAS

A Ucrânia estimou esta sexta-feira que ocorreram 17 casos em embaixadas na Europa que receberam cartas com explosivos ou partes de animais, principalmente olhos de vaca e porco, adiantou o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano.

© Presidência da Ucrânia

O chefe da diplomacia ucraniana questionou, em entrevista à estação CNN, quem para além da Rússia beneficiaria com este tipo de acções.

Dmytro Kuleba salientou ainda que ,ou a Rússia é “directamente responsável” por estes ataques, ou o responsável “simpatiza com a causa russa e tenta espalhar o medo”.

“Tudo começou com uma explosão na embaixada ucraniana na Espanha (em Madrid)”, lembrou o chanceler ucraniano, analisando que “o que se seguiu a essa explosão foi mais estranho ou até doente”.

Kuleba tinha destacado anteriormente que há razões para acreditar que há “uma campanha bem planeada de terror e intimidação contra embaixadas e consulados ucranianos”.

“Incapaz de parar a Ucrânia na frente diplomática, eles [Moscovo] estão tentar intimidar-nos”, realçou.

O Governo ucraniano indicou que estes tipo de pacotes chegaram às embaixadas do país na Hungria, Países Baixos, Polónia, Croácia e Itália, embora encomendas suspeitas também tenham sido registadas nos consulados do país na Polónia, Chéquia e Itália.

Na quarta-feira um homem ficou ferido sem gravidade na embaixada da Ucrânia em Madrid devido à explosão de um artefacto que estava dentro de um envelope. Desde então, já foi revelada pelas autoridades espanholas a existência de mais cinco cartas com explosivos, a última das quais na embaixada do Estados Unidos em solo espanhol.

As autoridades portuguesas reforçaram a protecção da embaixada da Ucrânia em Lisboa e admitem reapreciar o nível de ameaça em Portugal, após cartas armadilhadas terem sido recebidas por entidades em Espanha, anunciou esta sexta-feira o Sistema de Segurança Interna (SSI).

Em resposta a um pedido de esclarecimento da Lusa, na sequência da notícia da recepção de pelo menos seis cartas armadilhadas em Espanha, o SSI confirmou que a Unidade de Coordenação Anti-terrorismo (UCAT), que funciona no quadro do Sistema de Segurança Interna, “está a acompanhar atentamente a situação” e que se encontra em “estreita articulação com os seus parceiros espanhóis, europeus e internacionais”.

Entretanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, revelou esta sexta-feira à Lusa que foram dadas indicações às embaixadas portuguesas para reforçarem cuidados na recepção de correio, assinalando que as missões diplomáticas nacionais “estão atentas”.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que hoje entrou no seu 282.º dia, 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
02/12/22 23:57
por Lusa



 

1048: Comissão Europeia quer criminalizar subversão das sanções à Rússia na UE

🇪🇺 COMISSÃO EUROPEIA // SANÇÕES // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A Comissão Europeia propôs hoje criminalizar a subversão das sanções aplicadas pela União Europeia (UE) à Rússia, estabelecendo regras comuns no espaço comunitário para facilitar a investigação e punição de tais violações das medidas restritivas nos países europeus.

© Lusa

“A Comissão Europeia apresenta hoje uma proposta para harmonizar as infracções penais e as penas pela violação das medidas restritivas da UE [pois], embora a agressão russa à Ucrânia ainda decorra, é primordial que as medidas restritivas da UE sejam plenamente aplicadas e que a violação dessas medidas não seja compensadora”, salienta a instituição em comunicado de imprensa.

A proposta visa “estabelecer regras comuns da UE, o que facilitará a investigação, a perseguição e a punição de violações das medidas restritivas em todos os Estados-membros”, destaca Bruxelas, vincando que a subversão das sanções passará a ser classificada como “infracção penal grave”.

Em causa estão questões como a mobilização de fundos ou recursos económicos para pessoas ou entidades abrangidas nas listas de sanções, o não congelamento desses fundos, a autorização de entrada de pessoas abrangidas no território de um Estado-membro ou em trânsito, a realização de transacções com países terceiros que são proibidas ou restringidas por medidas restritivas da UE, o comércio de bens ou serviços cuja importação ou exportação está vedada ou limitada, a concretização de actividades financeiras proibidas ou restringidas e ainda a prestação de outros serviços como de consultoria jurídica, serviços fiduciários e consultoria fiscal.

Dependendo da infracção, um cidadão poderá estar sujeito a uma pena máxima de pelo menos cinco anos de prisão, enquanto as empresas poderão ser alvo de penalizações não inferiores a 5% do total do volume anual de negócios mundial.

Cabe agora ao Parlamento e ao Conselho discutirem e votarem a proposta.

