1035: Ucrânia: Zelensky diz que mais de 1.300 prisioneiros foram libertados pelos russos

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🇺🇦 UCRÂNIA / PRISIONEIROS / GUERRA / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Rússia e a Ucrânia trocaram esta quinta-feira mais 50 prisioneiros de guerra detidos pelas duas partes.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou na quinta-feira que mais de 1300 prisioneiros ucranianos foram libertados pelos russos no decurso da actual guerra.

Zelensky referiu-se a este número durante o seu habitual discurso nocturno, ao pronunciar-se sobre a libertação de mais 50 militares detidos pela Rússia.

O chefe de Estado ucraniano precisou tratarem-se de quatro oficiais e 46 sargentos e soldados do Exército, Defesa territorial, Guardas nacionais, Marinha e guardas fronteiriços.

“No total, desde 24 de Fevereiro mais de 1.300 ucranianos foram devolvidos do cativeiro russo. Traremos os restantes. Toda a Ucrânia será livre. Todos os ucranianos estarão em casa”, disse.

A Rússia e a Ucrânia trocaram esta quinta-feira mais 50 prisioneiros de guerra detidos pelas duas partes, informaram respectivamente o ministério da Defesa russo e o gabinete presidencial ucraniano.

“Como resultado do processo de negociação, 50 militares russos em perigo de morte no cativeiro fora devolvidos do território controlado por Kiev”, assinalou o ministério da Defesa russo dirigido por Serguei Shoigu.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
02 Dezembro 2022 — 07:16




 

Ataques? “Vingança” russa; Zaporíjia atingida por mísseis

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / ZAPORIJIA / ATAQUES / MÍSSEIS

O presidente da ucraniano, Volodymyr Zelensky, reiterou, na terça-feira, que a Rússia está a levar a cabo uma “vingança” contra a Ucrânia, face às derrotas militares impostas por Kyiv.

© Getty Images

Na verdade, o responsável revelou que, numa semana, Moscovo disparou centenas de vezes contra localidades da zona de Kherson, atingindo tanto edifícios residenciais, como infra-estruturas civis.

Por seu turno, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Riabkov, explicou que a Rússia adiou as conversações com os Estados Unidos sobre o desarmamento nuclear devido à “falta de vontade” de Washington de ter em consideração as prioridades de Moscovo.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
30/11/22 07:45
por Notícias ao Minuto



 

1002: Rússia não vai acalmar enquanto tiver mísseis, diz Zelensky

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A Rússia não “acalmará” no seu ataque à Ucrânia enquanto tiver mísseis, disse o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, indicando que os ataques continuam por todo o país.

Oleg Petrasyuk / EPAO Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky

Como avançou esta terça-feira o Independent, Zelenksy indicou aos ucranianos para se prepararem para lidar com mais frio e escuridão nos próximos meses, à medida que Moscovo ataca as infra-estruturas energéticas do país.

O líder ucraniano comentou ainda que “os terroristas estão a planear novas ataques”. “Sabemos disso. E enquanto tiverem mísseis, infelizmente, não se vão acalmar”, “, acrescentou na segunda-feira, durante o seu discurso diário habitual.

Segundo Zelensky, na última semana, as forças russas bombardearam 258 vezes 30 colonatos na região sul da Ucrânia.

Os militares ucranianos informaram igualmente que a Rússia manteve bombardeamentos em Bakhmut e Avdiivka, na província de Donetsk, e a norte bombardearam Kupiansk e Lyman, zonas recapturadas recentemente por Kiev.

Apesar da ameaça de apagões energéticos, Kiev planeia colocar árvores de Natal, sem luzes, em toda a cidade.

As declarações de Zelensky precederam uma reunião da NATO em Bucareste, na Roménia, onde a aliança militar reafirmou o seu apoio à Ucrânia. Jens Stoltenberg, o secretário-geral da organização, indicou que esta permaneceria com Kiev durante o “tempo que for preciso”. “Não recuaremos”, sublinhou.

ZAP //
29 Novembro, 2022



 

959: Ucrânia: Zelensky quer população preparada para novos ataques russos no inverno

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UCRÂNIA/INVERNO/ATAQUES RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Presidente da Ucrânia pediu mais uma vez unidade entre os cidadãos ucranianos, e maior atenção aos alertas aéreos.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O Presidente da Ucrânia avisou, no domingo, os cidadãos para estarem preparados para as consequências de novos ataques da Rússia, depois de ter acusado Moscovo de usar o frio contra a população.

Volodymyr Zelensky afirmou que as tropas russas estão a preparar novos ataques: “sabemos isso com certeza. E enquanto tiverem mísseis, infelizmente não vão parar”.