Na passada segunda-feira, o Conselho da UE já iniciou, por unanimidade, o processo para que a subversão das sanções impostas pelo bloco comunitário à Rússia seja integrada na lista de crimes reconhecidos, de forma a evitar que Moscovo, alvo de sanções europeias sem precedentes, consiga contornar as medidas restritivas.

Estas sanções — que incluem sanções individuais, sanções económicas e medidas em matéria de vistos — juntam-se às medidas em vigor impostas à Rússia desde 2014, na sequência da anexação da península da Crimeia e da não aplicação dos acordos de Minsk.

As sanções económicas visam impactar a economia russa e impedir que o Kremlin (Presidência russa) tenha capacidade de prosseguir com a guerra, enquanto as medidas individuais abrangem as pessoas responsáveis pelo apoio, financiamento ou execução de acções que comprometam a integridade territorial, soberania e independência da Ucrânia.

Apesar de as medidas restritivas serem adoptadas ao nível da UE, os Estados-membros têm definições diferentes do que constitui uma violação das medidas restritivas e de quais as sanções que deverão ser aplicadas em caso de violação, o que poderá conduzir a diferentes níveis de execução e a um risco de evasão, permitindo, por exemplo, que pessoas sancionadas continuem a ter acesso aos seus activos, situação que Bruxelas quer contornar.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de Fevereiro deste ano, desencadeando uma guerra que mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
02/12/22 12:41
por Lusa



 

1047: Kyiv denuncia campanha russa contra a sua rede diplomática

– Uma potência que não consegue vencer no terreno um exército bem mais pequeno mas cuja força é muito superior aos cobardolas dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 que, por esse facto, viram-se contra inocentes civis que assassinam e destroem as suas infra-estruturas. Crimes de guerra e contra a Humanidade que têm de ser punidos severamente, sem contemplações.

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RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / ATAQUES / EMBAIXADAS

A Ucrânia acusou hoje a Rússia de ter em curso uma campanha de “terror e intimidação” contra a sua rede diplomática, depois de várias embaixadas ucranianas terem recebido embalagens ensanguentadas e com partes de animais.

© Getty Images

O Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano disse, em comunicado, que embaixadas em pelo menos cinco países europeus receberam embalagens manchadas de sangue e com olhos de animais, mas também com outras partes.

Tais pacotes foram enviados para as embaixadas ucranianas na Hungria, Países Baixos, Polónia, Croácia e Itália, embora também tenham sido registadas remessas suspeitas nos consulados do país na Polónia, República Checa e Itália.

“As próprias embalagens estavam encharcadas com um líquido odorífero distinto e tinham um certo fedor. Estamos a estudar o significado destas mensagens”, disse o porta-voz do ministério, Oleg Nikolenko, citado pela agência espanhola Europa Press.

Nikolenko disse também que várias pessoas invadiram a residência do embaixador ucraniano no Vaticano e a embaixada ucraniana no Cazaquistão como parte de uma série de ataques às missões diplomáticas do país.

O porta-voz referiu ainda uma carta armadilhada encontrada na embaixada ucraniana em Madrid, cuja detonação provocou ferimentos ligeiros num funcionário.

“Temos razões para acreditar que foi lançada uma campanha bem planeada de terror e intimidação contra as embaixadas e consulados ucranianos”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba.

“Incapazes de deter a Ucrânia na frente diplomática, estão a tentar intimidar-nos. No entanto, posso dizer que isto não vai funcionar. Continuaremos a trabalhar eficazmente para alcançar a vitória na Ucrânia”, acrescentou.

A Ucrânia está a cooperar com as autoridades dos países em causa para investigar todos os casos e analisar as ameaças recebidas.

As missões diplomáticas ucranianas no estrangeiro foram colocadas sob o mais alto nível de alerta e segurança por ordem de Kuleba.

“Exortamos todos os governos estrangeiros a assegurarem a máxima protecção das instituições diplomáticas ucranianas em conformidade com a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas”, afirmou o chefe da diplomacia de Kyiv.

A Ucrânia está em guerra com a Rússia desde 24 de Fevereiro deste ano, quando tropas de Moscovo invadiram o país.

Além dos combates no terreno, as duas partes têm-se acusado mutuamente de recurso a outras acções em violação de leis internacionais sobre conflitos, como actos de terrorismo, ataques contra alvos civis e uso de munições proibidas.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
02/12/22 13:06
por Lusa



 

1046: Kremlin rejeita termos de Biden para negociações na Ucrânia

– Este putinofantoche russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 está incluído na lista de terroristas criminosos de guerra. Mais tarde ou mais cedo, vais deixar de cantar de galo!

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / UCRÂNIA / INVASÃO/ TERRORISTAS

Porta-voz do governo russo disse que “a operação militar especial vai continuar” e que Kremlin não aceita deixar a Ucrânia para possibilitar negociações.

© EPA/MAXIM SHIPENKOV

O Kremlin rejeitou esta sexta-feira os termos do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para negociações na Ucrânia com o líder russo, Vladimir Putin, dizendo que a ofensiva de Moscovo vai continuar.

“O que o presidente Biden disse realmente? Ele disse que as negociações só são possíveis depois de Putin deixar a Ucrânia”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos jornalistas, acrescentando que a Rússia “certamente” não está pronta para aceitar essas condições.

“A operação militar especial vai continuar”, disse Peskov, usando o termo utilizado pelo Kremlin para descrever o invasão russa da Ucrânia.

Durante uma visita de estado do presidente francês, Emmanuel Macron, Biden referiu esta quinta-feira que estaria disposto a falar com Putin se o líder russo realmente quiser encerrar os combates.

“Estou preparado para falar com o senhor Putin se de facto houver interesse em que ele decida que quer encontrar uma forma de acabar com a guerra”, revelou o presidente dos Estados Unidos.

Peskov disse esta sexta-feira que Putin está pronto para negociações de forma que os interesses da Rússia sejam respeitados, mas acrescentou que a posição de Washington “complica” qualquer conversa possível.

“Os Estados Unidos não reconhecem os novos territórios como parte da Federação Russa”, disse o porta-voz do governo russo, referindo-se às regiões ucranianas que o Kremlin afirma ter anexado.

Em Setembro, Moscovo realizou supostos referendos em quatro regiões da Ucrânia – Donetsk, Kherson, Lugansk e Zaporizhzhia – e disse que os moradores votaram a favor de se tornarem parte da Rússia.

As Nações Unidas condenaram a “tentativa de anexação ilegal” de territórios ucranianas.

Peskov disse que antes de enviar tropas para a Ucrânia a 24 de Fevereiro, Putin propôs repetidamente manter conversações com a NATO, a OSCE e os Estados Unidos, mas essas tentativas mostraram-se “infrutíferas”.

Diário de Notícias
DN/AFP
02 Dezembro 2022 — 10:30



 

Guerra mostra que UE “não é suficientemente forte”

🇫🇮 FINLÂNDIA / UNIÃO EUROPEIA / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A primeira-ministra da Finlândia afirmou hoje que a Europa “não é suficientemente forte” para fazer frente a Moscovo sozinha, numa avaliação “muito honesta” das capacidades europeias na sequência da invasão russa da Ucrânia.

© Getty Images

Em visita à Austrália, Sanna Marin disse que a invasão e ocupação da vizinha Ucrânia pela Rússia tinham exposto as fraquezas e erros estratégicos da Europa ao lidar com Moscovo.

“Tenho de ser muito honesta (….) convosco, a Europa não é suficientemente forte. Neste momento, estaríamos em apuros sem os Estados Unidos”, disse a líder do país, candidato à adesão à NATO, numa intervenção no Lowy Institute, um grupo de reflexão sediado em Sydney.

Marin insistiu que a Ucrânia precisa de ser ajudada em “todos os sentidos”, acrescentando que os EUA têm desempenhado um papel central no fornecimento de armas, dinheiro e ajuda humanitária necessários a Kiev para travar o avanço da Rússia.

“Temos de garantir que também reforçamos estas capacidades em termos de defesa europeia, indústria de defesa europeia e que podemos lidar com diferentes tipos de situações”, disse.

A Finlândia tornou-se independente da Rússia há quase 105 anos e, pouco tempo depois, infligiu pesadas perdas ao exército soviético invasor.

A líder finlandesa criticou as políticas da UE que destacavam a importância do envolvimento com o Presidente russo, Vladimir Putin, e disse que o bloco europeu devia ter ouvido os Estados-membros que faziam parte da antiga União Soviética.

Desde que aderiram à UE em 2004, nações como a Estónia e a Polónia vinham a instar outros membros do bloco a adoptar uma linha mais dura em relação a Putin, uma posição evitada por França, Alemanha, Itália e Grécia, que favoreciam o estreitamento dos laços económicos com Moscovo.

“Durante muito tempo, a Europa construiu uma estratégia em relação à Rússia para reforçar os nossos laços económicos, para comprar energia à Rússia… pensámos que isto evitaria uma guerra”, mas esta abordagem acabou por se mostrar “totalmente errada”, criticou Marin.

“Eles não se importam com laços económicos, não se importam com sanções. Eles não querem saber de nada disso”, frisou.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
02/12/22 08:27
por Lusa



 

1044: Ataques russos em 7 regiões da Ucrânia. Há três civis mortos em Kherson

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Os ataques russos voltaram, na quinta-feira, a danificar o fornecimento de energia eléctrica em Kherson. Esta sexta-feira, os alvos foram as áreas residenciais e civis.