“Mas a nossa capacidade de nos ajudarmos uns aos outros e de cuidarmos dos mais vulneráveis, a nossa ajuda mútua é um dos elementos de protecção contra o terror, assim como a nossa força”, acrescentou, no vídeo que grava diariamente para a população ucraniana.

Neste sentido, pediu mais uma vez unidade entre os cidadãos ucranianos, e maior atenção aos alertas aéreos.

“Juntos e ajudando-nos uns aos outros, superaremos também este desafio da guerra: este inverno, esta tentativa da Rússia de usar o frio contra o povo”, considerou.

As declarações do Presidente foram feitas depois de a maioria das regiões do país ter conseguido restabelecer o fornecimento de energia, no domingo, na sequência de bombardeamentos russos contra infra-estruturas energéticas, na semana passada.

Também este fim de semana, o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, acusou o Presidente russo, Vladimir Putin, de tentar usar o inverno como arma.

Stoltenberg lembrou “como é perigoso” para a população europeia “depender da Rússia” para o fornecimento de gás natural.

“Temos agora de avaliar a nossa dependência de regimes autoritários, especialmente da China”, indicou o responsável.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Novembro 2022 — 11:56



 

“Faremos tudo para responsabilizar a Rússia pela guerra, pelo terror”

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ZELENSKY/RESPONSABILIZAÇÃO/GUERRA/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

O presidente ucraniano disse ainda saber que “os terroristas [russos] estão a preparar novos ataques” e que, “enquanto tiverem mísseis, infelizmente, não vão parar”.

© Presidência da Ucrânia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, frisou, este domingo, que o país fará “tudo para responsabilizar a Rússia” pela guerra, iniciada em Fevereiro.

“Estamos a fazer e faremos todo o possível para fortalecer a nossa defesa. Estamos a fazer e faremos tudo para responsabilizar a Rússia por esta guerra, por este terror”, afirmou o chefe de Estado na sua comunicação diária ao país, acrescentando que “para alcançar estes resultados, haverá novos e importantes passos na próxima semana”.

Zelensky sublinhou que “mais uma semana de guerra em grande escala” chegou ao fim e que, “após o ataque terrorista maciço” às infra-estruturas de energia, a produção e o fornecimento de electricidade tem sido restaurado “dia após dia”.

“A partir de hoje, na maioria das regiões do país, só estão em vigor calendários de estabilização de cortes de energia. A situação está sob controlo graças aos trabalhadores da energia”, afirmou o presidente, que quis agradecer “aos milhares de pessoas que trabalham 24 horas por dia” para restaurar “a luz, a água, o calor e as comunicações”.

“A unidade ucraniana demonstra uma e outra vez a sua força, demonstra a nossa eficácia”, considerou.

O presidente ucraniano disse ainda saber que “os terroristas [russos] estão a preparar novos ataques” e que, “enquanto tiverem mísseis, infelizmente, não vão parar”. “A próxima semana pode ser tão dura como a que passa. As nossas Forças de Defesa estão a preparar-se.

O Estado inteiro está a preparar-se. Trabalhamos todos os cenários, inclusive com os nossos parceiros”, afirmou.

O conflito entre a Ucrânia e a Rússia começou com o objectivo, segundo Vladimir Putin, de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia. A operação foi condenada pela generalidade da comunidade internacional.

A ONU confirmou que cerca de seis mil civis morreram e mais de dez mil ficaram feridos na guerra, sublinhando que os números reais serão muito superiores e só poderão ser conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
27/11/22 22:13
por Márcia Guímaro Rodrigues



 

Zelensky denuncia “muitas queixas” nos pontos de invencibilidade de Kyiv

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UCRÂNIA/QUEIXAS/PONTOS DE INVENCIBILIDADE

O presidente ucraniano apelou ainda a que os cidadãos se comprometam a “poupar energia”.

© Getty Images

Face aos ataques por parte do exército de Moscovo, que têm atingido a rede eléctrica da Ucrânia e provocado apagões no país, o presidente Volodymyr Zelensky voltou, esta sexta-feira, a apelar para que os cidadãos usem electricidade de forma moderada, de modo a “poupar energia”.

O chefe de Estado apontou também o dedo à administração local de Kyiv, devido às “várias queixas” recebidas pela gestão dos pontos de invencibilidade na região, pedindo mais seriedade.

No seu habitual discurso nocturno, o responsável começou por dizer que já foi possível reestabelecer a electricidade para cerca de metade dos afectados após o ataque de quarta-feira, no qual 12 mil pessoas ficaram serem energia, na capital ucraniana.

Na verdade, Zelensky apontou que Kyiv continua a ser o local mais afectado, assim como os seus arredores, e ainda a região de Odessa, Lviv, Vinnytsia e Dnipropetrovsk.

Por favor, é necessário continuar a consumir electricidade de forma moderada em todas as regiões, como antes. Se não houver quedas de energia, não significa que o problema acabou.

Por favor, se tiver electricidade, não significa que pode ligar vários aparelhos eléctricos ao mesmo tempo”, apelou, reiterando que é “necessário poupar energia”.

O presidente ucraniano recordou que foram criados mais de quatro mil “pontos de invencibilidade” no país para que os cidadãos possam ter serviços básicos em caso de apagões mas, “infelizmente, o governo local não fez um bom trabalho em todas as cidades”, revelou. Há, particularmente, “muitas queixas” em Kyiv, pelo que o responsável apelou a uma “maior atenção”.

Os residentes de Kyiv precisam de mais protecção”, disse, indicando que, até esta sexta-feira, mais de 600 mil subscritores estavam desconectados da rede eléctrica, e muitos não tinham electricidade há mais de 20 ou 30 horas.

Espero um trabalho de qualidade por parte do gabinete do presidente da Câmara. Ninguém perdoará ninguém por profanar os pontos de invencibilidade de Kyiv. Por favor, sejam mais sérios”, reforçou.

O chefe de Estado mencionou também a sua conversa com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que assegurou ao presidente ucraniano que o bloco europeu estava a “intensificar” esforços e a trabalhar para “proporcionar a ajuda de emergência que a Ucrânia precisa”, para “restabelecer e manter a electricidade e o aquecimento para a população civil“.

De notar que quase metade dos habitantes de Kyiv continuavam, esta sexta-feira, sem electricidade, e dois terços sem aquecimento, dois dias depois dos ataques russos terem voltado a visar infra-estruturas críticas, numa altura em que as temperaturas negativas chegam à região.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, é considerada “crime de guerra” pelos aliados ocidentais da Ucrânia e qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

A Rússia, por seu lado, afirma visar apenas infra-estruturas militares e atribui os cortes de energia aos disparos das defesas aéreas ucranianas.

Lançada a 24 de Fevereiro, a ofensiva militar russa na Ucrânia já causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, segundo os mais recentes dados da Organização das Nações Unidas (ONU), que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

De acordo com a entidade, já morreram 6.595 civis desde o brotar do conflito, que feriu 10.189 pessoas, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
25/11/22 22:10
por Daniela Filipe



 

“Notícias em breve”, diz Zelensky; Kremlin receia protestos?

UCRÂNIA/NOTÍCIAS/ZELENSKY

Poucas horas após se terem assinalado nove meses de guerra, o presidente da Ucrânia continua a prometer que o país sairá vencedor deste conflito, defendendo que a Rússia “não sabe lutar, só aterrorizar”.

© Reuters

“Haverá notícias importantes em breve”, prometeu na mensagem que assinalou, na quinta-feira, os nove meses de conflito, notando também que estavam a trabalhar com os parceiros para a libertação do país.

À medida que Kyiv vai recuperando território ucraniano, recentemente ocupado pelas tropas russas, e após pouco mais de dois meses da mobilização parcial ordenada por Vladimir Putin, os reservistas continuam a não ser o ‘truque na manga’ com que o Kremlin sonhou.

© Reuters

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
25/11/22 07:57



 

Ucrânia: Zelensky denuncia à ONU “crime contra a humanidade”

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/ZELENSKY

Presidente ucraniano diz que “vários milhões de pessoas sem abastecimento de energia, sem aquecimento e sem água”, num contexto de “temperaturas abaixo de zero”.

© EPA/UKRAINIAN PRESIDENTIAL PRESS SERVICE

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, denunciou esta quarta-feira à ONU o ataque da Rússia à infra-estrutura energética do país, o que classificou como um “crime contra a humanidade”.

“Com temperaturas abaixo de zero, vários milhões de pessoas sem abastecimento de energia, sem aquecimento e sem água, trata-se, obviamente, de um crime contra a humanidade”, afirmou Zelensky, que falava, por vídeo, ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, no âmbito de uma reunião de emergência que o próprio solicitou.

Novos ataques russos na Ucrânia fizeram 30 vítimas civis, entre mortos e feridos, e deixaram esta quarta-feira milhões de pessoas sem electricidade, acesso a água e aquecimento, quando se registam já temperaturas negativas nalgumas regiões, segundo as Nações Unidas.

Um balanço feito pelo Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) indica que a escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

Os apagões estão também a afectar grandes partes das regiões centrais de Vinnytsya e Dnipro, Khmelnitsk, mais a oeste, Kharkiv e Sumi no nordeste, Mykolaiv no sul e a capital, Kiev.