© Getty Images

Três pessoas morreram e sete ficaram feridas, nas últimas 24 horas, resultado de vários bombardeamentos russos na região de Kherson, no sul da Ucrânia.

“Os ocupantes russos bombardearam o território da região de Kherson 42 vezes. O inimigo ataca intencionalmente a infra-estrutura civil da região e mata civis”, refere o governador regional, Yaroslav Yanushevych, na rede social Telegram, acrescentando que há vítimas a declarar na sequência deste ataque.

“Há vítimas entre a população civil – mataram três pessoas e sete residentes da região ficaram feridos em vários graus de gravidade”, afirmou.

Yanushevych disse ainda que as tropas russas se focaram em “vasculhar as áreas residenciais de Kherson”, atingindo prédios e apartamentos com mísseis.

Херсонська область. Інформація щодо ворожих обстрілів за минулу добу 1 грудня.

Російські окупанти 42 рази обстріляли територію Херсонщини. Ворог цілеспрямовано атакує цивільну інфраструктуру області та вбиває мирних жителів.

Херсонський район – росіяни продовжують гатити по житлових кварталах Херсона, ворожі снаряди поцілили в приватні та багатоквартирні будинки. Також ворог обстріляв такі населені пункти району: Понятівку, Токарівку, Інгулець, Молодіжне, Дніпровське, Дар’ївку, Янтарне, Іванівку, Микільське, Зеленівку, Музиківку та територію поблизу Степанівки.

Бериславський район – російські окупанти обстріляли Новоолександрівку, Золоту Балку, Республіканець, Українку, Гаврилівку та Качкарівку.

На жаль, через російські обстріли є жертви серед цивільного населення. Рашисти вбили 3 людей, ще 7 жителів Херсонщини отримали поранення різного ступеня тяжкості.

De acordo com o The Kyiv Independent, também foram registados ataques a áreas civis nas regiões de Donetsk, Kharkiv, Zaporíjia, Dnipropetrovsk, Sumy e Luhansk. Há feridos e danos a registar em várias infra-estruturas.

Recorde-se que, na quinta-feira, os ataques russos voltaram a danificar gravemente o fornecimento de energia eléctrica em Kherson, a cidade recentemente libertada pelos ucranianos que foi controlada pela Rússia durante quase nove meses.

O governador da região revelou que “a tensão na rede eléctrica desapareceu”. “Isto aconteceu devido ao forte bombardeamento da cidade pelos invasores russos. A empresa de energia está a trabalhar para eliminar o problema”, garantiu.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
02/12/22 11:06
por Notícias ao Minuto



 

1037: Zelensky anuncia restrições a organizações religiosas ligadas à Rússia

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A Ucrânia vai limitar no seu território as actividades das organizações religiosas filiadas à Rússia e questionar o estatuto da igreja ortodoxa dependente do patriarcado de Moscovo, anunciou hoje o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Zelensky
© EPA

“O Conselho de Segurança Nacional e de Defesa encarregou o Governo de propor à Verkhovna Rada (parlamento) um projecto-lei para tornar impossível as actividades na Ucrânia de organizações religiosas filiadas aos centros de influência na Rússia”, declarou no seu habitual discurso nocturno por vídeo.

Segundo Zelensky, o Estado ucraniano deverá ainda averiguar sobre o estatuto da Igreja ortodoxa ucraniana relacionado “com a presença de uma ligação canónica com o patriarcado de Moscovo e, se necessário, adoptar as medidas previstas na lei”.

Estas medidas segurem-se às operações de busca efectuadas em Novembro pelos serviços de segurança ucranianos no principal mosteiro de Kiev, a capital, e local de residência do primado da Igreja ortodoxa ucraniana, e em outros locais de culto, justificadas pelas suspeitas de ligações com Moscovo.

Os serviços secretos ucranianos anunciaram de seguida a confiscação de milhares de dólares e de “literatura pró-russa”.

A Ucrânia, um país com maioria de população ortodoxa, está dividida entre uma Igreja dependente do patriarcado de Moscovo — que no entanto anunciou a ruptura das ligações com a Rússia no final de Maio devido à invasão do país — e por uma outra Igreja representada pelo patriarcado de Kiev e que em 2019 prestou obediência ao patriarca Bartolomeu, sediado em Istambul.

Já no oeste do país, é significativa a influência da Igreja greco-católica, que cumpre a liturgia ortodoxa mas presta obediência ao Papa.

O patriarca Kirill, o chefe supremo da Igreja ortodoxa russa, tem manifestado um importante apoio ao Presidente Vladimir Putin e denunciou as acções policiais na Ucrânia como um “acto de intimidação” dirigido aos crentes.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

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01 Dezembro 2022 — 23:18