Os ataques atingiram, além de infra-estruturas, edifícios residenciais em Kiev e nas cidades de Chabany e Vyshhorod, nos arredores da capital, e as autoridades confirmaram que pelo menos 30 civis foram mortos ou feridos nas três localidades.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Novembro 2022 — 00:00



 

875: Zelensky pede reunião urgente na ONU para debater ataques russos

– “… “Assassinato de civis, destruição de infra-estrutura civil são actos de terror. A Ucrânia continua a exigir uma resposta resoluta da comunidade internacional a esses crimes”, disse Zelensky”

Parece que os “valentões” acagaçaram-se perante os russonazis 卐 putinocratas mas penso que é mais falta de 🍅🍅 ! Até quando deixam os assassinos de civis inocentes de todas as idades, assassinarem? Até quando não existirem mais ucranianos para abaterem? E depois entram de galo na Ucrânia a proclamarem que a terra é deles?

 

🇷🇺SMERTʹ RUSONAZAM🇷🇺

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Presidente ucraniana vai estar presente via videoconferência. Ataques russos causaram apagões na vizinha Moldávia.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, discursará numa reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU na quarta-feira sobre os ataques russos que causaram apagões na vizinha Moldávia, disseram fontes diplomáticas à AFP.

Zelensky vai marcar presença no debate de emergência – solicitado por Kiev e previsto para começar às 21 horas de Lisboa – via videoconferência, disseram dois diplomatas à agência francesa.

O líder ucraniano disse num tweet que havia instruído o embaixador do seu país no órgão mundial, Sergiy Kyslytsya, a solicitar a reunião.

“Assassinato de civis, destruição de infra-estrutura civil são actos de terror. A Ucrânia continua a exigir uma resposta resoluta da comunidade internacional a esses crimes”, disse Zelensky.

Numa carta ao presidente do Conselho a solicitar a reunião, vista pela AFP, Kyslytsya escreveu que a Rússia “cometeu outro ato de terror contra a população civil da Ucrânia” com os ataques de quarta-feira.

O ataque aéreo atingiu a rede eléctrica da Ucrânia, que já estava a falhar, tendo provocado vários mortos e desconectado três centrais nucleares da rede.

Os militares ucranianos disseram que as forças russas dispararam esta quarta-feira cerca de 70 mísseis de cruzeiro contra alvos em todo o país.

A vizinha Moldávia chegou a dizer que estava a sofrer apagões generalizados causados ​pela nova barragem e a sua presidente, Maia Sandu, acusou a Rússia de deixar o seu país “no escuro”.

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 17:55



 

Ucrânia: Zelensky cria rede de “invencibilidade” com serviços básicos para apagões

– Os filhos da Putina russonazis ☠️卐☠️ é que bombardeiam, destroem, assassinam civis indefesos numa matança genocida e os ucranianos, que estão a defender-se no país que é deles, é que são nazis… Cartilha nazi da união zoviética e dos terroristas putinocratas.

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UCRÂNIA/SERVIÇOS BÁSICOS/DEFESA

Estes pontos de invencibilidade, gratuitos e abertos 24 horas por dia, segundo o chefe de Estado, vão proporcionar aos cidadãos afectados o acesso a “electricidade, comunicações móveis e Internet, aquecimento, água e primeiros socorros”.

© EPA/OLEG PETRASYUK

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou esta terça-feira a criação de uma rede 4.000 “pontos de invencibilidade” em todo o país para atender os serviços básicos dos cidadãos em caso de apagões devido aos bombardeamentos russos.

“Se acontecerem novamente ataques massivos da Rússia e se entender que o fornecimento de electricidade não poder ser restaurado em poucas horas, o trabalho dos “pontos de invencibilidade” será activado e “todos os serviços básicos estarão lá”, explicou Zelensky no seu habitual discurso nocturno.

Estes pontos, gratuitos e abertos 24 horas por dia, segundo o chefe de Estado, vão proporcionar aos cidadãos afectados o acesso a “electricidade, comunicações móveis e Internet, aquecimento, água e primeiros socorros”.

De acordo com Zelensky, os 4.000 pontos vão funcionar em todas as administrações regionais e locais, bem como em centros educativos, edifícios dos Serviço de Emergência do Estado e outras instalações.

O Governo ucraniano criou um site especial (nezlamnist.gov.ua) com um mapa desses pontos em todo o país. No ‘site’ os cidadãos também poderão saber onde há postos de gasolina abertos, agências bancárias, farmácias ou as lojas mais próximas.

“Todos nós devemos estar preparados para qualquer cenário, considerando o que os terroristas estão a lutar contra o nosso povo e o que estão a tentar fazer”, apontou Zelensky.

O chefe de Estado pediu a todas as autoridades locais que informem a população sobre os pontos de apoio disponíveis em caso de apagão prolongado, e apelou às empresas para aderirem à iniciativa, como já o fizeram muitos empresários.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
22 Novembro 2022 — 23:55